O manejo clínico da dor exige a diferenciação precisa entre as vias fisiopatológicas do sofrimento. O tratamento baseado em protocolos convencionais de ganho de força frequentemente falha quando o paciente apresenta quadro de Sensibilização Central. Qual a correta definição do processo fisiopatológico da Sensibilização Central que embasa a contraindicação de protocolos biomecânicos intensivos de fortalecimento nesses casos? Opções da pergunta 4: a) É o processo patológico de amplificação e distorção da resposta nociceptiva no Sistema Nervoso Central, onde o cérebro se torna hiperexcitável e emite sinais de dor mesmo na ausência de lesão tecidual ativa. b) Refere-se à interrupção total da comunicação entre os nociceptores periféricos e o cérebro, gerando a síndrome do membro fantasma anestesiado. c) É a incapacidade do córtex cerebral em registrar a dor profunda, limitando o sofrimento do paciente apenas aos estímulos dolorosos cutâneos superficiais. d) Consiste na hiperativação das fibras grossas A-beta, que bloqueiam os sinais dolorosos de forma tão intensa que o paciente entra em fadiga metabólica letárgica.