Sobre 0 sigilo profissional, 0 Código de Ética do Psicopedagogo determina, em seu Capítulo III, que é um dever fundamental no exercício da prática psicopedagógica. Esse sigilo deve ser mantido em todos OS atendimentos, e sua quebra só é admitida quando há autorização expressa do sujeito ou responsável legal, ou ainda em situações previstas em lei ou que envolvam risco iminente à integridade do sujeito ou de terceiros. A exposição de resultados de avaliação e a divulgação de registros psicopedagógicos em qualquer mídia requerem consentimento formal e específico. Essa proteção visa assegurar 0 respeito à dignidade, à privacidade e aos direitos do sujeito atendido (Associação Brasileira de Psicopedagogia, c2020). Pesquisar por imagem ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA. Código de ética do psicopedagogo. c2020. Disponivel em: https://www.abpp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/codigo_de_etica.pdf.Acessc em: 12 jul. 2025. Analise as seguintes afirmativas sobre 0 sigilo profissional no exercício da Psicopedagogia, conforme previsto no Capítulo III do Código de Ética: I. A exigência de sigilo nos atendimentos psicopedagógicos reflete 0 compromisso ético com a proteção da intimidade e da autonomia do sujeito atendido. II. Publicar trechos de relatórios psicopedagógicos em redes sociais ou em congressos científicos é admissível, desde que os dados estejam despersonalizados e sem identificação direta do sujeito. III. A quebra do sigilo psicopedagógico é permitida em casos de risco iminente à integridade física ou psíquica do sujeito ou de terceiros, mesmo sem autorização prévia. IV. 0 psicopedagogo pode compartilhar dados sensíveis de avaliação com professores da escola, desde que considere que isso será benéfico para a intervenção pedagógica.