Ed
há 2 meses
O trecho aborda o juízo estético segundo Kant, destacando que, no juízo de beleza, a finalidade não é determinada por conceitos. Segundo Baptista (2010), quando ocorre o "livre jogo" das faculdades do conhecimento (imaginação e entendimento), há uma organização inicial que sugere uma conformidade a fins, mas sem um propósito definido. Essa conformidade sem fim determinado gera prazer no indivíduo, pois as faculdades se harmonizam de forma análoga à compreensão conceitual, mas sem se prender a conceitos fixos. Assim, o juízo de beleza é uma experiência subjetiva que envolve uma sensação de ordem e harmonia interna, sem depender de um conceito ou finalidade objetiva.
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