Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas para identificar qual NÃO constitui prática de plágio: A) Trocar algumas palavras para disfarçar a cópia, sem parafrasear de fato — isso é plágio. B) Reutilizar textos próprios sem indicar que já foram usados antes (autoplágio) — também é considerado plágio. C) Inserir citação direta longa (mais de três linhas) com recuo, espaçamento, fonte menor, sem aspas, mas com identificação correta do autor, ano e página — essa é a forma correta de fazer citação longa, portanto NÃO é plágio. D) Usar ideias ou palavras de autores sem referência, mesmo parafraseando — é plágio. E) Reproduzir parágrafos inteiros sem indicação — é plágio. Portanto, a alternativa correta, que NÃO constitui prática de plágio, é a letra: C) Inserir no texto uma citação direta com mais de três linhas, utilizando recuo de 4 cm à esquerda, espaçamento simples, fonte menor, sem aspas, e identificando o autor, ano e página ao final do trecho.
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