A produção de motion graphics no Brasil tem sido marcada por um equilíbrio entre criatividade e limitação técnica. Enquanto estúdios de ponta incorporam tecnologias emergentes como inteligência artificial e gráficos generativos, muitas produções ainda precisam explorar ao máximo recursos acessíveis. Apesar disso, o país se destaca na criação de narrativas visuais potentes, adaptadas a realidades sociais, culturais e tecnológicas locais. Tendências como a personalização baseada em dados, o uso de IA para geração de animações, a interatividade em tempo real e o foco em conteúdos otimizados para redes sociais têm transformado o papel do motion designer. No entanto, a adoção dessas inovações exige planejamento cuidadoso e adaptação ao escopo do projeto. Com base no contexto apresentado, ordene os passos abaixo conforme uma lógica de desenvolvimento eficiente e adaptada a esse contexto. 1. Produção do conteúdo visual e sonoro utilizando softwares e ferramentas acessíveis ou com suporte à IA. 2. Pesquisa de tendências em motion graphics e análise da viabilidade de sua aplicação em contextos locais. 3. Planejamento narrativo, visual e técnico, incluindo definição de estilo, formato e possibilidades de interação. 4. Pós-produção, com foco na responsividade, exportações específicas para plataformas e testes de engajamento. 5. Distribuição e análise de performance com base em métricas de interação e comportamento do usuário. A ordem adequada de aplicação dos passos apresentados é: A 2 – 3 – 1 – 4 – 5. B 3 – 2 – 1 – 5 – 4. C 2 – 1 – 3 – 4 – 5. D 3 – 1 – 2 – 4 – 5. E 1 – 2 – 3 – 4 – 5.