Ed
há 2 semanas
A Parasitologia Clínica é a ciência que estuda os parasitas, seus hospedeiros e as relações entre eles. Seu foco principal inclui: - Caracterizar e identificar as principais doenças parasitárias intestinais, sanguíneas e teciduais, bem como seus sintomas. - Utilizar exames laboratoriais, bioquímicos e métodos diagnósticos para detectar infecções parasitárias. - Compreender a interação parasito-hospedeiro para interpretar resultados laboratoriais e correlacioná-los com achados clínicos e epidemiológicos. - Desenvolver raciocínio para estabelecer ações profiláticas e promover a integração do aluno com a comunidade. - Objetivos principais: tratar sintomas causados por parasitas, desenvolver tratamentos, identificar processos epidêmicos e criar métodos de prevenção para doenças parasitárias em humanos e animais.
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Lorena Frilara
há 2 semanas
UNIVERSIDADE VILA VELHA
Introdução à Parasitologia
Clínica
Profa. Marcella Martins Terra.
Ementa:
Caracterização e sintomatologia das principais doenças causadas intestinais. Exames laboratoriai bioquimicos e sula correlacão com os casos de infecções parasitárias. por parasitas sanguíneos, teciduais e Estudo dos principais métodos de diagnóstico laboratorial das parasitoses humanas, incluindo a coleta e conservação do material biolőgico e os diferentes métodos utilizados nos Laboratórios de Análises Clnicas. Aprofundar o estudo da interação parasito/hospedeiro no sentido de promover a compreensão dos resultados laboratoriais e sua correlação com os achados clínicos e epidemiológicos. Ao final desenvolver o raciocínio para o estabelecimento de ações profiláticas e fortalecer o sentido de integração do aluno a comunidade.
CONCEITO:
É A CIÊNCIA QUE ESTUDA OS PARASITAS, OS SEUS HOSPEDEIROS E AS RELAÇÕES ENTRE ELES.
OBJETIVOS PRINCIPAIS:
⁃ Tratar dos sintomas provocados por parasitas
⁃ Desenvolver tratamentos contra os parasitas;
⁃ Identificar os processos de desenvolvimento de epidemias parasitarias
Criar métodos de profilaxia das doeniças causadas pelos parasitas em seres humanos e animais.
CONCEITO
A parasitologia na prática abrange estudo de protozoários, helmintos e artrópodes, onde a maiorias dos par asitos de importância médica e veterinária estão situados
INTRODUÇÃO À PARASITOLOGIA CLÍNICA
Tríade epidemiológica das doenças parasitárias
S Fatores genéticos ( Estado nutricional; Idade; / Sexo: 7 Status imunológico
HOSPEDEIRO
VETOR
MEIO AMBIENTE
AGENTE Dose infectante Tempo de exposiçāo: Local de entrada: Multiplicação; Virulência.
Condições climáticas Condições sócio-econômico culturais.
INTRODUÇÃO PARASITOLOGIA CLÍNICA
- PARASITISMO
Só é parasitismo se tiver.
COMPRONMETIMENTO METABÓLICO
parasito se beneficia obtendo parcialmente ou completamente nutrientes do hospedeiro
Piolho:
Obtém todos Os nutrientes através do sangue dos hospedeiro.
VETOR
AGENTE ETIOLÓGICO
Vetores Biológicos - o parasito se reproduz ou evolui no vetor
Agente biológico que pode causar infecção ou doença, também chamado de agente infeccioso ou agente patogenica
Vetores Mecânicos - o parasito não se desenvolve nem se reproduz no vetor (Ex: baratas, formigas, moscas.
Fômite: é gualquer objeto inanimado ou substância capaz de absorver, reter e transportar organismos contagiantes ou infecciosos (Ex: espéculo - Trichomonas)
AÇÕES DO PARASITO SOBRE HOSPEDEIRO 0
Mecânica (obstrutiva ou de compressão) a Espoliativa (impede absorção de nutrientes) a Traumática (traumas durante fixação ou migração do parasita) Tóxica (produção de metabólitos tóxicos pelo parasita)
OBS: sistema imune é responsável pelas sintomatologias
INTRODUÇÃO PARASITOLOGIA CLÍNICA
Ciclos biológicos dos Parasitos
A.ntign
Apesar dos ciclos variarem, todos possuem três componentes:
Modo de transmissão
Estágio infectante
Estágio diagnosticável
A imagem está um pouco desfocada, mas é possível identificar que se trata do ciclo da Ascaridíase (Ascaris lumbricoides).
O texto visível é:
Ex.: Ascaridíase
Legenda:
▲ Estágio infectante
△ Estágio diagnóstico
Na parte inferior:
Ovo fértil
Ovo infértil
Os números do ciclo aparentam indicar:
1. Ingestão de ovos infectantes.
2. Larvas migram pelo organismo (passagem pelos pulmões).
3. Vermes adultos no intestino delgado.
4. Eliminação de ovos nas fezes.
5. Desenvolvimento dos ovos no solo até se tornarem infectantes.
Se você precisar da transcrição completa com todos os detalhes e legendas do ciclo, envie uma imagem mais nítida ou um recorte mais próximo do esquema.
Mecanismos de Transmissão
. Os principais mecanismos de transmissão são:
•Fecal oral (ingestão)
•Congênita
the infect
•Sexual
M.
•Penetração ativa de larvas
•Vetorial (inoculativa e contaminativa)
Parasitoses
Modo de transmissão
├── Água
│ └── larva
│ └── Esquistossomose
│
├── Solo e alimentos
│ ├── Ingestão de cistos
│ │ └── Amebíase / Giardíase
│ ├── Ingestão de ovos ou penetração de larvas
│ │ └── Nematódeos
│ └── Ingestão de ovos
│ └── Cestóides
│
├── Sexual
│ └── trofozoíto
│ └── Tricomoníase
│
├── Insetos vetores
│ ├── ????
│ │ └── Insetos parasitas
│ ├── triatomíneo
│ │ └── Doença de Chagas
│ └── mosca/mosquito
│ ├── Filarioses
│ ├── Malária
│ └── Leishmanioses
│
└── Animais domésticos
└── oocisto
└── Toxoplasmose
Legenda:
Helmintos (caixas bege)
Protozoários (caixas azuis)
Protozoários: Formas Evolutivas
TROFOZOÍTO: Forma ativa do protozoário, processo de nutrição e reprodução
CISTO: Forma de resistência ou latência
OOCISTO: Forma de resistência ou latência, proveniente da reprodução sexuada. g
Crard nooees
Mcte vescies
٨جرد٨ Artheres D frgterts
Cisto
Trofozoito
E
اللنرنا
Giardia lamnblia
Protozoários
Sanguíneos e teciduais
Intestinais
Exemplos:
Exemplos: Amebiase - Entamoeba histolytica Giardiase- Giardia sp.
Leishmaniose - Leishrania sp. Doença de chagas - Trypanossoma cruzi Toxoplasmose - Toxoplasma gondii Malária - Plasmondium sp.
Vida livre e aquática
Trato geniturinário
Exemplos: Naegleria fowleri Acanthamoeba sp.
Exemplo: Tricomonlase - Trichomonas vaginalis
Helmintos
Ramo da zoologia que estuda os vermes em geral, especialmente os pertencentes acs reunidos sob os filos dos Platelmintos e Nematoides
⁃ Principais vermes estudados na parasitologia médica:
Schistosoma mansoni
6
Taenia solium
Taenia saginata
Ascaris lumbricoides
"
Trichuris trichiura
1s.
Ancylostoma brasiliense 0
Ancylostorna caninum
Ancylostoma americanos
"
Necator americanus
Os helmintos se dividem em:
Platelmintos:
Trematoda: Schistossoma mansoni e Fasciola hepática
Cestoda: Taenia solium e Taenia saginata Nematoda: Ascaris, Toxocara, Strongyloides, Ancylostoma, Necator, Trchuris, dentre outros.
Helmintos Classificação
CLASSE TURBELLARIA Planárias
PLATELMINTOS
CLASSETREMATODA Esquistossomos Fascíola hepátic
CESTOIDE
CLASSE CESTODA Tênia
Miracídio – larva ciliada que sai do ovo e infecta o caramujo (hospedeiro intermediário).
Furcocercária (cercária) – larva com cauda que sai do caramujo e nada na água.
Verme adulto – forma madura encontrada no hospedeiro definitivo.
Se esta figura for do ciclo da esquistossomose, o correto seria:
Ovo → Miracídio → Esporocisto → Cercária (furcocercária) → Esquistossômulo → Verme adulto
? Para prova, lembre-se:
Miracídio: infecta o caramujo.
Cercária (furcocercária): infecta o ser humano pela pele.
Verme adulto: vive nos vasos sanguíneos e produz ovos.
2° Encontro Sicrono parasitologia Clínica.
Tipos de amostra
Diagnóstico parasitológico pode ser realizado em variados materiais biológicos.
‣ A amostra deve ser escolhida de acordo com a suspeita do parasita
> Sangue para hemoparasitoses ‣ Secreções e biópsias para parasitoses ‣ Fezes para parasitoses cavitárias (intestinais)
teciduais
Realizados através concentração
de
métodos
direto
métodos
de concentração
> Parasitoses teciduais - Utilizados para diagnóstico de parasitos teciduais ○ > Ex.: Toxoplasma gondiie Leishmania spp.
> Método direto:
Esfregaço de secreções corada para pesquisa das formas
parasitárias
‣ Esfregaço de sangue coletado por punção de medula óssea ‣ Biópsia de medula óssea e tecidos
> Método de concentração:
‣ Hemocultura
Parasitoses intestinais
‣Diagnóstico realizado a partir de análise das formas evolutivas parasitárias como cistos, oocistos, trofozoítos, ovos e larvas
em fezes.
Utiliza a análise macroscópica e microscópica do
A
material fecal
Tabela 01 - Classo, localizaç8o, forma parasitaria do parasita no hospedoiro o tpo di
amostra para exame para sitclégico
Forma parasitária
Tipos de amostras Sangue
Parasitas
Localização
pesquisada
Corente
Protczoarios
Trofozoltos
sanguinea Tecidos
Protozoários
Trofozoitos
Biópsia Fezes
Cisto e oocistos
Protozoário
Intesino
trofozoitos
Intestino
Ovos
Fezes
Helminto
Corrente
Ovos
Urinalfezes
Heminto
sanguinea
Biópsia
Adulto
Tecidos
Helminto
Larva
Sangue
Sistema linfatico
Helminto
Fonte: Criagho nossa baseada em Carf (2001) Rey (2014)
Análise macroscópica
Observar a consistência da amostra.
Fezes moles ou líquidas sugerem a possivel presença de trofozoítos de protozoários intestinais.
Cistos de protozoários são encontrados com mais frequência em fezes formadas
Ovos, oocistos de protozoários e larvas de helmintos podem ser encontrados tanto em fezes líquidas quanto em fezes formadas
‣ Diferenças de fezes frescas e conservadas
Trofozoitos
Cistos.
Fezes podem conter patógenos perigosos (bactérias, virus etc.) Procedimentos adequados de higiene e segurança devem ser empregados. EPį-Jaleco, luvas, máscaras durante a execução das técnicas
EXAME DE FEZES
PARASITOLÓGICO EPF
PESQUISA DE ELEMENTOS ANORMAIS - EAF
PESQUISA DE SANGUE OCULTO
PESQUISA DE ROTAVIRUS
.
PESQUISA DE FIBRAS VEGETAIS OU MUSCULARES .
COMO COLETAR?
PROCEDIMENTO BÁSICO
1- Utilizar o kit (normalmente fornecido pelo laboratório)
2- Colher fezes em recipiente limpo de boca larga, tomando cuidado de não contaminar as fezes com a urina ou água do vaso sanitário. Usando uma pazinha, colher uma porção de fezes do tamanho de uma NOZ e colocar no frasco coletor
*Se for observada presença de muco ou sangue, parasita, colher também esta porção "feia" das fezes, sendo muito importante para
análise.
3- Tampar bem frasco e identificar com seu nome completo e encaminhar ao laboratório.
me parasitológico
simples
Pode ser colhida em qualquer horário do dia. Enviar ao laboratório
até 2 horas após a coleta, se em temperatura ambiente, caso seja possível, conservá-la em geladeira no máximo 14 horas
em não até a entrega ao laboratório
Exame parasitológico seriado
Você vai receber 3 frascos coletores sem conservante.
Seguir o procedimento básico de coleta de fezes Colher as fezes em dias alternados. A cada coleta encaminhar a amostra ao laboratório em até 2 horas em temperatura ambiente máximo 14 horas se refrigerada.
Exame parasitológico simples
Pode ser colhida em qualquer horário do dia. Enviar ao laboratório em até 2 horas após a coleta, se em temperatura ambiente, caso não seja possível, conservá-la em geladeira no máximo 14 horas até a entrega ao laboratório
Exame parasitológico seriado
Você vai receber 3 frascos coletores sem conservante. Seguir o procedimento básico de coleta de fezes Colher as fezes em dias alternados. A cada coleta encaminhar amostra ao laboratório em até 2 horas em temperatura ambiente ou no máximo 14 horas se refrigerada.
Cultura de Fezes
Seguir o procedimento básico de caleta de fezes. a coleta. encaminhar ao laboratório em até 3 horas, se em temperatura ambiente ou em até 6 horas se refrigerada Caso esteja usando antibióticos, esperar 7 dias após o término do medicamento
Apo5
para colher as fezes.
Caso seja necessário o uso de laxantes, são permitidos apenas os à base'de sulfato
de magnésio. Consulte seu médico.
Crianças muito pequenas
Não utilizar as fezes da fralda quando estiverem diarréicas ou líquidas, coletores infantis fornecidos pelo laboratório. No caso de fezes encaminhar condicionalmente para o responsável do setor analisar quantidade é suficiente. Encaminhar ao laboratório em até 3 horas se em temperatura ambiente ou em até 6 horas se refrigerada.
OSTRA
Cultura de Fezes
Seguir o procedimento básIco de coleta de fezes. Após a coleta, encaminhar ao laboratório emn até 3 horas, se em temperatura ambiente ou em até 6 horas se refrigerada Caso esteja usando antibióticos, esperar 7 dias após o término do medicamento para colher as fezes.
Caso seja necessário o uso de laxantes, são permitidos apenas os à base de sulfato de magnésio. Consu|te seu médico.
Crianças muito pequenas Não utilizar as fezes da fralda quando estiverer coletores infantis fornecidos pelo laboratório. encaminhar condicionalmente para o respor quantidade é suficiente. Encaminhar ao labor temperatura ambiente ou em até 6 horas se refrig
Exame parasitológico com conservante
Você vai receber um kit 3 conservante e 1 sem conservante Seguir o procedimento básico de coleta de fezes, porém a coleta deverá ser realizada em dias alternados, pelo menos 1 dia intervalo entre as coletas. Coletar uma amostra em cada frasco, fechar e agitar para dissolver as fezes no líquido. Conservar geladeira na medida em que forem sendo coletadas. A última amostra deve ser colocada no frasco sem conservante. Tampar bem, identificar com nome completo e encaminhar ao laboratório
contendo 3 frascos coletores (2 com líquidc
de
em
Encaminhar ao laboratório em até 2 horas após a última coleta, temperatura ambiente, ou no máximo 14 horas se refrigerada
Gota espessa
Esfregaço
Frasco de hemocultura
Coleta secreção/ lesão Leishmaniose cutânea
Ex.: Coleta de Biópsia óssea
Ex.: Coleta de Biópsia prostática
Passo da biópsia cutânea: Como é realizada
Lesão suspeita
Coleta incisional
Coleta micológica
Soro estéril
Transporte imediato para o laboratório
Em até 48 h ou refrigerado a 4 °C
Fragmento de biópsia
Microbiologia e genética molecular
Soro estéril
Transporte imediato para o laboratório
Em até 48 h ou refrigerado a 4 °C
Histopatologia
Frasco para laboratório (formol 10% tamponado)
Manter em temperatura ambiente
Volume 10x o volume da biópsia
Ex.: Coleta de biópsia cutânea.
Coprocultura
Coletor pediátrico
XADORES
LÍQUIDOS CONSERVANTES QUE FIXAME PRESERVAM A MORFOLOGIA DAS ESTRUTURAS PARASITÁRIAS
Formol 5 A 10%
MIF (MERTIOLATO-IODO-FORMALDEÍDO),
Solução inicial (mãe) Mercúrio cromo 2g Água destilada 1000 ml
8
Solucão estoque: Solução inicial (mãe) 400 mL Agua destilada 500 ml Formaldeído (40%) 50 mL Glicerina 10 mL
MIF Não in gorir
mico rarito o fasco do ocert eeroalagom
Devido aos riscos do mercúrio vem se usando ○ SAF: Acetato de sódio, ácido acético e formol
FIXADOR DE SCHAUDINN
Solução inicial (mãe):
Cloreto de mercúrio 110 g Agua destilada 1000 ml
Dissolver o HgCI2 em água corrente. Aquecer em banho de água até a completa dissolução do sal. Deixar esfriar e filtrar a solução. Estocar em recipiente de vidro com
tampa esmerilhada
Solução estoque:
ESPECIAIS PARA TROFOZOÍTOS DE ENTAMOEBA HISTOLYTICA AMEBA
Solução inicial (mãe) 600 mL Álcool etílico a 95% 300 mL Glicerina 15 ml
Solução de uso:
Solução estoque 100 mL Ácido acético glacial 5 mL
-Exame macroscópico
verificar consistência, odor, presença a elementos anormais (muco ou sangue) e de
de
vermes adultos ou parte deles.
Exame microscópico
e pesquisar visualizar as formas parasitárias
ovos/ LARVAS
Examine a lâmina com uma objetiva de 10x e, posteriormente, mude para a objetiva de 40X.
EXAME DIRETO
Utilizado para demonstrar a presença de ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários
Devido à pequena quantidade fezes examinada por esta técnica, ela somente é recomendada para os casos:
Fezes líquidas que podem conter trofozoítos de protozoários.
a.
b. Amostras fecais cuja quantidade é pequena demais para permitir a realização de outras técnicas.
Isso é particularmente frequente em amostras de animais silvestres como peixes, aves, répteis e anfibios.
Coloque uma pequena quantidade de fezes em uma lâmina de microscopia.
2. Colaque uma gota de líquido nas fezes e misture bem com uma espátula ou bastão. Se você estiver examinando trofozoftos (formas vivas e ativas) de protozoários. e necessitar diluir o material. utilize solucão salina.Se estiver buscando ovos de helmintos ou então cistos de protozoários, então dilua o material em água ou lugol.
3. Cubra com uma lamínula. A suspensão deve ter espessura fina o suficiente para permitir a passagem da luz. Procure não deixar uma porcão não misturada de fezes no centro. A suspensão deverá ser homogênea.
Errado!
Certo
lodo 2 g
60 mL
- lodeto
de potássio 4 g
- Água destilada 100 m
LUGOL
TRICHURIS TRICHIURA LUGOL
Nematodeo
. Ovo Apresentam formato elíptico característico com poros salientes e transparentes em ambas extremidades.
DESVANTAGENS DA TÉCNICA
• Amostra multo pequena das fezes, os parasitas podem não ser detectados se a sua concentração for muito baixa ou se houver excesso de debris.ou gordura.
VANTAGENS DA TÉCNICA
• Rápida de preparar, • Se utilizada com solução salina, não causa distorções nos parasitas • Única mancira de visualizar trofozoitos (obrigatorip o uso de solução salina) • Útil para examinar fezes em pequenas quantidades (PESQUISA PEQ ANIMAIS)
Nos exames macroscópicos buscamos por vermes adultos ou parte deles. • Estes vermes podem ser encontrados na superfície do bolo fecal, mas isto é pouco comum. • Na maioria das vezes, os vermes ou seus fragmentos serão encontrados no interior do bolo fecal, logo, será preciso desfazer o bolo fecal, é isso mesmo, apenas uma análise superficial não será suficiente para demonstrar a presença dos vermes.
Técnica de separação de sólido, também conhecida por peneiração, através dela será possível separar os sólidos presentes nas fezes. • Esse processo consiste em solubilizar as fezes e depois passar a solução por uma peneira. O volume de água deve ser o suficiente para dissolver um pouco as fezes, não é necessário que seja completamente dissolvida. • Vermes como Ascaris lumbricoides e Enterobius vermiculares podem ser encontrados inteiros na peneira após a tamisação, pois sãc grande o bastante para serem vistos a olho nu, da mesma forma os proglotes de Taenia. • Helmintos como Strongyloides stercoralis Ancilostomídeos ocasionalmente podem ser encontrados com esta técnica, mas será preciso o uso de microscópio para a identificação.
AME MACROSCÓPICO - TAMISAÇÃO
MM MAILAYATRTUNIES M NP NIbSaPcti Marcelly ins
O diagnóstico dos vermes adultos é feito através da morfologia no caso dos proglotes de Taenia, estes precisam ser corados para o diagnóstico da espécie.
Método da Tinta da China (tinta nanquim): Neste método, as ramificacões uterinas nos proglotes são coradas pelo nanquim e isto nos permitirá identificar a espécie de Taenia pertence o proglote.
qual
Este procedimento é muito importante para a identificação da espécie, uma vez que O diagnóstico microscópio e apenas genérico, não sendo possível identificar a espécie através da morfologia dos ovos.
A. Taenia saginata
B.Taenia solium
Repare na diferença de quantidade de ramos primários laterais présentes no útero dos proglotes. Taenia saginata de 15 a 20 ramos e Taenia solium de 7 a 13. (Nota: tamanho
dois dos
proglotes são diferentes)
INTRODUÇÃO À ARASITOLOGIA CLÍNICA
Diagnóstico
Existem vários métodos para diagnóstico parasitológico
Exame de sangue
Exame parasitológico das fezes
Exame de tecidos
Testes imunológicos
EXAME MACROSCOPICO - TAMISACÃO
• Técnica de separação de sólido, também conhecida por peneiração, através dela será possível separar os sólidos presentes nas fezes.
• Esse processo consiste em solubilizar as fezes e depois passar a solucão por uma peneira. O volume de água deve ser o suficiente para dissolver um pouco as fezes, não é necessário que seja completamente dissolvida.
• Vermes como Ascaris lumbricoides e Enterobius vermiculares podem ser encontrados inteiros na peneira após a tamisacão, pois são grande o bastante para serem vistos a olho nu. da mesma forma os proglotes de Taenia
• Helmintos como Strongyloides stercoralis Ancilostomídeos ocasionalmente podem ser encontrados com esta técnica, mas será preciso o uso de microscópio para a identificacão.
EXAME MACROSCOPICO - TAMISAÇÃO O diagnóstico dos vermes adultos é feito atraves da morfologia e no caso dos proflotes de Toenio, estes precisam ser corados para o diagnóstico da espécie. Método da Tinta da China (tinta naniquim). Neste método, as ramificações uterinas nos proglocas são cotadas pelo nanquim e isto nos permitirá Identificar a qual espécie de jaénia pertence o propiole. Este procedimiento é muito importante para a demi cação da espécie uma vez que o diagnóstico microscópica é apenas genérico, não sendo possível identificar a especie atraves da morfologia dos ovos,
3° Encontro Síncrono.
Parasitologia Clínica.
Exame Microscópico
PRESERVAÇÃO E CONCENTRAÇÃO PELO MIFC
Fixação e preservação de material fecal pela solução de Sapero e Lawless, 1953 (solução MIF), modificada por Coutinho (1956). Concentração por centrifugosedimentação em éter comercial.
PRESERVAÇÃO E CONCENTRAÇÃO PELO MIFC
Fixação e preservação de material fecal pela solução de Sapero e Lawless, 1953 (solução MIF), modificada por Coutinho (1956). Concentração por centrífugosedimentação em éter comercial.
Excelente para a pesquisa de cistos de protozoários. Também muito indicado para evidenciar ovos e larvas de helminto.
MÉTODO DE BAERMANN (1917) E MORAES
uYY E
(1948)
Mace Mertim Iera
MÉTODO PARA O ISOLAMENTO DE LARVAS
O método original de Baerrann (1917), concebido para a pesquisa de larvas no solo, foi modificado e adaptado por Moraes (1948) para a pesquisa desses estágios de evolução nas fezes humanas
ESSE PROCEDIMENTO FUNDAMENTA-SE NO TERMO HIDROTROPISMO POSITIVO DAS
LARVAS DE NEMATÓIDES.
MÉTODO DE BAERMANN (1917) E MORAES
(1948)
Marcel5
Fezes armazenadas sob refrigeração durante períodos relativamente longos NÃO deverão ser utilizadas.
INDICAÇÃO: pesquisa de larvas de Strongyloides stercoralis e de ancilostomídeos.
As amostras líquidas submetidas ao método de Baermann-Moraes deverão ser misturadas com pedaços de lenço de papel, ou papel higiênico, ou com farinha de milho (Goulart, 1983).
AMOSTRA
GAZE DOBRADAEEQUATRO
FUNIL
SUPORTE UNIVERSAL COM ARGOLA
TUBO DE LÁTEX
PINÇA DE MOHR
MÉTODO DE BAERMANN (1917) E MORAES
(1948)
lYy
MÉTODO PARA O ISOLAMENTO DE LARVAS
método original de Baermann (1917), concebido para a pesquisa de O larvas no solo, foi modificado e adaptada por Moraes (1948) para a pesquisa desses estagios de evolução nas fezes humanas.
ESSE PROCEDIMENTO FUNDAMENTA-SE NO TERMO HIDROTROPISMO POSITIVO DAS
LARVAS DE NEMATÓIDES
MÉTODO DE RUGAI, MATTOS & BRISOLA
(1954)
MÉTODO PARA 0 ISOLAMENTO DE LARVA
Fundamento: Esse método fundamenta-se no termo HIDROTROPISMO POSITIVO das larvas de nematóides.
Indicado para a pesquisa de larvas de Strongyloides stercoralis
ervel ahu.
METODO DE RUGAI, MATTOS & BRISOLA
Suvy
(1954)
MarcellMMrt
RUGAI (hidro-termo tropismo) S.stercoralis
42°C
MÉTODO DE GRAHAM (MÉTODO DA FITA ADESIVA)
SuYY
Ovos de Enterobius vermicularis, Taenia saginata e Taenia solium.
COLETA EM DIAS CONSECUTIVOS:
1 "swab" - revela apenas 50% dos infectados 3 "swabs" - revela 90% dos infectados 7 "swabs" negativos- paciente sern infecçäo
Palito abaixador de lingua Swab Tubo de ensaio
MÉTODO DE GRAHAM (MÉTODO DA FITA ADESIVA)
1
2
3
4
5
6
7
MÉTODO DE KATO E KATZ
SIMPLES EFICIENTE
BxctaRstne res
1. PRINCÍPIO: Método quantitativo e qualitativo
-Análise quantitativa: determina-se o número total de ovos por gramas de fezes (OPG). Multiplica-se por o número de ovos encontrados efetivamente na preparação examinada por 23/24.
23 X
2.FINALIDADE:
-Método de escolha para Esquistossomose -Permite revelar os ovos de helminto
MÉTODO DE KATO E KATZ
MATERIAL
• Lamínula de celofane de 40m de espessura e 20 x 26 mm de tamanho (Placa de petri) • Lamina comum de microscópio • Tela de metal (60 ou 80 malhas) ou de NYLON (105 malhas) • Cartão retangular ( 3 cm x 4 cm x 1,37 mm) com um orificio central de 6 mm de diâmetro • Palito de madeira ou de plástico
Papel absorvente
4 cm
fmm
3 cm
1.37 mm.
1. Material Utilizado
2. Deposição da amostra sobre o papel
3. Amostra filtrada com tela
4. Amostra filtrada depositada dentro do círculo central sobre a lâmina
5. Retirada da placa após deposição do material
6. Lamínula de celofane preparada em verde malaquita
7. Deposição da lamínula de celofane sobre a amostra (1–2 h)
8. Lamínula pressionada sobre um papel absorvente
➡️ Leitura ao microscópio.
MÉTODO DE SIMÕES BARBOSA MODIFICADO POR PEREIRA JÚNIOR
MÉTODO QUANTITATIVO
Fundamento: Suspensão titulada de fezes em
NaOH 0,1 N
HIDRÓXIDO DE SÓDIO
Indicação: Contagem de ovos de helmintos, principalmente
de
Ancilostomídeos e de Trichuris trichiura.
MÉTODO DE SIMÕES BARBOSA MODIFICADO POR PEREIRA JÚNIOR
MuiceL Mortim
45 ml de NaOH +5mL amostra
EXEMPLO
Suponha que o volume do sedimento foi de 2 ml e que tenham sido encontrados na lâmina pesquisada 8 ovos.
8 x 2 0,1 5
160
32
5
⁃ amostra examinada (0,1 mL), no volume do sedimento e nos 5 ml inicial do material.
• IMPORTÂNCIA
Os exames parasitológicos são utilizados para o estabelecimento de critérios de cura dos pacientes, ou seja, através destes exames podemos dizer se o parasita foi ou não eliminado do organismo do paciente.
Produção de reșultados para acompanhamento da situação epidemiológica, para avaliação de programas e medidas de controle
de endemias.
. Método de Concentração - objetivo
Aumentar a probabilidade de encontrarmos estruturas parasitárias, já que estão dispersas no bolo fecal.
Aumentar o número de ovos, cistos, oocisto ou larvas na preparação;
• eliminar a maior quantidade possível de detritos fecais e apresentar os organismos inalterados para facilitar a identificação.
MÉTODOS QUALITATIVOS
Sedimentação espontânea
Método de Hoffmann, Pons & Janer (HPJ) ou Lutz
Sedimentação por centrifugação
. Método de Richie, Blagg ou MIFC
Flutuação espontanea
. Método de Willis
Centrifugo flutuação
Método de Faust
Concentração de larvas de helmintos
. Método de Baermann-Moraes, Rugai e Harada.
MÉTODO QUANTITATIVO
Kato-Katz
Simões Barbosa.
SEDIMENTACAO ESPONTANEA Método de Hoffman, Pons e Janer - HP
◦. A sedimentação espontânea, faz uso da gravidade para depositar no fundo de um recipiente os organismos que estão na amostra analisada
Esse método tem dois objetivos principais, separar as gorduras e a maioria dos detritos e aumentar o número de ovos, larvas ou cistos na amostra
Os parasitas serão encontrados no fundo do recipiente, enquanto os detritos estarão dissolvidos na solução
SEDIMENTAÇÃO ESPONTÂNEA Método de Hoffman, Pons e Janer HPJ -
B
A
SEDIMENTAÇÃO EPONTÂNEA Método de Hoffman, Pons e Janer HPJ -
Material sofra quantas sedimentações sejam necessárias (descartar com cuidado 2/3 do líquido) até que sobrenadante fique relativamente claro
gota da solução de lugol.
DESVANTAGENS DA TÉCNICA
. Caro (pelo formol e éter)
VANTAGENS DA TÉCNICA
G
Material limpo
.
Estruturas leves ou pesadas.
SEDIMENTAÇÃO POR CENTRIFUGALAO Método de Ritchie • Esse método é um pouco mais caro que o anterior e um pouco mais trabalhoso mas tem a vantagem de produzir um sedimento com menos detritos, o que facilita o diagnóstico.
Centrífugo-sedimentação em um sistema formol-éter
Pesquisa de cistos de protozoários. Também muito indicado para evidenciar ovos e larvas de helmintos.
Eter
0123
Restos fecalesy
grasa
Formalina
Sedimento (Parásitos).
Desvantagens da técnica.
. Caro ( pelo formol é éter)
VANTAGENS
Material limpo
Estruturas leves ou pesadas.
Este método se fundamenta na separação espontânea dos cistos, oocistos e ovos em função da densidade específica
destas estruturas.
Utiliza o princípio da diferença de densidade específica entre as estruturas parasitárias e o material que compõe o material fecal.
Flutuação de ovos de helmintos em uma solução saturada de cloreto de sódio em água associada a propriedade de aderirem ao vidro.
OVOS LEVES
REAGENTES E PREPARAÇÃO Solução saturada de cloreto de sódio, densidade 1,20 g/ml
Indicação: Pesquisa de ovos de helmintos em geral. Sobretudo, preconizado na demonstração de ovos de Ancilostomídeos e de Trichuris trichiura.
Não é eficiente para cistos de protozoários ' porque a solução saturada de cloreto de sódio produz retração dos mesmos, tornando- os irreconhecíveis.
FILTRADO
(densidad1200)
Homogeneizss
10x/40x
5
Desenvolvida para separação de cistos de protozoários, ovos e larvas de helmintos.
Objetiva separar o material fecal das estruturas parasitárias
Neste método, como o material é submetido a centrifugacão, o sedimento também deve ser edeSE para verificar, a de oorcooyr de ovos grandes de trematódeos, de e ovos inférteis
Marela kearbne Frrra
" No caso da amostra analisada estar fixada necessario aumentar a densidade da solução para 1,20 g/ml, contudo, deve se ficar atento, pois com o aumento da densidade podera ocorrer uma distorção adicional dos organismos.
Esta técnica não deve ser aplicada em espécimes fecais que contenham grandes quantidades de gordura.
TÉCNICA DE FAUST
Homogenelzação da amostra em água
Filtragem da amostra através da gaze
DeposiçJo amostra no frasco
6
Amostra filtrada transferida para o tubo e centrifugada
Alça de platina em contato com a superficle da solução
Adiclonar a solução de sulfato de zinco, Centrifugar, Alça de platina sendo flambada
Transferência da solução contida na alça para lâmina.
TÉCNICA DE FAUST
Homogeneização da amostra em água
Filtrager da amostra através da gaze
Deposição amostra no frasco
S
Amostra filtrada transferida para o tubo e centrifugada
Alça de platina em contato com a superficie da solução
Adicionar a solução de sulfato de zinço. Centrifugar. Alça de platina sendo flambada
Transferência da solução contida na alça para lâmina.
1gota de lugol
Lâmina e microscópico.
??
6° Encontro Síncrono
Imunologia aplicada ầ Parasitologia Clínica:
Diagnóstico, tratamento e prevençã.
Introdução
resposta imune é essencial no controle das infecções parasitárias
>A
‣Parasitas desenvolveram estratégias de evasão
A Diagnóstico imunológico complementa métodos clássicos
terapias são promissores, mas desafiadores Avanços em vacinas.
Sistema Imune X Parasitas
inata: barreiras, fagocitose, inflamação
A Imunidade
‣Imunidade adaptativa: anticorpos (IgG, IgM, IgE), linfócitos (Th1, Th2, T
Treguladooes)
‣Parasitas induzem respostas distintas (protozoários intracelularesvs
helmintos).
Imunidade Inata e Adaptativa
As respostas imunes inata e adaptativa são componentes de um sistema integrado de defesa do hospedeiro, no qual numerosas células e moléculas atuam em cooperação
Multos organismos evoluiram loxnando-se rosistentes à imunkado inata e sua
ADAPTATIVA Proporciona uma defesa tardia especifica e mais
INATA
eliminaçao exige a atuaçao da imunidade adaptativa
Proporciona
uma
defesa inicial efetiva
poderosa.
Imunidade Adaptativa
Não está
presente no nascimento
Resposta
Específica
tardia
Requer
Intensidade
IMUNIDADE ADAPTATIVA
exposição
da resposta
prévia
varia com
número de
Gera
exposições
Adapta-se à
memória
infecção.
Imunidade Adaptativa
Linfócitos B
Anticorpos
Humoral
Anticorpos
caluss T afetoras
Linfócitos
Linfócitos T.B. NK, CDeAPCC
Celular.
Resposta primária e secundária
○ Primária: Ocorre quando o organismo entra em contato pela primeira vez com ○ antígeno.
Secundária: o organismo já manteve contato prévio com a substância estranha contando com uma resposta com a presença de linfócitos B e T (memória).
Antígeno: Substância estranha presente no corpo que desencadeia reação ao sistema imune.
Helmintos (vermes multicelulares) Exemplos: Ascaris lurbricoides, Schistosoma, Trichuris trichiura
‣Resposta imunológica predominante
Imunidade humoral e Th2: predominante contra parasitas grandes e extracelulares.
‣ Células e mediadores envolvidos:
◦ Linfócitos Th2 -> produzem Il-4, IL-5, IL-13.
Ativação de eosinófilos e mastócitos > toxicidade contra cuticula tegumentar do
6 verme.
Produção de IgE -> opsonização e ativação de células efetoras.
Helmintos (vermes multicelulares) Exemplos: Ascaris lumbricoides, Schistosoma, Trichuris trichiura
◦> Modulação imunológica: muitos helmintos estimulam IL-10 e TGF-ß, reduzindo inflamação e permitindo persistência.
~ Consequência clínica
‣ A resposta Th2 protege parcialmente, mas não elimina completamente o parasita adulto.
> Proteção parcial+ modulação imunolőgica -> infecções crônicas frequentes.
‣ Inflamação exagerada pode levar a fibrose ou reações granulomatosas esquistossomose hcpatoesplênica).
(ex.:
Helmintos (vermes multicelulares) Exemplos: Ascaris lumbricoides, Schistosoma, Trichuris trichiura
> Modulação irunológica: muitos helmintos estimulam IL-10 e TGF-ß, reduzindo inflamação e permitindo persistência.
‣ Consequência clínica
o parasita
> A resposta Th2 protege parcialmente, mas não elimina completamente
adulto.
> Proteção parcial + modulação imunológica -> infecções cronicas frequentes.
(ex.:
‣ Inflamação exagerada pode levar a fibrose ou reações granulomatosas
esquistossomose hepatoesplênica).
Células Th2
◦ Papel central: eosinófilos e mastócitos
> Eliminação de patógenos de mucosa - parasitas
> Doenças alérgicas
via
~A IL-4 e IL-13 que é produzida neste padrão de resposta pode levar à alternativa de ativação de macrófagos, onde estes macrófagos do tipo M2 passam produzir IL-10 e TGF-ß, expressar receptores de manose e induzir a sintese colágeno, no seu processo de reparo tecidual.
Transcrição do slide:
Helmintos ou antígenos proteicos
APC
Células T CD4+ maduras
Proliferação e diferenciação
Célula TFH
Célula TH2
Célula B
IL-4
Produção de anticorpos
IgE
IgG4 (humano), IgG1 (rato)
Degranulação dos mastócitos
IL-4 / IL-13
Secreção de muco intestinal e peristaltismo
Eosinófilo
IL-5
Ativação dos eosinófilos
Helmintos
Macrófago
IL-4 / IL-13
Ativação alternativa de macrófagos (reparo tecidual)
FIGURA 10-9 – Funções das células TH2.
Protozoários intracelulares
Exemplos: Leishmania, Toxoplasma gondii, Plasmodium (fase hepática)
◦ > Resposta imunológica predominante
>Imunidade celular (Th1): essencial para eliminar parasitas que vivem dentro das células do hospedeiro.
> Células envolvidas:
Linfócitos T CD4* Th1 -> produção de IFN-Y, ativando macrófagos.
Linfócitos T CD8* -> reconhecem e destroem células infectadas. Macrófagos ativados -> produção de óxido nítrico e espécies reativas de oxigênio para
matar o parasita.
Protozoários intracelulares
Exemplos: Leishmania, Toxoplasma gondi, Plasmodium (fase hepática)
> Imunidade humoral: limitada; anticorpos podem neutralizar formas extracelulares transitórias, mas não eliminam parasitas intracelulares.
>Consequência clínica
> Proteção depende de uma resposta Th1 eficaz.
⁃ Deficiências -> infecção crônica ou disseminada.
> Excesso de inflamação -> lesão tecidual (ex.: úlceras na leishmaniose cutânea).
Células Th1
لمية
Time
‣Induzido por microrganismos fagocitados
FlH
STATEE
STATA
‣Imunidade celular
kpldcação
Principais citocinas indutoras: IL-12 eIFN-y
Transcrição:
Mastócito
Fonte de mediadores (histamina, outros)
Resposta imune
Macrófago
Eliminação de micróbios, tecido morto
Fonte de mediadores (citocinas, outros)
Papel na resposta imune
Músculo liso
VASOS
Endotélio
Membrana basal
Leucócito polimorfonuclear
Proteínas plasmáticas
Linfócito
Monócito
Plaquetas
Eliminação de micróbios, tecido morto
Complemento: mediadores da inflamação, eliminação de micróbios.
Fatores da coagulação e cininogênicos: mediadores da inflamação.
Fonte de mediadores (óxido nítrico, citocinas, outros)
Fibroblastos
Células e proteínas da matriz extracelular
Reparo
Figura 2-1. Componentes das respostas inflamatórias, aguda e crônica, e suas principais funções. Os papéis dessas células e moléculas na inflamação são descritos neste capítulo.
Fonte: Robbins, Patologia Básica, 2013.
Variação antigênica - Trypanosoma brucei
‣Esse protozoário (causador da doença do sono africana) consegue alterar periodicamente as proteínas de superfície (VSG - variant surface alycoproteins)
>Cada vez que o hospedeiro monta uma resposta imune (produção de anticorpos contra uma VSG), uma nova população do parasita expressa outra variante antigênica.
Resultado: a infeccão persiste por longos períodos, com picos de parasitemia cíclicos, dificultando a eliminação completa.
Sobrevivência intracelular - Leishmania em macrófagos
◦ > Protozoários do gênero Leishmania conseguem invadir e sobreviver dentro de macrófagos, que normalmente seriam células destruidoras.
>Estratégias:
> Resistência ao ambiente ácido do fagolisossomo. ‣ Inibição da produção de espécies reativas de oxigênio (ERO) e óxido nitrico. Modulação de vias de sinalização, impedindo a ativação plena do macrófago.
‣Consequência: o parasita utiliza o próprio "'soldado" do sistema imune como abrigo seguro e local de multiplicação.
Mimetismo molecular - Schistosoma mansoni
>O verme adulto da esquistossomose consegue "camuflar-se" no organismo ao incorporar proteínas e moléculas do hospedeiro em sua superfície tegumentar.
‣ Assim, passa a ser reconhecido como "próprio" pelo sistema imune, diminuindo a chance de ataque
‣ Além disso, o tegumento do esquistossomo é constantemente renovado, dificultando a ligação de anticorpos
Essa camuflagem é um dos motivos da longevidade dos vermes adultos (podem viver 5-10 anos no hospedeiro humano).
Imunossupressão-- produção de citocinas anti-inflamatórias
> Muitos parasitas estimulam a produção de citocinas inflamatórias, como IL-10 e TGF-B.
regulatórias/anti-
>Isso reduz a atividade das células efetoras do sistema persistência crônica da infecção,
imune, permitindo
> Exemplos:
⁃ Helmintos intestinais (Ascaris, Trichuris) induzem resposta Th2 reguľatória, fivorecendo sua permanéncis
Piasmodium contribuindo para a cronicidade.
fa!cipcrum (maliria] pode modular o
balango entre resņostas pró e ant-inflamatórias.
Imunopatologia
‣Resposta protetora x lesão tecidual
A Exemplo: Esquistossomose hepatoesplênica fibrose portal causada pela resposta exacerbada aos ovos
Exemplo: Leishmaniose cutânea ulceração pela resposta celular
intensa.
Diagnóstico lmunológico
vrz
○>ELISA: anticorpos ou antígenos
Maiceda Mattng fr
>Imunofluorescência (IFI)
‣ Testes rápidos imunocromatográficos
> Pesquisa de antígeno circulante (ex.: esquistossomose)
‣ Alta sensibilidade, mas risco de reações cruzadas.
Exemplos de Aplicacão
> Toxoplasmose: sorologia IgM/IgG
‣ Doença de Chagas: ELISA + IFI confirmatórios
>Malária: testes rápidos imunocromatográfico=
> Esquistossomose: antigeno circulante (CCA).
Toxoplasmose - Interpretação
- IgM+/1gG-; infecção aguda
IgM+/IgG*:recente ou persistência
IgM-/igG+: infecção passada
IgM-/IgG-: susceptíve.
Tratamento Atual
•>Quimioterapia antiparasitária:
problemas resistência e toxicidade
A Exemplo:
‣Leishmaniose: antimoniais, anfotericina B
‣Doença de Chagas: benzonidazol, nifurtimox
‣Malária: artemisinina e derivados.
Estratégias de Evasão
• Variicção antigênica (Trypanosoma brucei)
‣Sobrevivência intracelular (Leishmania em macrófagos)
‣Mimetismomolecular (Schistosoma mansoni)
‣Imunossupressão (produção de citocinas anti-inflamatórias)
Tratamento Atual
Martins
* Quimioterapia antiparasitária: problemas -> resistência e toxicidade
>Exemplo: > Leishmaniose: antimoniais, anfotericina B
> Doença de Chagas: benzonidazol, nifurtimok
‣ Malária: artemisinina e derivados.
Toxoplasmose - Testes Sorológicos
ELISA (IgM e lgG)
-
-Imunocromatográfico - Teste rápido (IgM/IgG)
-HAI - Hemoaglutiaação indireta
Atenção especial em gestantese imunodeprimidos lgG atravessa placenta.
Vacinas em Desenvolvimento
‣Malária: RTS,S/AS01 aprovada pela OMS - não disponível no Brasil
•LLeishmaniose: ensaios clínicos em andamento
‣Esquistossomose: candidatos vacinais (Sm14, SmTSP-2)
A Desafios: ciclo complexo, diversidade antigênica, modulação imune do
hospedeiro.
7° Encontro sincrono. Revisão da professora do síncrono 4 ao 6
Principais Helmintoses de
importância médica.
Introdução - Nematódeos
.Vermes de corpo alongado, cilindrico e fino, com afiladas.
extremidades
•Maioria tem vida livre, habitando ambientes aquáticos marinhos e de água doce
*Microscópicos ou chegar a até 1 m de comprimento
• Desenvolvimento_ pós-embrionário - ocorrem S fases com trocas de seguida de outras formas evalutivas larvais ate LSrimeiro estágio (L1)
Transcrição
Introdução – Principais doenças em humanos provocadas por Nematódeos
DOENÇA HELMINTO CLASSE TECIDOS ATINGIDOS
Ancilostomíase Ancylostoma spp NEMATODA Intestino delgado
Ascaridíase Ascaris lumbricoides NEMATODA Intestino delgado
Estrongiloidíase Strongyloides stercoralis NEMATODA Intestino, Pulmão
Filariose Wuchereria bancrofti NEMATODA Vasos linfáticos
Larva migrans cutânea Ancylostoma spp NEMATODA Pele
Larva migrans visceral Toxocara canis NEMATODA Intestinos, Fígado, Pulmão
Oxiuríase ou enterobiose Enterobius vermicularis NEMATODA Intestino grosso
Tricuríase Trichuris trichiura NEMATODA Intestino
CADA UMA DESSAS DOENÇAS TEM UM COMPORTAMENTO DISTINTO!!
Imunidade nas Infecções por
Helmintos
Predominio da resposta Th2 (IL-4, IL-5,IL-13).
Eosinófilos, mastócitos elIgE como células efetoras.
Aumento de muco e peristaltismo.
•TTreglll-1O reduzem inflamação.
. Imunomodulação favorece cronicidade.
•Predominio da resposta Th2 (IL-4, IL-5, IL-13).
. Eosinófilos, mastócitos elgEE como células efetoras.
Aumento de muco e peristaltismo
• rregell-Oreduzem inflamação.
Imunomodulação favorece cronicidade.
Ascaris lumbricoides
•Homem como único hospedeiro
•Habitat das larvas - vários órgāos
•Habitat do verme adulto intestino
Cor clara, corpo cilindrico extremidades mais finas, que costuma ter entre 15 e 30 cm de comprimento.
•FÊMEA MAIOR QUE O MACHO.
Ciclo biológico
▲ = Etapa infecciosa
▲ = Etapa de diagnóstico
1. Ovo fertilizado. ▲
2. Ovo sem fertilizar, não terá desenvolvimento biológico.
(Os demais números e descrições do ciclo estão desfocados na imagem e não podem ser lidos com precisão.)
Ascaridíase
agua nio
Infecção ocorre por meio da ingestio dos ovos com larvas L3 em tratada ou alimentos contaminados;
A gravidade depende do número de larvas
◦ Assintomática ou sintomatica
" figado: Focos hemorragicos seguidos por necrose e fibrose
" Puimðes: Focos hemorrágicos, reações alérgicas, febre, bronquite
◦ Localização ectópica: apêndice cecal, vias biliares e pancreáticas,
traqueia, seios da face, ouvido médio, boca e narinas.
Ascaris lumbricoides - Imunopatogenia
*○ ciclo inclui fase pulmonar e fase intestinal
tipo Th2,
•Durante a migração larval, ocorre ativação de uma resposta imune do mediada por ÎL-4. IL-5. IL-1 3
basófilos,
•Hâ eosinofilia periférica intensa e ativação de mastócitos e importantes na citotoxicidade mediada por IgE.
•A resposta Th2 induz hiperplasia de celulas caliciformes e aumento de intestinal, o que auxilia na expulsão do parasita
mụco
*Na infecção cianica, o helminto pode madular a imunidade, promovendo tolerância imunológica, com/aumento de (L-10 e Treg, reduzindo inflamação um exemplo clássico de imunomadulagão parasitaria.
Diagnóstico
1
Parasitolggccn HPJ Rit.
Ascaris lumbricoide - tratamento.
•Albendazol / Mebendazol: ligam-se B-tubulina do parasita, inibindo a polimerização dos microtúbulos, bloqueando captação de glicose depleção de ATP morte do verme.
Piperazina (menos usada): atua como agonista do GABA no parasita, causando paralisia flácida eliminação pelo peristaltismo.
Ciclo biológico
Intestinal Hookworm
1. Ovos são eliminados nas fezes.
2. Larvas rabditoides eclodem dos ovos e se desenvolvem no solo.
3. As larvas evoluem para o estágio filarióide (L3), que é o estágio infectante.
4. As larvas filarióides penetram a pele (geralmente dos pés descalços).
5. As larvas migram pela circulação até os pulmões, atravessam os alvéolos, sobem pela árvore brônquica até a faringe e são deglutidas.
6. No intestino delgado, desenvolvem-se em vermes adultos, que se fixam à mucosa intestinal e produzem ovos, reiniciando o ciclo.
Estágio infectante: larva filarióide (L3).
Estágio diagnóstico: ovos nas fezes.
Diferenças entre os vermes adultos:
Ancylostoma duodenale
Ancylostoma ceylanicum
Necator americanus.
Strongyloides stercoralis
Hábitat
Geo-helminto
cães,
Hospedeiro definitivo: Ser humano, gato e macacos.
Apresenta seis formas evolutivas:
Fêmea partenogenética parasita, fêmea de vida livre macho de vida livre,
n
ovos,
Larvas rabditóides a larvas filarióides.
Ciclo biológico – Strongyloides stercoralis
Ciclo de vida livre
Larvas rabditoides são eliminadas nas fezes.
Desenvolvem-se em machos e fêmeas de vida livre.
Ovos das fêmeas geram larvas rabditoides.
As larvas podem:
evoluir para uma nova geração de vida livre; ou
transformar-se em larvas filarioides (infectantes).
Ciclo parasitário
Larvas filarioides penetram a pele, entram na circulação e migram até os pulmões.
Sobem pela árvore brônquica, são deglutidas e chegam ao intestino delgado.
No intestino, desenvolvem-se em fêmeas partenogenéticas.
As fêmeas produzem ovos que eclodem ainda na mucosa intestinal, liberando larvas rabditoides.
As larvas rabditoides podem:
ser eliminadas nas fezes, reiniciando o ciclo; ou
transformar-se em larvas filarioides no próprio hospedeiro, causando autoinfecção.
Observações
Hospedeiro definitivo: ser humano.
Reservatórios: cães podem atuar como reservatórios.
Estágio infectante: larva filarioide (L3).
Estágio diagnóstico: larva rabditoide nas fezes.
PREVENÇÃO
>Tratamento em massa da população
Ancilostomídeos - Tratamento
‣A/bendazol ou Mebendazol.
- Alternativo: Pirantel pamoato
Mecanismos: bloqueio energético ou paralisia colinérgica.
Ancilostomídeos-Imunopatogenia
larvas penetram pela pele, migrando até o intestino delgado, onde fixam e sugam sangue, causando anemia ferropriva e hipoproteinemia.
"As
se
Durante a penetração cutânea, há reação inflamatória local (dermatite larvária) com eosinofilos, mastócitos e IgE.
*No
intestino, a resposta é Th2 com produção de IL-4, IL-S e 1L-13, estimulando eosinofilia e secreção de muco.
*○ parasita secreta anticoagulantes e imunomoduladores que inibem a ativação de células dendriticas e suprimem a resposta Th1, favorecendo cronicidade.
Ancilostomíase- AMARELÃO
•Fase aguda: migração das larvas no tecido cutâneo e pulmonar; instalação dos vermes adultos no intestino delgado;
Lesões cutâneas - traumáticas e fenómenos vasculares, Lesões pulmonares - hemorragias, peneumonia, febre, tosse e eosinofilia Lesão na mucosa intestinal - os parasitas lesionam a mucosa causando inúmeros focos hemorrágicos,
•Sintomas: náuseas, vômitos, flatulência, cólica, indigestão, diminuição do apetite, fraqueza, anemia
•Crianças: A criança subnutrida e parasitada terá um atraso no desenvolvimento fisico e mental emn decorréncia da anemia cronica.
Estrongiloidíase
Aguda: erupção cutânea pruriginosa e eritematosa localizada no local da
penetração na pele
Os pacientes podem então desenvolver irritação traqueal e tosse seca à medida que as larvas migram dos pulmões para a traqueia
Após a ingestão das larvas para o trato gastrointestinal, os pacientes podem apresentār diarreia, constipação, dor abdominal e anorexia
A estrongiloidiase crônica é geralmente assintomática, mas uma variedade de manifestações gastrointestinais e cutáneas pode ocorrer.
Strongyloides stercoralis
-
Imunopatogenia
•○ ciclo inclui autoinfecção, podendo causar infecção disseminada em imunossuprimidos.
•A resposta inicial é Th2, com aumento de IgE eosinófilos e mastócitos,.
*Os mastócitos intestinais liberarn mediadores que alteram a motilidade intestinal, contribuindo para a expulsão do parasita
•Na hiperinfeção (principalmente ern pacientes com corticoterapia), hâ supressão da resposta Th2 e disseminação larval para pulmão, igado e SNC
•○ parasita libera proteases e moléculas imunomoduladoras que inibem atívação de macrófagos e a resposta Th1.
Diagnóstico
Parasitológicn H Baormsa-morsts.
Strongyloides stercoralis - Tratamento
• Ivermectina (1? escolha):
liga-se a canais de cloro controlados por elutamnato, aumentando a entrada de -> hiperpolarizaçãc da membrana - paralisia e morte do verme
•Albendazol ([alternativo): interferc na sintese de microtűbulos.
Ciclo biológico
Os ovos são ingeridos com as alimentos
Podem grudar . contaminar os alimentos
Os ovos chocam . liberam larvas
2
Ficam depositados no solo
As larvas enteoo no fase odulta . liberam novos oves
Os ovos so liberados nas fezes
Ancylostomidae
Ancylostoma duodenale - cápsula bucal é munida de dentes
Necator americanos - a cápsula bucal contém placas cortantes
Ciclo biológico monoxeno, mas possui fase de vida livne no solo para eclosão dos ovos.
Prevenção
Melhoria das condições de saneamento básico
Construção de fossas sépticas
Educação sanitaria
/Lava as mãos antes de tocar OS alimentos
Tratamento das pessoas parasitadas
Proteção dos alimentos contra insetos.
Estrongiloidías
Maior prevaléncia em regiões de clima quente (entre 25e 30°C)-
Penetração na pele de larvas filarioides (heteroinfecção) - Pés, boca, estago
Autoinfecção externa Regišo perianal (fraidat, hábitos precănios de higiene| ‣
Autoinfecção interna
penetração de larvas filarioides pela mucosa intestinal Cronicidade da doença.
Trichuris trichiura Apresenta distribuição mundial, tendo alta prevalencia em regiões de clima quente e unido e com baixas condições precárias. A forma adulta apresenta lo ma de chicote e as emeas são maiores que os machos Hospede no definitivo. Sor humano.
Prevenção
Melhoria das condições de saneamento básico
h
‣Construção de fossas sépticas
Educação sanitaria
>Tratamento das pessoas parasitadas
Uso de calçados em áreas endémicas
Nunca utilizar fezes humanas como adubo.
Diagnóstico
Man
Parasitológico Métodode
Trichuris trichiura
Imunopatogenia
I
parasita fixa-se à mucosa do ceco e cólon, causando micro-ulcerações e
sangramento.
de
•A resposta imune predominante é Th2, com IL-13 promovendo aumento muco e contracões musculares
*Eosinofilos e IgE, têm papel importante na citotaxicidade dependente de
anticorpo contra larvas,
•Infecções crônicas induzem resposta regulatória (IL-10, TGF-B), reduzindo inflamaçāo, mas facilitando a permanéncia do parasita
comanemE
•Em casos severos, pode ocorrer sindrome disentérica tricuridea
e prolapso retal.
Trichuris trichiura
Tratamento
•Mebendazol Albendazol: inibem microtúbulos perda de glicogênio
morte do parasita.
•Em infecções intensas, tratamento deve ser prolongado (3 dias).
Manifestações clínicas
- Pacientes com leve infecção são assintomáticos
Infecções intensas limitadas ao intestino: Diarreia, dor abdominal, sangramento
prolapsoretal
- Prevenção:
Saneamento básico - Bons hábitosde higiene
Educação em saúde
Tratamentos dos doente.
Enterobius vermicularis
Hábitat Macho: ceco e apêndice Fêmea: perianal e nas mulheres, pode Ser encontrado na vagina, útero e bexiga
Hospedeiro definitivo Ser humano.
Ciclo biológico
1. Ovos nas pregas perianais tornam-se infectantes entre 4 a 6 horas. (Estágio de diagnóstico)
2. Ingestão de ovos com embrião pela pessoa. (Estágio de infecção)
3. Larvas eclodem no intestino delgado.
4. Adultos no lúmen do ceco.
5. Fêmeas migram para a região perianal à noite e depositam os ovos.
Legenda:
▲ Estágio de Infecção
△ Estágio de Diagnóstico.
Enterobiose - Oxiurus
Patogenia
Prunido anat Nas muiheres: vaginite, metrite, salpingite (inflamação das trompas)
Pre rençio
Cuidados com a roupa de dormir e de cama Iratamento coletivo Corte das unhas em crianças.
Diagnóstico
Método de Graham.
Enterobiose - Oxiurus Transmissão
1) Heteroinfecção: pela ingestão de alimentos contaminados por OV05.
2)Autoinfecção: por ingestão de ovos carreados mecanicamente da região perianal até a boca.
3) Retroinfecção: por eclosão das larvas ainda dentro do reto.
Enterobius vermicularis - Imunopatogenia
•O verme habita o ceco e cólon; as fêmess migram para região perianal à
noite.
•Provoca prurido anal intenso devido à resposta alérgica local mediada
por igE e eosinófilos.
ativados e
•A resposta imune é predominantemente Th2, com mastócitos produção de histamina e IL-4.
importante; os sintomas decorrem da
•Não há invasão tecidual
hipersensibilidade local.
Enterobius vermicularis \
Tratamento
/ •Meeedaaoo Albendazol/ Pamoato de pirvinio: interferem na função
dos microtúbulos.
•Pamoato de pirvinio: atua inibindo al captação de glicose, levando à
paralisiaemorte.
•Repetir • tratamento após 15 dias devido àreinfeccção autógena.
Aja como um professor Faça uma prova com 10 objetivas e 4 discursivas. Vou fazer uma prova hoje 25/06/2026 preciso tirar 10 pontos