Logo Passei Direto
Buscar
André, profissional CPA, recebeu Ricardo, um cliente que estava em dúvida sobre qual modelo de declaração de imposto de renda deveria escolher. Ele sempre optou pelo modelo simplificado, mas no último ano realizou investimentos expressivos em previdência complementar e questionou se valeria a pena mudar para o modelo completo.
Nesse contexto, André explicou que a escolha entre os dois modelos deve considerar:
A) a relação entre o total de despesas dedutíveis e o desconto padrão, avaliando qual opção resulta na menor base de cálculo do imposto.
B) a quantidade de fontes de renda e o tipo de aplicação financeira, observando a incidência de tributos sobre os rendimentos do período.
C) a forma de recebimento dos rendimentos e categoria profissional, verificando a possibilidade de abatimentos automáticos.
D) o volume de rendimentos e o valor das isenções, priorizando o modelo que garanta maior restituição no processamento da declaração.
User badge image
Praticando Para Aprender

há 2 meses

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 meses

A escolha entre o modelo simplificado e o modelo completo de declaração do imposto de renda deve considerar qual opção resulta na menor base de cálculo do imposto, ou seja, comparar o total de despesas dedutíveis (modelo completo) com o desconto padrão (modelo simplificado). Portanto, a alternativa correta é: A) a relação entre o total de despesas dedutíveis e o desconto padrão, avaliando qual opção resulta na menor base de cálculo do imposto.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Carolina, profissional certificada CPA, foi convidada para uma reunião de orientação a jovens empreendedores que se preocupam com o ambiente macroeconômico. Um dos presentes afirmou que o governo pode sempre aumentar despesas para estimular a economia, sem maiores limites. Outro lembrou que, quando isso acontece de forma recorrente, a dívida pública cresce e a confiança de investidores pode diminuir. Carolina explicou que, no Brasil, existem regras para conter riscos fiscais. Mencionou que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece princípios de gestão responsável, como limites para endividamento e exigência de equilíbrio nas contas. Em seguida, destacou que o novo arcabouço fiscal estabelece regras para o crescimento das despesas públicas, vinculando-o parcialmente à evolução das receitas e impondo limites para garantir a sustentabilidade da dívida. O grupo, então, pediu que Carolina resumisse de forma prática o efeito mais provável dessas medidas sobre as contas públicas.
No resumo de Carolina o efeito é:
A) equilibrar contas públicas ao unir contenção de despesas, limites de dívida e controle da expansão dos gastos primários.
B) manter disciplina fiscal ao limitar o avanço real das despesas, alinhando gastos à inflação.
C) garantir previsibilidade ao exigir limites de endividamento e maior transparência na execução orçamentária.
D) sustentar confiança ao reforçar regras de alocação de recursos e parâmetros de crescimento compatíveis com arrecadação.

Durante um atendimento, o profissional CPA Roberto percebeu que seu cliente José estava preocupado. José contou que tinha acabado de ler uma reportagem sobre os prejuízos sofridos por investidores de um fundo gerido por uma instituição financeira que comprou em liquidação extrajudicial. José pediu para Roberto explicar qual seria a melhor forma de avaliar a transparência das informações dos fundos de investimento e também gostaria de saber como analisar a conduta das instituições que distribuem esses fundos. Roberto disse que um bom começo é procurar saber se a instituição é filiada à Anbima e se adota o Código de Regulação e Melhores Práticas da Anbima, que é obrigatório para instituições filiadas ou que aderirem formalmente.
Roberto explicou que, além da regulação oficial, há normas de autorregulação que impactam diretamente a confiança e a clareza no relacionamento com investidores. E que um exemplo de norma presente no Código é:
A) definir parâmetros de conduta que asseguram concorrência leal, padronização de procedimentos e maior qualidade das informações prestadas sobre fundos de investimento.
B) reforçar principalmente os padrões fiduciários e a ética dos gestores, deixando a padronização de informações e a publicidade a critério de cada instituição.
C) orientar governança e compliance para elevar a integridade, sem abranger concorrência leal, padronização de procedimentos e qualidade das informações ao investidor.
D) padronizar comunicação e divulgação para dar clareza ao investidor, sem cobrir conduta de mercado, concorrência leal e procedimentos operacionais previstos no Código.

Mais conteúdos dessa disciplina