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DIREITO CIVIL ME AJUDE NO CASO

Em 01/10/2012, Almir dos Santos, empresário, em grave situação financeira, resolve tomar
emprestado a vultosa importância de R$ 100.000,00 (cem mil reais), de seu colega Jovelino da
Silva, o qual concede o empréstimo mediante termo escrito de confissão de dívida, assinado
por duas testemunhas, no qual fica pactuado que Almir devolverá a importância no prazo de
5 anos, mediante o pagamento de 5 parcelas anuais de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) cada,
com início em 01/10/2013. Almir possui um imóvel onde reside, no valor de R$ 200.000,00, e
outra casa que loca para obtenção de renda extra, no valor de R$ 100.000,00.

Almir realiza normalmente o pagamento das primeira e segunda parcelas, porém em 2015
deixa de efetuar o pagamento. Desesperado com sua situação econômica que novamente se
agravou, e agora de forma ainda mais severa, Almir resolve doar o imóvel de R$ 100 mil a sua
irmã, ciente esta de que manteria o imóvel em seu nome para que o mesmo não respondesse
pelas dívidas de Almir, em 15/01/2016, data esta do registro da escritura de doação em
cartório. Ao saber informalmente do ocorrido, Jovelino reforça as cobranças que vinha
realizando, acirrando o clima de tensão entre eles e culminando no assassinato de Jovelino
por Almir.

Francisco, filho único de Jovelino, procura por você em seu escritório na presente data,
buscando obter informações sobre essa situação. Com base nos fatos narrados, responda:

1) É possível identificar algum vício de vontade ou vício social no negócio realizado entre Almir
e sua irmã? Qual? Justifique e discorra sobre o conceito e características do mesmo.

2) O vício apontado torna o negócio realizado entre Almir e sua irmã nulo, anulável ou ineficaz?

3) Na qualidade de herdeiro, Francisco poderá tomar alguma providência judicial para conter o
possível prejuízo, na esfera civil? Se sim, qual a medida cabível e sua principal finalidade?

4) Qual a data final para propositura da ação?

5) Caso Francisco realize o protesto em cartório do Termo de Confissão, assinado por duas
testemunhas, tal fato alterará a data final da propositura da ação? Justifique.


3 resposta(s)

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Ines Costa

Há mais de um mês

E tal documento já tem efeito jurídico de modo que não altera a data da propositura Na verdade ocorre que as testemunhas só dão seguridade que o documento foi assinado pelo devedor e tal documento já tem efeito jurídico de modo que não altera a data da propositura, não mudará a data final , pois a decadência não suspende é nem interrompe o prazo.
E tal documento já tem efeito jurídico de modo que não altera a data da propositura Na verdade ocorre que as testemunhas só dão seguridade que o documento foi assinado pelo devedor e tal documento já tem efeito jurídico de modo que não altera a data da propositura, não mudará a data final , pois a decadência não suspende é nem interrompe o prazo.

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