A maior parte dos centros históricos brasileiros data do período das grandes navegações, o século XVI ou do período posterior de colonização europeia, do final do século XVIII, XIX e primeira metade do século XX. De maneira geral, a constituição dos centros históricos está relacionada com a dinâmica econômica, urbanística e social provocada pelas atividades da agricultura e das atividades comerciais em relação mudanças implementadas pelos processo industrialização e urbanização da população. Dentre os centros históricos mais antigos do Brasil, pode-se mencionar Ouro Preto (MG), Paraty (RJ), Olinda (PE), São Francisco do Sul (SC), São Luís (MA), Salvador (BA), Belém (PA), Goiás (GO), Icó (CE), Manaus (AM), Pelotas (RS), Penedo (AL), Porto Alegre (RS), São Cristóvão (SE), São Paulo (SP), entre outros. Estudar um centro histórico é uma oportunidade de expandir os temas e conteúdos presentes nos currículos, desenvolver o espírito investigativo, crítico, a formulação e elucidação de hipóteses, a construção de narrativas, compreender as dinâmicas econômicas e sociais locais e