Ed
há 2 semanas
Analisando o caso: - A mulher e sua família apresentam insegurança alimentar (preocupação e término dos alimentos antes da compra). - Há redução da alimentação dos adultos, mas não das crianças. - Cadastro Único desatualizado há 20 meses. - Dificuldade de acesso ao acompanhamento por transporte. - Condição clínica (diabetes tipo 2) que requer cuidado contínuo. - O protocolo recomenda considerar condições alimentares, clínicas e sociais, garantindo continuidade assistencial, proteção de dados, barreiras de acesso e direito à alimentação adequada. Agora, as alternativas: A) Registrar o risco, adaptar o cuidado nutricional, articular atualização cadastral e proteção social e organizar acompanhamento conforme condições clínicas e de acesso da família. → Abrange todos os aspectos: risco, cuidado nutricional, atualização cadastral, proteção social, acompanhamento clínico e acesso. É a mais completa. B) Classificar o risco pelo relato de redução alimentar dos adultos, orientar redistribuição dos alimentos e monitorar consumo das crianças. → Foca só na alimentação, sem considerar atualização cadastral, proteção social e acompanhamento clínico. C) Manter acompanhamento clínico, adaptar orientações e aguardar regularização cadastral para encaminhar à rede de proteção social. → Aguardar a regularização cadastral antes de encaminhar pode atrasar o suporte necessário. D) Priorizar o controle do diabetes. → Importante, mas isoladamente não resolve a insegurança alimentar e questões sociais. E) Encaminhar à assistência social, preservar atendimento escolar e retomar acompanhamento nutricional após ampliação do acesso aos alimentos. → Retomar acompanhamento só depois da ampliação do acesso pode atrasar o cuidado. Portanto, a alternativa correta é: A) Registrar o risco, adaptar o cuidado nutricional, articular atualização cadastral e proteção social e organizar o acompanhamento conforme as condições clínicas e de acesso da família.
Cadastre-se ou realize login