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Um contribuinte, após ser notificado de um lançamento tributário e ter seu débito inscrito em Dívida Ativa, permaneceu inerte por quatro anos. Preocupado com uma possível Execução Fiscal, compareceu à repartição fiscal e formalizou a adesão a um programa de parcelamento, confessando a dívida. Após pagar a primeira parcela, o contribuinte deixou de pagar as subsequentes, sendo excluído do programa seis meses depois.
Diante do exposto e considerando as normas sobre prescrição no Direito Tributário, assinale a correta:
Com a exclusão do parcelamento, o Fisco perde o direito de cobrar o saldo remanescente se já tiverem decorrido mais de cinco anos desde a constituição original do crédito, pois a interrupção pelo parcelamento é nula se o programa não for cumprido integralmente.
O parcelamento suspende a prescrição, mas não a interrompe; assim, ao ser excluído do programa, o prazo prescricional volta a correr do zero.
A confissão de dívida feita para a adesão ao parcelamento configura ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importa em reconhecimento do débito pelo devedor, interrompendo o prazo prescricional.
O pedido de parcelamento não interfere na contagem do prazo prescricional, uma vez que é um ato administrativo sem força de decisão judicial.
A interrupção da prescrição ocorreu apenas no momento do pagamento da primeira parcela, e não no ato da confissão da dívida ou pedido de parcelamento.
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há 12 horas

A alternativa correta é: "A confissão de dívida feita para a adesão ao parcelamento configura ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importa em reconhecimento do débito pelo devedor, interrompendo o prazo prescricional." Explicação passo a passo: 1. No Direito Tributário, a prescrição do crédito tributário pode ser interrompida por atos que demonstrem o reconhecimento da dívida pelo contribuinte, como a confissão de dívida. 2. A adesão a um programa de parcelamento, com confissão expressa do débito, é considerada um ato inequívoco que interrompe a prescrição, reiniciando a contagem do prazo prescricional. 3. O pagamento da primeira parcela também interrompe a prescrição, mas o ato da confissão já é suficiente para essa interrupção. 4. A exclusão do parcelamento por inadimplência não anula a interrupção da prescrição causada pela confissão e pelo pagamento inicial. 5. O pedido de parcelamento, por si só, não é suficiente para interromper a prescrição, mas a confissão de dívida que o acompanha sim. Portanto, a confissão de dívida na adesão ao parcelamento interrompe o prazo prescricional, mesmo que o contribuinte deixe de pagar as parcelas subsequentes.

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O lançamento tributário é um procedimento administrativo de fundamental importância no âmbito do Direito Tributário, por meio do qual se busca instrumentalizar a obrigação tributária. A autoridade administrativa desempenha um papel central nesse processo, que culmina na formalização das exigências fiscais. O Código Tributário Nacional (CTN) prevê distintas modalidades de lançamento, adequadas à natureza de cada tributo e à forma como as informações necessárias à sua constituição são obtidas.
Analise a asserção a seguir:

O lançamento por homologação ocorre quando a legislação atribui ao sujeito passivo o dever de, antecipadamente, efetuar o pagamento do tributo, independentemente de prévio exame da autoridade administrativa.

PORQUE

Nessa modalidade de lançamento, a atividade da autoridade administrativa restringe-se, em regra, a um controle posterior da exatidão do pagamento realizado pelo contribuinte, homologando-o expressa ou tacitamente.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As duas asserções são proposições falsas.
As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda é uma proposição verdadeira.
As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda é uma proposição falsa.

A sociedade empresária ABC S.A. deixou de entregar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) no prazo legal, incorrendo em multa isolada pelo descumprimento desta obrigação acessória. Posteriormente, visando regularizar sua situação fiscal para obter Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, a empresa solicitou o parcelamento do débito referente a essa multa.
Sobre o cenário descrito, assinale a alternativa correta:
O descumprimento da obrigação acessória, por ter natureza não patrimonial, não gera crédito tributário passível de parcelamento, devendo a multa ser paga à vista para a regularização fiscal.
A inobservância da obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. Uma vez constituído o crédito e deferido o parcelamento, suspende-se a exigibilidade do crédito tributário, permitindo a emissão da certidão de regularidade fiscal.
A conversão da obrigação acessória em principal ocorre apenas para fins de cobrança judicial, não sendo possível a inclusão de multas isoladas em programas de parcelamento administrativo sem a prévia inscrição em Dívida Ativa.
Pelo princípio da gravitação jurídica, a obrigação acessória segue a sorte da principal; logo, se não houve inadimplemento do tributo (obrigação principal), a multa pelo descumprimento da acessória é indevida e não pode ser objeto de parcelamento.
O parcelamento da multa por descumprimento de obrigação acessória é vedado pelo CTN, uma vez que o parcelamento é uma modalidade de exclusão do crédito tributário, aplicando-se apenas a tributos e não a penalidades.

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