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Leia o texto atentamente:

Sorvete de ervilhas

Um menino foi até o sorveteiro e perguntou:
– Tem sorvete de ervilhas?

– Não.
No outro dia, o menino voltou e perguntou de novo:
– Tem sorvete de ervilhas?
– Não.
Então, o sorveteiro pensou:
“Já sei, eu vou fazer um sorvete de ervilhas para esse menino, porque aí ele vai parar de me torrar a paciência.”

E fez o tal sorvete. No dia seguinte, o menino voltou lá e perguntou:

– Tem sorvete de ervilhas?
– Tem.
– Eeeeeeca!
Esse texto é engraçado, porque
(A) o menino gostava de sorvete de ervilhas.
(B) o menino queria tomar sorvete todos os dias.
(C) o sorveteiro foi enganado pelo menino.
(D) o sorveteiro gostava de agradar os fregueses.
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Portuguesando

há 4 semanas

Respostas

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há 4 semanas

Analisando o texto: - O menino pergunta repetidamente se tem sorvete de ervilhas. - O sorveteiro, cansado, decide fazer o sorvete para o menino. - Quando o menino prova, ele diz "Eeeeeeca!", mostrando que não gostou. O humor está no fato de que o menino não queria realmente o sorvete de ervilhas, ele só queria incomodar o sorveteiro, e o sorveteiro acabou fazendo o sorvete, mas o menino não gostou. Portanto, a alternativa correta é: (C) o sorveteiro foi enganado pelo menino.

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Leia o texto a seguir:

A Filha Da Cobra-Grande

A Boiaçu queria casar sua filha, moça de raros poderes mágicos, com um rapaz muito bonito e rico, que vivia cercado de empregados.

Mas a filha da serpente gigantesca não queria nada com o partido arranjado pela mãe e fazia de tudo para dificultar o casamento: "Só me caso se encontrar com ele à noite", dizia ela toda faceira. Ora, que esperta!

Ela sabia que não havia noite, por isso usou o truque.

O que a filha da cobra não contava é que o seu futuro noivo guardava um segredo de família: a noite, nunca antes revelada, estava guardada em sua casa, em um caroço de tucumã, fruto de uma palmeira típica do Amazonas! Então, ele mandou buscar o segredo com seu pai, que morava longe. Os empregados, então, viajaram para buscar a noite escura. O caminho pelo rio era longo. No caminho de volta, eles escutaram um alvoroço dentro da semente, pareciam insetos querendo sair do caroço. Pensaram até em abri-lo, mas lembraram do que o patrão havia dito: "Não abram o caroço de jeito nenhum!"

Acontece que estava ficando frio e os empregados resolveram acender uma fogueira para esquentar o barco. O fogo ficou alto demais, quente demais e, de repente, ploft!, abriu a casca do caroço de tucumã…

Imediatamente, tudo escureceu! Conforme a noite se espalhava pela floresta, iam surgindo muitos animais: peixes, patos, e até tartarugas. A moça astuciosa viu de sua aldeia a escuridão se aproximando e entendeu que os empregados tinham desobedecido a seu noivo. E, agora? O que ela poderia fazer para se salvar do casamento? Com seus poderes mágicos, a filha da cobra-grande transformou seu futuro marido em um pássaro que cantava muito alto. Ao ouvirem seu canto, os empregados viraram macacos e nunca mais saíram da floresta. O rapaz desapareceu para sempre também.
O que deu origem ao conflito inicial nessa história?
(A) O futuro noivo guardar a noite em um caroço de tucumã.
(B) A filha de Boiaçu rejeitar o casamento arranjado pela mãe.
(C) O surgimento de muitos animais: peixes, patos, e até tartarugas.
(D) A filha da cobra-grande transformar seu futuro marido em um pássaro.

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