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Qual a conduta para criança com crupe viral?

Pediatria I

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Gabriela W Machado Verified user icon

Há mais de um mês

• Quadro clínico: sintomas inespecíficos de vias aéreas superiores como coriza, tosse seca e febre baixa. Os sintomas
obstrutivos iniciam-se 12 a 48h depois e são representados por tosses estridulosa, rouquidão, estridor inspiratório, dispneia e salivação. A gravidade pode ser mensurada conforme os sintomas abaixo:
→ Leve: tosse estridulosa, sem estridor inspiratório em repouso, ausência ou leve tiragem intercostal e/ou
subdiafragmática.
→ Moderada: tosse estridulosa, sem estridor inspiratório em repouso, ausência ou leve tiragem intercostal e/ou
subdiafragmática.
→ Grave: estridor expiratório, agitação e confusão mental.
→ Ameaça à vida: estridores puco audíveis, letargia, rebaixamento do nível de consciência e cianose.
• Diagnóstico e exames: o diagnóstico é baseado no quadro clínico. Não são recomendados exames etiológicos ou radiológicos – mandar uma criança ao centro de imagem com risco obstrução de vias aéreas é uma atitude perigosa. O diagnóstico diferencial evolve a laringite alérgica ou espasmódica; epiglodite (principalmente causada por H. influenza com início abrupto e toxemia, salivação, posição de conforto inclinada para frente, ausência de tosse); aspiração de corpo estranho; traqueomalácia; causas anatômicas (papilomatose anel vascular e cistos laríngeos); DRGE; disfunção paradoxal de cordas vocais e abscesso.
• Tratamento: manutenção das vias aéreas superiores.
→ Epinefrina: fazer 3 ampolas de andrenalina no nebulizador. É o recurso emergencial para casos graves. Efeito imediato
e tem duração máxima de 2h – deixar a criança em observação nesse período pois pode haver efeito rebote depois.
→ Corticoide: Dexametasona 0,6 mg/kg em DU pode ser administrada VO, EV ou IM. Na indisponibilidade da
Dexametasona, pode usar Prednisolona. A dexametasona tem ação por 3 dias.
→ Em pacientes hipoxêmicos ofertar O2 umidificado.
• Quadro clínico: sintomas inespecíficos de vias aéreas superiores como coriza, tosse seca e febre baixa. Os sintomas
obstrutivos iniciam-se 12 a 48h depois e são representados por tosses estridulosa, rouquidão, estridor inspiratório, dispneia e salivação. A gravidade pode ser mensurada conforme os sintomas abaixo:
→ Leve: tosse estridulosa, sem estridor inspiratório em repouso, ausência ou leve tiragem intercostal e/ou
subdiafragmática.
→ Moderada: tosse estridulosa, sem estridor inspiratório em repouso, ausência ou leve tiragem intercostal e/ou
subdiafragmática.
→ Grave: estridor expiratório, agitação e confusão mental.
→ Ameaça à vida: estridores puco audíveis, letargia, rebaixamento do nível de consciência e cianose.
• Diagnóstico e exames: o diagnóstico é baseado no quadro clínico. Não são recomendados exames etiológicos ou radiológicos – mandar uma criança ao centro de imagem com risco obstrução de vias aéreas é uma atitude perigosa. O diagnóstico diferencial evolve a laringite alérgica ou espasmódica; epiglodite (principalmente causada por H. influenza com início abrupto e toxemia, salivação, posição de conforto inclinada para frente, ausência de tosse); aspiração de corpo estranho; traqueomalácia; causas anatômicas (papilomatose anel vascular e cistos laríngeos); DRGE; disfunção paradoxal de cordas vocais e abscesso.
• Tratamento: manutenção das vias aéreas superiores.
→ Epinefrina: fazer 3 ampolas de andrenalina no nebulizador. É o recurso emergencial para casos graves. Efeito imediato
e tem duração máxima de 2h – deixar a criança em observação nesse período pois pode haver efeito rebote depois.
→ Corticoide: Dexametasona 0,6 mg/kg em DU pode ser administrada VO, EV ou IM. Na indisponibilidade da
Dexametasona, pode usar Prednisolona. A dexametasona tem ação por 3 dias.
→ Em pacientes hipoxêmicos ofertar O2 umidificado.

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