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"Hoje sou reconhecido por ser um velocista, por me destacar no esporte, e não por ser uma pessoa com deficiência". A frase é de Ariosvaldo Fernandes, de 44 anos, o Parré, que compete no atletismo durante os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Assim como Parré, vários atletas – e pessoas com deficiência que atuam em outras áreas – têm buscado explicar que preferem ser destacadas por suas conquistas, e não pelas limitações. Para Luiza Habib, de 24 anos, estudante de farmácia na UnB e produtora de conteúdo para as redes sociais, "a história de cada um vai muito além do que as pessoas conseguem enxergar". "Estou atenta ao que as pessoas falam, como ‘ele ganhou mesmo sem os dois braços’, ou ‘coitado’, ou ‘exemplo de superação’, quando, na verdade, a pessoa treinou e se preparou bastante para aquilo e é capaz também", diz a estudante. Para Guilherme Costa, de 29 anos, medalhista paralímpico no tênis de mesa em 2016, não se trata apenas de histórias de superação. "Temos coisas mais importantes. É preciso focar no atleta". Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 12 maio 2026 (adaptado). No texto, os entrevistados defendem que o reconhecimento das pessoas com deficiência deve-se dar por A) suas conquistas e competências. cancel B) exemplos de superação individual. cancel C) limites físicos vencidos no esporte. cancel D) experiências marcadas pela deficiência. cancel E) narrativas que geram admiração pública.
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EVANDRO

há 2 semanas

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