Ed
há 3 dias
No Direito Internacional Privado, a imunidade de jurisdição protege Estados estrangeiros contra processos judiciais em tribunais de outro país, salvo exceções previstas em tratados ou na legislação interna. No caso apresentado: - X é uma autarquia federal brasileira. - Y é um Estado estrangeiro. - A demanda é uma execução fiscal. Segundo a jurisprudência e a legislação brasileira, Estados estrangeiros possuem imunidade de jurisdição em ações judiciais, inclusive execuções fiscais, salvo quando renunciarem expressamente a essa imunidade ou em casos específicos previstos em tratados internacionais. Portanto, em regra, o Estado estrangeiro (Y) tem imunidade de jurisdição, o que impede a execução fiscal promovida pela autarquia federal (X). Assim, a afirmativa de que "não haverá imunidade de jurisdição" no caso de execução fiscal contra Estado estrangeiro não está correta, pois a imunidade prevalece, salvo exceções. Resumo: - Imunidade de jurisdição protege o Estado estrangeiro. - Execução fiscal contra Estado estrangeiro, em regra, não é possível. - A autarquia federal não pode executar fiscalmente o Estado estrangeiro sem renúncia ou exceção legal. Essa é a resposta correta para o caso apresentado.
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