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O acolhimento, nas suas diferentes dimensões, desencadeia transformações no processo de trabalho, nas relações estabelecidas nos espaços de cuidado e no âmbito organizacional dos serviços.
É incorreto afirmar:
A quarta dimensão tem a ver com a resolutividade dos problemas apontados ao longo do contato com o paciente, organizando a agenda e planejando a assistência.
A primeira dimensão tem relação com o diálogo, é imprescindível a disponibilidade para uma escuta ativa, qualificada e resolutiva, que acolha o outro e as referências que o orientam.
A segunda dimensão do acolhimento se refere à postura, com a decisão do serviço de dar uma resposta à demanda do usuário, desde uma orientação verbal ao atendimento clínico propriamente.
A terceira dimensão é da reorganização do serviço de saúde, organização interna, o acolhimento-reorganização é enfatizado a partir de um exercício de planejamento, sendo uma gestão colegiada ou uma gestão local autônoma, com apoio técnico-operacional dos níveis regional e central.
O bom trato ao usuário e o bom relacionamento com a comunidade, mesmo que sendo indiscutíveis, são valorizados na medida em que esclarecem ao usuário as rotinas e procedimentos, fluxos e limites de atendimento.
A quarta dimensão tem a ver com a resolutividade dos problemas apontados ao longo do contato com o paciente, organizando a agenda e planejando a assistência.
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EstrategiaEmpresarial

há 11 horas

Respostas

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há 11 horas

A afirmativa incorreta é: "A quarta dimensão tem a ver com a resolutividade dos problemas apontados ao longo do contato com o paciente, organizando a agenda e planejando a assistência." Essa descrição corresponde, na verdade, à primeira dimensão do acolhimento, que envolve a escuta ativa e a resolução inicial das demandas do paciente. A quarta dimensão está mais relacionada à avaliação dos resultados e à continuidade do cuidado, não apenas ao planejamento da agenda. Portanto, repetir essa afirmação como quarta dimensão está incorreto.

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Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Podemos afirmar que universalidade é:
A determinação de que este sistema precisa ser acessível a toda a população.
A ideia que todos têm acesso ao sistema de saúde internacional.
O acesso à saúde dentro do seu universo.
O acesso a serviço de saúde próximo à residência.
A determinação de que o sistema atende somente aos cadastrados.

Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Podemos afirmar que equidade é:
Tratar desigualmente os desiguais.
Equivaler à assistência ao diagnóstico.
Dar acesso indiscriminadamente.
Tratar cada um de acordo com sua doença.
Oferecer assistência próxima à residência.

Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde.
Pode-se descrever integralidade como:
Desenvolver ações de prevenção, promoção e reabilitação de saúde.
Entender o paciente na sua totalidade.
Oferecer medicações para o paciente.
Atender crianças em condição de igualdade.
Propor tratamentos de alta complexidade.

A Política Nacional de Humanização – HumanizaSUS (PNH) foi criada pelo Ministério da Saúde, em 2003, a partir do reconhecimento de experiências inovadoras e concretas que compõem um “SUS que dá certo”.
São propostas desta política, exceto:
Fortalecer iniciativas de humanização existentes, como a oferta de cestas básicas.
Contagiar trabalhadores, gestores e usuários do SUS com os princípios e as diretrizes da humanização.
Desenvolver tecnologias relacionais e de compartilhamento das práticas de gestão e de atenção.
Aprimorar, ofertar e divulgar estratégias e metodologias de apoio a mudanças sustentáveis dos modelos de atenção e de gestão.
Implementar processos de acompanhamento e avaliação, ressaltando saberes gerados no SUS e experiências coletivas bem-sucedidas.

Segundo a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão, no Brasil, a hipertensão arterial atinge 32,5% (36 milhões) de indivíduos adultos, mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular (DCV). O risco cardiovascular deve ser avaliado em cada indivíduo hipertenso, pois auxilia na decisão terapêutica e permite uma análise prognóstica. A identificação dos indivíduos hipertensos que estão mais predispostos às complicações cardiovasculares, especialmente infarto do miocárdio e AVE, é fundamental para uma orientação terapêutica mais agressiva. Diversos algoritmos e escores de risco baseados em estudos populacionais foram criados nas últimas décadas. Modelos multifatoriais de estratificação de risco podem ser utilizados para uma classificação de risco individual mais precisa. Informar ao paciente os seus fatores de risco pode melhorar a eficiência das medidas farmacológicas e não farmacológicas para a redução do risco global.
Quando falamos em fatores de risco para a hipertensão, podemos identificar que:
I. A idade é um fator de risco que tem associação direta e linear entre o envelhecimento e a prevalência de HA, relacionada ao aumento da expectativa de vida da população brasileira, atualmente de 74,9 anos e ao aumento na população de idosos ≥ 60 anos na última década (2000 a 2010), de 6,7% para 10,8%.
II. O excesso de peso e a obesidade que, no Brasil, os dados do Vigitel de 2014 revelaram, entre 2006 e 2014, um aumento da prevalência de excesso de peso (IMC ≥ 25 kg/m2), 52,5% vs. 43%. No mesmo período, a obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2) aumentou de 11,9% para 17,9%, com predomínio em indivíduos de 35 a 64 anos e mulheres (18,2% vs. 17,9%).
III. A ingestão de sal, em que o consumo excessivo de sódio torna-se um dos principais fatores de risco para a HA e está associado a eventos cardiovasculares e renais.
IV. A ingestão de álcool com o consumo crônico e elevado de bebidas alcoólicas aumenta a PA de forma consistente. Em mulheres, há o risco de HA com o consumo de 30-40 g de álcool/dia e, em homens, a partir de 31 g de álcool/dia.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão corretas.
As afirmativas II, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II e IV estão corretas.
A afirmativa I está correta.

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