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A ciencia deve ter limites morais e eticos, mesmo sob pena de nao poder ser usada a favor da vida humana?


2 resposta(s)

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Lindisteice Dhafine

Há mais de um mês

“A ciência deve ser livre”, afirma José Roberto Goldim, professor da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul, chefe do Serviço de Bioética do Hospital das Clínicas de Porto Alegre e pesquisador sobre ética na ciência. “A pesquisa científica deve ter liberdade para escolher seu foco de estudo, seja ele qual for.” Em outras palavras, não importa o quão perigoso seja o organismo, a substância ou o meio estudado. A liberdade de conhecimento é e deve permanecer um bem inexorável.

“Censurar a pesquisa científica é o mesmo que censurar a imprensa”, diz Ricardo José Giordano, presidente da Comissão Interna de Biossegurança do Instituto de Química da USP. Para o especialista, as restrições do que deve ou não ser estudado podem impedir o avanço da ciência e a transmissão de conhecimento.

“Nenhum tipo de conhecimento, mesmo aqueles cujos resultados foram negativos, deve ser banido”, diz Goldim. De acordo com o especialista, a Biblioteca Nacional de Medicina (PUBMed) que pertence ao Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, um dos principais bancos de dados em pesquisa médica do mundo, tem o hábito de manter estudos com resultados ‘negativos’ no ar. “Esse material, retratado como inadequado, permanece disponível para análise e estudo de especialistas”, diz. Assim, em vez de banir ou censurar a publicação dos artigos, a comunidade científica garante que o mesmo erro não seja cometido duas vezes – e acelera o processo de pesquisa.

“A ciência deve ser livre”, afirma José Roberto Goldim, professor da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul, chefe do Serviço de Bioética do Hospital das Clínicas de Porto Alegre e pesquisador sobre ética na ciência. “A pesquisa científica deve ter liberdade para escolher seu foco de estudo, seja ele qual for.” Em outras palavras, não importa o quão perigoso seja o organismo, a substância ou o meio estudado. A liberdade de conhecimento é e deve permanecer um bem inexorável.

“Censurar a pesquisa científica é o mesmo que censurar a imprensa”, diz Ricardo José Giordano, presidente da Comissão Interna de Biossegurança do Instituto de Química da USP. Para o especialista, as restrições do que deve ou não ser estudado podem impedir o avanço da ciência e a transmissão de conhecimento.

“Nenhum tipo de conhecimento, mesmo aqueles cujos resultados foram negativos, deve ser banido”, diz Goldim. De acordo com o especialista, a Biblioteca Nacional de Medicina (PUBMed) que pertence ao Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, um dos principais bancos de dados em pesquisa médica do mundo, tem o hábito de manter estudos com resultados ‘negativos’ no ar. “Esse material, retratado como inadequado, permanece disponível para análise e estudo de especialistas”, diz. Assim, em vez de banir ou censurar a publicação dos artigos, a comunidade científica garante que o mesmo erro não seja cometido duas vezes – e acelera o processo de pesquisa.

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Renata Feitoza

Há mais de um mês

“A ciência deve ser livre”, afirma José Roberto Goldim, professor da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul, chefe do Serviço de Bioética do Hospital das Clínicas de Porto Alegre e pesquisador sobre ética na ciência. “A pesquisa científica deve ter liberdade para escolher seu foco de estudo, seja ele qual for.” Em outras palavras, não importa o quão perigoso seja o organismo, a substância ou o meio estudado. A liberdade de conhecimento é e deve permanecer um bem inexorável.

“Censurar a pesquisa científica é o mesmo que censurar a imprensa”, diz Ricardo José Giordano, presidente da Comissão Interna de Biossegurança do Instituto de Química da USP. Para o especialista, as restrições do que deve ou não ser estudado podem impedir o avanço da ciência e a transmissão de conhecimento.

“Nenhum tipo de conhecimento, mesmo aqueles cujos resultados foram negativos, deve ser banido”, diz Goldim. De acordo com o especialista, a Biblioteca Nacional de Medicina (PUBMed) que pertence ao Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, um dos principais bancos de dados em pesquisa médica do mundo, tem o hábito de manter estudos com resultados ‘negativos’ no ar. “Esse material, retratado como inadequado, permanece disponível para análise e estudo de especialistas”, diz. Assim, em vez de banir ou censurar a publicação dos artigos, a comunidade científica garante que o mesmo erro não seja cometido duas vezes – e acelera o processo de pesquisa.

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