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Márcia é aposentada pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e, em 2024, após o falecimento do seu cônjuge, passou a cumprir os requisitos para a concessão de uma pensão por morte decorrente de um Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). À luz das restrições constitucionais à acumulação de benefícios introduzidas pela Emenda Constitucional nº 103/2019 (Reforma da Previdência), assinale a alternativa correta:
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Paulo Roberto Ramos Conceição

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

De acordo com a Emenda Constitucional nº 103/2019, que reformou o sistema previdenciário, há restrições à acumulação de benefícios previdenciários provenientes do RGPS e do RPPS. No caso de Márcia, que já é aposentada pelo RGPS e passou a ter direito à pensão por morte do RPPS em 2024, a regra geral é que ela não poderá acumular integralmente os dois benefícios se eles forem de natureza previdenciária e decorrentes de regimes diferentes. Especificamente: - A EC 103/2019 proíbe a acumulação de aposentadoria com pensão por morte quando ambos forem pagos por regimes diferentes, salvo exceções previstas em lei. - Quando a acumulação for permitida, o valor total dos benefícios acumulados será limitado ao teto do RGPS. Portanto, Márcia poderá receber a pensão por morte do RPPS, mas deverá optar pelo benefício que for mais vantajoso ou terá o valor acumulado limitado, conforme as regras de acumulação previstas na EC 103/2019. Resumindo: Márcia não poderá acumular integralmente a aposentadoria do RGPS com a pensão por morte do RPPS; deverá observar as limitações constitucionais e poderá ter que optar ou ter o valor total limitado ao teto do RGPS.

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