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O que pacto de São José da Costa Rica tem a ver em face de nosso ordenamento jurídico ?


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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DLRV Advogados Verified user icon

Há mais de um mês

A Convenção Americana de Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San José da Costa Rica, é um tratado internacional de Direitos Humanos entre os países-membros da OEA que foi subscrito durante a Conferência Especializada Interamericana de Direitos Humanos, em 22 de novembro de 1969, na cidade de San José na Costa Rica. 

Esta Convenção consagra diversos direitos civis e políticos, entre outros: o direito ao reconhecimento da personalidade jurídica, o direito à vida, direito à integridade pessoal, direito à liberdade pessoal e garantias judiciais, direito à proteção da honra e reconhecimento à dignidade, à liberdade religiosa e de consciência, à liberdade de pensamento e de expressão, e o direito de livre associação.

O Brasil a ratificou em 1992.

A jurisprudência do STF é de que os tratados internacionais que versam sobre direitos humanos aprovados antes da EC 45/04, ou seja, sem o trâmite de emendas constitucionais, são considerados normas supralegais.

As normas trazidas pela referida convenção então tem status de norma supralegal e infraconstitucional na pirâmide hierarquica do ordenamento jurídico brasileiro, isto é, está acima das leis ordinárias e complementares, e abaixo da constituição.

O Pacto de San José da Costa Rica foi aplicado pelo STF em caso de grande importância, no qual restou impedida a prisão civil do depositário infiel.

O referido pacto repudia a prisão do depositário infiel, aceitando somente a prisão civil por débito alimentar.

 

A Convenção Americana de Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San José da Costa Rica, é um tratado internacional de Direitos Humanos entre os países-membros da OEA que foi subscrito durante a Conferência Especializada Interamericana de Direitos Humanos, em 22 de novembro de 1969, na cidade de San José na Costa Rica. 

Esta Convenção consagra diversos direitos civis e políticos, entre outros: o direito ao reconhecimento da personalidade jurídica, o direito à vida, direito à integridade pessoal, direito à liberdade pessoal e garantias judiciais, direito à proteção da honra e reconhecimento à dignidade, à liberdade religiosa e de consciência, à liberdade de pensamento e de expressão, e o direito de livre associação.

O Brasil a ratificou em 1992.

A jurisprudência do STF é de que os tratados internacionais que versam sobre direitos humanos aprovados antes da EC 45/04, ou seja, sem o trâmite de emendas constitucionais, são considerados normas supralegais.

As normas trazidas pela referida convenção então tem status de norma supralegal e infraconstitucional na pirâmide hierarquica do ordenamento jurídico brasileiro, isto é, está acima das leis ordinárias e complementares, e abaixo da constituição.

O Pacto de San José da Costa Rica foi aplicado pelo STF em caso de grande importância, no qual restou impedida a prisão civil do depositário infiel.

O referido pacto repudia a prisão do depositário infiel, aceitando somente a prisão civil por débito alimentar.

 

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Marcelo

Há mais de um mês

O pacto de São José reafirma vários dos Direitos fundamentais, que posteriormente foram incorporados à CF brasileira de 1988 enumerados em seu artigo quinto.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas