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Ato nulo e anulável

Explicação de ato nulo e anulável


2 resposta(s)

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Matheus

Há mais de um mês

O ato nulo não é possível convalidação. Se refere a matérias de ordem pública, de interesse de toda a sociedade, assim o uma vez viciado não pode ser aproveitado. 

Art. 166 do Código Civil. É nulo o negócio jurídico quando: 

I - celebrado por pessoa absolutamente incapaz; 

II - for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto; 

III - o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito; 

IV - não revestir a forma prescrita em lei; 

V - for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade; 

VI - tiver por objetivo fraudar lei imperativa; 

VII - a lei taxativamente o declarar nulo, ou proibir-lhe a prática, sem cominar sanção. 

.Por se referirem a questões de ordem pública, em juízo, podem ser reconhecidos de ofício pelo Juiz (independentemente de qualquer alegação pelas partes). 
Já os atos anuláveis podem ser convalidados, ou seja, a sua falha pode ser suprida posteriormente. 
Estes, ao contrário dos atos nulos, não podem ser reconhecidos de ofício pelo Juiz, dependendo de argüição da parte. 

Art. 171 do Código Civil. Além dos casos expressamente declarados na lei, é anulável o negócio jurídico: 

I - por incapacidade relativa do agente; 

II - por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.

O ato nulo não é possível convalidação. Se refere a matérias de ordem pública, de interesse de toda a sociedade, assim o uma vez viciado não pode ser aproveitado. 

Art. 166 do Código Civil. É nulo o negócio jurídico quando: 

I - celebrado por pessoa absolutamente incapaz; 

II - for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto; 

III - o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito; 

IV - não revestir a forma prescrita em lei; 

V - for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade; 

VI - tiver por objetivo fraudar lei imperativa; 

VII - a lei taxativamente o declarar nulo, ou proibir-lhe a prática, sem cominar sanção. 

.Por se referirem a questões de ordem pública, em juízo, podem ser reconhecidos de ofício pelo Juiz (independentemente de qualquer alegação pelas partes). 
Já os atos anuláveis podem ser convalidados, ou seja, a sua falha pode ser suprida posteriormente. 
Estes, ao contrário dos atos nulos, não podem ser reconhecidos de ofício pelo Juiz, dependendo de argüição da parte. 

Art. 171 do Código Civil. Além dos casos expressamente declarados na lei, é anulável o negócio jurídico: 

I - por incapacidade relativa do agente; 

II - por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.

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Camila

Há mais de um mês

ato inexistente: aquele que não reúne os elementos necessários à sua formação. Ele não produz qualquer conseqüência jurídica.

ato nulo: é o ato que embora reúna os elementos necessários a sua existência, foi praticado com violação da lei, a ordem pública, bons costumes ou com inobservância da forma legal. O ato nulo precisa de decisão judicial para a retirada da sua eficácia.

ato anulável: é o que tem defeito de menor gravidade.

invalidade: é uma forma genérica das subespécies de: nulidade e anulabilidade. Assim, tanto o ato nulo como o anulável é considerado inválido.

OBS: O dolo principal torna o negócio jurídico anulável, conforme o art. 171, inciso II do Código Civil.

Fonte: JusBrasil. Teoria das Nulidades no Direito Administrativo.

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