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Quais as limitações ao poder de tributar que garantem o valor da segurança jurídica??


2 resposta(s)

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Alyne Silva

Há mais de um mês

O presente trabalho tem como tema a defesa do contribuinte frente aos Princípios tributários e as limitações ao poder de tributar, que são observados ao longo de toda a legislação, doutrina e precedentes jurisdicionais.

O tema se justifica na medida em que o Direito Tributário é um ramo do Direito Público que se ocupa do modo pelo qual o Estado é financiado para a consecução de seus serviços e atividades e, para tanto, disciplina a forma pela qual as pessoas, físicas e jurídicas, devem ser constrangidas em seus patrimônios. Tal invasão, por si só, justifica a existência de Princípios que não só explicam o Direito, como o limitam, resguardando uma relação segura e justa entre sujeitos ativos e passivos.


Verifica-se, entretanto, um alto grau de ineficiência no sistema tributário nacional: uma constante e volumosa litigiosidade, administrativa e judicial, associada a uma dívida ativa significante, com baixos índices de recuperação de créditos, demonstram que o modelo adotado está a mercê de insuficiente adequação por parte de ambos os polos da relação jurídico-tributária travada diariamente. É comum nos depararmos com contribuintes insatisfeitos com o modelo tributário vigente no Brasil, seja pela alta carga tributária, seja pelos mecanismos adotados em tal sistema, ao passo que se verifica um grande número de litígios impulsionados pela não observância dos primados fundamentais em tal área pelo Estado. Isso ressalta a importância do estudo dos Princípios e das Limitações ao poder de tributar, na medida em que tais institutos salvaguardam o patrimônio dos agentes passivos, legitimando a atuação estatal tributária. Se por um lado existe uma insatisfação popular, por outro há uma série de delimitadores à tributação, muitos desconhecidos pela população, eis que atinentes a cursos de Direito e a seus operadores no mais das vezes.

A proposta, nesse sentido, tem como objetivo elencar o maior número de Princípios, dos mais conhecidos aos menos usuais, e aperfeiçoar o entendimento a ser sedimentado com as limitações ao poder de tributar, que com os princípios guardam forte correlação, de forma a ponderar a visão distorcida por parte de muitos contribuintes relativamente ao Direito Tributário, ao mesmo tempo ressaltando a importância de o Estado seguir prudentemente tais primados, alcançando um quadro de simbiose de ambas as partes de tal relação como condição sine qua non à majoração da eficiência tributária no país.

O presente trabalho tem como tema a defesa do contribuinte frente aos Princípios tributários e as limitações ao poder de tributar, que são observados ao longo de toda a legislação, doutrina e precedentes jurisdicionais.

O tema se justifica na medida em que o Direito Tributário é um ramo do Direito Público que se ocupa do modo pelo qual o Estado é financiado para a consecução de seus serviços e atividades e, para tanto, disciplina a forma pela qual as pessoas, físicas e jurídicas, devem ser constrangidas em seus patrimônios. Tal invasão, por si só, justifica a existência de Princípios que não só explicam o Direito, como o limitam, resguardando uma relação segura e justa entre sujeitos ativos e passivos.


Verifica-se, entretanto, um alto grau de ineficiência no sistema tributário nacional: uma constante e volumosa litigiosidade, administrativa e judicial, associada a uma dívida ativa significante, com baixos índices de recuperação de créditos, demonstram que o modelo adotado está a mercê de insuficiente adequação por parte de ambos os polos da relação jurídico-tributária travada diariamente. É comum nos depararmos com contribuintes insatisfeitos com o modelo tributário vigente no Brasil, seja pela alta carga tributária, seja pelos mecanismos adotados em tal sistema, ao passo que se verifica um grande número de litígios impulsionados pela não observância dos primados fundamentais em tal área pelo Estado. Isso ressalta a importância do estudo dos Princípios e das Limitações ao poder de tributar, na medida em que tais institutos salvaguardam o patrimônio dos agentes passivos, legitimando a atuação estatal tributária. Se por um lado existe uma insatisfação popular, por outro há uma série de delimitadores à tributação, muitos desconhecidos pela população, eis que atinentes a cursos de Direito e a seus operadores no mais das vezes.

A proposta, nesse sentido, tem como objetivo elencar o maior número de Princípios, dos mais conhecidos aos menos usuais, e aperfeiçoar o entendimento a ser sedimentado com as limitações ao poder de tributar, que com os princípios guardam forte correlação, de forma a ponderar a visão distorcida por parte de muitos contribuintes relativamente ao Direito Tributário, ao mesmo tempo ressaltando a importância de o Estado seguir prudentemente tais primados, alcançando um quadro de simbiose de ambas as partes de tal relação como condição sine qua non à majoração da eficiência tributária no país.

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