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Se antes a sociedade era impulsionada pela aquisição de matérias-primas e produção, atualmente vemos que as frequentes mud

Se antes a sociedade era impulsionada pela aquisição de matérias-primas e produção, atualmente vemos que as frequentes mudanças, as inovações tecnológicas, o acesso ao conhecimento e a globalização são como molas propulsoras. ?


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Com o fim das sociedades do século XX, a globalização e o avanço científico criam uma nova conjuntura social mediada preponderantemente pelas inovações da tecnologia da informação e da comunicação. O efeito globalizando produz uma disseminação massiva e em rede de informações e conhecimentos gerando uma cultural mundialmente padronizada. “No contexto da emergência de novas formas produtivas e societárias que caracterizam o que alguns denominam “sociedade de informação” e outros chamam “sociedade do conhecimento” ou “do aprendizado” (Stehr, 1994; Lastres & Albagli, 1999), a produção/distribuição de informação e de conhecimento e a redução das desigualdades sociais tornam-se mutuamente indispensáveis. O conhecimento desempenha, atualmente, papel estratégico, não só para a acumulação econômica, mas também para o funcionamento do próprio Estado e da sociedade. Novas possibilidades e desafios de desenvolvimento (como processo de mudança social), emergem das transformações imateriais que se operam tanto na produção material quanto na produção dos intangíveis (Maciel, 2001).” (BAUMGARTEN, 2007: 402).

A sociedade do conhecimento impacta diretamente em todos os campos da vida humana, isto é, na economia, no Estado e na sociabilidade, tornando a produção e/ou posse de conhecimentos e informações uma ferramenta fundamental nas disputas sociais, tanto em termos de poder, quanto em termos de Política:

Por Porder: “Em seu significado mais geral, (...) a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode ser referida a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como na expressão Poder calorífico, Poder de absorção).” (BOBBIO, 1993: 993).  E “em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade”, o Poder assume sua forma mais precisa, a do “Poder do homem sobre o Homem”, e isso significa dizer que o Poder “pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem” (BOBBIO, 1993: 993). “O homem é não só o sujeito mas também o objeto do Poder social. E Poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um Governo de dar ordens aos cidadãos.” (BOBBIO, 1993: 993). Com essa afirmação compreendemos que o Poder em seu sentido mais específico não se apresenta em apenas um âmbito da sociedade, já que é Poder social tanto o poder exercido por um homem sobre outro homem, quanto é Poder social o poder exercido pelo Governo quem por ele é governado.

Por Política: Genericamente, o termo política pode assumir duas significações. A língua inglesa nos auxilia nesse aspecto pois cada há para cada uma dessas significações presentes em ‘política’, uma palavra específica na língua inglesa. Política pode ser tanto Politics quanto Policy. Por Politics compreendemos ser toda “atividade humana ligada à obtenção e manutenção dos recursos necessários para o exercício do poder sobre o homem”, ou seja, toda “atividade e competição políticas”, assim quando de diz “meu cunhado adora falar sobre política”, entende-se que o cunhado adora falar sobre o jogo de poder presente na sociedade (SECCHI, 2012). Por Policy, compreendemos ser uma dimensão da política “mais concreta e a que tem mais relação com orientações para a decisão e ação”, então quando se que “a política de empréstimos daquele banco é rigorosa” (SECCHI, 2012).

Intelectuais como Bauman estão convencidos de que o avanço da Sociedade do Conhecimento compreende um grande risco social no sentido do agravamento da pobreza e da desigualdade social: Em entrevista (PORCHEDDU, 2009: 646), Bauman aponta que a sociedade do conhecimento “‘ameaça de ser a causa de diferenças e exclusões sociais ainda maiores’, visto que só 60,3% da população da União Europeia, de idade compreendida entre 25 e 64 anos, completou ao menos a educação de nível médio, enquanto 150 milhões de pessoas na União Europeia não possuem esse nível básico de educação e “estão expostos a um risco maior de marginalização”. Mas a necessidade de expandir a educação/aprendizagem permanente é discutida, desde o início do documento, em termos de “vantagem competitiva” que “depende cada vez mais de investimento em capital humano” e do conhecimento e das competências, tornando-se “um potente motor para o crescimento econômico”. Segundo a comissão, a importância e a necessidade de uma aprendizagem permanente consiste em seu papel de “promoção de uma força de trabalho qualificada, formada e adaptável”. A tarefa de chegar a uma sociedade “mais global, tolerante e democrática” marcada por “maior participação cívica, um bem-estar maiormente declarado e uma criminalidade menor” se insere nesse raciocínio sobretudo como uma lembrança, como um efeito colateral: expressa-se a esperança que aconteça como uma consequência natural o fato de que mais gente formada, no lugar daquela formada inadequadamente, “faça o seu ingresso no mercado de trabalho” graças a uma formação aperfeiçoada. [...] Uma mudança educacional está cada vez mais ligada ao discurso da eficiência, da competitividade, do custo/eficácia e da “responsabilidade”, sendo sua meta declarada comunicar à “força de trabalho” as virtudes da flexibilidade, da mobilidade e “as competências de base associadas ao emprego”.

Bauman defende que os processos de integração que hoje se concentram em torno do conceito de globalização, é em via contrário um processo de desintegração social: “A desintegração da rede social, a derrocada das agencias efetivas de ação coletiva, é recebia muitas vezes com grande ansiedade e lamentada como ‘eleito colateral’ não previsto da nova leveza e fluidez do poder cada vez mais móvel, escorregadio, evasivo e fugitivo. Mas a desintegração social é tanto uma condição quanto um resultado da nova técnica do poder, que tem como ferramentas principais o desengajamento e a arte da fuga. Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barricadas. Qualquer rede densa de laços sociais, e em particular um que esteja territorialmente enraizada, é um obstáculo a ser eliminado. Os poderes globais se inclinam a desmantelar tais redes em proveito de sua continuidade e crescente fluidez, principalmente fonte de sua força e garantia de sua invencibilidade. E são esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, o imediato dos laços e redes humanos que permitem que esses poderes operem.” (BAUMAN, 2001: 23).

Sobre a modernidade liquida: “Seria imprudente negar, ou mesmo subestimar, a profunda mudança que o advento da ‘modernidade fluida’ produziu na condição humana. O fato de que a estrutura sistêmica seja remota e inalcançável, aliado ao estado fluido e não estruturado do cenário imediato da política-vida, muda aquela condição de um modo radical e requer que repensemos os velhos conceitos que costumam cercar suas narrativas.” (BAUMAN, 2001: 15) / “A elite global contemporânea é formada no padrão do velho estilo dos ‘senhores ausentes’. Ela pode dominar sem se ocupar com a administração, gerenciamento, bem-estar, ou, ainda, com a missão de ‘levar a luz1, ‘reformar os modos’, elevar moralmente. ‘civilizar’ e com cruzadas culturais. O engajamento ativo na vida das populações subordinadas não é mais necessário (ao contrário, é fortemente evitado como desnecessariamente custoso e ineficiente) – e, portanto, o ‘maior’ não só não é mais o ‘melhor’, mas carece de significado racional. Agora é o menos, mais leve e mais portátil que significa melhoria e ‘progresso’. Mover-se leve, e não mais aferrar-se a coisa vistas como atraentes por sua confiabilidade e solidez – isto é, por seu peso, substancialidade e capacidade de resistência – é hoje recurso de poder.” (BAUMAN, 2001: 22).Nos vivemos em meio a um mundo liquido, onde tudo se desfaz não mais em centenários e sim em poucos minutos, onde o novo está fadado ao velho, onde, apensar de vivermos em constante transformação/mudanças, não há mais estrutura a ser modificada: “A desintegração da rede social, a derrocada das agencias efetivas de ação coletiva, é recebia muitas vezes com grande ansiedade e lamentada como ‘eleito colateral’ não previsto da nova leveza e fluidez do poder cada vez mais móvel, escorregadio, evasivo e fugitivo. Mas a desintegração social é tanto uma condição quanto um resultado da nova técnica do poder, que tem como ferramentas principais o desengajamento e a arte da fuga. Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barricadas. Qualquer rede densa de laços sociais, e em particular um que esteja territorialmente enraizada, é um obstáculo a ser eliminado. Os poderes globais se inclinam a desmantelar tais redes em proveito de sua continuidade e crescente fluidez, principalmente fonte de sua força e garantia de sua invencibilidade. E são esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, o imediato dos laços e redes humanos que permitem que esses poderes operem.” (BAUMAN, 2001: 23).

Referência bibliográfica:

SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. São Paulo: Cengage Learning, 2012.

BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política. 5. ed. Brasília: Edunb, 1993.

BAUMGARTEN, Maíra; TEIXEIRA, Alex Niche; LIMA, Gilson. Sociedade e conhecimento: novas tecnologias e desafios para a produção de conhecimento nas Ciências Sociais. In Sociedade e Estado, Brasília, v.22, n.2, maio-ago. 2007.

BAUMAN, Zigmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

PORCHEDDU, Alba. Zygmunt Bauman: Entrevista sobre a educação. Desafios e Modernidade Líquida. In Cadernos de Pesquisa, v. 39, n. 137, maio/ago. 2009.

Com o fim das sociedades do século XX, a globalização e o avanço científico criam uma nova conjuntura social mediada preponderantemente pelas inovações da tecnologia da informação e da comunicação. O efeito globalizando produz uma disseminação massiva e em rede de informações e conhecimentos gerando uma cultural mundialmente padronizada. “No contexto da emergência de novas formas produtivas e societárias que caracterizam o que alguns denominam “sociedade de informação” e outros chamam “sociedade do conhecimento” ou “do aprendizado” (Stehr, 1994; Lastres & Albagli, 1999), a produção/distribuição de informação e de conhecimento e a redução das desigualdades sociais tornam-se mutuamente indispensáveis. O conhecimento desempenha, atualmente, papel estratégico, não só para a acumulação econômica, mas também para o funcionamento do próprio Estado e da sociedade. Novas possibilidades e desafios de desenvolvimento (como processo de mudança social), emergem das transformações imateriais que se operam tanto na produção material quanto na produção dos intangíveis (Maciel, 2001).” (BAUMGARTEN, 2007: 402).

A sociedade do conhecimento impacta diretamente em todos os campos da vida humana, isto é, na economia, no Estado e na sociabilidade, tornando a produção e/ou posse de conhecimentos e informações uma ferramenta fundamental nas disputas sociais, tanto em termos de poder, quanto em termos de Política:

Por Porder: “Em seu significado mais geral, (...) a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode ser referida a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como na expressão Poder calorífico, Poder de absorção).” (BOBBIO, 1993: 993).  E “em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade”, o Poder assume sua forma mais precisa, a do “Poder do homem sobre o Homem”, e isso significa dizer que o Poder “pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem” (BOBBIO, 1993: 993). “O homem é não só o sujeito mas também o objeto do Poder social. E Poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um Governo de dar ordens aos cidadãos.” (BOBBIO, 1993: 993). Com essa afirmação compreendemos que o Poder em seu sentido mais específico não se apresenta em apenas um âmbito da sociedade, já que é Poder social tanto o poder exercido por um homem sobre outro homem, quanto é Poder social o poder exercido pelo Governo quem por ele é governado.

Por Política: Genericamente, o termo política pode assumir duas significações. A língua inglesa nos auxilia nesse aspecto pois cada há para cada uma dessas significações presentes em ‘política’, uma palavra específica na língua inglesa. Política pode ser tanto Politics quanto Policy. Por Politics compreendemos ser toda “atividade humana ligada à obtenção e manutenção dos recursos necessários para o exercício do poder sobre o homem”, ou seja, toda “atividade e competição políticas”, assim quando de diz “meu cunhado adora falar sobre política”, entende-se que o cunhado adora falar sobre o jogo de poder presente na sociedade (SECCHI, 2012). Por Policy, compreendemos ser uma dimensão da política “mais concreta e a que tem mais relação com orientações para a decisão e ação”, então quando se que “a política de empréstimos daquele banco é rigorosa” (SECCHI, 2012).

Intelectuais como Bauman estão convencidos de que o avanço da Sociedade do Conhecimento compreende um grande risco social no sentido do agravamento da pobreza e da desigualdade social: Em entrevista (PORCHEDDU, 2009: 646), Bauman aponta que a sociedade do conhecimento “‘ameaça de ser a causa de diferenças e exclusões sociais ainda maiores’, visto que só 60,3% da população da União Europeia, de idade compreendida entre 25 e 64 anos, completou ao menos a educação de nível médio, enquanto 150 milhões de pessoas na União Europeia não possuem esse nível básico de educação e “estão expostos a um risco maior de marginalização”. Mas a necessidade de expandir a educação/aprendizagem permanente é discutida, desde o início do documento, em termos de “vantagem competitiva” que “depende cada vez mais de investimento em capital humano” e do conhecimento e das competências, tornando-se “um potente motor para o crescimento econômico”. Segundo a comissão, a importância e a necessidade de uma aprendizagem permanente consiste em seu papel de “promoção de uma força de trabalho qualificada, formada e adaptável”. A tarefa de chegar a uma sociedade “mais global, tolerante e democrática” marcada por “maior participação cívica, um bem-estar maiormente declarado e uma criminalidade menor” se insere nesse raciocínio sobretudo como uma lembrança, como um efeito colateral: expressa-se a esperança que aconteça como uma consequência natural o fato de que mais gente formada, no lugar daquela formada inadequadamente, “faça o seu ingresso no mercado de trabalho” graças a uma formação aperfeiçoada. [...] Uma mudança educacional está cada vez mais ligada ao discurso da eficiência, da competitividade, do custo/eficácia e da “responsabilidade”, sendo sua meta declarada comunicar à “força de trabalho” as virtudes da flexibilidade, da mobilidade e “as competências de base associadas ao emprego”.

Bauman defende que os processos de integração que hoje se concentram em torno do conceito de globalização, é em via contrário um processo de desintegração social: “A desintegração da rede social, a derrocada das agencias efetivas de ação coletiva, é recebia muitas vezes com grande ansiedade e lamentada como ‘eleito colateral’ não previsto da nova leveza e fluidez do poder cada vez mais móvel, escorregadio, evasivo e fugitivo. Mas a desintegração social é tanto uma condição quanto um resultado da nova técnica do poder, que tem como ferramentas principais o desengajamento e a arte da fuga. Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barricadas. Qualquer rede densa de laços sociais, e em particular um que esteja territorialmente enraizada, é um obstáculo a ser eliminado. Os poderes globais se inclinam a desmantelar tais redes em proveito de sua continuidade e crescente fluidez, principalmente fonte de sua força e garantia de sua invencibilidade. E são esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, o imediato dos laços e redes humanos que permitem que esses poderes operem.” (BAUMAN, 2001: 23).

Sobre a modernidade liquida: “Seria imprudente negar, ou mesmo subestimar, a profunda mudança que o advento da ‘modernidade fluida’ produziu na condição humana. O fato de que a estrutura sistêmica seja remota e inalcançável, aliado ao estado fluido e não estruturado do cenário imediato da política-vida, muda aquela condição de um modo radical e requer que repensemos os velhos conceitos que costumam cercar suas narrativas.” (BAUMAN, 2001: 15) / “A elite global contemporânea é formada no padrão do velho estilo dos ‘senhores ausentes’. Ela pode dominar sem se ocupar com a administração, gerenciamento, bem-estar, ou, ainda, com a missão de ‘levar a luz1, ‘reformar os modos’, elevar moralmente. ‘civilizar’ e com cruzadas culturais. O engajamento ativo na vida das populações subordinadas não é mais necessário (ao contrário, é fortemente evitado como desnecessariamente custoso e ineficiente) – e, portanto, o ‘maior’ não só não é mais o ‘melhor’, mas carece de significado racional. Agora é o menos, mais leve e mais portátil que significa melhoria e ‘progresso’. Mover-se leve, e não mais aferrar-se a coisa vistas como atraentes por sua confiabilidade e solidez – isto é, por seu peso, substancialidade e capacidade de resistência – é hoje recurso de poder.” (BAUMAN, 2001: 22).Nos vivemos em meio a um mundo liquido, onde tudo se desfaz não mais em centenários e sim em poucos minutos, onde o novo está fadado ao velho, onde, apensar de vivermos em constante transformação/mudanças, não há mais estrutura a ser modificada: “A desintegração da rede social, a derrocada das agencias efetivas de ação coletiva, é recebia muitas vezes com grande ansiedade e lamentada como ‘eleito colateral’ não previsto da nova leveza e fluidez do poder cada vez mais móvel, escorregadio, evasivo e fugitivo. Mas a desintegração social é tanto uma condição quanto um resultado da nova técnica do poder, que tem como ferramentas principais o desengajamento e a arte da fuga. Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barricadas. Qualquer rede densa de laços sociais, e em particular um que esteja territorialmente enraizada, é um obstáculo a ser eliminado. Os poderes globais se inclinam a desmantelar tais redes em proveito de sua continuidade e crescente fluidez, principalmente fonte de sua força e garantia de sua invencibilidade. E são esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, o imediato dos laços e redes humanos que permitem que esses poderes operem.” (BAUMAN, 2001: 23).

Referência bibliográfica:

SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. São Paulo: Cengage Learning, 2012.

BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política. 5. ed. Brasília: Edunb, 1993.

BAUMGARTEN, Maíra; TEIXEIRA, Alex Niche; LIMA, Gilson. Sociedade e conhecimento: novas tecnologias e desafios para a produção de conhecimento nas Ciências Sociais. In Sociedade e Estado, Brasília, v.22, n.2, maio-ago. 2007.

BAUMAN, Zigmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

PORCHEDDU, Alba. Zygmunt Bauman: Entrevista sobre a educação. Desafios e Modernidade Líquida. In Cadernos de Pesquisa, v. 39, n. 137, maio/ago. 2009.

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