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O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), no Brasil, 2011-2022, apresenta a vigilância de DCNT como um de seus eixos, detalhando os indicadores, as metas, os objetivos e as ações a serem desenvolvidas por esta vigilância.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que corresponde às metas atingidas no plano de ações:
I. Redução da prevalência de tabagismo em 30% e redução do consumo abusivo de bebidas alcoólicas em 10%.
II. Aumento de mamografia em mulheres de 50-69 anos de idade, em dois anos, para 70% e aumento do papanicolau em mulheres de 25-64 anos de idade, em 3 anos, para 85%.
III. Redução de mortalidade prematura de 30 a 69 anos por DCNT em 2% ao ano.
IV. Aumento da prevalência da prática de atividade física no tempo livre em 10%.
V. Contenção do crescimento da obesidade em adultos e o aumento do consumo recomendado de frutas e hortaliças em 10%.
I, II, III, IV e V.
I, II e III.
II e IV.
I e V.
III, IV e V.
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há 4 meses

Respostas

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há 4 meses

Vamos analisar cada afirmativa com base no Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil (2011-2022): I. Redução da prevalência de tabagismo em 30% e redução do consumo abusivo de bebidas alcoólicas em 10%. — Correto, essas são metas estabelecidas no plano. II. Aumento de mamografia em mulheres de 50-69 anos de idade, em dois anos, para 70% e aumento do papanicolau em mulheres de 25-64 anos de idade, em 3 anos, para 85%. — Correto, essas metas também fazem parte do plano. III. Redução de mortalidade prematura de 30 a 69 anos por DCNT em 2% ao ano. — Correto, essa é uma meta central do plano. IV. Aumento da prevalência da prática de atividade física no tempo livre em 10%. — Correto, o plano prevê essa meta. V. Contenção do crescimento da obesidade em adultos e o aumento do consumo recomendado de frutas e hortaliças em 10%. — Correto, essas metas também estão previstas. Todos os itens I, II, III, IV e V são metas do plano. Portanto, a alternativa correta é: I, II, III, IV e V.

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Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Podemos afirmar que universalidade é:
A determinação de que este sistema precisa ser acessível a toda a população.
A ideia que todos têm acesso ao sistema de saúde internacional.
O acesso à saúde dentro do seu universo.
O acesso a serviço de saúde próximo à residência.
A determinação de que o sistema atende somente aos cadastrados.

Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Podemos afirmar que equidade é:
Tratar desigualmente os desiguais.
Equivaler à assistência ao diagnóstico.
Dar acesso indiscriminadamente.
Tratar cada um de acordo com sua doença.
Oferecer assistência próxima à residência.

Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Pode-se descrever integralidade como:
Desenvolver ações de prevenção, promoção e reabilitação de saúde.
Entender o paciente na sua totalidade.
Oferecer medicações para o paciente.
Atender crianças em condição de igualdade.
Propor tratamentos de alta complexidade.

A Política Nacional de Humanização – HumanizaSUS (PNH) foi criada pelo Ministério da Saúde, em 2003, a partir do reconhecimento de experiências inovadoras e concretas que compõem um “SUS que dá certo”.
São propostas desta política, exceto:
Fortalecer iniciativas de humanização existentes, como a oferta de cestas básicas.
Contagiar trabalhadores, gestores e usuários do SUS com os princípios e as diretrizes da humanização.
Desenvolver tecnologias relacionais e de compartilhamento das práticas de gestão e de atenção.
Aprimorar, ofertar e divulgar estratégias e metodologias de apoio a mudanças sustentáveis dos modelos de atenção e de gestão.
Implementar processos de acompanhamento e avaliação, ressaltando saberes gerados no SUS e experiências coletivas bem-sucedidas.

Segundo a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão, no Brasil, a hipertensão arterial atinge 32,5% (36 milhões) de indivíduos adultos, mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular (DCV). O risco cardiovascular deve ser avaliado em cada indivíduo hipertenso, pois auxilia na decisão terapêutica e permite uma análise prognóstica. A identificação dos indivíduos hipertensos que estão mais predispostos às complicações cardiovasculares, especialmente infarto do miocárdio e AVE, é fundamental para uma orientação terapêutica mais agressiva. Diversos algoritmos e escores de risco baseados em estudos populacionais foram criados nas últimas décadas. Modelos multifatoriais de estratificação de risco podem ser utilizados para uma classificação de risco individual mais precisa. Informar ao paciente os seus fatores de risco pode melhorar a eficiência das medidas farmacológicas e não farmacológicas para a redução do risco global.
Quando falamos em fatores de risco para a hipertensão, podemos identificar que:
I. A idade é um fator de risco que tem associação direta e linear entre o envelhecimento e a prevalência de HA, relacionada ao aumento da expectativa de vida da população brasileira, atualmente de 74,9 anos e ao aumento na população de idosos ≥ 60 anos na última década (2000 a 2010), de 6,7% para 10,8%.
II. O excesso de peso e a obesidade que, no Brasil, os dados do Vigitel de 2014 revelaram, entre 2006 e 2014, um aumento da prevalência de excesso de peso (IMC ≥ 25 kg/m2), 52,5% vs. 43%. No mesmo período, a obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2) aumentou de 11,9% para 17,9%, com predomínio em indivíduos de 35 a 64 anos e mulheres (18,2% vs. 17,9%).
III. A ingestão de sal, em que o consumo excessivo de sódio torna-se um dos principais fatores de risco para a HA e está associado a eventos cardiovasculares e renais.
IV. A ingestão de álcool com o consumo crônico e elevado de bebidas alcoólicas aumenta a PA de forma consistente. Em mulheres, há o risco de HA com o consumo de 30-40 g de álcool/dia e, em homens, a partir de 31 g de álcool/dia.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão corretas.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
As afirmativas II, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II e IV estão corretas.
A afirmativa I está correta.

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