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Os fármacos que agem no SNC têm valor terapêutico inestimável. Eles apresentam inúmeras ações.

Como exemplo, é possível citar que eles podem aliviar a dor, induzir sono ou excitação, diminuir o apetite e aliviar a ânsia de vômitos. Por outro lado, temos agentes que atuam seletivamente no SNC e podem ser usados para tratar ansiedade, depressão, mania ou esquizofrenia e exercem esses efeitos sem alterar a consciência. No entanto, o uso excessivo desses fármacos pode afetar as vidas de maneira adversa quando a autoadministração não controlada leva à dependência física ou a efeitos adversos tóxicos.

Portanto, o conhecimento das funções e dos receptores de neurotransmissores que atuam no SNC e alteram o comportamento origina enormes desafios científicos. Compreender as bases celulares e moleculares das funções complexas e variadas do cérebro humano é apenas o princípio.

Vejamos o caso clínico a seguir.

Você, como profissional, recebeu em seu consultório a senhora Joana, uma bancária de 37 anos de idade, apresentando sintomas de ansiedade generalizada em razão de preocupações de trabalho.

Veja como foi essa consulta:



Dois meses depois, Joana volta à consulta e apresenta-se feliz e tranquila. Então, pergunta como o medicamento age para produzir o efeito ansiolítico.

Seu desafio é explicar para Joana, com base nas seguintes informações:

Considerando a diversidade dos neurotransmissores centrais, qual neurotransmissor está envolvido com os transtornos de ansiedade? Quais receptores e áreas do cérebro estão envolvidos com os transtornos de ansiedade? Qual fármaco é útil para o tratamento da ansiedade?


Ainda não temos resposta. Você sabe responder?