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Qual mecanismo de defesa passa a atuar no caso da inflamação não conseguir conter a infecção?

ImunologiaESTÁCIO

3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

O nosso organismo possui mecanismos de defesa que podem ser diferenciados quanto a sua especificidade, ou seja, existem os específicos contra o antígeno e os inespecíficos que protegem o corpo de qualquer material ou microorganismo estranho, sem que este seja específico.


O organismo possui barreiras naturais que são  inespecíficas, como a da pele, a saliva, o ácido clorídrico do estômago, o pH da vagina, a cera do ouvido externo, muco presente nas mucosas e no trato respiratório, cílios do epitélio respiratório, peristaltismo, flora normal, entre outros.


Caso essas barreiras físicas, químicas e biológicas do corpo forem vencidas, o combate ao agente infeccioso entra em outra fase. Nos tecidos, existem células que liberam substâncias vasoativas, capazes de provocar dilatação das arteríolas da região, com aumento da permeabilidade e saída de líquido. Isso causa vermelhidão, inchaço, aumento da temperatura e dor, conjunto de alterações conhecido como inflamação. Essas substâncias atraem mais células de defesa, como neutrófilos e macrófagos, para a área afetada.


Caso a resposta inflamatória não seja eficaz na contenção da infecção, o sistema imune passa a depender de mecanismos mais específicos e sofisticados, dos quais tomam parte vários tipos celulares, o que chamamos resposta imune específica.


Portanto, o mecanismo de defesa passa a atuar no caso da inflamação não conseguir conter a infecção  é chamado de resposta imune específica.

Fonte:https://afh.bio.br/sistemas/imune_linfatico/1.php

O nosso organismo possui mecanismos de defesa que podem ser diferenciados quanto a sua especificidade, ou seja, existem os específicos contra o antígeno e os inespecíficos que protegem o corpo de qualquer material ou microorganismo estranho, sem que este seja específico.


O organismo possui barreiras naturais que são  inespecíficas, como a da pele, a saliva, o ácido clorídrico do estômago, o pH da vagina, a cera do ouvido externo, muco presente nas mucosas e no trato respiratório, cílios do epitélio respiratório, peristaltismo, flora normal, entre outros.


Caso essas barreiras físicas, químicas e biológicas do corpo forem vencidas, o combate ao agente infeccioso entra em outra fase. Nos tecidos, existem células que liberam substâncias vasoativas, capazes de provocar dilatação das arteríolas da região, com aumento da permeabilidade e saída de líquido. Isso causa vermelhidão, inchaço, aumento da temperatura e dor, conjunto de alterações conhecido como inflamação. Essas substâncias atraem mais células de defesa, como neutrófilos e macrófagos, para a área afetada.


Caso a resposta inflamatória não seja eficaz na contenção da infecção, o sistema imune passa a depender de mecanismos mais específicos e sofisticados, dos quais tomam parte vários tipos celulares, o que chamamos resposta imune específica.


Portanto, o mecanismo de defesa passa a atuar no caso da inflamação não conseguir conter a infecção  é chamado de resposta imune específica.

Fonte:https://afh.bio.br/sistemas/imune_linfatico/1.php

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rafael

Há mais de um mês

a resposta imunológica propriamente dita humoral e celular realizada pelos linfócitos.

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Jessica

Há mais de um mês

Quando a inflamação, que uma ação do sistema inato, não consegue conter uma infecção por microrganismo, o sistema de defesa adaptativo é acionado.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas