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Segundo Rocha e Silva (2017), é por intermédio dos textos que os sujeitos se comunicam, nesse sentido, os fenômenos devem ser contextualizados no interior da linguagem. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.
Leia o texto a seguir:

(BACCHINI, Luca. Se Chico Buarque numa noite de inverno... Apologia do plágio em Budapeste. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 63, abr. 2016).

Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que resume fielmente as ideias do texto.
A. Conquanto toda a literatura parece fundar-se desde sempre na intertextualidade, temos de concordar que todas as canções de Chico Buarque mostram um plágio patente.
B. Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.
C. Toda a literatura de Chico Buarque revela um pendor para o plágio. Essa é uma afirmação comprovada pelo crítico Wilson Martins, que não encontrou ninguém que pudesse discordar de sua concepção.
D. Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.
E. Nenhum escritor, muito menos Chico Buarque, se importa de ser acusado de plágio, porque a intertextualidade permite.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 6 horas

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há 6 horas

Analisando as alternativas com base no conceito de intertextualidade e no texto citado: - A intertextualidade é a relação entre textos, onde um texto dialoga com outros, sem que isso signifique plágio. - O texto de Bacchini defende a ideia de que a literatura se baseia na intertextualidade, e que Chico Buarque utiliza essa prática de forma criativa, não como plágio. - Portanto, alternativas que afirmam que Chico Buarque pratica plágio patente (A e C) estão incorretas. - A alternativa E é muito generalista e não reflete a ideia do texto. - A alternativa D menciona o crítico Wilson Martins acusando plágio, o que não é a ideia principal do texto. - A alternativa B resume que toda literatura se vale da intertextualidade, o que está alinhado com o texto. Logo, a alternativa correta é: B. Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.

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Leia o texto e responda ao que se pede.

TEXTO 2

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.
Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.
O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."
Com base na leitura, podemos afirmar que:
I) Como é um texto em sua maior parte argumentativo, é muito fácil encontrar sua tese.
II) A tese por deontologia (quando diz o que é preciso fazer) é passível de ser formulada com base em informações presentes no texto, como, por exemplo, na ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.
III) Por culpabilidade (quando se aponta o culpado pela situação), a tese do texto acima é formulada a partir da fala do ministro Barroso: "Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os maiores riscos".
Assinale a alternativa correta:
A. As asserções I, II e III são proposições verdadeiras.
B. Somente a preposição III é verdadeira.
C. Somente a preposição I é verdadeira.
D. As asserções II e IV são proposições verdadeiras.
E. As asserções I e III são proposições falsas.

Leia o texto abaixo e responda ao enunciado: "Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras. Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas e levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento'. Hoje não foi diferente. Mal tínhamos começado a correr, veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola".
O texto acima apresenta um problema de intencionalidade, pois uma frase está ambígua e impede de sabermos qual o sentido real e verdadeiro da frase. Identifique abaixo a frase, assinalando a alternativa correta.
A. “Hoje não foi diferente”.
B. “Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas”.
C. “Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras”.
D. “levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento’”.
E. “veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.

Leia o texto abaixo.

Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite NÃO APENAS prever COMO TAMBÉM controlar os acontecimentos de nosso meio.
Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial PORQUE os fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, PORTANTO, ainda mais incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da aprendizagem é que, EM VEZ DE ter de buscar ativamente a informação com que alimentar nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de informação, na maioria das vezes em formato fast food.

Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco equilibrada.
Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança
PORQUE
II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança
II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.
A. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
E. As asserções I e II são proposições falsas.

Segundo Koch (2014), todo texto objetiva comunicar algo a alguém que vai também interagir com aquele que começa a comunicação acerca de uma mensagem que surge antes do texto ser produzido. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.
Dentre os vários modos de o produtor de um texto tornar claro seu propósito comunicativo, existe a paráfrase, que consiste em um mecanismo de coesão textual em que as ideias ou informações expostas em um texto são reescritas de forma mais clara e objetiva. Com base nisso, leia o texto abaixo e assina o trecho que revela o uso de paráfrase:

A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta. Ela teve duas versões: a medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e Espanha, que durou do século XV ao XIX___ Tudo começou em 1231, quando o papa Gregório IX - preocupado com o crescimento de seitas religiosas - criou um órgão especial para investigar os suspeitos de heresia, isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição. Atuando na Itália, na França, na Alemanha e em Portugal, a Inquisição medieval tinha penas mais brandas - a mais comum era a excomunhão -, embora a tortura já fosse autorizada pelo papa para arrancar confissões desde 1252. Já sua segunda encarnação surgiu com toda força na Espanha de 1478.

(Texto adaptado. Disponível em: )
A. “- preocupado com o crescimento de seitas religiosas -”.
B. “Ela teve duas versões: a medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e Espanha, que durou do século XV ao XIX”.
C. “isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição”.
D. “A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta”.
E. “a mais comum era a excomunhão”.

AS VIAGENS

O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.

Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.

Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte
Claro — diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto — é isto
idem
idem
idem.
O homem funde a cuca se não for a Júpiter
proclamar justiça junto com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório.

Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira Terra-a-terra.
O homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para tever
Não-vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol.
Põe o pé e:
mas que chato é o Sol, falso touro
espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
do solar a col-
Onizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado )
a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
é
possível dizer que:
A. Drummond destaca não só o interesse humano de explorar, mas também uma profunda insatisfação consigo próprio, que lhe impede de aprender a conviver consigo e com seus semelhantes.
B. Quintana mostra como o homem, em função do desejo, é capaz de enlouquecer.
C. Quintana destaca a importância de prendermos nossa caça.
D. Drummond enaltece a capacidade transformadora do homem de explorar e anexar outros planetas.
E. Em ambos os poemas, o homem assume um papel desolador devido a seus desejos.

Leia o texto a seguir e responda ao que se pede. TEXTO 1 Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio. Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes. Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990. Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente submetidos.
O eixo argumentativo predominante no texto acima pode ser enquadrado em qual dos tipos abaixo?
A. Apenas faz indagações sem respondê-las.
B. Usa dados demonstrativos.
C. Aponta vários culpados pelo problema.
D. Parte de estratégias indutivas de argumentação.
E. Usa somente comparações.

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