Ed
há 2 meses
Vamos analisar o primeiro parágrafo do texto: O autor diz que não garante a autenticidade da história ("Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória"), mas não duvida da veracidade da pessoa que a contou, por isso a considera verdadeira. Além disso, usa o provérbio italiano para justificar que, mesmo que não seja verdadeira, é muito graciosa. Agora, analisando as alternativas: A) "embora o autor do texto não confie na veracidade da estória narrada, conta-a por seu valor moral;" — O autor não diz que não confia na veracidade, mas sim que não garante a autenticidade. Ele confia na pessoa que contou a história. B) "como o autor do texto confia na pessoa que lhe narrou a estória, ele a transfere para o leitor, mesmo sabendo que não é autêntica;" — Está correto: o autor confia na pessoa, mas não garante a autenticidade da história, e mesmo assim a conta. C) "A despeito de ser bastante graciosa a história narrada, o autor do texto tem certeza de sua inautenticidade;" — O autor não tem certeza da inautenticidade, apenas não garante a autenticidade. D) "O autor do texto nos narra uma história de cuja autenticidade não está certo, apesar de ter sido contada por pessoas dignas de confiança;" — Também está correta, mas a palavra "pessoas" no plural não condiz com o texto, que fala de uma única pessoa. E) "a estória narrada possui autenticidade, veracidade e , além disso, certa graça." — O autor não garante a autenticidade. Entre B e D, a alternativa B é mais precisa e direta. Resposta correta: B
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