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Qual a diferença de negociação, conciliação e arbitragem?


3 resposta(s)

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Vanessa Carreras

Há mais de um mês

Na mediação, visa-se recuperar o diálogo entre as partes. Por isso mesmo, são elas que decidem. As técnicas de abordagem do mediador tentam primeiramente restaurar o diálogo para que posteriormente o conflito em si possa ser tratado. Só depois pode se chegar à solução. Na mediação não é necessário interferência, ambas partes chegam a um acordo sozinhas, se mantém autoras de suas próprias soluções.

Conflitos familiares e de vizinhança, por exemplo, muitas vezes são resolvidos apenas com o estabelecimento da comunicação respeitosa entre os envolvidos.

conciliação pode ser mais indicada quando há uma identificação evidente do problema, quando este problema é verdadeiramente a razão do conflito - não é a falta de comunicação que impede o resultado positivo. Diferentemente do mediador, o conciliador tem a prerrogativa de sugerir uma solução.

Essa polarização pede uma intervenção do conciliador no sentido de um acordo justo para ambas as partes e no estabelecimento de como esse acordo será cumprido. Causas trabalhistas costumam ser um objeto onde a conciliação atua com eficiência.

arbitragem surge no momento em que as partes não resolveram de modo amigável a questão. As partes permitem que um terceiro, o árbitro, especialista na matéria discutida, decida a controvérsia. Sua decisão tem a força de uma sentença judicial e não admite recurso.

As soluções alternativas dos conflitos ajudam a desobstruir a Justiça, socializam o processo de entendimento entre as pessoas e aceleram a resolução dos problemas.

Na mediação, visa-se recuperar o diálogo entre as partes. Por isso mesmo, são elas que decidem. As técnicas de abordagem do mediador tentam primeiramente restaurar o diálogo para que posteriormente o conflito em si possa ser tratado. Só depois pode se chegar à solução. Na mediação não é necessário interferência, ambas partes chegam a um acordo sozinhas, se mantém autoras de suas próprias soluções.

Conflitos familiares e de vizinhança, por exemplo, muitas vezes são resolvidos apenas com o estabelecimento da comunicação respeitosa entre os envolvidos.

conciliação pode ser mais indicada quando há uma identificação evidente do problema, quando este problema é verdadeiramente a razão do conflito - não é a falta de comunicação que impede o resultado positivo. Diferentemente do mediador, o conciliador tem a prerrogativa de sugerir uma solução.

Essa polarização pede uma intervenção do conciliador no sentido de um acordo justo para ambas as partes e no estabelecimento de como esse acordo será cumprido. Causas trabalhistas costumam ser um objeto onde a conciliação atua com eficiência.

arbitragem surge no momento em que as partes não resolveram de modo amigável a questão. As partes permitem que um terceiro, o árbitro, especialista na matéria discutida, decida a controvérsia. Sua decisão tem a força de uma sentença judicial e não admite recurso.

As soluções alternativas dos conflitos ajudam a desobstruir a Justiça, socializam o processo de entendimento entre as pessoas e aceleram a resolução dos problemas.

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Ester Pimentel Goncalves

Há mais de um mês

A negociação é um instituto não processual, ou seja, sem recorrer ao judiciário, sendo uma comunicação de mão duplo entre as partes que tem interesses comuns e opostos. Costuma envolver uma troca, de forma que os objetivos propostos sejam conciliados e alcancem um status satisfatório para os envolvidos. Geralmente é voltada para reslução de assuntos de caráter econômico.

A mediação e conciliação possuem diferenças significativas, mas também pontos em comum, são eles:

A) são técnicas que estimulam a autocomposição

B) em ambas há atuação de um terceiro, porém este não é o responsável por solucionar o problema.

A mediação é um método de aplicação chamado de retaurativo, em regra utilizado quando as partes tem histórico de vínculo anterior. Geralmente são casos que envolvem situações de cunho pessoal e que foram marcadas por sentimentos de raiva, culpa, intolerância ou vingança, muito comuns no Direito de Família, por exemplo. A função do mediador não é a solução da questão, mas de auxiliar as partes a enxergarem e perceberem o ponto de vista um do outro de forma a estes,comunicando-se entre si chegarem a uma solução justa.

A conciliação é usada em casos onde, preferencialmente, as partes não possuiam vinculos anteriores ou expressivos. Sendo usada para resolver questões envolvendo o litígio e tela e não propriamente os desdobramentos emocionais, como ocorre na mediação.Ao contrário  do mediador, o conciliador pode sugerir opções e meios para que se alcance um acordo.

 

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