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De acordo com o texto assinale a alternativa CORRETA.

Mas a doutrina de “responsabilidade social” levada a sério estenderia o escopo do mecanismo político para todas as atividades humanas. Ela não difere filosoficamente da mais explícita doutrina coletivista. Difere apenas ao professar que fins coletivistas podem ser atingidos sem meios coletivistas. É por isso que em meu livro Capitalismo e Liberdade, eu a chamei de uma “doutrina fundamentalmente subversiva” em uma sociedade livre, e disse que em tal sociedade, “existe uma, e apenas uma, responsabilidade social das empresas – a de usar recursos e se dedicar a atividades destinadas a aumentar seus lucros, contanto que permaneça dentro das regras do jogo, o que significa dizer, participar de uma competição livre e aberta, sem enganação ou fraude.”

Disponível em: Artigo publicado originalmente no The New York Times Magazine, em 13 de Setembro de 1970. // Tradução por Felipe Alessandro. Revisão por Matheus Pacini. | Artigo original.

De acordo com o texto assinale a alternativa CORRETA.


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