A empresa Ômega, atuante no setor de infraestrutura, planeja alocar R$ 30 milhões em um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) de classe fechada no mercado primário. A estrutura desse fundo específico prevê o mecanismo de "chamada de capital", comum em veículos de investimento estruturados. Preocupada com a gestão de sua tesouraria e o impacto nas disponibilidades imediatas, a diretoria questiona o consultor José sobre como essa modalidade afeta a previsibilidade de seu fluxo de caixa e a liquidez do montante investido. José explica que, em fundos fechados, as cotas só podem ser resgatadas ao término do prazo de duração do fundo ou em virtude de sua liquidação, a menos que o regulamento preveja amortizações periódicas. Além disso, José reforça que o compromisso de investimento não exige necessariamente o desembolso total de uma só vez, mas sim conforme as necessidades de aquisição de direitos creditórios pelo fundo. Diante desse contexto normativo e das características operacionais de um FIDC de condomínio fechado, conclui-se que a empresa: a desembolsará os R$ 30 milhões integralmente no ato da subscrição, podendo solicitar resgates parciais sempre que necessitar de liquidez imediata. b desembolsará os recursos apenas nas chamadas de integralização, e receberá seu capital de volta mediante amortizações previstas no regulamento. c terá o retorno do capital investido exclusivamente no vencimento final do fundo, sem qualquer possibilidade de amortizações intermediárias antecipadas. d poderá desistir unilateralmente do investimento antes do prazo de maturação, bastando recusar a realização de novos aportes quando solicitada. e Não sei