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Assinale a alternativa que NÃO indica um fator de risco intrínseco à organização para a ocorrência de assédio moral.
a. Destruição da cultura individualista.
b. Comunicação escassa ou ordens confusas.
c. Estilos de supervisão autoritários.
d. Níveis extremos de exigência e de pressão.
e. Cultura organizacional que não reconhece o assédio como problema.
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Questões Para a Compreensão

há 5 dias

Respostas

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há 5 dias

Vamos analisar as alternativas para identificar qual NÃO é um fator de risco intrínseco à organização para a ocorrência de assédio moral: a) Destruição da cultura individualista. - A cultura individualista não é um fator típico relacionado ao assédio moral; geralmente, o problema está em culturas autoritárias ou que não valorizam o respeito coletivo. b) Comunicação escassa ou ordens confusas. - Comunicação deficiente é um fator de risco intrínseco, pois pode gerar conflitos e mal-entendidos. c) Estilos de supervisão autoritários. - Supervisão autoritária é um fator clássico de risco para assédio moral. d) Níveis extremos de exigência e de pressão. - Pressão excessiva é um fator de risco intrínseco. e) Cultura organizacional que não reconhece o assédio como problema. - Essa cultura facilita a ocorrência do assédio, sendo um fator de risco. Portanto, a alternativa que NÃO indica um fator de risco intrínseco é: a) Destruição da cultura individualista.

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"Reservamos o termo assédio moral para descrever situações extremas de violência psicológica no trabalho, de natureza processual, pessoalizada, malintencionada e agressiva. Entendemos que o assédio moral se configura como um conjunto articulado de armadilhas preparadas, premeditadas, repetitivas e prolongadas. Os comportamentos hostis ocorrem repetidas vezes e por um período estendido. Sua prática é permeada de intencionalidade no sentido de querer prejudicar, anular ou excluir um ou alguns alvos escolhidos." (SOBOLL, L. A. (org.). Intervenções em assédio moral e organizacional. São Paulo: LTr, 2017). De acordo com a autora, os elementos essenciais para que a conduta seja identificada como assédio moral são, EXCETO:
a. O alvo das agressões deve ser uma pessoa específica, pois o processo de perseguição não ocorre de maneira generalizada para todo o grupo.
b. Violência psicológica inclui condutas e omissões que induzem ao desconforto, que humilham ou ofendem a vítima.
c. O assédio moral tem a intenção de prejudicar, anular ou excluir a vítima, anulando seus espaços de ação ou forçando seu desligamento (voluntário ou não) de um projeto, função ou do emprego.
d. Atos isolados também se configuram como assédio moral, ou seja, pode ser configurado imediatamente após a primeira atitude hostil, com intuito de constranger a vítima, bem como causar-lhe violência psicológica no ambiente do trabalho.
e. Níveis extremos de exigência e de pressão.

- É importante reforçar que quando falamos em assédio, ainda que os homens – e mesmo muitas mulheres – não saibam identificar a prática pelo nome, estamos nos referindo a atos violentos, desde os sutis aos mais explícitos.
Julgue as alternativas em V se verdadeiras ou F quando falsas:

Quando falamos em “cultura patriarcal”, não estamos justificando ou apaziguando a violência, mas olhando para ela como algo a ser desfeito. E, para isso, precisamos ter coragem para encarar de frente as feridas coloniais e cisheteropatriarcais que compõem a nossa sociedade.

Por se tratar de uma prática enraizada culturalmente, devemos naturalizá-la em busca da pacificação social, inclusive porque entendemos que a cultura é um fenômeno em constante transformação. Logo, o confronto é meio de agravar o convívio entre homens e mulheres.

Assumir a existência da violência no âmbito privado e corporativo, visibilizar e enfrentá-la é meio legítimo para superação desse mal.

Alguns homens sentem que o uso da violência é a única maneira de estabelecer e manter o poder e a dominação dentro da hierarquia sexista do papel dos sexos.
Quando falamos em “cultura patriarcal”, não estamos justificando ou apaziguando a violência, mas olhando para ela como algo a ser desfeito. E, para isso, precisamos ter coragem para encarar de frente as feridas coloniais e cisheteropatriarcais que compõem a nossa sociedade.
Por se tratar de uma prática enraizada culturalmente, devemos naturalizá-la em busca da pacificação social, inclusive porque entendemos que a cultura é um fenômeno em constante transformação. Logo, o confronto é meio de agravar o convívio entre homens e mulheres.
Assumir a existência da violência no âmbito privado e corporativo, visibilizar e enfrentá-la é meio legítimo para superação desse mal.
Alguns homens sentem que o uso da violência é a única maneira de estabelecer e manter o poder e a dominação dentro da hierarquia sexista do papel dos sexos.
VERDADEIRO
FALSO
VERDADEIRO
VERDADEIRO

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