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A Teoria da Agência trata da relação entre principal e agente, do conflito de interesses que pode haver nesta relação, quando primeiro delega autoridade para segundo tomar decisões. A Teoria da Agência analisa os conflitos e custos resultantes da separação entre propriedade e controle de capital. Fonte: MENDES, P.S. Teoria da Agência Aplicada à Análise de Relações entre os Participantes dos Processos de Cooperação Tecnológica Universidade-Empresa. 260f. Tese (Doutorado em Administração) Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, São Paulo, 2001
Baseado no texto acima sobre Teoria da Agência, podemos afirmar que:
principal contrata o agente para realizar algum serviço ou trabalho.
Agente e principal podem ser representados pela mesma pessoa.
O principal sempre toma decisões em conflito com agente.
agente delega a autoridade para o principal tomar decisões.
A principal é o gestor e o agente diz respeito aos acionistas.
principal (acionista) contrata agente (gestor) para realizar algum serviço ou trabalho (a ges empresa, por exemplo).
Nem sempre os gestores (agentes) vão defender os interesses do prin (acionista).
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há 2 meses

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há 2 meses

Baseado na Teoria da Agência e no texto apresentado, podemos afirmar que: - O principal (acionista) contrata o agente (gestor) para realizar algum serviço ou trabalho, como a gestão da empresa. - Nem sempre os gestores (agentes) vão defender os interesses do principal (acionista), o que gera o conflito de interesses típico da teoria. - Principal e agente são papéis distintos; não são representados pela mesma pessoa. - O agente não delega autoridade para o principal; na verdade, o principal delega autoridade para o agente tomar decisões. - O principal é o acionista e o agente é o gestor, e não o contrário. Portanto, a afirmativa correta é: "O principal (acionista) contrata o agente (gestor) para realizar algum serviço ou trabalho (a gestão da empresa, por exemplo)." E também é correto afirmar que: "Nem sempre os gestores (agentes) vão defender os interesses do principal (acionista)."

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Frequente nas operações de compra e venda que empresas, negociadas resultem em admissão de novos acionistas, sejam majoritários ou minoritários, desde que essas operações não tenham sido integrais. A partir dessa situação, antes de a transação ser concluída, é indispensável regular como será a convivência entre os acionistas originais e os novos em diversos aspectos de funcionamento da empresa. Diversos assuntos que eram decididos na situação anterior de Governança Corporativa. Isto é, antes da conclusão da operação de compra e venda, na qual os controladores tinham regras de decisões previamente estabelecidas, ou mesmo na falta delas, situação na qual os entendimentos entre os controladores e administradores eram facilitados pelo fato de essas pessoas serem as mesmas, na nova situação precisam ser revistos e devidamente previstos, estando sujeitos a rodadas de negociações e àquela e à adequada fundamentação perante a legislação atual. Outro ponto que merece destaque refere-se às normas às quais a sociedade irá se submeter, caso seja uma sociedade anónima, prevalecerá a incidência dos dispositivos da lei. 6.404/64 a lei das Sociedades Anônimas. Subsidiariamente, a sociedade anônima, poderá adotar, como forma de regulação, normas societárias, hoje emitidas hoje na lei 10.406/2002 do código civil. Fonte: Valente, Paulo Gurgel Governança corporativa: guia do conselheiro para empresas familiares ou fechadas Rio de Janeiro Atlas Books (Adaptado)
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A elaboração do acordo de cotistas ou acionistas constituem uma das etapas dentro do processo de compra e venda da empresa. Sempre que a operação não resulte na alienação de 100% das cotas ou ações da sociedade, surgem dois blocos de sócios, bloco dos sócios originais e bloco dos sócios novos.
II. Podemos definir Acordo dos Sócios como instrumento jurídico no qual serão definidos e formalizados os entendimentos dos sócios sobre suas aspirações em relação à companhia no momento atual, confirmando suas expectativas em médio e longo prazos
A asserção I é falsa e a asserção II é verdadeira
A asserção I é verdadeira e a asserção II é falsa
As asserções I e II são verdadeiras e II é justificativa da I
A alternativa está incorreta, pois as asserções I e II são verdadeiras e a II não é justificativa da I
A asserção I está correta, pois existem casos nos quais nem sempre essa divisão em blocos é clara e homogênea, o que também poderá influenciar a composição dos interesses entre os sócios majoritários e os minoritários. Podemos imaginar, por exemplo, que um dos sócios originais não esteja muito satisfeito em continuar perseguindo os mesmos objetivos de seus pares. De modo que este poderia sentir motivado a deliberar, em concordância somente com os sócios novos. A asserção II está correta, pois de participação societária precisam estar bem delineadas para que o mínimo possível de incertezas possa permanecer. Neste acordo, estarão definidas as regras de convivência e de solução de conflitos societários. As regras para casos de reestruturação societária, como fusão ou aquisição. A regulação da entrada e saída dos sócios e a preferência entre eles na emissão de novas ações ou quotas, a política de investimentos, dividendos, a Constituição e os modos de decisão do Conselho da Diretoria.
A asserção I é falsa e a asserção II é falsa
As asserções I e II são verdadeiras e a II não é justificativa de I

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