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A realização de reformas e construções em instituições de saúde exige planejamento detalhado para evitar impactos negativos na segurança dos pacientes e profissionais. Essas intervenções podem gerar a dispersão de partículas, fungos e bactérias presentes em materiais de construção, além de comprometer a integridade de sistemas essenciais, como ventilação e abastecimento de água. CARRARA, D.; STRABELLI, T. M. V.; UIP, D. E. Controle de infecção: a prática no terceiro milênio. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Qual das estratégias a seguir é recomendada para minimizar riscos de contaminação em reformas hospitalares? Escolha uma opção: a. O monitoramento microbiológico pode ser reduzido se forem adotados filtros HEPA e protocolos de controle da movimentação no canteiro de obras. b. A ventilação negativa aplicada ao ambiente da reforma é suficiente para evitar a dispersão de partículas e a necessidade de desinfecção frequente. c. A descontaminação das áreas próximas deve ser realizada nos setores hospitalares com maior circulação de pacientes, dispensando esse controle em espaços de apoio. d. O isolamento da área em reforma deve ser realizado por barreiras físicas, associado ao controle do fluxo de detritos e pessoas no ambiente. e. A umidificação do ar pode substituir as barreiras físicas no isolamento da área em obra quando combinada com um controle rigoroso de acesso.
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Leonardo Stoco

há 2 meses

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