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comente o titulo ou faça uma reflexão sobre o titulo "corpo perfeito e saúde perfeita x ilusão de felicidade"!


1 resposta(s)

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Cibele

Há mais de um mês

não entendo muito o que isso tenha a ver com o direito prático, creio ser um exercício muito mais voltado ao entendimento sociológico e geral que se deve ter como arcabouço de conhecimentos adquiridos na universidade.

em comentário rápido é possível averiguar pela cultura atual e o desenrolar dos costumes sociais que há uma grande exigência moral/comercial face às pessoas para que sejam da conhecida "geração saúde", sejam saudáveis e atuem quase como que em um ritual alimentar e de comportamentos ditados midiaticamente como saudáveis, e também que há um grande apelo no sentido cosmético ou estético de exigir-se cada vez mais um padrão de perfeição corporal ditado pela moda globalizada. nesse sentido, os padrões de moda e perfeição corporal estimulam uma autocrítica cada vez maior para com as pessoas que não são supermagras (o que ocasiona ao contrário dos ditames do supersaudável o risco de problemas alimentares como bulimia, anorexia e outros derivados), superjovens (sem rugas, marcas de expressão, etc - e nisso temos um fator de "saúde" já que a indústria farmacêutica e cosmética ganha babilônias com a vendagem de produtos de beleza para a manutenção ou restauração da aparência corporal, sendo uma situação de apelo comercial principalmente para as mulheres), superpeitudas (estranhamente, esta é uma grande realidade que envolve o mundo da beleza, sendo que no Brasil há um índice enorme de cirurgias de implante mamário estético - uma pequena porcentagem apenas são implantes mamários de reparação de danos causados por cirurgias de prevenção ou curativas de câncer de mama - e é uma grande fonte de lucro para clínicas que deixam então de atuar em áreas médicas de cura para atuar em áreas estéticas, quase como uma sucursal do seu mais tecnológico salão de beleza), entre outras exigências da beleza moderna.

entre o paradoxo que existe entre ser uma pessoa saudável verdadeiramente ou ser uma pessoa bela conforme os padrões modernos, é difícil dizer se é possível alcançar um nível alto de satisfação nos dois fatores para que exista a sensação de felicidade e plenitude que se almeja quando se persegue um ou ambos destes objetivos.

a ilusão de felicidade ocasionada por um fator sociológico da globalização do comércio, que se estende aos cosméticos, estética, alimentos orgânicos/natureba, e outras práticas ditas saudáveis, pode ser uma ilusão de felicidade tão tênue que não compense ou não seja percebida ou sentida pelas pessoas que a almejam por razão do alto nível de estresse da vida acelerada que vive-se atualmente em sociedade, e pelo estresse e preocupações geradas em adotar estes padrões meticulosamente, sendo difícil alcançar um auge destas metodologias de beleza e saúde ao passo em que há a cada dia que passa novos produtos milagrosos no mercado que prometem o que nenhum outro antes realizaria pelo cliente.

é difícil crer que exista a felicidade nisso, e menos ainda a ilusão de felicidade, no máximo se pode ter uma ilusão de satisfação momentânea, até o próximo produto politicamente correto para a beleza ou saúde chegar ao mercado mais próximo.

espero que minhas considerações gerais ajudem em sua análise do assunto. abraço

não entendo muito o que isso tenha a ver com o direito prático, creio ser um exercício muito mais voltado ao entendimento sociológico e geral que se deve ter como arcabouço de conhecimentos adquiridos na universidade.

em comentário rápido é possível averiguar pela cultura atual e o desenrolar dos costumes sociais que há uma grande exigência moral/comercial face às pessoas para que sejam da conhecida "geração saúde", sejam saudáveis e atuem quase como que em um ritual alimentar e de comportamentos ditados midiaticamente como saudáveis, e também que há um grande apelo no sentido cosmético ou estético de exigir-se cada vez mais um padrão de perfeição corporal ditado pela moda globalizada. nesse sentido, os padrões de moda e perfeição corporal estimulam uma autocrítica cada vez maior para com as pessoas que não são supermagras (o que ocasiona ao contrário dos ditames do supersaudável o risco de problemas alimentares como bulimia, anorexia e outros derivados), superjovens (sem rugas, marcas de expressão, etc - e nisso temos um fator de "saúde" já que a indústria farmacêutica e cosmética ganha babilônias com a vendagem de produtos de beleza para a manutenção ou restauração da aparência corporal, sendo uma situação de apelo comercial principalmente para as mulheres), superpeitudas (estranhamente, esta é uma grande realidade que envolve o mundo da beleza, sendo que no Brasil há um índice enorme de cirurgias de implante mamário estético - uma pequena porcentagem apenas são implantes mamários de reparação de danos causados por cirurgias de prevenção ou curativas de câncer de mama - e é uma grande fonte de lucro para clínicas que deixam então de atuar em áreas médicas de cura para atuar em áreas estéticas, quase como uma sucursal do seu mais tecnológico salão de beleza), entre outras exigências da beleza moderna.

entre o paradoxo que existe entre ser uma pessoa saudável verdadeiramente ou ser uma pessoa bela conforme os padrões modernos, é difícil dizer se é possível alcançar um nível alto de satisfação nos dois fatores para que exista a sensação de felicidade e plenitude que se almeja quando se persegue um ou ambos destes objetivos.

a ilusão de felicidade ocasionada por um fator sociológico da globalização do comércio, que se estende aos cosméticos, estética, alimentos orgânicos/natureba, e outras práticas ditas saudáveis, pode ser uma ilusão de felicidade tão tênue que não compense ou não seja percebida ou sentida pelas pessoas que a almejam por razão do alto nível de estresse da vida acelerada que vive-se atualmente em sociedade, e pelo estresse e preocupações geradas em adotar estes padrões meticulosamente, sendo difícil alcançar um auge destas metodologias de beleza e saúde ao passo em que há a cada dia que passa novos produtos milagrosos no mercado que prometem o que nenhum outro antes realizaria pelo cliente.

é difícil crer que exista a felicidade nisso, e menos ainda a ilusão de felicidade, no máximo se pode ter uma ilusão de satisfação momentânea, até o próximo produto politicamente correto para a beleza ou saúde chegar ao mercado mais próximo.

espero que minhas considerações gerais ajudem em sua análise do assunto. abraço

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