Ed
há 2 meses
No Brasil Império, a institucionalização do ensino de Arte nas escolas de Belas Artes representava a concepção dominante de arte como ação política voltada à crítica social e ao engajamento dos estudantes? Não. A arte como expressão espontânea das camadas populares? Também não. A arte como conhecimento interdisciplinar, articulada às experiências das crianças? Não. A concepção correta é: a arte era vista principalmente como prática acadêmica, baseada em modelos clássicos europeus, valorizando a técnica, o desenho e a imitação da natureza, com foco na formação técnica e estética dos artistas para atender às demandas oficiais e culturais da elite. Portanto, a concepção dominante era a arte como prática técnica e acadêmica, alinhada aos padrões europeus, e não como ação política, expressão popular ou prática libertadora.