Ao avaliarmos a situação econômica e educacional do país no século XIX, vamos perceber que passou-se a atribuir à educação a “tarefa de formar o novo tipo de trabalhador para assegurar que a passagem se desse de forma gradual e segura, evitando-se eventuais prejuízos aos proprietários de terras e de escravos que dominavam a economia do país”. SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2007. Quanto à situação econômica e educacional do Brasil no século XIX, é correto afirmar que: Alternativas Alternativa 1: A cidadania era uma prerrogativa de todos aqueles que aqui habitavam no século XIX. Fossem eles escravos ou homens livres, tivessem condições econômicas favoráveis ou não. Alternativa 2: O questionamento à ordem imperial, a passagem a uma ordem republicana, a formação de cidadãos brasileiros a partir de ex-escravos e também de imigrantes, sobretudo europeus, foram questões irrelevantes no que se refere ao contexto educacional. Alternativa 3: A partir do momento que a educação tornou-se um direito, o país superou imediatamente as limitações materiais para a expansão da escola, garantindo que essas existissem em número suficiente para atender a todos. Alternativa 4: O questionamento à ordem imperial, a passagem a uma ordem republicana, a formação de cidadãos brasileiros a partir de ex-escravos e também de imigrantes, sobretudo europeus, fizeram com que as questões educacionais tivessem sua relevância aumentada. Alternativa 5: No Brasil, por volta da segunda década do século XIX, já em momento posterior à conquista de sua independência, é desencadeado um vigoroso projeto de eugenização com o objetivo de preservar a identidade dos negros africanos que compunham naquele período a população brasileira.