A mediação, além de ter diretriz essencial no princípio da dignidade humana, está vinculada ao pilar do reconhecimento do poder de decisão das partes com liberdade e autodeterminação, bem como a informalidade, com participação de terceiro imparcial e a não competitividade. Para atingir esse objetivo, a observância dos princípios da mediação é crucial para que sua prática seja realizada de forma adequada em proveito das pessoas em crise. Jurisdicionados e advogados brasileiros padeceram de muitas mazelas ao longo dos anos por conta de práticas enviesadas que, apesar de denominadas conciliatórias, não respeitavam princípios nem técnicas, revelando uma perversa busca de extinção de processos judiciais a qualquer custo. No plano normativo, a relevância dos princípios tem sido amplamente reconhecida. O CPC/2015 afirma, no art. 166, serem princípios regentes da mediação e da conciliação em juízo a independência, a imparcialidade, a autonomia da vontade, a confidencialidade, a oralidade, a informalidade e a decisão informada. TARTUCE, F. Mediação nos Conflitos Civis. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2020. Diante das informações do texto, analise a seguinte situação. Alex, com conhecimento da