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A proteína da membrana do lisossomo pode ser estudada agora em tempo real. Um estudo publicado no Journal of Biological Chemistry por pesquisadores do Centro de Química Medicinal (Cqmed) abre um novo caminho para o desenvolvimento de medicamentos destinados a pessoas que sofrem de doenças resultantes da disfunção de uma proteína – a TRPML1 – presente na membrana de organelas. [...] A metodologia de Bret consiste, resumidamente, em criar um sistema de fluorescência na célula que só funciona se o composto em teste estiver ligado à região correta da proteína. "Desenvolvemos uma molécula fluorescente baseada em um composto que reconhecidamente se liga à proteína-alvo. E à TRPML1 adicionamos uma segunda proteína que emite luz azul. Quando os dois elementos estão juntos, 'acende' esse sistema", explica Cunha. Disponível em: https://jornal.unicamp.br. Acesso em: 14 abril 2026 (adaptado). A metodologia apresentada no texto representa um avanço para a biologia celular, permitindo a análise de alvos moleculares em seu ambiente nativo. O esquema ilustra o modelo experimental desenvolvido pelos pesquisadores para contornar um desafio metodológico. Qual característica funcional intrínseca ao lisossomo justifica a necessidade de desenvolver modelos experimentais como o ilustrado? A) Baixo pH intraorganela. cancel B) Ambiente aquoso interno. cancel C) Síntese de macromoléculas. cancel D) Transporte ativo transmembrana. E) Degradação enzimática controlada.
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EVANDRO

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Vamos analisar a questão passo a passo: O lisossomo é uma organela celular conhecida principalmente por seu ambiente ácido (baixo pH) e por conter enzimas que degradam macromoléculas. Esse ambiente ácido é fundamental para a ativação das enzimas lisossômicas. No texto, fala-se sobre a dificuldade de estudar proteínas da membrana do lisossomo em tempo real, o que sugere que o ambiente interno do lisossomo (como o baixo pH) pode dificultar métodos tradicionais de análise. Agora, analisando as alternativas: A) Baixo pH intraorganela – característica marcante do lisossomo, que pode interferir em experimentos e justifica a necessidade de métodos específicos. B) Ambiente aquoso interno – não é uma característica exclusiva ou problemática do lisossomo. C) Síntese de macromoléculas – não é função do lisossomo, mas sim de outras organelas como o retículo endoplasmático e o complexo de Golgi. D) Transporte ativo transmembrana – ocorre em várias organelas, não é a característica principal que justifica o desenvolvimento do método. E) Degradação enzimática controlada – é função do lisossomo, mas o texto enfatiza a dificuldade de estudar a proteína devido ao ambiente, não diretamente à degradação. Portanto, a característica funcional intrínseca ao lisossomo que justifica a necessidade de desenvolver modelos experimentais como o ilustrado é: A) Baixo pH intraorganela.

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