Questão 7 A regulação efetiva da inteligência artificial pressupõe uma governança participativa, capaz de incorporar perspectivas diversas e antecipar os impactos sociais de tecnologias disruptivas. No cenário internacional, a União Europeia adotou uma abordagem baseada em risco, classificando as aplicações de IA conforme seu potencial de dano e estabelecendo requisitos proporcionais. Essa perspectiva sugere um caminho regulatório para o Brasil, evitando tanto a ausência de regulação quanto o excesso normativo que iniba a inovação tecnológica. A construção desse arcabouço exige o diálogo entre múltiplos atores: legisladores, juristas, desenvolvedores e sociedade civil, garantindo que o desenvolvimento tecnológico sirva ao interesse público e à proteção dos direitos dos cidadãos. NARDI, Gustavo Davanco et al. Os desafios jurídicos da inteligência artificial no ordenamento jurídico brasileiro. Revista ReGeo, São José dos Pinhais, v. 17, n. 1, p. 1-14, 2024. Analise as propostas de governança tecnológica mencionadas e assinalar a alternativa que descreve o modelo regulatório internacional citado como possível referência para o Brasil: Alternativas Alternativa 1: Abordagem baseada em risco, com exigências proporcionais ao potencial de dano das aplicações. Alternativa 2: Modelo de desregulamentação total para garantir a competitividade das empresas nacionais. Alternativa 3: Centralização das decisões regulatórias em um único órgão técnico sem participação social. Alternativa 4: Proibição preventiva de qualquer sistema de IA que utilize dados pessoais de cidadãos. Alternativa 5: Aplicação das mesmas normas de segurança de produtos físicos para softwares inteligentes.