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7
INTRODUÇÃO
A Base Nacional Comum Curricular
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de 
caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
aprendizagens	essenciais que todos os alunos devem desenvolver 
ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo 
a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desen-
volvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional 
de Educação (PNE). Este documento normativo aplica-se exclusiva-
mente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei 
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996)1, 
e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que 
visam à formação humana integral e à construção de uma socie-
dade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas 
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN)2.
1 BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da 
educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
2 BRASIL. Ministério da Educação; Secretaria de Educação Básica; Secretaria de Educação 
Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão; Secretaria de Educação Profissional 
e Tecnológica. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Diretrizes 
Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília: MEC; SEB; DICEI, 2013. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=13448-
diretrizes-curiculares-nacionais-2013-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 16 out. 2017.
1. INTRODUÇÃO
8
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas 
e das redes escolares dos Estados, do Distrito Federal e dos Municí-
pios e das propostas pedagógicas das instituições escolares, a BNCC 
integra a política nacional da Educação Básica e vai contribuir para o 
alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual 
e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à ela-
boração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de 
infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação.
Nesse sentido, espera-se que a BNCC ajude a superar a fragmenta-
ção das políticas educacionais, enseje o fortalecimento do regime 
de colaboração entre as três esferas de governo e seja balizadora 
da qualidade da educação. Assim, para além da garantia de acesso 
e permanência na escola, é necessário que sistemas, redes e escolas 
garantam um patamar comum de aprendizagens a todos os estu-
dantes, tarefa para a qual a BNCC é instrumento fundamental. 
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas 
na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desen-
volvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no 
âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. 
Na BNCC, competência é definida como a mobilização de conhe-
cimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, 
cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver 
demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cida-
dania e do mundo do trabalho.
Ao definir essas competências, a BNCC reconhece que a “educa-
ção deve afirmar valores e estimular ações que contribuam para a 
transformação da sociedade, tornando-a mais humana, socialmente 
justa e, também, voltada para a preservação da natureza” (BRASIL, 
2013)3, mostrando-se também alinhada à Agenda 2030 da Organi-
zação das Nações Unidas (ONU)4.
É imprescindível destacar que as competências gerais da Educação 
Básica, apresentadas a seguir, inter-relacionam-se e desdobram-se 
no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação 
3 BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Caderno de 
Educação em Direitos Humanos. Educação em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais. Brasília: 
Coordenação Geral de Educação em SDH/PR, Direitos Humanos, Secretaria Nacional de 
Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, 2013. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index. 
php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-diretrizesnacionais- 
pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017.
4 ONU. Organização das Nações Unidas. Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 
para o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/pos2015/
agenda2030/>. Acesso em: 7 nov. 2017.
9
INTRODUÇÃO
Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), arti-
culando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de 
habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.
COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre 
o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a 
realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma 
sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria 
das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a 
imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar 
hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive 
tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das 
locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da 
produção artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, 
e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos 
das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e 
partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes 
contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e 
comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas 
práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e 
disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas 
e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se 
de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as 
relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas 
ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, 
autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, 
para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões 
comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência 
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e 
global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, 
dos outros e do planeta.
10
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Os marcos legais que embasam a BNCC
A Constituição Federal de 19885, em seu Artigo 205, reconhece a 
educação como direito fundamental compartilhado entre Estado, 
família e sociedade ao determinar que
a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, 
será promovida e incentivada com a colaboração da 
sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu 
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para 
o trabalho (BRASIL, 1988).
Para atender a tais finalidades no âmbito da educação escolar, a 
Carta Constitucional, no Artigo 210, já reconhece a necessidade de 
que sejam “fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, 
de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos 
valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (BRASIL, 1988).
Com base nesses marcos constitucionais, a LDB, no Inciso IV de seu 
Artigo 9º, afirma que cabe à União 
estabelecer, em colaboração com os Estados, oDistrito Federal 
e os Municípios, competências e diretrizes para a Educação 
Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão 
os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar 
formação básica comum (BRASIL, 1996; ênfase adicionada).
5 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). Brasília, DF: Senado Federal, 
1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.
htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, com-
preendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções 
e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, 
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos 
humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e 
de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, 
sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, 
flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base 
em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
11
INTRODUÇÃO
Nesse artigo, a LDB deixa claros dois conceitos decisivos para todo 
o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já 
antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é 
básico-comum e o que é diverso em matéria curricular: as com-
petências e diretrizes são comuns, os currículos são diversos. O 
segundo se refere ao foco do currículo. Ao dizer que os conteúdos 
curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a 
LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas 
dos conteúdos mínimos a ser ensinados. Essas são duas noções 
fundantes da BNCC.
A relação entre o que é básico-comum e o que é diverso é retomada 
no Artigo 26 da LDB, que determina que 
os currículos da Educação Infantil, do Ensino 
Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional 
comum, a ser complementada, em cada sistema de 
ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma 
parte diversificada, exigida pelas características regionais 
e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos 
educandos (BRASIL, 1996; ênfase adicionada).
Essa orientação induziu à concepção do conhecimento curricular 
contextualizado pela realidade local, social e individual da escola e 
do seu alunado, que foi o norte das diretrizes curriculares traçadas 
pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ao longo da década de 
1990, bem como de sua revisão nos anos 2000.
Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando 
o conceito de contextualização como “a inclusão, a valorização 
das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cul-
tural resgatando e respeitando as várias manifestações de cada 
comunidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº 7/20106.
Em 2014, a Lei nº 13.005/20147 promulgou o Plano Nacional de Edu-
cação (PNE), que reitera a necessidade de 
6 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmera de Educação Básica. Parecer nº 7, de 7 
de abril de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Diário Oficial 
da União, Brasília, 9 de julho de 2010, Seção 1, p. 10. Disponível em: <http://pactoensinomedio.
mec. gov.br/images/pdf/pceb007_10.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.
7 BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – 
PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 26 de junho de 2014. Disponível 
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 
23 mar. 2017.
12
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
estabelecer e implantar, mediante pactuação 
interfederativa [União, Estados, Distrito Federal e 
Municípios], diretrizes pedagógicas para a educação 
básica e a base nacional comum dos currículos, com 
direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento 
dos(as) alunos(as) para cada ano do Ensino 
Fundamental e Médio, respeitadas as diversidades 
regional, estadual e local (BRASIL, 2014).
Nesse sentido, consoante aos marcos legais anteriores, o PNE 
afirma a importância de uma base nacional comum curricular para o 
Brasil, com o foco na aprendizagem como estratégia para fomentar 
a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalida-
des (meta 7), referindo-se a direitos e objetivos de aprendizagem e 
desenvolvimento.
Em 2017, com a alteração da LDB por força da Lei nº 13.415/2017, 
a legislação brasileira passa a utilizar, concomitantemente, duas 
nomenclaturas para se referir às finalidades da educação: 
Art. 35-A. A Base Nacional Comum Curricular definirá 
direitos e objetivos de aprendizagem do ensino médio, 
conforme diretrizes do Conselho Nacional de Educação, 
nas seguintes áreas do conhecimento [...]
Art. 36. § 1º A organização das áreas de que trata o caput 
e das respectivas competências e habilidades será feita 
de acordo com critérios estabelecidos em cada sistema 
de ensino (BRASIL, 20178; ênfases adicionadas). 
Trata-se, portanto, de maneiras diferentes e intercambiáveis para 
designar algo comum, ou seja, aquilo que os estudantes devem 
aprender na Educação Básica, o que inclui tanto os saberes quanto 
a capacidade de mobilizá-los e aplicá-los.
8 BRASIL. Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Altera as Leis nº 9.394, de 20 de dezembro 
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 11.494, de 20 de junho 
2007, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e 
de Valorização dos Profissionais da Educação, a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, 
aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e o Decreto-Lei nº 236, de 28 
de fevereiro de 1967; revoga a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005; e institui a Política de 
Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Diário Oficial da 
União, Brasília, 17 de fevereiro de 2017. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_
ato2015-2018/2017/lei/L13415.htm>. Acesso em: 20 nov. 2017.
13
INTRODUÇÃO
Os fundamentos pedagógicos da BNCC
Foco no desenvolvimento de competências
O conceito de competência, adotado pela BNCC, marca a discus-
são pedagógica e social das últimas décadas e pode ser inferido no 
texto da LDB, especialmente quando se estabelecem as finalidades 
gerais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio (Artigos 32 e 35).
Além disso, desde as décadas finais do século XX e ao longo deste 
início do século XXI9, o foco no desenvolvimento de competências 
tem orientado a maioria dos Estados e Municípios brasileiros e dife-
rentes países na construção de seus currículos10. É esse também 
o enfoque adotado nas avaliações internacionais da Organização 
para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que 
coordena o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, 
na sigla em inglês)11, e da Organização das Nações Unidas para a 
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), que 
instituiu o Laboratório Latino-americano de Avaliação da Qualidade 
da Educação para a América Latina (LLECE, na sigla em espanhol)12. 
Ao adotar esse enfoque, a BNCC indica que as decisões pedagógicas 
devem estar orientadas para o desenvolvimento de competências. 
Por meio da indicação clara do que os alunos devem “saber” (con-
siderando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e 
valores) e, sobretudo, do que devem “saber fazer” (considerando a 
mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores 
para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno 
exercício da cidadania e do mundo do trabalho), a explicitação das 
competências oferece referências para o fortalecimento de ações 
que assegurem as aprendizagens essenciais definidas na BNCC.
9 Segundo a pesquisa elaborada pelo Cenpec, das 16 Unidades da Federaçãocujos documentos 
curriculares foram analisados, 10 delas explicitam uma visão de ensino por competências, recorrendo 
aos termos “competência” e “habilidade” (ou equivalentes, como “capacidade”, “expectativa de 
aprendizagem” ou “o que os alunos devem aprender”). “O ensino por competências aparece mais 
claramente derivado dos PCN” (p. 75). CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, 
Cultura e Ação Comunitária. Currículos para os anos finais do Ensino Fundamental: concepções, 
modos de implantação e usos. São Paulo: Cenpec, 2015. Disponível em: <http://www.cenpec.org.br/
wp-content/uploads/2015/09/Relatorio_Pesquisa_Curriculos_EF2_Final.pdf>. Acesso em: 23 mar. 
2017.
10 Austrália, Portugal, França, Colúmbia Britânica, Polônia, Estados Unidos da América, Chile, 
Peru, entre outros.
11 OECD. Global Competency for an Inclusive World. Paris: OECD, 2016. Disponível em: 
<http://www.oecd.org/pisa/aboutpisa/Global-competency-for-an-inclusive-world.pdf>. 
Acesso em: 23 mar. 2017.
12 UNESCO. Oficina Regional de Educación de la Unesco para América Latina y el Caribe. 
Laboratorio Latinoamericano de Evaluación de la Calidad de la Educación (LLECE). Disponível 
em: <http://www.unesco.org/new/es/santiago/education/education-assessment-llece>. Acesso 
em: 23 mar. 2017.
14
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
O compromisso com a educação integral
A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a 
questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que 
aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem 
colaborativa e como avaliar o aprendizado. 
No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico 
e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, 
aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável 
requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o 
desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber 
lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com dis-
cernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, 
aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para 
tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situa-
ção e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as 
diversidades.
Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compro-
misso com a educação	integral13. Reconhece, assim, que a Educação 
Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o 
que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse 
desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privile-
giam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. 
Significa, ainda, assumir uma visão plural, singular e integral da criança, 
do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os como sujei-
tos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu 
acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas 
singularidades e diversidades. Além disso, a escola, como espaço 
de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se fortalecer na 
prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito 
às diferenças e diversidades.
Independentemente da duração da jornada escolar, o conceito de 
educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere 
à construção intencional de processos educativos que promovam 
aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades 
e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da socie-
dade contemporânea. Isso supõe considerar as diferentes infâncias 
e juventudes, as diversas culturas juvenis e seu potencial de criar 
novas formas de existir.
13 Na história educacional brasileira, as primeiras referências à educação integral remontam 
à década de 1930, incorporadas ao movimento dos Pioneiros da Educação Nova e em outras 
correntes políticas da época, nem sempre com o mesmo entendimento sobre o seu significado.
15
INTRODUÇÃO
Assim, a BNCC propõe a superação da fragmentação radicalmente 
disciplinar do conhecimento, o estímulo à sua aplicação na vida real, 
a importância do contexto para dar sentido ao que se aprende e o 
protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na construção 
de seu projeto de vida.
O pacto interfederativo e a 
implementação da BNCC
Base Nacional Comum Curricular: igualdade, diversidade e 
equidade
No Brasil, um país caracterizado pela autonomia dos entes fede-
rados, acentuada diversidade cultural e profundas desigualdades 
sociais, os sistemas e redes de ensino devem construir currículos, e as 
escolas precisam elaborar propostas pedagógicas que considerem 
as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes, 
assim como suas identidades linguísticas, étnicas e culturais. 
Nesse processo, a BNCC desempenha papel fundamental, pois expli-
cita as aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem 
desenvolver e expressa, portanto, a igualdade educacional sobre 
a qual as singularidades devem ser consideradas e atendidas. Essa 
igualdade deve valer também para as oportunidades de ingresso 
e permanência em uma escola de Educação Básica, sem o que o 
direito de aprender não se concretiza.
O Brasil, ao longo de sua história, naturalizou desigualdades educa-
cionais em relação ao acesso à escola, à permanência dos estudantes 
e ao seu aprendizado. São amplamente conhecidas as enormes desi-
gualdades entre os grupos de estudantes definidos por raça, sexo e 
condição socioeconômica de suas famílias. 
Diante desse quadro, as decisões curriculares e didático-pedagógicas 
das Secretarias de Educação, o planejamento do trabalho anual das 
instituições escolares e as rotinas e os eventos do cotidiano escolar 
devem levar em consideração a necessidade de superação dessas 
desigualdades. Para isso, os sistemas e redes de ensino e as instituições 
escolares devem se planejar com um claro foco na equidade, que pres-
supõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes.
De forma particular, um planejamento com foco na equidade também 
exige um claro compromisso de reverter a situação de exclu-
são histórica que marginaliza grupos – como os povos indígenas 
16
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
originários e as populações das comunidades remanescentes de 
quilombos e demais afrodescendentes – e as pessoas que não 
puderam estudar ou completar sua escolaridade na idade própria. 
Igualmente, requer o compromisso com os alunos com deficiência, 
reconhecendo a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas e 
de diferenciação curricular, conforme estabelecido na Lei Brasileira 
de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015)14.
Base Nacional Comum Curricular e currículos
A BNCC e os currículos se identificam na comunhão de princípios e 
valores que, como já mencionado, orientam a LDB e as DCN. Dessa 
maneira, reconhecem que a educação tem um compromisso com a 
formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões 
intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.
Além disso, BNCC e currículos têm papéis complementares para 
assegurar as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da 
Educação Básica, uma vez que tais aprendizagens só se materiali-
zam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo 
em ação. São essas decisões que vão adequar as proposições da 
BNCC à realidade local, considerando a autonomia dos sistemas ou 
das redes de ensino e das instituições escolares, como também o 
contexto e as características dos alunos. Essas decisões, que resul-
tam de um processo de envolvimento e participação das famílias e 
da comunidade, referem-se, entre outras ações, a:
• contextualizar os conteúdos dos componentes curriculares, 
identificando estratégias para apresentá-los, representá-los, 
exemplificá-los, conectá-los e torná-los significativos, com base 
na realidade do lugar e do tempo nos quais as aprendizagens 
estão situadas;
• decidirsobre formas de organização interdisciplinar dos com-
ponentes curriculares e fortalecer a competência pedagógica 
das equipes escolares para adotar estratégias mais dinâmicas, 
interativas e colaborativas em relação à gestão do ensino e da 
aprendizagem; 
14 BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa 
com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, 7 de 
julho de 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/Lei/ 
L13146.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
17
INTRODUÇÃO
• selecionar e aplicar metodologias e estratégias didático-peda-
gógicas diversificadas, recorrendo a ritmos diferenciados e a 
conteúdos complementares, se necessário, para trabalhar com 
as necessidades de diferentes grupos de alunos, suas famílias e 
cultura de origem, suas comunidades, seus grupos de socializa-
ção etc.;
• conceber e pôr em prática situações e procedimentos para motivar 
e engajar os alunos nas aprendizagens;
• construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa de pro-
cesso ou de resultado que levem em conta os contextos e as 
condições de aprendizagem, tomando tais registros como refe-
rência para melhorar o desempenho da escola, dos professores e 
dos alunos;
• selecionar, produzir, aplicar e avaliar recursos didáticos e tecnoló-
gicos para apoiar o processo de ensinar e aprender;
• criar e disponibilizar materiais de orientação para os professores, 
bem como manter processos permanentes de formação docente 
que possibilitem contínuo aperfeiçoamento dos processos de 
ensino e aprendizagem;
• manter processos contínuos de aprendizagem sobre gestão peda-
gógica e curricular para os demais educadores, no âmbito das 
escolas e sistemas de ensino.
Essas decisões precisam, igualmente, ser consideradas na orga-
nização de currículos e propostas adequados às diferentes 
modalidades de ensino (Educação Especial, Educação de Jovens 
e Adultos, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, 
Educação Escolar Quilombola, Educação a Distância), atenden-
do-se às orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais. No 
caso da Educação Escolar Indígena, por exemplo, isso significa 
assegurar competências específicas com base nos princípios da 
coletividade, reciprocidade, integralidade, espiritualidade e alte-
ridade indígena, a serem desenvolvidas a partir de suas culturas 
tradicionais reconhecidas nos currículos dos sistemas de ensino 
e propostas pedagógicas das instituições escolares. Significa 
também, em uma perspectiva intercultural, considerar seus pro-
jetos educativos, suas cosmologias, suas lógicas, seus valores e 
princípios pedagógicos próprios (em consonância com a Constitui-
ção Federal, com as Diretrizes Internacionais da OIT – Convenção 
169 e com documentos da ONU e Unesco sobre os direitos indíge-
nas) e suas referências específicas, tais como: construir currículos 
18
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
interculturais, diferenciados e bilíngues, seus sistemas próprios de 
ensino e aprendizagem, tanto dos conteúdos universais quanto 
dos conhecimentos indígenas, bem como o ensino da língua indí-
gena como primeira língua15.
É também da alçada dos entes federados responsáveis pela imple-
mentação da BNCC o reconhecimento da experiência curricular 
existente em seu âmbito de atuação. Nas duas últimas décadas, 
mais da metade dos Estados e muitos Municípios vêm elaborando 
currículos para seus respectivos sistemas de ensino, inclusive para 
atender às especificidades das diferentes modalidades. Muitas 
escolas públicas e particulares também acumularam experiências 
de desenvolvimento curricular e de criação de materiais de apoio ao 
currículo, assim como instituições de ensino superior construíram 
experiências de consultoria e de apoio técnico ao desenvolvimento 
curricular. Inventariar e avaliar toda essa experiência pode contribuir 
para aprender com acertos e erros e incorporar práticas que propi-
ciaram bons resultados.
15 ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT. Convenção nº 169. 
Genebra, 7 de junho de 1989. Disponível em: <http://www.ilo.org/brasilia/convencoes/
WCMS_236247/lang--pt/index.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 14, 
de 14 de setembro de 1999. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação 
Escolar Indígena. Diário Oficial da União, Brasília, 19 de outubro de 1999. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1999/pceb014_99.pdf>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Resolução nº 3, 
de 10 de novembro de 1999. Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das escolas 
indígenas e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 17 de novembro de 
1999. Seção 1, p. 19. Republicada em 14 de dezembro de 1999, Seção 1, p. 58, por ter saído 
com incorreção do original. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/
rceb03_99.pdf>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 13, de 
10 de maio de 2012. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena. 
Diário Oficial da União, Brasília, 15 de junho de 2012, Seção 1, p. 18. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=10806-pceb013-
12-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Resolução nº 5, de 
22 de junho de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena 
na Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de junho de 2012, Seção 1, p. 7. Disponível 
em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option= com_docman&view=download&alias=11074-
rceb005-12-pdf&category_slug=junho-2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 6, de 2 de abril de 2014. 
Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas. Diário Oficial 
da União, Brasília, de 31 de dezembro de 2014, Seção 1, p. 85. Disponível em: <http://portal.mec.
gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15619-pcp006-14&category_
slug=maio-2014-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Resolução nº 1, de 7 de janeiro de 
2015. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas 
em cursos de Educação Superior e de Ensino Médio e dá outras providências. Diário Oficial 
da União, Brasília, de 08 de janeiro de 2015, Seção 1, p. 11-12. Disponível em: <http://portal.
mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16870-res-cne-cp-001-
07012015&category_slug=janeiro-2015-pdf&Itemid=30192>. Acessos em: 7 de nov. 2017.
19
INTRODUÇÃO
Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às 
escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, 
incorporar aos currículos e às propostas pedagógicas a aborda-
gem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em 
escala local, regional e global, preferencialmente de forma trans-
versal e integradora. Entre esses temas, destacam-se: direitos da 
criança e do adolescente (Lei nº 8.069/199016), educação para o 
trânsito (Lei nº 9.503/199717), educação ambiental (Lei nº 9.795/1999, 
Parecer CNE/CP nº 14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/201218), edu-
cação alimentar e nutricional (Lei nº 11.947/200919), processo de 
envelhecimento, respeito e valorização do idoso (Lei nº 10.741/200320), 
educação em direitos humanos (Decreto nº 7.037/2009, Parecer 
CNE/CP nº 8/2012 e Resolução CNE/CP nº 1/201221), educação das 
relações étnico-raciais e ensino de história e cultura afro-brasileira, 
africana e indígena (Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, Parecer 
16 BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do 
Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de julho de 1990. Disponível 
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm>.Acesso em: 23 mar. 2017.
17 BRASIL. Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro. 
Diário Oficial da União, Brasília, 24 de setembro de 1997. Disponível em: <http://www.planalto. 
gov.br/ccivil_03/leis/L9503.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
18 BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a 
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 
28 de abril de 1999. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9795.htm>.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 14, 6 de junho de 2012. 
Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União, 
Brasília, 15 de junho de 2012, Seção 1, p. 18. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.
php?option=com_docman&view=download&alias=10955-pcp014-12&category_slug=maio-
2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, 18 de junho de 2012, Seção 1, p. 70. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
19 BRASIL. Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Dispõe sobre o atendimento da alimentação 
escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica; altera as Leis 
nº 10.880, de 9 de junho de 2004, 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, 11.507, de 20 de julho de 
2007; revoga dispositivos da Medida Provisória nº 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, e a Lei 
nº 8.913, de 12 de julho de 1994; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 17 de 
junho de 2009. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/ 
lei/l11947.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
20 BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o estatuto do idoso e dá 
outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 3 de outubro de 2003. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
21 BRASIL. Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. Aprova o Programa Nacional de 
Direitos Humanos – PNDH-3 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 22 de 
dezembro de 2009. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/cciviL_03/_Ato2007-2010/ 
2009/Decreto/D7037.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 8, 6 de março de 2012. 
Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Diário Oficial da 
União, Brasília, 30 de maio de 2012, Seção 1, p.33. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_docman&view=download&alias=10389-pcp008-12-pdf&category_
slug=marco-2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos 
Humanos. Diário Oficial da União, Brasília, 31 de maio de 2012, Seção 1, p. 48. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
20
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
CNE/CP nº 3/2004 e Resolução CNE/CP nº 1/200422), bem como saúde, 
vida familiar e social, educação para o consumo, educação financeira e 
fiscal, trabalho, ciência e tecnologia e diversidade cultural (Parecer 
CNE/CEB nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB nº 7/201023). Na BNCC, 
essas temáticas são contempladas em habilidades dos componentes 
curriculares, cabendo aos sistemas de ensino e escolas, de acordo 
com suas especificidades, tratá-las de forma contextualizada.
Base Nacional Comum Curricular e regime de colaboração
Legitimada pelo pacto interfederativo, nos termos da Lei nº 13.005/ 
2014, que promulgou o PNE, a BNCC depende do adequado funcio-
namento do regime	de	colaboração para alcançar seus objetivos. 
Sua formulação, sob coordenação do MEC, contou com a partici-
pação dos Estados do Distrito Federal e dos Municípios, depois de 
ampla consulta à comunidade educacional e à sociedade, conforme 
consta da apresentação do presente documento.
Com a homologação da BNCC, as redes de ensino e escolas particu-
lares terão diante de si a tarefa de construir currículos, com base nas 
aprendizagens essenciais estabelecidas na BNCC, passando, assim, 
do plano normativo propositivo para o plano da ação e da gestão 
curricular que envolve todo o conjunto de decisões e ações defini-
doras do currículo e de sua dinâmica.
22 BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo 
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e 
dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 10 de janeiro de 2003. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm>. 
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Inclui no currículo oficial da rede de ensino 
a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena”. Diário Oficial da 
União, Brasília, 11 de março de 2008. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_
ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 3, de 10 de março de 2004. 
Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e 
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União, Brasília, 19 
de maio de 2004. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cnecp_003.pdf>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das 
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário 
Oficial da União, Brasília, 22 de junho de 2004, Seção 1, p. 11. Disponível em: <http://portal.mec.
gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
23 BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 11, de 7 
de outubro de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) 
anos. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de dezembro de 2010, seção 1, p. 28. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6324-
pceb011-10&category_slug=agosto-2010-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. 
Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o 
Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 15 de dezembro de 
2010, Seção 1, p. 34. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb007_10.
pdf>. Acessos em: 23 mar. 2017.
21
INTRODUÇÃO
Embora a implementação seja prerrogativa dos sistemas e das 
redes de ensino, a dimensão e a complexidade da tarefa vão exigir 
que União, Estados, Distrito Federal e Municípios somem esforços. 
Nesse regime de colaboração, as responsabilidades dos entes fede-
rados serão diferentes e complementares, e a União continuará a 
exercer seu papel de coordenação do processo e de correção das 
desigualdades.
A primeira tarefa de responsabilidade direta da União será a revisão 
da formação inicial e continuada dos professores para alinhá-las à 
BNCC. A ação nacional será crucial nessa iniciativa, já que se trata 
da esfera que responde pela regulação do ensino superior, nível no 
qual se prepara grande parte desses profissionais. Diante das evi-
dências sobre a relevância dos professores e demais membros da 
equipe escolar para o sucesso dos alunos, essa é uma ação funda-
mental para a implementação eficaz da BNCC.
Compete ainda à União, como anteriormente anunciado,promover 
e coordenar ações e políticas em âmbito federal, estadual e munici-
pal, referentes à avaliação, à elaboração de materiais pedagógicos e 
aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno 
desenvolvimento da educação.
Por se constituir em uma política nacional, a implementação da 
BNCC requer, ainda, o monitoramento pelo MEC em colaboração 
com os organismos nacionais da área – CNE, Consed e Undime. Em 
um país com a dimensão e a desigualdade do Brasil, a permanência 
e a sustentabilidade de um projeto como a BNCC dependem da 
criação e do fortalecimento de instâncias técnico-pedagógicas nas 
redes de ensino, priorizando aqueles com menores recursos, tanto 
técnicos quanto financeiros. Essa função deverá ser exercida pelo 
MEC, em parceria com o Consed e a Undime, respeitada a autono-
mia dos entes federados.
A atuação do MEC, além do apoio técnico e financeiro, deve incluir 
também o fomento a inovações e a disseminação de casos de 
sucesso; o apoio a experiências curriculares inovadoras; a criação de 
oportunidades de acesso a conhecimentos e experiências de outros 
países; e, ainda, o fomento de estudos e pesquisas sobre currículos 
e temas afins.
23
ESTRUTURA
2. ESTRUTURA 
DA BNCC
Em conformidade com os fundamentos pedagógicos apresentados 
na Introdução deste documento, a BNCC está estruturada de modo 
a explicitar as competências que devem ser desenvolvidas ao longo 
de toda a Educação Básica e em cada etapa da escolaridade, como 
expressão dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos 
os estudantes.
Na próxima página, apresenta-se a estrutura geral da BNCC para as 
três etapas da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamen-
tal e Ensino Médio). 
Também se esclarece como as aprendizagens estão organizadas 
em cada uma dessas etapas e se explica a composição dos códigos 
alfanuméricos criados para identificar tais aprendizagens.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
24
ETAPAS
EDUCAÇÃO	
INFANTIL
Direitos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Campos de 
experiências
COMPETÊNCIAS	GERAIS	
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
Bebês 
(0-1a6m)
Crianças 
bem 
pequenas 
(1a7m- 
3a11m) 
Crianças 
pequenas 
(4a-5a11m)
Objetivos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Competências 
específicas de 
componente
ENSINO	
FUNDAMENTAL
Áreas do 
conhecimento
Componentes 
curriculares
Competências 
específicas 
de área
Anos 
Iniciais
Anos 
Finais
Unidades 
temáticas
Objetos de 
conhecimento Habilidades
EDUCAÇÃO	BÁSICA
Língua 
Portuguesa Matemática
Habilidades
ENSINO	
MÉDIO
Áreas do 
conhecimento
Competências 
específicas 
de área
25
ESTRUTURA
EDUCAÇÃO	
INFANTIL
Direitos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Campos de 
experiências
COMPETÊNCIAS	GERAIS	
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
Ao longo da Educação Básica – na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e 
no Ensino Médio –, os alunos devem desenvolver as dez competências	gerais	da	
Educação	Básica, que pretendem assegurar, como resultado do seu processo 
de aprendizagem e desenvolvimento, uma formação humana integral que vise à 
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Na primeira etapa da Educação Básica, 
e de acordo com os eixos estruturantes 
da Educação Infantil (interações e 
brincadeira), devem ser assegurados 
seis direitos	de	
aprendizagem	e	
desenvolvimento, 
para que as 
crianças tenham 
condições de 
aprender e se 
desenvolver. 
Considerando os direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento, 
a BNCC estabelece cinco campos		
de	experiências, nos quais as crianças 
podem aprender e se desenvolver.
Em cada campo de experiências, são 
definidos objetivos	de	aprendizagem	
e	desenvolvimento organizados em 
três grupos	por	faixa	etária. 
Conviver	
Brincar	
Participar	
Explorar	
Expressar	
Conhecer-se
• O eu, o outro e o nós 
• Corpo, gestos e movimentos 
• Traços, sons, cores e formas 
• Escuta, fala, pensamento e 
imaginação 
• Espaços, tempos, quantidades, 
relações e transformações
Bebês 
(0-1a6m)
Crianças bem 
pequenas
(1a7m-3a11m) 
Crianças 
pequenas
(4a–5a11m)
Objetivos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
EDUCAÇÃO	BÁSICA
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
26
Portanto, na Educação Infantil, o quadro de cada campo de experiên-
cias se organiza em três colunas – relativas aos grupos por faixa etária –, 
nas quais estão detalhados os objetivos de aprendizagem e desen-
volvimento. Em cada linha da coluna, os objetivos definidos para os 
diferentes grupos referem-se a um mesmo aspecto do campo de 
experiências, conforme ilustrado a seguir.
Como é possível observar no exemplo apresentado, cada objetivo 
de aprendizagem e desenvolvimento é identificado por um código 
alfanumérico cuja composição é explicada a seguir:
Segundo esse critério, o código EI02TS01 refere-se ao primeiro objetivo de apren-
dizagem e desenvolvimento proposto no campo de experiências “Traços, sons, cores 
e formas” para as crianças bem pequenas (de 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses). 
Cumpre destacar que a numeração sequencial dos códigos alfanuméricos não sugere 
ordem ou hierarquia entre os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento.
EI02TS01
O primeiro par de letras indica 
a etapa de Educação Infantil.
O último par de números 
indica a posição da habilidade 
na numeração sequencial do 
campo de experiências para 
cada grupo/faixa etária.
O primeiro par de números 
indica o grupo por faixa etária:
01 = Bebês (zero a 1 ano e 6 meses)
02 = Crianças bem pequenas 
(1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
03 = Crianças pequenas 
(4 anos a 5 anos e 11 meses)
O segundo par de letras indica o campo de experiências: 
EO = O eu, o outro e o nós
CG = Corpo, gestos e movimentos
TS = Traços, sons, cores e formas
EF = Escuta, fala, pensamento e imaginação
ET = Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações 
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano e 
7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01TS01)	
Explorar sons produzidos com o 
próprio corpo e com objetos do 
ambiente.
(EI02TS01)	
Criar sons com materiais, objetos 
e instrumentos musicais, para 
acompanhar diversos ritmos de 
música.
(EI03TS01)	
Utilizar sons produzidos por 
materiais, objetos e instrumentos 
musicais durante brincadeiras de 
faz de conta, encenações, criações 
musicais, festas.
27
ESTRUTURA
Na BNCC, o Ensino Fundamental 
está organizado em cinco 
áreas	do	conhecimento. 
Essas áreas, como bem aponta 
o Parecer CNE/CEB nº 11/201024, 
“favorecem a comunicação entre 
os conhecimentos e saberes 
dos diferentes componentes	
curriculares” (BRASIL, 2010). 
Elas se intersectam na formação 
dos alunos, embora se 
preservem as especificidades e 
os saberes próprios construídos 
e sistematizados nos diversos 
componentes.
Nos textos de apresentação, cada 
área do conhecimento explicita 
seu papel na formação integral dos 
alunos do Ensino Fundamental e 
destaca particularidades para o 
Ensino Fundamental – Anos Iniciais 
e o Ensino Fundamental – Anos 
Finais, considerando tanto as 
características do alunado quanto 
as especificidades e demandas 
pedagógicas dessas fases da 
escolarização. 
24 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Parecer nº 11, de 7 de julho de 2010. Diretrizes 
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de dezembro de 2010, 
Seção 1, p. 28. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6324-
pceb011-10&category_slug=agosto-2010-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017.
ENSINO	FUNDAMENTAL
Áreas do conhecimento
Linguagens
Matemática Matemática
Ciências da 
Natureza
Ciências 
Humanas
Componentes 
curriculares
Língua Portuguesa
Ciências
Ensino 
Religioso
Ensino 
Religioso
Geografia
Arte
Educação Física
Anos	Iniciais 
(1ºao 5º ano)
Anos	Finais 
(6º ao 9º ano)
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
História
Língua 
Inglesa
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
28
Cada área do conhecimento estabelece 
competências	específicas	de	área, cujo 
desenvolvimento deve ser promovido ao 
longo dos nove anos. Essas competências 
explicitam como as dez competências 
gerais se expressam nessas áreas. 
ENSINO	
FUNDAMENTAL
Competências 
específicas de 
componente
Áreas do conhecimento
Componentes 
curriculares
Competências 
específicas de área
Unidades	
temáticas
Objetos	de	
conhecimento Habilidades
Nas áreas que abrigam mais de um 
componente curricular (Linguagens e 
Ciências Humanas), também são definidas 
competências	específicas	do	componente 
(Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, 
Língua Inglesa, Geografia e História) a ser 
desenvolvidas pelos alunos ao longo dessa 
etapa de escolarização. 
 
As competências específicas possibilitam 
a articulação	horizontal entre as áreas, 
perpassando todos os componentes 
curriculares, e também a articulação		
vertical, ou seja, a progressão entre o 
Ensino	Fundamental	–	Anos	Iniciais e 
o Ensino	Fundamental	–	Anos	Finais e a 
continuidade das experiências dos alunos, 
considerando suas especificidades.
Para garantir o desenvolvimento das competências específicas, cada componente curricular 
apresenta um conjunto de habilidades. Essas habilidades estão relacionadas a diferentes 
objetos	de	conhecimento – aqui entendidos como conteúdos, conceitos e processos –, que, 
por sua vez, são organizados em unidades	temáticas. 
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
Anos 
Iniciais
Anos 
Finais
29
ESTRUTURA
Respeitando as muitas possibilidades de organização do conhe-
cimento escolar, as unidades temáticas definem um arranjo dos 
objetos de conhecimento ao longo do Ensino Fundamental ade-
quado às especificidades dos diferentes componentes curriculares. 
Cada unidade temática contempla uma gama maior ou menor de 
objetos de conhecimento, assim como cada objeto de conheci-
mento se relaciona a um número variável de habilidades, conforme 
ilustrado a seguir.
As habilidades expressam as aprendizagens essenciais que devem 
ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares. Para 
tanto, elas são descritas de acordo com uma determinada estrutura, 
conforme ilustrado no exemplo a seguir, de História (EF06HI14).
CIÊNCIAS – 1º ANO
UNIDADES 
TEMÁTICAS 
OBJETOS DE 
CONHECIMENTO 
HABILIDADES 
Vida	e	evolução Corpo humano
Respeito à 
diversidade
(EF01CI02) Localizar, nomear e representar 
graficamente (por meio de desenhos) partes 
do corpo humano e explicar suas funções.
(EF01CI03) Discutir as razões pelas quais os 
hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos 
antes de comer, escovar os dentes, limpar os 
olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários 
para a manutenção da saúde.
(EF01CI04) Comparar características físicas 
entre os colegas, reconhecendo a diversidade e 
a importância da valorização, do acolhimento e 
do respeito às diferenças.
Diferenciar escravidão, servidão e trabalho livre no mundo antigo.
Verbo(s) que 
explicita(m) 
o(s) processo(s) 
cognitivo(s) 
envolvido(s) 
na habilidade.
Complemento do(s) 
verbo(s), que 
explicita o(s) objeto(s) 
de conhecimento 
mobilizado(s) 
na habilidade.
Modificadores do(s) 
verbo(s) ou do 
complemento do(s) 
verbo(s), que explicitam 
o contexto e/ou uma 
maior especificação da 
aprendizagem esperada.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
30
Os modificadores devem ser entendidos como a explicitação da 
situação ou condição em que a habilidade deve ser desenvolvida, 
considerando a faixa etária dos alunos. Ainda assim, as habilidades 
não descrevem ações ou condutas esperadas do professor, nem 
induzem à opção por abordagens ou metodologias. Essas escolhas 
estão no âmbito dos currículos e dos projetos pedagógicos, que, como 
já mencionado, devem ser adequados à realidade de cada sistema ou 
rede de ensino e a cada instituição escolar, considerando o contexto 
e as características dos seus alunos.
Nos quadros que apresentam as unidades temáticas, os objetos de 
conhecimento e as habilidades definidas para cada ano (ou bloco de 
anos), cada habilidade é identificada por um código alfanumérico 
cuja composição é a seguinte:
EF67EF01
O primeiro par de letras indica 
a etapa de Ensino Fundamental.
O último par de números 
indica a posição da habilidade 
na numeração sequencial do 
ano ou do bloco de anos.
O primeiro par de números 
indica o ano (01 a 09) a que 
se refere a habilidade, ou, no caso 
de Língua Portuguesa, Arte e 
Educação Física, o bloco de anos, 
como segue:
 
Língua Portuguesa/Arte
15 = 1º ao 5º ano
69 = 6º ao 9º ano
 
Língua Portuguesa/Educação Física
12 = 1º e 2º anos
35 = 3º ao 5º ano
67 = 6º e 7º anos
89 = 8º e 9º anos
O segundo par de letras indica 
o componente curricular: 
AR = Arte
CI = Ciências
EF = Educação Física
ER = Ensino Religioso
GE = Geografia
HI = História
LI = Língua Inglesa
LP = Língua Portuguesa
MA = Matemática
Segundo esse critério, o código EF67EF01, por exemplo, refere-se à 
primeira habilidade proposta em Educação Física no bloco relativo 
ao 6º e 7º anos, enquanto o código EF04MA10 indica a décima 
habilidade do 4º ano de Matemática.
31
ESTRUTURA
Vale destacar que o uso de numeração sequencial para identificar 
as habilidades de cada ano ou bloco de anos não representa uma 
ordem ou hierarquia esperada das aprendizagens. A progressão 
das aprendizagens, que se explicita na comparação entre os quadros 
relativos a cada ano (ou bloco de anos), pode tanto estar relacionada 
aos processos cognitivos em jogo – sendo expressa por verbos que 
indicam processos cada vez mais ativos ou exigentes – quanto aos 
objetos de conhecimento – que podem apresentar crescente sofis-
ticação ou complexidade –, ou, ainda, aos modificadores – que, por 
exemplo, podem fazer referência a contextos mais familiares aos 
alunos e, aos poucos, expandir-se para contextos mais amplos.
Também é preciso enfatizar que os critérios	de	organização	das	
habilidades do Ensino Fundamental na BNCC (com a explicitação 
dos objetos de conhecimento aos quais se relacionam e do agrupa-
mento desses objetos em unidades temáticas) expressam um arranjo 
possível (dentre outros). Portanto, os agrupamentos propostos não 
devem ser tomados como modelo obrigatório para o desenho dos 
currículos. Essa forma de apresentação adotada na BNCC tem por 
objetivo assegurar a clareza, a precisão e a explicitação do que 
se espera que todos os alunos aprendam no Ensino Fundamental, 
fornecendo orientações para a elaboração de currículos em todo o 
País, adequados aos diferentes contextos.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
32
Na BNCC, o Ensino Médio está 
organizado em quatro	áreas	
do	conhecimento, conforme 
determina a LDB.
A organização por áreas, como 
bem aponta o Parecer CNE/CP 
nº 11/200925, “não exclui 
necessariamente as disciplinas, 
com suas especificidades e 
saberes próprios historicamente 
construídos, mas, sim, implica 
o fortalecimento	das	relações 
entre elas e a sua contextualização		
para	apreensão	e	intervenção		
na	realidade, requerendo trabalho 
conjugado e cooperativo dos 
seus professores no planejamento 
e na execução dos planos de 
ensino” (BRASIL, 2009; ênfases 
adicionadas).
Em função das determinações 
da Lei nº 13.415/2017, são 
detalhadas as habilidades de 
Língua Portuguesa e Matemática, 
considerando que esses 
componentes curriculares devem 
ser oferecidos nos três anos 
do Ensino Médio. Ainda assim, 
para garantir aos sistemas de 
ensino e às escolas a construção 
de currículos e propostas 
pedagógicas flexíveis e adequados 
à sua realidade, essas habilidades 
são apresentadas sem indicação 
de seriação.
ENSINO	MÉDIO
Áreas do conhecimento
Linguagens e 
suas Tecnologias
Matemática e 
suas Tecnologias
Matemática
Ciências da 
Natureza e 
suas Tecnologias
Ciências Humanase Sociais Aplicadas
Componentes 
curriculares
(1ª à 3ª série)
Língua 
Portuguesa
25 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Parecer nº 11, de 30 de junho de 2009. Proposta de 
experiência curricular inovadora do Ensino Médio. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de agosto de 2009, Seção 1, p. 11. 
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=1685-pcp011-09-
pdf&category_slug=documentos-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 27 fev. 2018.
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
265
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
4.2. A ÁREA DE 
MATEMÁTICA
O conhecimento matemático é necessário para todos os alunos da 
Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade con-
temporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos 
críticos, cientes de suas responsabilidades sociais. 
A Matemática não se restringe apenas à quantificação de fenôme-
nos determinísticos – contagem, medição de objetos, grandezas – e 
das técnicas de cálculo com os números e com as grandezas, pois 
também estuda a incerteza proveniente de fenômenos de caráter 
aleatório. A Matemática cria sistemas abstratos, que organizam e 
inter-relacionam fenômenos do espaço, do movimento, das formas 
e dos números, associados ou não a fenômenos do mundo físico. 
Esses sistemas contêm ideias e objetos que são fundamentais para a 
compreensão de fenômenos, a construção de representações signi-
ficativas e argumentações consistentes nos mais variados contextos.
Apesar de a Matemática ser, por excelência, uma ciência hipotético-
-dedutiva, porque suas demonstrações se apoiam sobre um sistema 
de axiomas e postulados, é de fundamental importância também 
considerar o papel heurístico das experimentações na aprendizagem 
da Matemática. 
No Ensino Fundamental, essa área, por meio da articulação de seus 
diversos campos – Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e 
Probabilidade –, precisa garantir que os alunos relacionem observa-
ções empíricas do mundo real a representações (tabelas, figuras e 
esquemas) e associem essas representações a uma atividade mate-
mática (conceitos e propriedades), fazendo induções e conjecturas. 
Assim, espera-se que eles desenvolvam a capacidade de identificar 
oportunidades de utilização da matemática para resolver proble-
mas, aplicando conceitos, procedimentos e resultados para obter 
soluções e interpretá-las segundo os contextos das situações. A 
dedução de algumas propriedades e a verificação de conjecturas, 
a partir de outras, podem ser estimuladas, sobretudo ao final do 
Ensino Fundamental.
266
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvi-
mento do letramento	matemático45, definido como as competências 
e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e argumentar 
matematicamente, de modo a favorecer o estabelecimento de con-
jecturas, a formulação e a resolução de problemas em uma variedade 
de contextos, utilizando conceitos, procedimentos, fatos e ferramen-
tas matemáticas. É também o letramento matemático que assegura 
aos alunos reconhecer que os conhecimentos matemáticos são 
fundamentais para a compreensão e a atuação no mundo e perce-
ber o caráter de jogo intelectual da matemática, como aspecto que 
favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico e crítico, estimula a 
investigação e pode ser prazeroso (fruição).
O desenvolvimento dessas habilidades está intrinsecamente relacio-
nado a algumas formas de organização da aprendizagem matemática, 
com base na análise de situações da vida cotidiana, de outras áreas do 
conhecimento e da própria Matemática. Os processos	matemáticos	
de resolução de problemas, de investigação, de desenvolvimento 
de projetos e da modelagem podem ser citados como formas 
privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao 
mesmo tempo, objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo 
de todo o Ensino Fundamental. Esses processos de aprendizagem 
são potencialmente ricos para o desenvolvimento de competências 
fundamentais para o letramento matemático (raciocínio, represen-
tação, comunicação e argumentação) e para o desenvolvimento do 
pensamento computacional. 
Considerando esses pressupostos, e em articulação com as com-
petências gerais da Educação Básica, a área de Matemática e, por 
consequência, o componente curricular de Matemática devem 
garantir aos alunos o desenvolvimento de competências	específicas.
45 Segundo a Matriz do Pisa 2012, o “letramento matemático é a capacidade individual 
de formular, empregar e interpretar a matemática em uma variedade de contextos. Isso 
inclui raciocinar matematicamente e utilizar conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas 
matemáticas para descrever, explicar e predizer fenômenos. Isso auxilia os indivíduos a 
reconhecer o papel que a matemática exerce no mundo e para que cidadãos construtivos, 
engajados e reflexivos possam fazer julgamentos bem fundamentados e tomar as decisões 
necessárias.”. Disponível em: <http://download.inep.gov.br/acoes_internacionais/pisa/
marcos_referenciais/2013/matriz_avaliacao_matematica.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.
267
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE MATEMÁTICA PARA O 
ENSINO FUNDAMENTAL
1. Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades 
e preocupações de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, e 
é uma ciência viva, que contribui para solucionar problemas científicos 
e tecnológicos e para alicerçar descobertas e construções, inclusive com 
impactos no mundo do trabalho. 
2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade 
de produzir argumentos convincentes, recorrendo aos conhecimentos 
matemáticos para compreender e atuar no mundo. 
3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes 
campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e 
Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, sentindo segurança 
quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos 
matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de 
soluções.
4. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos 
presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, 
representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e 
avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes. 
5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais 
disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de 
outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados. 
6. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se 
situações imaginadas, não diretamente relacionadas com o aspecto prá-
tico-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões, utilizando 
diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além 
de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever 
algoritmos, como fluxogramas, e dados).
7. Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, sobretudo, questões de 
urgência social, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e 
solidários, valorizando a diversidade de opiniões de indivíduos e de grupos 
sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. 
8. Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente 
no planejamento e desenvolvimento de pesquisas para responder a ques-
tionamentos e na busca de soluções para problemas, de modo a identificar 
aspectos consensuais ou não na discussão de uma determinada questão, 
respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles. 
268
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
4.2.1. MATEMÁTICA 
Com base nos recentes documentos curriculares brasileiros, a BNCC 
leva em conta que os diferentes campos que compõem a Matemá-
tica reúnem um conjunto de ideias	 fundamentaisque produzem 
articulações entre eles: equivalência, ordem, proporcionalidade, 
interdependência, representação, variação e aproximação. Essas 
ideias fundamentais são importantes para o desenvolvimento do pen-
samento matemático dos alunos e devem se converter, na escola, em 
objetos de conhecimento. A proporcionalidade, por exemplo, deve estar 
presente no estudo de: operações com os números naturais; represen-
tação fracionária dos números racionais; áreas; funções; probabilidade 
etc. Além disso, essa noção também se evidencia em muitas ações 
cotidianas e de outras áreas do conhecimento, como vendas e trocas 
mercantis, balanços químicos, representações gráficas etc.
Nessa direção, a BNCC propõe cinco unidades	temáticas, correlacio-
nadas, que orientam a formulação de habilidades a ser desenvolvidas 
ao longo do Ensino Fundamental. Cada uma delas pode receber 
ênfase diferente, a depender do ano de escolarização.
A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o 
pensamento numérico, que implica o conhecimento de maneiras de 
quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar argumen-
tos baseados em quantidades. No processo da construção da noção 
de número, os alunos precisam desenvolver, entre outras, as ideias 
de aproximação, proporcionalidade, equivalência e ordem, noções 
fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante 
propor, por meio de situações significativas, sucessivas ampliações 
dos campos numéricos. No estudo desses campos numéricos, devem 
ser enfatizados registros, usos, significados e operações. 
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa em relação a 
essa temática é que os alunos resolvam problemas com números 
naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, 
envolvendo diferentes significados das operações, argumentem e 
justifiquem os procedimentos utilizados para a resolução e avaliem a 
plausibilidade dos resultados encontrados. No tocante aos cálculos, 
espera-se que os alunos desenvolvam diferentes estratégias para a 
obtenção dos resultados, sobretudo por estimativa e cálculo mental, 
além de algoritmos e uso de calculadoras. 
Nessa fase espera-se também o desenvolvimento de habilidades 
no que se refere à leitura, escrita e ordenação de números natu-
rais e números racionais por meio da identificação e compreensão 
269
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
de características do sistema de numeração decimal, sobretudo o 
valor posicional dos algarismos. Na perspectiva de que os alunos 
aprofundem a noção de número, é importante colocá-los diante de 
tarefas, como as que envolvem medições, nas quais os números 
naturais não são suficientes para resolvê-las, indicando a necessi-
dade dos números racionais tanto na representação decimal quanto 
na fracionária.
Com referência ao Ensino Fundamental – Anos Finais, a expectativa 
é a de que os alunos resolvam problemas com números naturais, 
inteiros e racionais, envolvendo as operações fundamentais, com 
seus diferentes significados, e utilizando estratégias diversas, com 
compreensão dos processos neles envolvidos. Para que aprofundem 
a noção de número, é importante colocá-los diante de problemas, 
sobretudo os geométricos, nos quais os números racionais não são 
suficientes para resolvê-los, de modo que eles reconheçam a neces-
sidade de outros números: os irracionais. Os alunos devem dominar 
também o cálculo de porcentagem, porcentagem de porcentagem, 
juros, descontos e acréscimos, incluindo o uso de tecnologias digi-
tais. No tocante a esse tema, espera-se que saibam reconhecer, 
comparar e ordenar números reais, com apoio da relação desses 
números com pontos na reta numérica. Cabe ainda destacar que o 
desenvolvimento do pensamento numérico não se completa, evi-
dentemente, apenas com objetos de estudos descritos na unidade 
Números. Esse pensamento é ampliado e aprofundado quando se 
discutem situações que envolvem conteúdos das demais unidades 
temáticas: Álgebra, Geometria, Grandezas e medidas e Probabili-
dade e estatística.
Outro aspecto a ser considerado nessa unidade temática é o estudo 
de conceitos básicos de economia e finanças, visando à educa-
ção financeira dos alunos. Assim, podem ser discutidos assuntos 
como taxas de juros, inflação, aplicações financeiras (rentabilidade 
e liquidez de um investimento) e impostos. Essa unidade temática 
favorece um estudo interdisciplinar envolvendo as dimensões cul-
turais, sociais, políticas e psicológicas, além da econômica, sobre 
as questões do consumo, trabalho e dinheiro. É possível, por 
exemplo, desenvolver um projeto com a História, visando ao estudo 
do dinheiro e sua função na sociedade, da relação entre dinheiro 
e tempo, dos impostos em sociedades diversas, do consumo em 
diferentes momentos históricos, incluindo estratégias atuais de 
marketing. Essas questões, além de promover o desenvolvimento 
de competências pessoais e sociais dos alunos, podem se constituir 
em excelentes contextos para as aplicações dos conceitos da Mate-
mática Financeira e também proporcionar contextos para ampliar e 
aprofundar esses conceitos. 
270
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
A unidade temática Álgebra, por sua vez, tem como finalidade o 
desenvolvimento de um tipo especial de pensamento – pensamento 
algébrico – que é essencial para utilizar modelos matemáticos na 
compreensão, representação e análise de relações quantitativas 
de grandezas e, também, de situações e estruturas matemáticas, 
fazendo uso de letras e outros símbolos. Para esse desenvolvi-
mento, é necessário que os alunos identifiquem regularidades e 
padrões de sequências numéricas e não numéricas, estabeleçam 
leis matemáticas que expressem a relação de interdependên-
cia entre grandezas em diferentes contextos, bem como criar, 
interpretar e transitar entre as diversas representações gráficas 
e simbólicas, para resolver problemas por meio de equações e 
inequações, com compreensão dos procedimentos utilizados. As 
ideias matemáticas fundamentais vinculadas a essa unidade são: 
equivalência, variação, interdependência e proporcionalidade. Em 
síntese, essa unidade temática deve enfatizar o desenvolvimento 
de uma linguagem, o estabelecimento de generalizações, a análise 
da interdependência de grandezas e a resolução de problemas 
por meio de equações ou inequações. 
Nessa perspectiva, é imprescindível que algumas dimensões do 
trabalho com a álgebra estejam presentes nos processos de ensino 
e aprendizagem desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais, como 
as ideias de regularidade, generalização de padrões e propriedades 
da igualdade. No entanto, nessa fase, não se propõe o uso de letras 
para expressar regularidades, por mais simples que sejam. A relação 
dessa unidade temática com a de Números é bastante evidente no 
trabalho com sequências (recursivas e repetitivas), seja na ação de 
completar uma sequência com elementos ausentes, seja na constru-
ção de sequências segundo uma determinada regra de formação. 
A relação de equivalência pode ter seu início com atividades 
simples, envolvendo a igualdade, como reconhecer que se 2 + 3 = 
5 e 5 = 4 + 1, então 2 + 3 = 4 + 1. Atividades como essa contribuem 
para a compreensão de que o sinal de igualdade não é apenas a 
indicação de uma operação a ser feita. A noção intuitiva de função 
pode ser explorada por meio da resolução de problemas envol-
vendo a variação proporcional direta entre duas grandezas (sem 
utilizar a regra de três), como: “Se com duas medidas de suco con-
centrado eu obtenho três litros de refresco, quantas medidas desse 
suco concentrado eu preciso para ter doze litros de refresco?”
No Ensino Fundamental – Anos Finais, os estudos de Álgebra 
retomam, aprofundam e ampliam o que foi trabalhado no Ensino 
Fundamental – Anos Iniciais. Nessa fase, os alunos devem com-
preender os diferentes significados das variáveis numéricas em 
271
MATEMÁTICA
ENSINOFUNDAMENTAL
uma expressão, estabelecer uma generalização de uma proprie-
dade, investigar a regularidade de uma sequência numérica, 
indicar um valor desconhecido em uma sentença algébrica e esta-
belecer a variação entre duas grandezas. É necessário, portanto, 
que os alunos estabeleçam conexões entre variável e função e 
entre incógnita e equação. As técnicas de resolução de equações 
e inequações, inclusive no plano cartesiano, devem ser desenvol-
vidas como uma maneira de representar e resolver determinados 
tipos de problema, e não como objetos de estudo em si mesmos.
Outro aspecto a ser considerado é que a aprendizagem de Álgebra, 
como também aquelas relacionadas a Números, Geometria e Pro-
babilidade e estatística, podem contribuir para o desenvolvimento 
do pensamento computacional dos alunos, tendo em vista que eles 
precisam ser capazes de traduzir uma situação dada em outras 
linguagens, como transformar situações-problema, apresentadas 
em língua materna, em fórmulas, tabelas e gráficos e vice-versa.
Associado ao pensamento computacional, cumpre salientar a 
importância dos algoritmos e de seus fluxogramas, que podem 
ser objetos de estudo nas aulas de Matemática. Um algoritmo é 
uma sequência finita de procedimentos que permite resolver um 
determinado problema. Assim, o algoritmo é a decomposição de 
um procedimento complexo em suas partes mais simples, relacio-
nando-as e ordenando-as, e pode ser representado graficamente 
por um fluxograma. A linguagem algorítmica tem pontos em 
comum com a linguagem algébrica, sobretudo em relação ao con-
ceito de variável. Outra habilidade relativa à álgebra que mantém 
estreita relação com o pensamento computacional é a identifica-
ção de padrões para se estabelecer generalizações, propriedades 
e algoritmos. 
A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de con-
ceitos e procedimentos necessários para resolver problemas do 
mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa 
unidade temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, 
formas e relações entre elementos de figuras planas e espa-
ciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos. 
Esse pensamento é necessário para investigar propriedades, 
fazer conjecturas e produzir argumentos geométricos convin-
centes. É importante, também, considerar o aspecto funcional 
que deve estar presente no estudo da Geometria: as transforma-
ções geométricas, sobretudo as simetrias. As ideias matemáticas 
fundamentais associadas a essa temática são, principalmente, 
construção, representação e interdependência.
272
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, espera-se que os alunos 
identifiquem e estabeleçam pontos de referência para a localiza-
ção e o deslocamento de objetos, construam representações de 
espaços conhecidos e estimem distâncias, usando, como suporte, 
mapas (em papel, tablets ou smartphones), croquis e outras 
representações. Em relação às formas, espera-se que os alunos 
indiquem características das formas geométricas tridimensionais 
e bidimensionais, associem figuras espaciais a suas planificações 
e vice-versa. Espera-se, também, que nomeiem e comparem polí-
gonos, por meio de propriedades relativas aos lados, vértices e 
ângulos. O estudo das simetrias deve ser iniciado por meio da 
manipulação de representações de figuras geométricas planas em 
quadriculados ou no plano cartesiano, e com recurso de softwares 
de geometria dinâmica. 
No Ensino Fundamental – Anos Finais, o ensino de Geometria 
precisa ser visto como consolidação e ampliação das aprendiza-
gens realizadas. Nessa etapa, devem ser enfatizadas também as 
tarefas que analisam e produzem transformações e ampliações/
reduções de figuras geométricas planas, identificando seus ele-
mentos variantes e invariantes, de modo a desenvolver os conceitos 
de congruência e semelhança. Esses conceitos devem ter desta-
que nessa fase do Ensino Fundamental, de modo que os alunos 
sejam capazes de reconhecer as condições necessárias e sufi-
cientes para obter triângulos congruentes ou semelhantes e que 
saibam aplicar esse conhecimento para realizar demonstrações 
simples, contribuindo para a formação de um tipo de raciocínio 
importante para a Matemática, o raciocínio hipotético-dedutivo. 
Outro ponto a ser destacado é a aproximação da Álgebra com 
a Geometria, desde o início do estudo do plano cartesiano, por 
meio da geometria analítica. As atividades envolvendo a ideia de 
coordenadas, já iniciadas no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, 
podem ser ampliadas para o contexto das representações no 
plano cartesiano, como a representação de sistemas de equações 
do 1º grau, articulando, para isso, conhecimentos decorrentes da 
ampliação dos conjuntos numéricos e de suas representações na 
reta numérica.
Assim, a Geometria não pode ficar reduzida a mera aplicação de 
fórmulas de cálculo de área e de volume nem a aplicações numé-
ricas imediatas de teoremas sobre relações de proporcionalidade 
em situações relativas a feixes de retas paralelas cortadas por retas 
secantes ou do teorema de Pitágoras. A equivalência de áreas, por 
exemplo, já praticada há milhares de anos pelos mesopotâmios e 
gregos antigos sem utilizar fórmulas, permite transformar qual-
quer região poligonal plana em um quadrado com mesma área (é o 
273
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
que os gregos chamavam “fazer a quadratura de uma figura”). Isso 
permite, inclusive, resolver geometricamente problemas que podem 
ser traduzidos por uma equação do 2º grau.
As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são fun-
damentais para a compreensão da realidade. Assim, a unidade 
temática Grandezas e medidas, ao propor o estudo das medidas 
e das relações entre elas – ou seja, das relações métricas –, favo-
rece a integração da Matemática a outras áreas de conhecimento, 
como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar, 
energia elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, den-
sidade demográfica, escalas de mapas e guias etc.). Essa unidade 
temática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção 
de número, a aplicação de noções geométricas e a construção do 
pensamento algébrico. 
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa é que os 
alunos reconheçam que medir é comparar uma grandeza com uma 
unidade e expressar o resultado da comparação por meio de um 
número. Além disso, devem resolver problemas oriundos de situa-
ções cotidianas que envolvem grandezas como comprimento, massa, 
tempo, temperatura, área (de triângulos e retângulos) e capacidade 
e volume (de sólidos formados por blocos retangulares), sem uso 
de fórmulas, recorrendo, quando necessário, a transformações entre 
unidades de medida padronizadas mais usuais. Espera-se, também, 
que resolvam problemas sobre situações de compra e venda e 
desenvolvam, por exemplo, atitudes éticas e responsáveis em 
relação ao consumo. Sugere-se que esse processo seja iniciado uti-
lizando, preferencialmente, unidades não convencionais para fazer 
as comparações e medições, o que dá sentido à ação de medir, evi-
tando a ênfase em procedimentos de transformação de unidades 
convencionais. No entanto, é preciso considerar o contexto em que 
a escola se encontra: em escolas de regiões agrícolas, por exemplo, 
as medidas agrárias podem merecer maior atenção em sala de aula.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, a expectativa é a de que os 
alunos reconheçam comprimento, área, volume e abertura de ângulo 
como grandezas associadas a figuras geométricas e que consigam 
resolver problemas envolvendo essas grandezas com o uso de uni-
dades de medida padronizadas mais usuais. Além disso, espera-se 
que estabeleçam e utilizem relações entre essas grandezas e entre 
elas e grandezas não geométricas, para estudar grandezas deriva-
das como densidade, velocidade, energia, potência, entre outras. 
Nessa fase da escolaridade,os alunos devem determinar expres-
sões de cálculo de áreas de quadriláteros, triângulos e círculos, e as 
de volumes de prismas e de cilindros. Outro ponto a ser destacado 
274
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
refere-se à introdução de medidas de capacidade de armazenamento 
de computadores como grandeza associada a demandas da socie-
dade moderna. Nesse caso, é importante destacar o fato de que os 
prefixos utilizados para byte (quilo, mega, giga) não estão associados 
ao sistema de numeração decimal, de base 10, pois um quilobyte, por 
exemplo, corresponde a 1024 bytes, e não a 1000 bytes.
A incerteza e o tratamento de dados são estudados na unidade 
temática Probabilidade e estatística. Ela propõe a abordagem de 
conceitos, fatos e procedimentos presentes em muitas situações-
-problema da vida cotidiana, das ciências e da tecnologia. Assim, 
todos os cidadãos precisam desenvolver habilidades para coletar, 
organizar, representar, interpretar e analisar dados em uma variedade 
de contextos, de maneira a fazer julgamentos bem fundamentados e 
tomar as decisões adequadas. Isso inclui raciocinar e utilizar concei-
tos, representações e índices estatísticos para descrever, explicar e 
predizer fenômenos. 
Merece destaque o uso de tecnologias – como calculadoras, para 
avaliar e comparar resultados, e planilhas eletrônicas, que ajudam 
na construção de gráficos e nos cálculos das medidas de tendência 
central. A consulta a páginas de institutos de pesquisa – como a do 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – pode oferecer 
contextos potencialmente ricos não apenas para aprender concei-
tos e procedimentos estatísticos, mas também para utilizá-los com o 
intuito de compreender a realidade.
No que concerne ao estudo de noções de probabilidade, a finalidade, 
no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, é promover a compreensão 
de que nem todos os fenômenos são determinísticos. Para isso, o 
início da proposta de trabalho com probabilidade está centrado no 
desenvolvimento da noção de aleatoriedade, de modo que os alunos 
compreendam que há eventos certos, eventos impossíveis e eventos 
prováveis. É muito comum que pessoas julguem impossíveis eventos 
que nunca viram acontecer. Nessa fase, é importante que os alunos 
verbalizem, em eventos que envolvem o acaso, os resultados que 
poderiam ter acontecido em oposição ao que realmente aconteceu, 
iniciando a construção do espaço amostral. No Ensino Fundamental – 
Anos Finais, o estudo deve ser ampliado e aprofundado, por meio de 
atividades nas quais os alunos façam experimentos aleatórios e simu-
lações para confrontar os resultados obtidos com a probabilidade 
teórica – probabilidade frequentista. A progressão dos conhecimen-
tos se faz pelo aprimoramento da capacidade de enumeração dos 
elementos do espaço amostral, que está associada, também, aos pro-
blemas de contagem. 
275
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
Com relação à estatística, os primeiros passos envolvem o trabalho 
com a coleta e a organização de dados de uma pesquisa de inte-
resse dos alunos. O planejamento de como fazer a pesquisa ajuda a 
compreender o papel da estatística no cotidiano dos alunos. Assim, a 
leitura, a interpretação e a construção de tabelas e gráficos têm papel 
fundamental, bem como a forma de produção de texto escrito para 
a comunicação de dados, pois é preciso compreender que o texto 
deve sintetizar ou justificar as conclusões. No Ensino Fundamental – 
Anos Finais, a expectativa é que os alunos saibam planejar e construir 
relatórios de pesquisas estatísticas descritivas, incluindo medidas de 
tendência central e construção de tabelas e diversos tipos de gráfico. 
Esse planejamento inclui a definição de questões relevantes e da 
população a ser pesquisada, a decisão sobre a necessidade ou não 
de usar amostra e, quando for o caso, a seleção de seus elementos 
por meio de uma adequada técnica de amostragem. 
Cumpre destacar que os critérios de organização das habilidades na 
BNCC (com a explicitação dos objetos de conhecimento aos quais 
se relacionam e do agrupamento desses objetos em unidades temá-
ticas) expressam um arranjo possível (dentre outros). Portanto, os 
agrupamentos propostos não devem ser tomados como modelo 
obrigatório para o desenho dos currículos. Essa divisão em unidades 
temáticas serve tão somente para facilitar a compreensão dos conjun-
tos de habilidades e de como eles se inter-relacionam. Na elaboração 
dos currículos e das propostas pedagógicas, devem ser enfatizadas 
as articulações das habilidades com as de outras áreas do conheci-
mento, entre as unidades temáticas e no interior de cada uma delas. 
Na definição das habilidades, a progressão ano a ano se baseia na 
compreensão e utilização de novas ferramentas e também na com-
plexidade das situações-problema propostas, cuja resolução exige a 
execução de mais etapas ou noções de unidades temáticas distin-
tas. Os problemas de contagem, por exemplo, devem, inicialmente, 
estar restritos àqueles cujas soluções podem ser obtidas pela descri-
ção de todos os casos possíveis, mediante a utilização de esquemas 
ou diagramas, e, posteriormente, àqueles cuja resolução depende 
da aplicação dos princípios multiplicativo e aditivo e do princípio da 
casa dos pombos. Outro exemplo é o da resolução de problemas 
envolvendo as operações fundamentais, utilizando ou não a lingua-
gem algébrica. 
276
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
4.2.1.1. 
MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS: 
UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO 
E HABILIDADES
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, deve-se retomar as vivências 
cotidianas das crianças com números, formas e espaço, e também as 
experiências desenvolvidas na Educação Infantil, para iniciar uma sis-
tematização dessas noções. Nessa fase, as habilidades matemáticas 
que os alunos devem desenvolver não podem ficar restritas à apren-
dizagem dos algoritmos das chamadas “quatro operações”, apesar 
de sua importância. No que diz respeito ao cálculo, é necessário 
acrescentar, à realização dos algoritmos das operações, a habilidade 
de efetuar cálculos mentalmente, fazer estimativas, usar calculadora 
e, ainda, para decidir quando é apropriado usar um ou outro procedi-
mento de cálculo. 
Portanto, a BNCC orienta-se pelo pressuposto de que a aprendizagem 
em Matemática está intrinsecamente relacionada à compreensão, 
ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem 
deixar de lado suas aplicações. Os significados desses objetos resul-
tam das conexões que os alunos estabelecem entre eles e os demais 
componentes, entre eles e seu cotidiano e entre os diferentes temas 
matemáticos. Desse modo, recursos didáticos como malhas quadricu-
ladas, ábacos, jogos, livros, vídeos, calculadoras, planilhas eletrônicas 
e softwares de geometria dinâmica têm um papel essencial para a 
compreensão e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses 
materiais precisam estar integrados a situações que levem à reflexão 
e à sistematização, para que se inicie um processo de formalização.
Em todas as unidades temáticas, a delimitação dos objetos de conhe-
cimento e das habilidades considera que as noções matemáticas são 
retomadas, ampliadas e aprofundadas ano a ano. No entanto, é fun-
damental considerar que a leitura dessas habilidades não seja feita 
de maneira fragmentada. A compreensão do papel que determinada 
habilidade representa no conjunto das aprendizagens demanda a 
compreensão de como ela se conecta com habilidades dos anos ante-
riores, o que leva à identificação das aprendizagens já consolidadas, 
e em que medida o trabalho para o desenvolvimento da habilidade 
em questão serve de base para as aprendizagens posteriores. Nesse 
sentido, é fundamental considerar, por exemplo, que a contagem até 
100, proposta no 1º ano, não deve ser interpretada como restrição a 
ampliações possíveis em cada escola e em cadaturma. Afinal, não 
se pode frear a curiosidade e o entusiasmo pela aprendizagem, tão 
comum nessa etapa da escolaridade, e muito menos os conhecimen-
tos prévios dos alunos.
277
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
Na Matemática escolar, o processo de aprender uma noção em um 
contexto, abstrair e depois aplicá-la em outro contexto envolve capa-
cidades essenciais, como formular, empregar, interpretar e avaliar 
– criar, enfim –, e não somente a resolução de enunciados típicos 
que são, muitas vezes, meros exercícios e apenas simulam alguma 
aprendizagem. Assim, algumas das habilidades formuladas começam 
por: “resolver e elaborar problemas envolvendo...”. Nessa enunciação 
está implícito que se pretende não apenas a resolução do problema, 
mas também que os alunos reflitam e questionem o que ocorreria se 
algum dado do problema fosse alterado ou se alguma condição fosse 
acrescida ou retirada. Nessa perspectiva, pretende-se que os alunos 
também formulem problemas em outros contextos. 
278
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 1º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Contagem de rotina
Contagem ascendente e descendente 
Reconhecimento de números no contexto diário: 
indicação de quantidades, indicação de ordem 
ou indicação de código para a organização de 
informações
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em 
diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam 
contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
Quantificação de elementos de uma coleção: 
estimativas, contagem um a um, pareamento ou 
outros agrupamentos e comparação
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o 
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 
elementos), por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem 
mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.
Leitura, escrita e comparação de números 
naturais (até 100)
Reta numérica
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar 
o resultado por registros verbais e simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, 
brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e 
sem suporte da reta numérica.
Construção de fatos básicos da adição (EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para 
resolver problemas.
Composição e decomposição de números 
naturais
(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, 
com o suporte de material manipulável, contribuindo para a compreensão de características do 
sistema de numeração decimal e o desenvolvimento de estratégias de cálculo.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da adição e da subtração (juntar, acrescentar, 
separar, retirar)
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de 
até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte 
de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.
Álgebra Padrões figurais e numéricos: investigação de 
regularidades ou padrões em sequências 
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio 
de atributos, tais como cor, forma e medida. 
Sequências recursivas: observação de regras 
usadas utilizadas em seriações numéricas (mais 
1, mais 2, menos 1, menos 2, por exemplo)
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), 
os elementos ausentes em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
Geometria Localização de objetos e de pessoas no espaço, 
utilizando diversos pontos de referência e 
vocabulário apropriado
(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço em relação à sua 
própria posição, utilizando termos como à direita, à esquerda, em frente, atrás. 
(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço segundo um dado 
ponto de referência, compreendendo que, para a utilização de termos que se referem à 
posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário explicitar-se o referencial.
Figuras geométricas espaciais: reconhecimento e 
relações com objetos familiares do mundo físico
(EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e blocos 
retangulares) a objetos familiares do mundo físico. 
Figuras geométricas planas: reconhecimento 
do formato das faces de figuras geométricas 
espaciais
(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) 
em desenhos apresentados em diferentes disposições ou em contornos de faces de sólidos 
geométricos.
279
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 1º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Contagem de rotina
Contagem ascendente e descendente 
Reconhecimento de números no contexto diário: 
indicação de quantidades, indicação de ordem 
ou indicação de código para a organização de 
informações
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em 
diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam 
contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
Quantificação de elementos de uma coleção: 
estimativas, contagem um a um, pareamento ou 
outros agrupamentos e comparação
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o 
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 
elementos), por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem 
mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.
Leitura, escrita e comparação de números 
naturais (até 100)
Reta numérica
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar 
o resultado por registros verbais e simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, 
brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e 
sem suporte da reta numérica.
Construção de fatos básicos da adição (EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para 
resolver problemas.
Composição e decomposição de números 
naturais
(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, 
com o suporte de material manipulável, contribuindo para a compreensão de características do 
sistema de numeração decimal e o desenvolvimento de estratégias de cálculo.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da adição e da subtração (juntar, acrescentar, 
separar, retirar)
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de 
até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte 
de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.
Álgebra Padrões figurais e numéricos: investigação de 
regularidades ou padrões em sequências 
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio 
de atributos, tais como cor, forma e medida. 
Sequências recursivas: observação de regras 
usadas utilizadas em seriações numéricas (mais 
1, mais 2, menos 1, menos 2, por exemplo)
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), 
os elementos ausentes em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
Geometria Localização de objetos e de pessoas no espaço, 
utilizando diversos pontos de referência e 
vocabulário apropriado
(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de objetosno espaço em relação à sua 
própria posição, utilizando termos como à direita, à esquerda, em frente, atrás. 
(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço segundo um dado 
ponto de referência, compreendendo que, para a utilização de termos que se referem à 
posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário explicitar-se o referencial.
Figuras geométricas espaciais: reconhecimento e 
relações com objetos familiares do mundo físico
(EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e blocos 
retangulares) a objetos familiares do mundo físico. 
Figuras geométricas planas: reconhecimento 
do formato das faces de figuras geométricas 
espaciais
(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) 
em desenhos apresentados em diferentes disposições ou em contornos de faces de sólidos 
geométricos.
280
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, massa e capacidade: 
comparações e unidades de medida não 
convencionais
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando termos como mais 
alto, mais baixo, mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado, 
mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.
Medidas de tempo: unidades de medida de 
tempo, suas relações e o uso do calendário
(EF01MA16) Relatar em linguagem verbal ou não verbal sequência de acontecimentos relativos 
a um dia, utilizando, quando possível, os horários dos eventos.
(EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, 
utilizando calendário, quando necessário.
(EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia 
da semana de uma data, consultando calendários.
Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de 
cédulas e moedas
(EF01MA19) Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas do sistema monetário 
brasileiro para resolver situações simples do cotidiano do estudante.
Probabilidade	e	estatística	 Noção de acaso (EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais como “acontecerá com certeza”, 
“talvez aconteça” e “é impossível acontecer”, em situações do cotidiano.
Leitura de tabelas e de gráficos de colunas 
simples
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.
Coleta e organização de informações
Registros pessoais para comunicação de 
informações coletadas
(EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis categóricas de seu interesse e 
universo de até 30 elementos, e organizar dados por meio de representações pessoais.
MATEMÁTICA – 1º ANO (Continuação)
281
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, massa e capacidade: 
comparações e unidades de medida não 
convencionais
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando termos como mais 
alto, mais baixo, mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado, 
mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.
Medidas de tempo: unidades de medida de 
tempo, suas relações e o uso do calendário
(EF01MA16) Relatar em linguagem verbal ou não verbal sequência de acontecimentos relativos 
a um dia, utilizando, quando possível, os horários dos eventos.
(EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, 
utilizando calendário, quando necessário.
(EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia 
da semana de uma data, consultando calendários.
Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de 
cédulas e moedas
(EF01MA19) Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas do sistema monetário 
brasileiro para resolver situações simples do cotidiano do estudante.
Probabilidade	e	estatística	 Noção de acaso (EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais como “acontecerá com certeza”, 
“talvez aconteça” e “é impossível acontecer”, em situações do cotidiano.
Leitura de tabelas e de gráficos de colunas 
simples
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.
Coleta e organização de informações
Registros pessoais para comunicação de 
informações coletadas
(EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis categóricas de seu interesse e 
universo de até 30 elementos, e organizar dados por meio de representações pessoais.
282
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 2º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Leitura, escrita, comparação e ordenação de 
números de até três ordens pela compreensão 
de características do sistema de numeração 
decimal (valor posicional e papel do zero)
(EF02MA01) Comparar e ordenar números naturais (até a ordem de centenas) pela 
compreensão de características do sistema de numeração decimal (valor posicional e função 
do zero).
(EF02MA02) Fazer estimativas por meio de estratégias diversas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o resultado da contagem desses objetos (até 1000 unidades).
(EF02MA03) Comparar quantidades de objetos de dois conjuntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois a dois, entre outros), para indicar “tem mais”, “tem menos” ou 
“tem a mesma quantidade”, indicando, quando for o caso, quantos a mais e quantos a menos.
Composição e decomposição de números 
naturais (até 1000)
(EF02MA04) Compor e decompor números naturais de até três ordens, com suporte de 
material manipulável, por meio de diferentes adições.
Construção de fatos fundamentais da adição e 
da subtração
(EF02MA05) Construir fatos básicos da adição e subtração e utilizá-los no cálculo mental ou 
escrito.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da adição e da subtração (juntar, acrescentar, 
separar, retirar)
(EF02MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, utilizando 
estratégias pessoais.
Problemas envolvendo adição de parcelas iguais 
(multiplicação)
(EF02MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4 e 5) com a ideia de 
adição de parcelas iguais por meio de estratégias e formas de registro pessoais, utilizando ou 
não suporte de imagens e/ou material manipulável.
Problemas envolvendo significados de dobro, 
metade, triplo e terça parte
(EF02MA08) Resolver e elaborar problemas envolvendo dobro, metade, triplo e terça parte, 
com o suporte de imagens ou material manipulável, utilizando estratégias pessoais.
Álgebra Construção de sequências repetitivas e de 
sequências recursivas
(EF02MA09) Construir sequências de números naturais em ordem crescente ou decrescente a 
partir de um número qualquer, utilizando uma regularidade estabelecida.
Identificação de regularidade de sequências 
e determinação de elementos ausentes na 
sequência
(EF02MA10) Descrever um padrão (ou regularidade) de sequências repetitivas e de sequências 
recursivas, por meio de palavras, símbolos ou desenhos.
(EF02MA11) Descrever os elementos ausentes em sequências repetitivas e em sequências 
recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
Geometria Localização e movimentação de pessoas e 
objetos no espaço, segundo pontos de referência, 
e indicação de mudanças de direção e sentido
(EF02MA12) Identificar e registrar, em linguagem verbal ou não verbal, a localização e os 
deslocamentos de pessoas e de objetos no espaço, considerando mais de um ponto de 
referência, e indicar as mudanças de direção e de sentido.
Esboço de roteiros e de plantas simples (EF02MA13) Esboçar roteiros a ser seguidos ou plantas de ambientes familiares, assinalando 
entradas, saídas e alguns pontos de referência.
Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindroe esfera): 
reconhecimento e características
(EF02MA14) Reconhecer, nomear e comparar figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera), relacionando-as com objetos do mundo físico.
Figuras geométricas planas (círculo, quadrado, 
retângulo e triângulo): reconhecimento e 
características
(EF02MA15) Reconhecer, comparar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo 
e triângulo), por meio de características comuns, em desenhos apresentados em diferentes 
disposições ou em sólidos geométricos.
283
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 2º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Leitura, escrita, comparação e ordenação de 
números de até três ordens pela compreensão 
de características do sistema de numeração 
decimal (valor posicional e papel do zero)
(EF02MA01) Comparar e ordenar números naturais (até a ordem de centenas) pela 
compreensão de características do sistema de numeração decimal (valor posicional e função 
do zero).
(EF02MA02) Fazer estimativas por meio de estratégias diversas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o resultado da contagem desses objetos (até 1000 unidades).
(EF02MA03) Comparar quantidades de objetos de dois conjuntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois a dois, entre outros), para indicar “tem mais”, “tem menos” ou 
“tem a mesma quantidade”, indicando, quando for o caso, quantos a mais e quantos a menos.
Composição e decomposição de números 
naturais (até 1000)
(EF02MA04) Compor e decompor números naturais de até três ordens, com suporte de 
material manipulável, por meio de diferentes adições.
Construção de fatos fundamentais da adição e 
da subtração
(EF02MA05) Construir fatos básicos da adição e subtração e utilizá-los no cálculo mental ou 
escrito.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da adição e da subtração (juntar, acrescentar, 
separar, retirar)
(EF02MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, utilizando 
estratégias pessoais.
Problemas envolvendo adição de parcelas iguais 
(multiplicação)
(EF02MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4 e 5) com a ideia de 
adição de parcelas iguais por meio de estratégias e formas de registro pessoais, utilizando ou 
não suporte de imagens e/ou material manipulável.
Problemas envolvendo significados de dobro, 
metade, triplo e terça parte
(EF02MA08) Resolver e elaborar problemas envolvendo dobro, metade, triplo e terça parte, 
com o suporte de imagens ou material manipulável, utilizando estratégias pessoais.
Álgebra Construção de sequências repetitivas e de 
sequências recursivas
(EF02MA09) Construir sequências de números naturais em ordem crescente ou decrescente a 
partir de um número qualquer, utilizando uma regularidade estabelecida.
Identificação de regularidade de sequências 
e determinação de elementos ausentes na 
sequência
(EF02MA10) Descrever um padrão (ou regularidade) de sequências repetitivas e de sequências 
recursivas, por meio de palavras, símbolos ou desenhos.
(EF02MA11) Descrever os elementos ausentes em sequências repetitivas e em sequências 
recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
Geometria Localização e movimentação de pessoas e 
objetos no espaço, segundo pontos de referência, 
e indicação de mudanças de direção e sentido
(EF02MA12) Identificar e registrar, em linguagem verbal ou não verbal, a localização e os 
deslocamentos de pessoas e de objetos no espaço, considerando mais de um ponto de 
referência, e indicar as mudanças de direção e de sentido.
Esboço de roteiros e de plantas simples (EF02MA13) Esboçar roteiros a ser seguidos ou plantas de ambientes familiares, assinalando 
entradas, saídas e alguns pontos de referência.
Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): 
reconhecimento e características
(EF02MA14) Reconhecer, nomear e comparar figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera), relacionando-as com objetos do mundo físico.
Figuras geométricas planas (círculo, quadrado, 
retângulo e triângulo): reconhecimento e 
características
(EF02MA15) Reconhecer, comparar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo 
e triângulo), por meio de características comuns, em desenhos apresentados em diferentes 
disposições ou em sólidos geométricos.
284
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 2º ANO (Continuação)
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Grandezas	e	medidas Medida de comprimento: unidades não 
padronizadas e padronizadas (metro, centímetro 
e milímetro)
(EF02MA16) Estimar, medir e comparar comprimentos de lados de salas (incluindo contorno) 
e de polígonos, utilizando unidades de medida não padronizadas e padronizadas (metro, 
centímetro e milímetro) e instrumentos adequados.
Medida de capacidade e de massa: unidades de 
medida não convencionais e convencionais (litro, 
mililitro, cm3, grama e quilograma)
(EF02MA17) Estimar, medir e comparar capacidade e massa, utilizando estratégias pessoais e 
unidades de medida não padronizadas ou padronizadas (litro, mililitro, grama e quilograma).
Medidas de tempo: intervalo de tempo, uso do 
calendário, leitura de horas em relógios digitais e 
ordenação de datas 
(EF02MA18) Indicar a duração de intervalos de tempo entre duas datas, como dias da semana 
e meses do ano, utilizando calendário, para planejamentos e organização de agenda.
(EF02MA19) Medir a duração de um intervalo de tempo por meio de relógio digital e registrar 
o horário do início e do fim do intervalo. 
Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de 
cédulas e moedas e equivalência de valores
(EF02MA20) Estabelecer a equivalência de valores entre moedas e cédulas do sistema 
monetário brasileiro para resolver situações cotidianas.
Probabilidade	e	estatística	 Análise da ideia de aleatório em situações do 
cotidiano
(EF02MA21) Classificar resultados de eventos cotidianos aleatórios como “pouco prováveis”, 
“muito prováveis”, “improváveis” e “impossíveis”.
Coleta, classificação e representação de dados 
em tabelas simples e de dupla entrada e em 
gráficos de colunas
(EF02MA22) Comparar informações de pesquisas apresentadas por meio de tabelas de dupla 
entrada e em gráficos de colunas simples ou barras, para melhor compreender aspectos da 
realidade próxima.
(EF02MA23) Realizar pesquisa em universo de até 30 elementos, escolhendo até três variáveis 
categóricas de seu interesse, organizando os dados coletados em listas, tabelas e gráficos de 
colunas simples.
285
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Grandezas	e	medidas Medida de comprimento: unidades não 
padronizadas e padronizadas (metro, centímetro 
e milímetro)
(EF02MA16) Estimar, medir e comparar comprimentos de lados de salas (incluindo contorno) 
e de polígonos, utilizando unidades de medida não padronizadas e padronizadas (metro, 
centímetro e milímetro) e instrumentos adequados.
Medida de capacidade e de massa: unidades de 
medida não convencionais e convencionais (litro, 
mililitro, cm3, grama e quilograma)
(EF02MA17) Estimar, medir e comparar capacidade e massa, utilizando estratégias pessoais e 
unidades de medida não padronizadas ou padronizadas (litro, mililitro, grama e quilograma).
Medidas de tempo: intervalo de tempo, uso do 
calendário, leitura de horas em relógios digitais e 
ordenação de datas 
(EF02MA18) Indicar a duração de intervalos de tempo entre duas datas, como dias da semana 
e meses do ano, utilizando calendário, para planejamentos e organização de agenda.
(EF02MA19) Medir a duração de um intervalo de tempo por meio de relógio digital e registrar 
o horário do início e do fim do intervalo. 
Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de 
cédulas e moedas e equivalência de valores
(EF02MA20) Estabelecera equivalência de valores entre moedas e cédulas do sistema 
monetário brasileiro para resolver situações cotidianas.
Probabilidade	e	estatística	 Análise da ideia de aleatório em situações do 
cotidiano
(EF02MA21) Classificar resultados de eventos cotidianos aleatórios como “pouco prováveis”, 
“muito prováveis”, “improváveis” e “impossíveis”.
Coleta, classificação e representação de dados 
em tabelas simples e de dupla entrada e em 
gráficos de colunas
(EF02MA22) Comparar informações de pesquisas apresentadas por meio de tabelas de dupla 
entrada e em gráficos de colunas simples ou barras, para melhor compreender aspectos da 
realidade próxima.
(EF02MA23) Realizar pesquisa em universo de até 30 elementos, escolhendo até três variáveis 
categóricas de seu interesse, organizando os dados coletados em listas, tabelas e gráficos de 
colunas simples.
286
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 3º ANO 
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Leitura, escrita, comparação e ordenação de 
números naturais de quatro ordens
(EF03MA01) Ler, escrever e comparar números naturais de até a ordem de unidade de milhar, 
estabelecendo relações entre os registros numéricos e em língua materna.
Composição e decomposição de números 
naturais
(EF03MA02) Identificar características do sistema de numeração decimal, utilizando a 
composição e a decomposição de número natural de até quatro ordens.
Construção de fatos fundamentais da adição, 
subtração e multiplicação
Reta numérica
(EF03MA03) Construir e utilizar fatos básicos da adição e da multiplicação para o cálculo 
mental ou escrito.
(EF03MA04) Estabelecer a relação entre números naturais e pontos da reta numérica para 
utilizá-la na ordenação dos números naturais e também na construção de fatos da adição e da 
subtração, relacionando-os com deslocamentos para a direita ou para a esquerda.
Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com 
números naturais: adição e subtração
(EF03MA05) Utilizar diferentes procedimentos de cálculo mental e escrito, inclusive os 
convencionais, para resolver problemas significativos envolvendo adição e subtração com 
números naturais.
Problemas envolvendo significados da adição e 
da subtração: juntar, acrescentar, separar, retirar, 
comparar e completar quantidades
(EF03MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com os significados de 
juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades, utilizando diferentes 
estratégias de cálculo exato ou aproximado, incluindo cálculo mental.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da multiplicação e da divisão: adição de parcelas 
iguais, configuração retangular, repartição em 
partes iguais e medida
(EF03MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os 
significados de adição de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, 
utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros.
(EF03MA08) Resolver e elaborar problemas de divisão de um número natural por outro (até 
10), com resto zero e com resto diferente de zero, com os significados de repartição equitativa 
e de medida, por meio de estratégias e registros pessoais.
Significados de metade, terça parte, quarta 
parte, quinta parte e décima parte
(EF03MA09) Associar o quociente de uma divisão com resto zero de um número natural por 2, 
3, 4, 5 e 10 às ideias de metade, terça, quarta, quinta e décima partes.
Álgebra Identificação e descrição de regularidades em 
sequências numéricas recursivas
(EF03MA10) Identificar regularidades em sequências ordenadas de números naturais, 
resultantes da realização de adições ou subtrações sucessivas, por um mesmo número, 
descrever uma regra de formação da sequência e determinar elementos faltantes ou seguintes.
Relação de igualdade (EF03MA11) Compreender a ideia de igualdade para escrever diferentes sentenças de adições 
ou de subtrações de dois números naturais que resultem na mesma soma ou diferença.
Geometria Localização e movimentação: representação de 
objetos e pontos de referência
(EF03MA12) Descrever e representar, por meio de esboços de trajetos ou utilizando croquis 
e maquetes, a movimentação de pessoas ou de objetos no espaço, incluindo mudanças de 
direção e sentido, com base em diferentes pontos de referência. 
Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): 
reconhecimento, análise de características e 
planificações
(EF03MA13) Associar figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, 
cilindro e esfera) a objetos do mundo físico e nomear essas figuras.
(EF03MA14) Descrever características de algumas figuras geométricas espaciais (prismas 
retos, pirâmides, cilindros, cones), relacionando-as com suas planificações.
287
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 3º ANO 
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Leitura, escrita, comparação e ordenação de 
números naturais de quatro ordens
(EF03MA01) Ler, escrever e comparar números naturais de até a ordem de unidade de milhar, 
estabelecendo relações entre os registros numéricos e em língua materna.
Composição e decomposição de números 
naturais
(EF03MA02) Identificar características do sistema de numeração decimal, utilizando a 
composição e a decomposição de número natural de até quatro ordens.
Construção de fatos fundamentais da adição, 
subtração e multiplicação
Reta numérica
(EF03MA03) Construir e utilizar fatos básicos da adição e da multiplicação para o cálculo 
mental ou escrito.
(EF03MA04) Estabelecer a relação entre números naturais e pontos da reta numérica para 
utilizá-la na ordenação dos números naturais e também na construção de fatos da adição e da 
subtração, relacionando-os com deslocamentos para a direita ou para a esquerda.
Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com 
números naturais: adição e subtração
(EF03MA05) Utilizar diferentes procedimentos de cálculo mental e escrito, inclusive os 
convencionais, para resolver problemas significativos envolvendo adição e subtração com 
números naturais.
Problemas envolvendo significados da adição e 
da subtração: juntar, acrescentar, separar, retirar, 
comparar e completar quantidades
(EF03MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com os significados de 
juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades, utilizando diferentes 
estratégias de cálculo exato ou aproximado, incluindo cálculo mental.
Problemas envolvendo diferentes significados 
da multiplicação e da divisão: adição de parcelas 
iguais, configuração retangular, repartição em 
partes iguais e medida
(EF03MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os 
significados de adição de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, 
utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros.
(EF03MA08) Resolver e elaborar problemas de divisão de um número natural por outro (até 
10), com resto zero e com resto diferente de zero, com os significados de repartição equitativa 
e de medida, por meio de estratégias e registros pessoais.
Significados de metade, terça parte, quarta 
parte, quinta parte e décima parte
(EF03MA09) Associar o quociente de uma divisão com resto zero de um número natural por 2, 
3, 4, 5 e 10 às ideias de metade, terça, quarta, quinta e décima partes.
Álgebra Identificação e descrição de regularidades em 
sequências numéricas recursivas
(EF03MA10) Identificar regularidades em sequências ordenadas de números naturais, 
resultantes da realização de adições ou subtrações sucessivas, por um mesmo número, 
descrever uma regra de formação da sequência e determinar elementos faltantes ou seguintes.
Relação de igualdade (EF03MA11) Compreender a ideia de igualdade para escrever diferentes sentenças de adições 
ou de subtrações de dois números naturais que resultem na mesma soma ou diferença.
Geometria Localização e movimentação: representação de 
objetose pontos de referência
(EF03MA12) Descrever e representar, por meio de esboços de trajetos ou utilizando croquis 
e maquetes, a movimentação de pessoas ou de objetos no espaço, incluindo mudanças de 
direção e sentido, com base em diferentes pontos de referência. 
Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco 
retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): 
reconhecimento, análise de características e 
planificações
(EF03MA13) Associar figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, 
cilindro e esfera) a objetos do mundo físico e nomear essas figuras.
(EF03MA14) Descrever características de algumas figuras geométricas espaciais (prismas 
retos, pirâmides, cilindros, cones), relacionando-as com suas planificações.
288
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 3º ANO (Continuação)
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Figuras geométricas planas (triângulo, 
quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo): 
reconhecimento e análise de características
(EF03MA15) Classificar e comparar figuras planas (triângulo, quadrado, retângulo, trapézio 
e paralelogramo) em relação a seus lados (quantidade, posições relativas e comprimento) e 
vértices.
Congruência de figuras geométricas planas (EF03MA16) Reconhecer figuras congruentes, usando sobreposição e desenhos em malhas 
quadriculadas ou triangulares, incluindo o uso de tecnologias digitais.
Grandezas	e	medidas Significado de medida e de unidade de medida (EF03MA17) Reconhecer que o resultado de uma medida depende da unidade de medida 
utilizada.
(EF03MA18) Escolher a unidade de medida e o instrumento mais apropriado para medições de 
comprimento, tempo e capacidade. 
Medidas de comprimento (unidades não 
convencionais e convencionais): registro, 
instrumentos de medida, estimativas e 
comparações
(EF03MA19) Estimar, medir e comparar comprimentos, utilizando unidades de medida 
não padronizadas e padronizadas mais usuais (metro, centímetro e milímetro) e diversos 
instrumentos de medida.
Medidas de capacidade e de massa (unidades 
não convencionais e convencionais): registro, 
estimativas e comparações
(EF03MA20) Estimar e medir capacidade e massa, utilizando unidades de medida não 
padronizadas e padronizadas mais usuais (litro, mililitro, quilograma, grama e miligrama), 
reconhecendo-as em leitura de rótulos e embalagens, entre outros.
Comparação de áreas por superposição (EF03MA21) Comparar, visualmente ou por superposição, áreas de faces de objetos, de figuras 
planas ou de desenhos.
Medidas de tempo: leitura de horas em relógios 
digitais e analógicos, duração de eventos e 
reconhecimento de relações entre unidades de 
medida de tempo
(EF03MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo, utilizando relógios (analógico e 
digital) para informar os horários de início e término de realização de uma atividade e sua 
duração.
(EF03MA23) Ler horas em relógios digitais e em relógios analógicos e reconhecer a relação 
entre hora e minutos e entre minuto e segundos.
Sistema monetário brasileiro: estabelecimento 
de equivalências de um mesmo valor na 
utilização de diferentes cédulas e moedas 
(EF03MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam a comparação e a equivalência de 
valores monetários do sistema brasileiro em situações de compra, venda e troca.
Probabilidade	e	estatística	 Análise da ideia de acaso em situações do 
cotidiano: espaço amostral
(EF03MA25) Identificar, em eventos familiares aleatórios, todos os resultados possíveis, 
estimando os que têm maiores ou menores chances de ocorrência.
Leitura, interpretação e representação de dados 
em tabelas de dupla entrada e gráficos de barras
(EF03MA26) Resolver problemas cujos dados estão apresentados em tabelas de dupla 
entrada, gráficos de barras ou de colunas. 
(EF03MA27) Ler, interpretar e comparar dados apresentados em tabelas de dupla entrada, 
gráficos de barras ou de colunas, envolvendo resultados de pesquisas significativas, utilizando 
termos como maior e menor frequência, apropriando-se desse tipo de linguagem para 
compreender aspectos da realidade sociocultural significativos.
Coleta, classificação e representação de dados 
referentes a variáveis categóricas, por meio de 
tabelas e gráficos
(EF03MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas em um universo de até 50 
elementos, organizar os dados coletados utilizando listas, tabelas simples ou de dupla entrada 
e representá-los em gráficos de colunas simples, com e sem uso de tecnologias digitais.
289
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Figuras geométricas planas (triângulo, 
quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo): 
reconhecimento e análise de características
(EF03MA15) Classificar e comparar figuras planas (triângulo, quadrado, retângulo, trapézio 
e paralelogramo) em relação a seus lados (quantidade, posições relativas e comprimento) e 
vértices.
Congruência de figuras geométricas planas (EF03MA16) Reconhecer figuras congruentes, usando sobreposição e desenhos em malhas 
quadriculadas ou triangulares, incluindo o uso de tecnologias digitais.
Grandezas	e	medidas Significado de medida e de unidade de medida (EF03MA17) Reconhecer que o resultado de uma medida depende da unidade de medida 
utilizada.
(EF03MA18) Escolher a unidade de medida e o instrumento mais apropriado para medições de 
comprimento, tempo e capacidade. 
Medidas de comprimento (unidades não 
convencionais e convencionais): registro, 
instrumentos de medida, estimativas e 
comparações
(EF03MA19) Estimar, medir e comparar comprimentos, utilizando unidades de medida 
não padronizadas e padronizadas mais usuais (metro, centímetro e milímetro) e diversos 
instrumentos de medida.
Medidas de capacidade e de massa (unidades 
não convencionais e convencionais): registro, 
estimativas e comparações
(EF03MA20) Estimar e medir capacidade e massa, utilizando unidades de medida não 
padronizadas e padronizadas mais usuais (litro, mililitro, quilograma, grama e miligrama), 
reconhecendo-as em leitura de rótulos e embalagens, entre outros.
Comparação de áreas por superposição (EF03MA21) Comparar, visualmente ou por superposição, áreas de faces de objetos, de figuras 
planas ou de desenhos.
Medidas de tempo: leitura de horas em relógios 
digitais e analógicos, duração de eventos e 
reconhecimento de relações entre unidades de 
medida de tempo
(EF03MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo, utilizando relógios (analógico e 
digital) para informar os horários de início e término de realização de uma atividade e sua 
duração.
(EF03MA23) Ler horas em relógios digitais e em relógios analógicos e reconhecer a relação 
entre hora e minutos e entre minuto e segundos.
Sistema monetário brasileiro: estabelecimento 
de equivalências de um mesmo valor na 
utilização de diferentes cédulas e moedas 
(EF03MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam a comparação e a equivalência de 
valores monetários do sistema brasileiro em situações de compra, venda e troca.
Probabilidade	e	estatística	 Análise da ideia de acaso em situações do 
cotidiano: espaço amostral
(EF03MA25) Identificar, em eventos familiares aleatórios, todos os resultados possíveis, 
estimando os que têm maiores ou menores chances de ocorrência.
Leitura, interpretação e representação de dados 
em tabelas de dupla entrada e gráficos de barras
(EF03MA26) Resolver problemas cujos dados estão apresentados em tabelas de dupla 
entrada, gráficos de barras ou de colunas. 
(EF03MA27) Ler, interpretar e comparar dados apresentados em tabelas de dupla entrada, 
gráficos de barras ou de colunas, envolvendo resultados de pesquisas significativas, utilizando 
termos como maior e menor frequência, apropriando-se desse tipo de linguagem para 
compreender aspectos da realidade sociocultural significativos.
Coleta, classificação e representação de dados 
referentes a variáveis categóricas, por meio de 
tabelas e gráficos
(EF03MA28) Realizar pesquisa envolvendovariáveis categóricas em um universo de até 50 
elementos, organizar os dados coletados utilizando listas, tabelas simples ou de dupla entrada 
e representá-los em gráficos de colunas simples, com e sem uso de tecnologias digitais.
290
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 4º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: leitura, escrita, 
comparação e ordenação de números naturais de 
até cinco ordens
(EF04MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem de dezenas de milhar.
Composição e decomposição de um número 
natural de até cinco ordens, por meio de adições e 
multiplicações por potências de 10
(EF04MA02) Mostrar, por decomposição e composição, que todo número natural pode ser escrito 
por meio de adições e multiplicações por potências de dez, para compreender o sistema de 
numeração decimal e desenvolver estratégias de cálculo.
Propriedades das operações para o 
desenvolvimento de diferentes estratégias de 
cálculo com números naturais 
(EF04MA03) Resolver e elaborar problemas com números naturais envolvendo adição e subtração, 
utilizando estratégias diversas, como cálculo, cálculo mental e algoritmos, além de fazer estimativas 
do resultado.
(EF04MA04) Utilizar as relações entre adição e subtração, bem como entre multiplicação e divisão, 
para ampliar as estratégias de cálculo.
(EF04MA05) Utilizar as propriedades das operações para desenvolver estratégias de cálculo. 
Problemas envolvendo diferentes significados 
da multiplicação e da divisão: adição de parcelas 
iguais, configuração retangular, proporcionalidade, 
repartição equitativa e medida
(EF04MA06) Resolver e elaborar problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação 
(adição de parcelas iguais, organização retangular e proporcionalidade), utilizando estratégias 
diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
(EF04MA07) Resolver e elaborar problemas de divisão cujo divisor tenha no máximo dois algarismos, 
envolvendo os significados de repartição equitativa e de medida, utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
Problemas de contagem (EF04MA08) Resolver, com o suporte de imagem e/ou material manipulável, problemas simples 
de contagem, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar cada 
elemento de uma coleção com todos os elementos de outra, utilizando estratégias e formas de 
registro pessoais.
Números racionais: frações unitárias mais usuais (1/2, 
1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100)
(EF04MA09) Reconhecer as frações unitárias mais usuais (1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100) como 
unidades de medida menores do que uma unidade, utilizando a reta numérica como recurso.
Números racionais: representação decimal para 
escrever valores do sistema monetário brasileiro
(EF04MA10) Reconhecer que as regras do sistema de numeração decimal podem ser estendidas 
para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centésimos com a 
representação do sistema monetário brasileiro.
Álgebra Sequência numérica recursiva formada por múltiplos 
de um número natural 
(EF04MA11) Identificar regularidades em sequências numéricas compostas por múltiplos de um 
número natural.
Sequência numérica recursiva formada por números 
que deixam o mesmo resto ao ser divididos por um 
mesmo número natural diferente de zero
(EF04MA12) Reconhecer, por meio de investigações, que há grupos de números naturais para os 
quais as divisões por um determinado número resultam em restos iguais, identificando regularidades.
Relações entre adição e subtração e entre 
multiplicação e divisão
(EF04MA13) Reconhecer, por meio de investigações, utilizando a calculadora quando necessário, as 
relações inversas entre as operações de adição e de subtração e de multiplicação e de divisão, para 
aplicá-las na resolução de problemas.
Propriedades da igualdade (EF04MA14) Reconhecer e mostrar, por meio de exemplos, que a relação de igualdade existente 
entre dois termos permanece quando se adiciona ou se subtrai um mesmo número a cada um desses 
termos. 
(EF04MA15) Determinar o número desconhecido que torna verdadeira uma igualdade que envolve as 
operações fundamentais com números naturais.
291
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 4º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: leitura, escrita, 
comparação e ordenação de números naturais de 
até cinco ordens
(EF04MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem de dezenas de milhar.
Composição e decomposição de um número 
natural de até cinco ordens, por meio de adições e 
multiplicações por potências de 10
(EF04MA02) Mostrar, por decomposição e composição, que todo número natural pode ser escrito 
por meio de adições e multiplicações por potências de dez, para compreender o sistema de 
numeração decimal e desenvolver estratégias de cálculo.
Propriedades das operações para o 
desenvolvimento de diferentes estratégias de 
cálculo com números naturais 
(EF04MA03) Resolver e elaborar problemas com números naturais envolvendo adição e subtração, 
utilizando estratégias diversas, como cálculo, cálculo mental e algoritmos, além de fazer estimativas 
do resultado.
(EF04MA04) Utilizar as relações entre adição e subtração, bem como entre multiplicação e divisão, 
para ampliar as estratégias de cálculo.
(EF04MA05) Utilizar as propriedades das operações para desenvolver estratégias de cálculo. 
Problemas envolvendo diferentes significados 
da multiplicação e da divisão: adição de parcelas 
iguais, configuração retangular, proporcionalidade, 
repartição equitativa e medida
(EF04MA06) Resolver e elaborar problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação 
(adição de parcelas iguais, organização retangular e proporcionalidade), utilizando estratégias 
diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
(EF04MA07) Resolver e elaborar problemas de divisão cujo divisor tenha no máximo dois algarismos, 
envolvendo os significados de repartição equitativa e de medida, utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
Problemas de contagem (EF04MA08) Resolver, com o suporte de imagem e/ou material manipulável, problemas simples 
de contagem, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar cada 
elemento de uma coleção com todos os elementos de outra, utilizando estratégias e formas de 
registro pessoais.
Números racionais: frações unitárias mais usuais (1/2, 
1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100)
(EF04MA09) Reconhecer as frações unitárias mais usuais (1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100) como 
unidades de medida menores do que uma unidade, utilizando a reta numérica como recurso.
Números racionais: representação decimal para 
escrever valores do sistema monetário brasileiro
(EF04MA10) Reconhecer que as regras do sistema de numeração decimal podem ser estendidas 
para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centésimos com a 
representação do sistema monetário brasileiro.
Álgebra Sequência numérica recursiva formada por múltiplos 
de um número natural 
(EF04MA11) Identificar regularidades em sequências numéricas compostas por múltiplos de um 
número natural.
Sequência numérica recursiva formada por números 
que deixam o mesmo resto ao ser divididos por um 
mesmo número natural diferente de zero
(EF04MA12) Reconhecer, por meio de investigações, que há grupos de números naturais para os 
quais as divisões por um determinado número resultam em restos iguais, identificando regularidades.
Relações entre adição e subtração e entre 
multiplicação e divisão
(EF04MA13) Reconhecer, por meio de investigações, utilizando a calculadora quando necessário, as 
relações inversas entre as operações de adição e de subtração e de multiplicação e de divisão, para 
aplicá-las na resolução de problemas.
Propriedades da igualdade (EF04MA14) Reconhecer e mostrar,por meio de exemplos, que a relação de igualdade existente 
entre dois termos permanece quando se adiciona ou se subtrai um mesmo número a cada um desses 
termos. 
(EF04MA15) Determinar o número desconhecido que torna verdadeira uma igualdade que envolve as 
operações fundamentais com números naturais.
292
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 4º ANO (Continuação)
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Localização e movimentação: pontos de referência, 
direção e sentido
Paralelismo e perpendicularismo 
(EF04MA16) Descrever deslocamentos e localização de pessoas e de objetos no espaço, por meio de 
malhas quadriculadas e representações como desenhos, mapas, planta baixa e croquis, empregando 
termos como direita e esquerda, mudanças de direção e sentido, intersecção, transversais, paralelas e 
perpendiculares.
Figuras geométricas espaciais (prismas e pirâmides): 
reconhecimento, representações, planificações e 
características
(EF04MA17) Associar prismas e pirâmides a suas planificações e analisar, nomear e comparar seus 
atributos, estabelecendo relações entre as representações planas e espaciais.
Ângulos retos e não retos: uso de dobraduras, 
esquadros e softwares
(EF04MA18) Reconhecer ângulos retos e não retos em figuras poligonais com o uso de dobraduras, 
esquadros ou softwares de geometria.
Simetria de reflexão (EF04MA19) Reconhecer simetria de reflexão em figuras e em pares de figuras geométricas 
planas e utilizá-la na construção de figuras congruentes, com o uso de malhas quadriculadas e de 
softwares de geometria.
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, massa e capacidade: 
estimativas, utilização de instrumentos de medida e 
de unidades de medida convencionais mais usuais
(EF04MA20) Medir e estimar comprimentos (incluindo perímetros), massas e capacidades, utilizando 
unidades de medida padronizadas mais usuais, valorizando e respeitando a cultura local.
Áreas de figuras construídas em malhas 
quadriculadas
(EF04MA21) Medir, comparar e estimar área de figuras planas desenhadas em malha quadriculada, 
pela contagem dos quadradinhos ou de metades de quadradinho, reconhecendo que duas figuras 
com formatos diferentes podem ter a mesma medida de área.
Medidas de tempo: leitura de horas em relógios 
digitais e analógicos, duração de eventos e relações 
entre unidades de medida de tempo
(EF04MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo em horas, minutos e segundos em 
situações relacionadas ao seu cotidiano, como informar os horários de início e término de realização 
de uma tarefa e sua duração.
Medidas de temperatura em grau Celsius: 
construção de gráficos para indicar a variação da 
temperatura (mínima e máxima) medida em um 
dado dia ou em uma semana 
(EF04MA23) Reconhecer temperatura como grandeza e o grau Celsius como unidade de medida 
a ela associada e utilizá-lo em comparações de temperaturas em diferentes regiões do Brasil ou no 
exterior ou, ainda, em discussões que envolvam problemas relacionados ao aquecimento global.
(EF04MA24) Registrar as temperaturas máxima e mínima diárias, em locais do seu cotidiano, e 
elaborar gráficos de colunas com as variações diárias da temperatura, utilizando, inclusive, planilhas 
eletrônicas.
Problemas utilizando o sistema monetário brasileiro (EF04MA25) Resolver e elaborar problemas que envolvam situações de compra e venda e formas 
de pagamento, utilizando termos como troco e desconto, enfatizando o consumo ético, consciente e 
responsável.
Probabilidade	e	estatística	 Análise de chances de eventos aleatórios (EF04MA26) Identificar, entre eventos aleatórios cotidianos, aqueles que têm maior chance de 
ocorrência, reconhecendo características de resultados mais prováveis, sem utilizar frações. 
Leitura, interpretação e representação de dados 
em tabelas de dupla entrada, gráficos de colunas 
simples e agrupadas, gráficos de barras e colunas e 
gráficos pictóricos
(EF04MA27) Analisar dados apresentados em tabelas simples ou de dupla entrada e em gráficos de 
colunas ou pictóricos, com base em informações das diferentes áreas do conhecimento, e produzir 
texto com a síntese de sua análise.
Diferenciação entre variáveis categóricas e variáveis 
numéricas
Coleta, classificação e representação de dados de 
pesquisa realizada
(EF04MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas e organizar dados 
coletados por meio de tabelas e gráficos de colunas simples ou agrupadas, com e sem uso de 
tecnologias digitais.
293
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Localização e movimentação: pontos de referência, 
direção e sentido
Paralelismo e perpendicularismo 
(EF04MA16) Descrever deslocamentos e localização de pessoas e de objetos no espaço, por meio de 
malhas quadriculadas e representações como desenhos, mapas, planta baixa e croquis, empregando 
termos como direita e esquerda, mudanças de direção e sentido, intersecção, transversais, paralelas e 
perpendiculares.
Figuras geométricas espaciais (prismas e pirâmides): 
reconhecimento, representações, planificações e 
características
(EF04MA17) Associar prismas e pirâmides a suas planificações e analisar, nomear e comparar seus 
atributos, estabelecendo relações entre as representações planas e espaciais.
Ângulos retos e não retos: uso de dobraduras, 
esquadros e softwares
(EF04MA18) Reconhecer ângulos retos e não retos em figuras poligonais com o uso de dobraduras, 
esquadros ou softwares de geometria.
Simetria de reflexão (EF04MA19) Reconhecer simetria de reflexão em figuras e em pares de figuras geométricas 
planas e utilizá-la na construção de figuras congruentes, com o uso de malhas quadriculadas e de 
softwares de geometria.
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, massa e capacidade: 
estimativas, utilização de instrumentos de medida e 
de unidades de medida convencionais mais usuais
(EF04MA20) Medir e estimar comprimentos (incluindo perímetros), massas e capacidades, utilizando 
unidades de medida padronizadas mais usuais, valorizando e respeitando a cultura local.
Áreas de figuras construídas em malhas 
quadriculadas
(EF04MA21) Medir, comparar e estimar área de figuras planas desenhadas em malha quadriculada, 
pela contagem dos quadradinhos ou de metades de quadradinho, reconhecendo que duas figuras 
com formatos diferentes podem ter a mesma medida de área.
Medidas de tempo: leitura de horas em relógios 
digitais e analógicos, duração de eventos e relações 
entre unidades de medida de tempo
(EF04MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo em horas, minutos e segundos em 
situações relacionadas ao seu cotidiano, como informar os horários de início e término de realização 
de uma tarefa e sua duração.
Medidas de temperatura em grau Celsius: 
construção de gráficos para indicar a variação da 
temperatura (mínima e máxima) medida em um 
dado dia ou em uma semana 
(EF04MA23) Reconhecer temperatura como grandeza e o grau Celsius como unidade de medida 
a ela associada e utilizá-lo em comparações de temperaturas em diferentes regiões do Brasil ou no 
exterior ou, ainda, em discussões que envolvam problemas relacionados ao aquecimento global.
(EF04MA24) Registrar as temperaturas máxima e mínima diárias, em locais do seu cotidiano, e 
elaborar gráficos de colunas com as variações diárias da temperatura, utilizando, inclusive, planilhas 
eletrônicas.
Problemas utilizando o sistema monetário brasileiro (EF04MA25) Resolver e elaborar problemas que envolvam situações de compra e venda e formas 
de pagamento, utilizando termos como troco e desconto, enfatizando o consumo ético, consciente e 
responsável.
Probabilidade	e	estatística	 Análise de chances de eventos aleatórios (EF04MA26) Identificar, entre eventos aleatórios cotidianos, aqueles que têm maior chance de 
ocorrência, reconhecendo características de resultados mais prováveis, sem utilizar frações. 
Leitura, interpretação e representação de dados 
em tabelas de dupla entrada,gráficos de colunas 
simples e agrupadas, gráficos de barras e colunas e 
gráficos pictóricos
(EF04MA27) Analisar dados apresentados em tabelas simples ou de dupla entrada e em gráficos de 
colunas ou pictóricos, com base em informações das diferentes áreas do conhecimento, e produzir 
texto com a síntese de sua análise.
Diferenciação entre variáveis categóricas e variáveis 
numéricas
Coleta, classificação e representação de dados de 
pesquisa realizada
(EF04MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas e organizar dados 
coletados por meio de tabelas e gráficos de colunas simples ou agrupadas, com e sem uso de 
tecnologias digitais.
294
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 5º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: leitura, escrita 
e ordenação de números naturais (de até seis 
ordens)
(EF05MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem das centenas de milhar com 
compreensão das principais características do sistema de numeração decimal. 
Números racionais expressos na forma decimal e 
sua representação na reta numérica
(EF05MA02) Ler, escrever e ordenar números racionais na forma decimal com compreensão 
das principais características do sistema de numeração decimal, utilizando, como recursos, a 
composição e decomposição e a reta numérica.
Representação fracionária dos números 
racionais: reconhecimento, significados, leitura e 
representação na reta numérica
(EF05MA03) Identificar e representar frações (menores e maiores que a unidade), 
associando-as ao resultado de uma divisão ou à ideia de parte de um todo, utilizando a reta 
numérica como recurso.
Comparação e ordenação de números racionais 
na representação decimal e na fracionária 
utilizando a noção de equivalência
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
(EF05MA05) Comparar e ordenar números racionais positivos (representações fracionária e 
decimal), relacionando-os a pontos na reta numérica.
Cálculo de porcentagens e representação 
fracionária 
(EF05MA06) Associar as representações 10%, 25%, 50%, 75% e 100% respectivamente à 
décima parte, quarta parte, metade, três quartos e um inteiro, para calcular porcentagens, 
utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação 
financeira, entre outros.
Problemas: adição e subtração de números 
naturais e números racionais cuja representação 
decimal é finita
(EF05MA07) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com números naturais e 
com números racionais, cuja representação decimal seja finita, utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
Problemas: multiplicação e divisão de números 
racionais cuja representação decimal é finita por 
números naturais
(EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e 
com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor 
natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, 
cálculo mental e algoritmos.
Problemas de contagem do tipo: “Se cada 
objeto de uma coleção A for combinado com 
todos os elementos de uma coleção B, quantos 
agrupamentos desse tipo podem ser formados?”
(EF05MA09) Resolver e elaborar problemas simples de contagem envolvendo o princípio 
multiplicativo, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar 
cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra coleção, por meio de 
diagramas de árvore ou por tabelas.
Álgebra Propriedades da igualdade e noção de 
equivalência 
(EF05MA10) Concluir, por meio de investigações, que a relação de igualdade existente 
entre dois membros permanece ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir cada um desses 
membros por um mesmo número, para construir a noção de equivalência.
(EF05MA11) Resolver e elaborar problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma 
igualdade com uma operação em que um dos termos é desconhecido.
Grandezas diretamente proporcionais 
Problemas envolvendo a partição de um todo 
em duas partes proporcionais
(EF05MA12) Resolver problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta entre 
duas grandezas, para associar a quantidade de um produto ao valor a pagar, alterar as 
quantidades de ingredientes de receitas, ampliar ou reduzir escala em mapas, entre outros.
(EF05MA13) Resolver problemas envolvendo a partilha de uma quantidade em duas partes 
desiguais, tais como dividir uma quantidade em duas partes, de modo que uma seja o dobro 
da outra, com compreensão da ideia de razão entre as partes e delas com o todo.
295
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 5º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: leitura, escrita 
e ordenação de números naturais (de até seis 
ordens)
(EF05MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem das centenas de milhar com 
compreensão das principais características do sistema de numeração decimal. 
Números racionais expressos na forma decimal e 
sua representação na reta numérica
(EF05MA02) Ler, escrever e ordenar números racionais na forma decimal com compreensão 
das principais características do sistema de numeração decimal, utilizando, como recursos, a 
composição e decomposição e a reta numérica.
Representação fracionária dos números 
racionais: reconhecimento, significados, leitura e 
representação na reta numérica
(EF05MA03) Identificar e representar frações (menores e maiores que a unidade), 
associando-as ao resultado de uma divisão ou à ideia de parte de um todo, utilizando a reta 
numérica como recurso.
Comparação e ordenação de números racionais 
na representação decimal e na fracionária 
utilizando a noção de equivalência
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
(EF05MA05) Comparar e ordenar números racionais positivos (representações fracionária e 
decimal), relacionando-os a pontos na reta numérica.
Cálculo de porcentagens e representação 
fracionária 
(EF05MA06) Associar as representações 10%, 25%, 50%, 75% e 100% respectivamente à 
décima parte, quarta parte, metade, três quartos e um inteiro, para calcular porcentagens, 
utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação 
financeira, entre outros.
Problemas: adição e subtração de números 
naturais e números racionais cuja representação 
decimal é finita
(EF05MA07) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com números naturais e 
com números racionais, cuja representação decimal seja finita, utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.
Problemas: multiplicação e divisão de números 
racionais cuja representação decimal é finita por 
números naturais
(EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e 
com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor 
natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, 
cálculo mental e algoritmos.
Problemas de contagem do tipo: “Se cada 
objeto de uma coleção A for combinado com 
todos os elementos de uma coleção B, quantos 
agrupamentos desse tipo podem ser formados?”
(EF05MA09) Resolver e elaborar problemas simples de contagem envolvendo o princípio 
multiplicativo, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar 
cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra coleção, por meio de 
diagramas de árvore ou por tabelas.
Álgebra Propriedades da igualdade e noção de 
equivalência 
(EF05MA10) Concluir, por meio de investigações, que a relação de igualdade existente 
entre dois membros permanece ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir cada um desses 
membros por um mesmo número, para construir a noção de equivalência.
(EF05MA11) Resolver e elaborar problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma 
igualdadecom uma operação em que um dos termos é desconhecido.
Grandezas diretamente proporcionais 
Problemas envolvendo a partição de um todo 
em duas partes proporcionais
(EF05MA12) Resolver problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta entre 
duas grandezas, para associar a quantidade de um produto ao valor a pagar, alterar as 
quantidades de ingredientes de receitas, ampliar ou reduzir escala em mapas, entre outros.
(EF05MA13) Resolver problemas envolvendo a partilha de uma quantidade em duas partes 
desiguais, tais como dividir uma quantidade em duas partes, de modo que uma seja o dobro 
da outra, com compreensão da ideia de razão entre as partes e delas com o todo.
296
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Plano cartesiano: coordenadas cartesianas (1º 
quadrante) e representação de deslocamentos 
no plano cartesiano 
 
(EF05MA14) Utilizar e compreender diferentes representações para a localização de objetos 
no plano, como mapas, células em planilhas eletrônicas e coordenadas geográficas, a fim de 
desenvolver as primeiras noções de coordenadas cartesianas.
(EF05MA15) Interpretar, descrever e representar a localização ou movimentação de objetos no 
plano cartesiano (1º quadrante), utilizando coordenadas cartesianas, indicando mudanças de 
direção e de sentido e giros.
Figuras geométricas espaciais: reconhecimento, 
representações, planificações e características
(EF05MA16) Associar figuras espaciais a suas planificações (prismas, pirâmides, cilindros e 
cones) e analisar, nomear e comparar seus atributos.
Figuras geométricas planas: características, 
representações e ângulos
(EF05MA17) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e 
ângulos, e desenhá-los, utilizando material de desenho ou tecnologias digitais. 
Ampliação e redução de figuras poligonais 
em malhas quadriculadas: reconhecimento da 
congruência dos ângulos e da proporcionalidade 
dos lados correspondentes
(EF05MA18) Reconhecer a congruência dos ângulos e a proporcionalidade entre os lados 
correspondentes de figuras poligonais em situações de ampliação e de redução em malhas 
quadriculadas e usando tecnologias digitais.
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, área, massa, tempo, 
temperatura e capacidade: utilização de 
unidades convencionais e relações entre as 
unidades de medida mais usuais
(EF05MA19) Resolver e elaborar problemas envolvendo medidas das grandezas comprimento, 
área, massa, tempo, temperatura e capacidade, recorrendo a transformações entre as unidades 
mais usuais em contextos socioculturais. 
Áreas e perímetros de figuras poligonais: 
algumas relações
(EF05MA20) Concluir, por meio de investigações, que figuras de perímetros iguais podem 
ter áreas diferentes e que, também, figuras que têm a mesma área podem ter perímetros 
diferentes.
Noção de volume (EF05MA21) Reconhecer volume como grandeza associada a sólidos geométricos e medir 
volumes por meio de empilhamento de cubos, utilizando, preferencialmente, objetos concretos.
Probabilidade	e	estatística	 Espaço amostral: análise de chances de eventos 
aleatórios
(EF05MA22) Apresentar todos os possíveis resultados de um experimento aleatório, 
estimando se esses resultados são igualmente prováveis ou não.
Cálculo de probabilidade de eventos 
equiprováveis
(EF05MA23) Determinar a probabilidade de ocorrência de um resultado em eventos aleatórios, 
quando todos os resultados possíveis têm a mesma chance de ocorrer (equiprováveis).
Leitura, coleta, classificação interpretação e 
representação de dados em tabelas de dupla 
entrada, gráfico de colunas agrupadas, gráficos 
pictóricos e gráfico de linhas
(EF05MA24) Interpretar dados estatísticos apresentados em textos, tabelas e gráficos (colunas 
ou linhas), referentes a outras áreas do conhecimento ou a outros contextos, como saúde e 
trânsito, e produzir textos com o objetivo de sintetizar conclusões. 
(EF05MA25) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas, organizar dados 
coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de 
tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos 
resultados.
MATEMÁTICA – 5º ANO (Continuação)
297
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Plano cartesiano: coordenadas cartesianas (1º 
quadrante) e representação de deslocamentos 
no plano cartesiano 
 
(EF05MA14) Utilizar e compreender diferentes representações para a localização de objetos 
no plano, como mapas, células em planilhas eletrônicas e coordenadas geográficas, a fim de 
desenvolver as primeiras noções de coordenadas cartesianas.
(EF05MA15) Interpretar, descrever e representar a localização ou movimentação de objetos no 
plano cartesiano (1º quadrante), utilizando coordenadas cartesianas, indicando mudanças de 
direção e de sentido e giros.
Figuras geométricas espaciais: reconhecimento, 
representações, planificações e características
(EF05MA16) Associar figuras espaciais a suas planificações (prismas, pirâmides, cilindros e 
cones) e analisar, nomear e comparar seus atributos.
Figuras geométricas planas: características, 
representações e ângulos
(EF05MA17) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e 
ângulos, e desenhá-los, utilizando material de desenho ou tecnologias digitais. 
Ampliação e redução de figuras poligonais 
em malhas quadriculadas: reconhecimento da 
congruência dos ângulos e da proporcionalidade 
dos lados correspondentes
(EF05MA18) Reconhecer a congruência dos ângulos e a proporcionalidade entre os lados 
correspondentes de figuras poligonais em situações de ampliação e de redução em malhas 
quadriculadas e usando tecnologias digitais.
Grandezas	e	medidas Medidas de comprimento, área, massa, tempo, 
temperatura e capacidade: utilização de 
unidades convencionais e relações entre as 
unidades de medida mais usuais
(EF05MA19) Resolver e elaborar problemas envolvendo medidas das grandezas comprimento, 
área, massa, tempo, temperatura e capacidade, recorrendo a transformações entre as unidades 
mais usuais em contextos socioculturais. 
Áreas e perímetros de figuras poligonais: 
algumas relações
(EF05MA20) Concluir, por meio de investigações, que figuras de perímetros iguais podem 
ter áreas diferentes e que, também, figuras que têm a mesma área podem ter perímetros 
diferentes.
Noção de volume (EF05MA21) Reconhecer volume como grandeza associada a sólidos geométricos e medir 
volumes por meio de empilhamento de cubos, utilizando, preferencialmente, objetos concretos.
Probabilidade	e	estatística	 Espaço amostral: análise de chances de eventos 
aleatórios
(EF05MA22) Apresentar todos os possíveis resultados de um experimento aleatório, 
estimando se esses resultados são igualmente prováveis ou não.
Cálculo de probabilidade de eventos 
equiprováveis
(EF05MA23) Determinar a probabilidade de ocorrência de um resultado em eventos aleatórios, 
quando todos os resultados possíveis têm a mesma chance de ocorrer (equiprováveis).
Leitura, coleta, classificação interpretação e 
representação de dados em tabelas de dupla 
entrada, gráfico de colunas agrupadas, gráficos 
pictóricos e gráfico de linhas
(EF05MA24) Interpretar dados estatísticos apresentados em textos, tabelas e gráficos (colunas 
ou linhas), referentes a outras áreas do conhecimento ou a outros contextos, como saúde e 
trânsito, e produzir textos com o objetivo de sintetizar conclusões. 
(EF05MA25) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas, organizar dados 
coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de 
tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos 
resultados.
298
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
4.2.1.2. 
MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS: 
UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E 
HABILIDADESPara o desenvolvimento das habilidades previstas para o Ensino 
Fundamental – Anos Finais, é imprescindível levar em conta as 
experiências e os conhecimentos matemáticos já vivenciados pelos 
alunos, criando situações nas quais possam fazer observações sis-
temáticas de aspectos quantitativos e qualitativos da realidade, 
estabelecendo inter-relações entre eles e desenvolvendo ideias 
mais complexas. Essas situações precisam articular múltiplos 
aspectos dos diferentes conteúdos, visando ao desenvolvimento 
das ideias fundamentais da matemática, como equivalência, ordem, 
proporcionalidade, variação e interdependência.
Da mesma forma que na fase anterior, a aprendizagem em Mate-
mática no Ensino Fundamental – Anos Finais também está 
intrinsecamente relacionada à apreensão de significados dos 
objetos matemáticos. Esses significados resultam das conexões 
que os alunos estabelecem entre os objetos e seu cotidiano, entre 
eles e os diferentes temas matemáticos e, por fim, entre eles e 
os demais componentes curriculares. Nessa fase, precisa ser 
destacada a importância da comunicação em linguagem matemá-
tica com o uso da linguagem simbólica, da representação e da 
argumentação.
Além dos diferentes recursos didáticos e materiais, como malhas 
quadriculadas, ábacos, jogos, calculadoras, planilhas eletrônicas 
e softwares de geometria dinâmica, é importante incluir a histó-
ria da Matemática como recurso que pode despertar interesse 
e representar um contexto significativo para aprender e ensinar 
Matemática. Entretanto, esses recursos e materiais precisam estar 
integrados a situações que propiciem a reflexão, contribuindo para 
a sistematização e a formalização dos conceitos matemáticos.
A leitura dos objetos de conhecimento e das habilidades essenciais 
de cada ano nas cinco unidades temáticas permite uma visão das 
possíveis articulações entre as habilidades indicadas para as dife-
rentes temáticas. Entretanto, recomenda-se que se faça também 
uma leitura (vertical) de cada unidade temática, do 6º ao 9º ano, 
com a finalidade de identificar como foi estabelecida a progres-
são das habilidades. Essa maneira é conveniente para comparar 
as habilidades de um dado tema a ser efetivadas em um dado ano 
escolar com as aprendizagens propostas em anos anteriores e 
299
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
também para reconhecer em que medida elas se articulam com as 
indicadas para os anos posteriores, tendo em vista que as noções 
matemáticas são retomadas ano a ano, com ampliação e aprofun-
damento crescentes. 
Cumpre também considerar que, para a aprendizagem de certo con-
ceito ou procedimento, é fundamental haver um contexto significativo 
para os alunos, não necessariamente do cotidiano, mas também de 
outras áreas do conhecimento e da própria história da Matemática. 
No entanto, é necessário que eles desenvolvam a capacidade de abs-
trair o contexto, apreendendo relações e significados, para aplicá-los 
em outros contextos. Para favorecer essa abstração, é importante que 
os alunos reelaborem os problemas propostos após os terem resol-
vido. Por esse motivo, nas diversas habilidades relativas à resolução 
de problemas, consta também a elaboração de problemas. Assim, 
pretende-se que os alunos formulem novos problemas, baseando-se 
na reflexão e no questionamento sobre o que ocorreria se alguma 
condição fosse modificada ou se algum dado fosse acrescentado ou 
retirado do problema proposto. 
Além disso, nessa fase final do Ensino Fundamental, é importante 
iniciar os alunos, gradativamente, na compreensão, análise e avalia-
ção da argumentação matemática. Isso envolve a leitura de textos 
matemáticos e o desenvolvimento do senso crítico em relação à 
argumentação neles utilizada.
300
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 6º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: características, 
leitura, escrita e comparação de números 
naturais e de números racionais representados 
na forma decimal 
(EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja 
representação decimal é finita, fazendo uso da reta numérica. 
(EF06MA02) Reconhecer o sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo 
ocidental, e destacar semelhanças e diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas 
principais características (base, valor posicional e função do zero), utilizando, inclusive, a composição 
e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.
Operações (adição, subtração, multiplicação, 
divisão e potenciação) com números naturais
Divisão euclidiana
(EF06MA03) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos 
ou aproximados) com números naturais, por meio de estratégias variadas, com compreensão 
dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora.
Fluxograma para determinar a paridade de um 
número natural 
Múltiplos e divisores de um número natural
Números primos e compostos
(EF06MA04) Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que 
indique a resolução de um problema simples (por exemplo, se um número natural qualquer é 
par). 
(EF06MA05) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre 
números, expressas pelos termos “é múltiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabelecer, por 
meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 100 e 1000.
(EF06MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor.
Frações: significados (parte/todo, quociente), 
equivalência, comparação, adição e subtração; 
cálculo da fração de um número natural; adição 
e subtração de frações
(EF06MA07) Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de 
inteiros e resultado de divisão, identificando frações equivalentes.
(EF06MA08) Reconhecer que os números racionais positivos podem ser expressos nas formas 
fracionária e decimal, estabelecer relações entre essas representações, passando de uma 
representação para outra, e relacioná-los a pontos na reta numérica.
(EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma 
quantidade e cujo resultado seja um número natural, com e sem uso de calculadora.
(EF06MA10) Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números 
racionais positivos na representação fracionária.
Operações (adição, subtração, multiplicação, 
divisão e potenciação) com números racionais
(EF06MA11) Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação 
decimal, envolvendo as quatro operações fundamentais e a potenciação, por meio de 
estratégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a razoabilidade de 
respostas, com e sem uso de calculadora.
Aproximação de números para múltiplos de 
potências de 10
(EF06MA12) Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência 
de 10 mais próxima.
Cálculo de porcentagens por meio de estratégias 
diversas, sem fazer uso da “regra de três”
(EF06MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia 
de proporcionalidade, sem fazer uso da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo 
mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros.
301
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 6º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Sistema de numeração decimal: características, 
leitura, escrita e comparação de números 
naturais e de números racionais representados 
na forma decimal 
(EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja 
representação decimal é finita, fazendo uso da reta numérica. 
(EF06MA02) Reconhecer o sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo 
ocidental, e destacar semelhanças e diferenças com outros sistemas,de modo a sistematizar suas 
principais características (base, valor posicional e função do zero), utilizando, inclusive, a composição 
e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.
Operações (adição, subtração, multiplicação, 
divisão e potenciação) com números naturais
Divisão euclidiana
(EF06MA03) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos 
ou aproximados) com números naturais, por meio de estratégias variadas, com compreensão 
dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora.
Fluxograma para determinar a paridade de um 
número natural 
Múltiplos e divisores de um número natural
Números primos e compostos
(EF06MA04) Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que 
indique a resolução de um problema simples (por exemplo, se um número natural qualquer é 
par). 
(EF06MA05) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre 
números, expressas pelos termos “é múltiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabelecer, por 
meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 100 e 1000.
(EF06MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor.
Frações: significados (parte/todo, quociente), 
equivalência, comparação, adição e subtração; 
cálculo da fração de um número natural; adição 
e subtração de frações
(EF06MA07) Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de 
inteiros e resultado de divisão, identificando frações equivalentes.
(EF06MA08) Reconhecer que os números racionais positivos podem ser expressos nas formas 
fracionária e decimal, estabelecer relações entre essas representações, passando de uma 
representação para outra, e relacioná-los a pontos na reta numérica.
(EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma 
quantidade e cujo resultado seja um número natural, com e sem uso de calculadora.
(EF06MA10) Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números 
racionais positivos na representação fracionária.
Operações (adição, subtração, multiplicação, 
divisão e potenciação) com números racionais
(EF06MA11) Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação 
decimal, envolvendo as quatro operações fundamentais e a potenciação, por meio de 
estratégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a razoabilidade de 
respostas, com e sem uso de calculadora.
Aproximação de números para múltiplos de 
potências de 10
(EF06MA12) Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência 
de 10 mais próxima.
Cálculo de porcentagens por meio de estratégias 
diversas, sem fazer uso da “regra de três”
(EF06MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia 
de proporcionalidade, sem fazer uso da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo 
mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros.
302
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 6º ANO (Continuação)
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Álgebra Propriedades da igualdade (EF06MA14) Reconhecer que a relação de igualdade matemática não se altera ao adicionar, 
subtrair, multiplicar ou dividir os seus dois membros por um mesmo número e utilizar essa 
noção para determinar valores desconhecidos na resolução de problemas.
Problemas que tratam da partição de um todo 
em duas partes desiguais, envolvendo razões 
entre as partes e entre uma das partes e o todo
(EF06MA15) Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em 
duas partes desiguais, envolvendo relações aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre 
as partes e entre uma das partes e o todo.
Geometria Plano cartesiano: associação dos vértices de um 
polígono a pares ordenados
(EF06MA16) Associar pares ordenados de números a pontos do plano cartesiano do 1º 
quadrante, em situações como a localização dos vértices de um polígono.
Prismas e pirâmides: planificações e relações 
entre seus elementos (vértices, faces e arestas)
(EF06MA17) Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas 
de prismas e pirâmides, em função do seu polígono da base, para resolver problemas e 
desenvolver a percepção espacial.
Polígonos: classificações quanto ao número de 
vértices, às medidas de lados e ângulos e ao 
paralelismo e perpendicularismo dos lados
(EF06MA18) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e 
ângulos, e classificá-los em regulares e não regulares, tanto em suas representações no plano 
como em faces de poliedros.
(EF06MA19) Identificar características dos triângulos e classificá-los em relação às medidas dos 
lados e dos ângulos.
(EF06MA20) Identificar características dos quadriláteros, classificá-los em relação a lados e a 
ângulos e reconhecer a inclusão e a intersecção de classes entre eles.
Construção de figuras semelhantes: ampliação e 
redução de figuras planas em malhas quadriculadas 
(EF06MA21) Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, 
com o uso de malhas quadriculadas, plano cartesiano ou tecnologias digitais.
Construção de retas paralelas e perpendiculares, 
fazendo uso de réguas, esquadros e softwares
(EF06MA22) Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações 
de retas paralelas e perpendiculares e construção de quadriláteros, entre outros.
(EF06MA23) Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção 
de dobraduras ou na indicação de deslocamento de um objeto no plano segundo pontos de 
referência e distâncias fornecidas etc.).
Grandezas	e	medidas Problemas sobre medidas envolvendo grandezas 
como comprimento, massa, tempo, temperatura, 
área, capacidade e volume
(EF06MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, 
tempo, temperatura, área (triângulos e retângulos), capacidade e volume (sólidos formados 
por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível, em contextos 
oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento.
Ângulos: noção, usos e medida (EF06MA25) Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geométricas.
(EF06MA26) Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e 
em situações reais, como ângulo de visão. 
(EF06MA27) Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou 
tecnologias digitais.
Plantas baixas e vistas aéreas (EF06MA28) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.
Perímetro de um quadrado como grandeza 
proporcional à medida do lado
(EF06MA29) Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um 
quadrado ao se ampliarem ou reduzirem, igualmente, as medidas de seus lados, para 
compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área.
303
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Álgebra Propriedades da igualdade (EF06MA14) Reconhecer que a relação de igualdade matemática não se altera ao adicionar, 
subtrair, multiplicar ou dividir os seus dois membros por um mesmo número e utilizar essa 
noção para determinar valores desconhecidos na resolução de problemas.
Problemas que tratam da partição de um todo 
em duas partes desiguais, envolvendo razões 
entre as partes e entre uma das partes e o todo
(EF06MA15) Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em 
duas partes desiguais, envolvendo relações aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre 
as partes e entre uma das partes e o todo.
Geometria Plano cartesiano: associação dos vértices de um 
polígono a pares ordenados
(EF06MA16) Associar pares ordenados de números a pontos do plano cartesiano do 1º 
quadrante, em situaçõescomo a localização dos vértices de um polígono.
Prismas e pirâmides: planificações e relações 
entre seus elementos (vértices, faces e arestas)
(EF06MA17) Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas 
de prismas e pirâmides, em função do seu polígono da base, para resolver problemas e 
desenvolver a percepção espacial.
Polígonos: classificações quanto ao número de 
vértices, às medidas de lados e ângulos e ao 
paralelismo e perpendicularismo dos lados
(EF06MA18) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e 
ângulos, e classificá-los em regulares e não regulares, tanto em suas representações no plano 
como em faces de poliedros.
(EF06MA19) Identificar características dos triângulos e classificá-los em relação às medidas dos 
lados e dos ângulos.
(EF06MA20) Identificar características dos quadriláteros, classificá-los em relação a lados e a 
ângulos e reconhecer a inclusão e a intersecção de classes entre eles.
Construção de figuras semelhantes: ampliação e 
redução de figuras planas em malhas quadriculadas 
(EF06MA21) Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, 
com o uso de malhas quadriculadas, plano cartesiano ou tecnologias digitais.
Construção de retas paralelas e perpendiculares, 
fazendo uso de réguas, esquadros e softwares
(EF06MA22) Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações 
de retas paralelas e perpendiculares e construção de quadriláteros, entre outros.
(EF06MA23) Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção 
de dobraduras ou na indicação de deslocamento de um objeto no plano segundo pontos de 
referência e distâncias fornecidas etc.).
Grandezas	e	medidas Problemas sobre medidas envolvendo grandezas 
como comprimento, massa, tempo, temperatura, 
área, capacidade e volume
(EF06MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, 
tempo, temperatura, área (triângulos e retângulos), capacidade e volume (sólidos formados 
por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível, em contextos 
oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento.
Ângulos: noção, usos e medida (EF06MA25) Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geométricas.
(EF06MA26) Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e 
em situações reais, como ângulo de visão. 
(EF06MA27) Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou 
tecnologias digitais.
Plantas baixas e vistas aéreas (EF06MA28) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.
Perímetro de um quadrado como grandeza 
proporcional à medida do lado
(EF06MA29) Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um 
quadrado ao se ampliarem ou reduzirem, igualmente, as medidas de seus lados, para 
compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área.
304
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Probabilidade	e	estatística	 Cálculo de probabilidade como a razão entre 
o número de resultados favoráveis e o total de 
resultados possíveis em um espaço amostral 
equiprovável
Cálculo de probabilidade por meio de muitas 
repetições de um experimento (frequências de 
ocorrências e probabilidade frequentista)
(EF06MA30) Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número 
racional (forma fracionária, decimal e percentual) e comparar esse número com a probabilidade 
obtida por meio de experimentos sucessivos.
Leitura e interpretação de tabelas e gráficos 
(de colunas ou barras simples ou múltiplas) 
referentes a variáveis categóricas e variáveis 
numéricas
(EF06MA31) Identificar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, 
legendas, fontes e datas) em diferentes tipos de gráfico.
(EF06MA32) Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos 
ambientais, sustentabilidade, trânsito, consumo responsável, entre outros, apresentadas pela 
mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escritos com o objetivo de 
sintetizar conclusões.
Coleta de dados, organização e registro
Construção de diferentes tipos de gráficos para 
representá-los e interpretação das informações
(EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos 
alunos e fazer uso de planilhas eletrônicas para registro, representação e interpretação das 
informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto.
Diferentes tipos de representação de 
informações: gráficos e fluxogramas
(EF06MA34) Interpretar e desenvolver fluxogramas simples, identificando as relações entre 
os objetos representados (por exemplo, posição de cidades considerando as estradas que as 
unem, hierarquia dos funcionários de uma empresa etc.).
MATEMÁTICA – 6º ANO (Continuação)
305
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Probabilidade	e	estatística	 Cálculo de probabilidade como a razão entre 
o número de resultados favoráveis e o total de 
resultados possíveis em um espaço amostral 
equiprovável
Cálculo de probabilidade por meio de muitas 
repetições de um experimento (frequências de 
ocorrências e probabilidade frequentista)
(EF06MA30) Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número 
racional (forma fracionária, decimal e percentual) e comparar esse número com a probabilidade 
obtida por meio de experimentos sucessivos.
Leitura e interpretação de tabelas e gráficos 
(de colunas ou barras simples ou múltiplas) 
referentes a variáveis categóricas e variáveis 
numéricas
(EF06MA31) Identificar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, 
legendas, fontes e datas) em diferentes tipos de gráfico.
(EF06MA32) Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos 
ambientais, sustentabilidade, trânsito, consumo responsável, entre outros, apresentadas pela 
mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escritos com o objetivo de 
sintetizar conclusões.
Coleta de dados, organização e registro
Construção de diferentes tipos de gráficos para 
representá-los e interpretação das informações
(EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos 
alunos e fazer uso de planilhas eletrônicas para registro, representação e interpretação das 
informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto.
Diferentes tipos de representação de 
informações: gráficos e fluxogramas
(EF06MA34) Interpretar e desenvolver fluxogramas simples, identificando as relações entre 
os objetos representados (por exemplo, posição de cidades considerando as estradas que as 
unem, hierarquia dos funcionários de uma empresa etc.).
306
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 7º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Múltiplos e divisores de um número natural (EF07MA01) Resolver e elaborar problemas com números naturais, envolvendo as noções de 
divisor e de múltiplo, podendo incluir máximo divisor comum ou mínimo múltiplo comum, por 
meio de estratégias diversas, sem a aplicação de algoritmos.
Cálculo de porcentagens e de acréscimos e 
decréscimos simples
(EF07MA02) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, como os que lidam 
com acréscimos e decréscimos simples, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e 
calculadora, no contexto de educação financeira, entre outros.
Números inteiros: usos, história, ordenação, 
associação com pontos da reta numérica e 
operações
(EF07MA03) Comparar e ordenar números inteiros em diferentes contextos, incluindo o 
histórico, associá-los a pontos da reta numérica e utilizá-los em situações que envolvam adição 
e subtração.
(EF07MA04) Resolver e elaborarproblemas que envolvam operações com números inteiros. 
Fração e seus significados: como parte de 
inteiros, resultado da divisão, razão e operador
(EF07MA05) Resolver um mesmo problema utilizando diferentes algoritmos.
(EF07MA06) Reconhecer que as resoluções de um grupo de problemas que têm a mesma 
estrutura podem ser obtidas utilizando os mesmos procedimentos.
(EF07MA07) Representar por meio de um fluxograma os passos utilizados para resolver um 
grupo de problemas. 
(EF07MA08) Comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros, resultado 
da divisão, razão e operador.
(EF07MA09) Utilizar, na resolução de problemas, a associação entre razão e fração, como a 
fração 2/3 para expressar a razão de duas partes de uma grandeza para três partes da mesma 
ou três partes de outra grandeza.
Números racionais na representação fracionária 
e na decimal: usos, ordenação e associação com 
pontos da reta numérica e operações
(EF07MA10) Comparar e ordenar números racionais em diferentes contextos e associá-los a 
pontos da reta numérica. 
(EF07MA11) Compreender e utilizar a multiplicação e a divisão de números racionais, a relação 
entre elas e suas propriedades operatórias. 
(EF07MA12) Resolver e elaborar problemas que envolvam as operações com números racionais. 
Álgebra Linguagem algébrica: variável e incógnita (EF07MA13) Compreender a ideia de variável, representada por letra ou símbolo, para expressar 
relação entre duas grandezas, diferenciando-a da ideia de incógnita. 
(EF07MA14) Classificar sequências em recursivas e não recursivas, reconhecendo que o 
conceito de recursão está presente não apenas na matemática, mas também nas artes e na 
literatura.
(EF07MA15) Utilizar a simbologia algébrica para expressar regularidades encontradas em 
sequências numéricas.
Equivalência de expressões algébricas: identificação 
da regularidade de uma sequência numérica 
(EF07MA16) Reconhecer se duas expressões algébricas obtidas para descrever a regularidade 
de uma mesma sequência numérica são ou não equivalentes.
Problemas envolvendo grandezas diretamente 
proporcionais e grandezas inversamente 
proporcionais
(EF07MA17) Resolver e elaborar problemas que envolvam variação de proporcionalidade 
direta e de proporcionalidade inversa entre duas grandezas, utilizando sentença algébrica para 
expressar a relação entre elas. 
Equações polinomiais do 1º grau (EF07MA18) Resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações 
polinomiais de 1º grau, redutíveis à forma ax + b = c, fazendo uso das propriedades da igualdade.
307
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 7º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Múltiplos e divisores de um número natural (EF07MA01) Resolver e elaborar problemas com números naturais, envolvendo as noções de 
divisor e de múltiplo, podendo incluir máximo divisor comum ou mínimo múltiplo comum, por 
meio de estratégias diversas, sem a aplicação de algoritmos.
Cálculo de porcentagens e de acréscimos e 
decréscimos simples
(EF07MA02) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, como os que lidam 
com acréscimos e decréscimos simples, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e 
calculadora, no contexto de educação financeira, entre outros.
Números inteiros: usos, história, ordenação, 
associação com pontos da reta numérica e 
operações
(EF07MA03) Comparar e ordenar números inteiros em diferentes contextos, incluindo o 
histórico, associá-los a pontos da reta numérica e utilizá-los em situações que envolvam adição 
e subtração.
(EF07MA04) Resolver e elaborar problemas que envolvam operações com números inteiros. 
Fração e seus significados: como parte de 
inteiros, resultado da divisão, razão e operador
(EF07MA05) Resolver um mesmo problema utilizando diferentes algoritmos.
(EF07MA06) Reconhecer que as resoluções de um grupo de problemas que têm a mesma 
estrutura podem ser obtidas utilizando os mesmos procedimentos.
(EF07MA07) Representar por meio de um fluxograma os passos utilizados para resolver um 
grupo de problemas. 
(EF07MA08) Comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros, resultado 
da divisão, razão e operador.
(EF07MA09) Utilizar, na resolução de problemas, a associação entre razão e fração, como a 
fração 2/3 para expressar a razão de duas partes de uma grandeza para três partes da mesma 
ou três partes de outra grandeza.
Números racionais na representação fracionária 
e na decimal: usos, ordenação e associação com 
pontos da reta numérica e operações
(EF07MA10) Comparar e ordenar números racionais em diferentes contextos e associá-los a 
pontos da reta numérica. 
(EF07MA11) Compreender e utilizar a multiplicação e a divisão de números racionais, a relação 
entre elas e suas propriedades operatórias. 
(EF07MA12) Resolver e elaborar problemas que envolvam as operações com números racionais. 
Álgebra Linguagem algébrica: variável e incógnita (EF07MA13) Compreender a ideia de variável, representada por letra ou símbolo, para expressar 
relação entre duas grandezas, diferenciando-a da ideia de incógnita. 
(EF07MA14) Classificar sequências em recursivas e não recursivas, reconhecendo que o 
conceito de recursão está presente não apenas na matemática, mas também nas artes e na 
literatura.
(EF07MA15) Utilizar a simbologia algébrica para expressar regularidades encontradas em 
sequências numéricas.
Equivalência de expressões algébricas: identificação 
da regularidade de uma sequência numérica 
(EF07MA16) Reconhecer se duas expressões algébricas obtidas para descrever a regularidade 
de uma mesma sequência numérica são ou não equivalentes.
Problemas envolvendo grandezas diretamente 
proporcionais e grandezas inversamente 
proporcionais
(EF07MA17) Resolver e elaborar problemas que envolvam variação de proporcionalidade 
direta e de proporcionalidade inversa entre duas grandezas, utilizando sentença algébrica para 
expressar a relação entre elas. 
Equações polinomiais do 1º grau (EF07MA18) Resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações 
polinomiais de 1º grau, redutíveis à forma ax + b = c, fazendo uso das propriedades da igualdade.
308
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Transformações geométricas de polígonos no 
plano cartesiano: multiplicação das coordenadas 
por um número inteiro e obtenção de simétricos 
em relação aos eixos e à origem
(EF07MA19) Realizar transformações de polígonos representados no plano cartesiano, 
decorrentes da multiplicação das coordenadas de seus vértices por um número inteiro.
(EF07MA20) Reconhecer e representar, no plano cartesiano, o simétrico de figuras em relação 
aos eixos e à origem.
Simetrias de translação, rotação e reflexão (EF07MA21) Reconhecer e construir figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, 
usando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmica e vincular esse estudo a 
representações planas de obras de arte, elementos arquitetônicos, entre outros.
A circunferência como lugar geométrico (EF07MA22) Construir circunferências, utilizando compasso, reconhecê-las como lugar 
geométrico e utilizá-las para fazer composições artísticas e resolver problemas que envolvam 
objetos equidistantes.
Relações entre os ângulos formados por retas 
paralelas intersectadas por uma transversal
(EF07MA23) Verificar relações entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma 
transversal, com e sem uso de softwares de geometria dinâmica.
Triângulos: construção, condição de existência e 
soma das medidas dos ângulos internos
(EF07MA24) Construir triângulos, usando régua e compasso, reconhecer a condição de 
existência do triângulo quanto à medida dos lados e verificar que a soma das medidas dos 
ângulos internos de um triângulo é 180°.
(EF07MA25) Reconhecer a rigidez geométrica dos triângulos e suas aplicações, como na construção 
de estruturas arquitetônicas (telhados, estruturasmetálicas e outras) ou nas artes plásticas.
(EF07MA26) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de 
um triângulo qualquer, conhecidas as medidas dos três lados.
Polígonos regulares: quadrado e triângulo 
equilátero
(EF07MA27) Calcular medidas de ângulos internos de polígonos regulares, sem o uso 
de fórmulas, e estabelecer relações entre ângulos internos e externos de polígonos, 
preferencialmente vinculadas à construção de mosaicos e de ladrilhamentos.
(EF07MA28) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um polígono regular (como quadrado e triângulo equilátero), conhecida a 
medida de seu lado.
Grandezas	e	medidas Problemas envolvendo medições (EF07MA29) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de grandezas inseridos em 
contextos oriundos de situações cotidianas ou de outras áreas do conhecimento, reconhecendo 
que toda medida empírica é aproximada.
Cálculo de volume de blocos retangulares, utilizando 
unidades de medida convencionais mais usuais
(EF07MA30) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida do volume de blocos retangulares, 
envolvendo as unidades usuais (metro cúbico, decímetro cúbico e centímetro cúbico).
Equivalência de área de figuras planas: cálculo 
de áreas de figuras que podem ser decompostas 
por outras, cujas áreas podem ser facilmente 
determinadas como triângulos e quadriláteros
(EF07MA31) Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros.
(EF07MA32) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida de área de figuras planas que 
podem ser decompostas por quadrados, retângulos e/ou triângulos, utilizando a equivalência 
entre áreas. 
Medida do comprimento da circunferência (EF07MA33) Estabelecer o número como a razão entre a medida de uma circunferência e seu 
diâmetro, para compreender e resolver problemas, inclusive os de natureza histórica.
MATEMÁTICA – 7º ANO (Continuação)
309
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Transformações geométricas de polígonos no 
plano cartesiano: multiplicação das coordenadas 
por um número inteiro e obtenção de simétricos 
em relação aos eixos e à origem
(EF07MA19) Realizar transformações de polígonos representados no plano cartesiano, 
decorrentes da multiplicação das coordenadas de seus vértices por um número inteiro.
(EF07MA20) Reconhecer e representar, no plano cartesiano, o simétrico de figuras em relação 
aos eixos e à origem.
Simetrias de translação, rotação e reflexão (EF07MA21) Reconhecer e construir figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, 
usando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmica e vincular esse estudo a 
representações planas de obras de arte, elementos arquitetônicos, entre outros.
A circunferência como lugar geométrico (EF07MA22) Construir circunferências, utilizando compasso, reconhecê-las como lugar 
geométrico e utilizá-las para fazer composições artísticas e resolver problemas que envolvam 
objetos equidistantes.
Relações entre os ângulos formados por retas 
paralelas intersectadas por uma transversal
(EF07MA23) Verificar relações entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma 
transversal, com e sem uso de softwares de geometria dinâmica.
Triângulos: construção, condição de existência e 
soma das medidas dos ângulos internos
(EF07MA24) Construir triângulos, usando régua e compasso, reconhecer a condição de 
existência do triângulo quanto à medida dos lados e verificar que a soma das medidas dos 
ângulos internos de um triângulo é 180°.
(EF07MA25) Reconhecer a rigidez geométrica dos triângulos e suas aplicações, como na construção 
de estruturas arquitetônicas (telhados, estruturas metálicas e outras) ou nas artes plásticas.
(EF07MA26) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de 
um triângulo qualquer, conhecidas as medidas dos três lados.
Polígonos regulares: quadrado e triângulo 
equilátero
(EF07MA27) Calcular medidas de ângulos internos de polígonos regulares, sem o uso 
de fórmulas, e estabelecer relações entre ângulos internos e externos de polígonos, 
preferencialmente vinculadas à construção de mosaicos e de ladrilhamentos.
(EF07MA28) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um polígono regular (como quadrado e triângulo equilátero), conhecida a 
medida de seu lado.
Grandezas	e	medidas Problemas envolvendo medições (EF07MA29) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de grandezas inseridos em 
contextos oriundos de situações cotidianas ou de outras áreas do conhecimento, reconhecendo 
que toda medida empírica é aproximada.
Cálculo de volume de blocos retangulares, utilizando 
unidades de medida convencionais mais usuais
(EF07MA30) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida do volume de blocos retangulares, 
envolvendo as unidades usuais (metro cúbico, decímetro cúbico e centímetro cúbico).
Equivalência de área de figuras planas: cálculo 
de áreas de figuras que podem ser decompostas 
por outras, cujas áreas podem ser facilmente 
determinadas como triângulos e quadriláteros
(EF07MA31) Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros.
(EF07MA32) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida de área de figuras planas que 
podem ser decompostas por quadrados, retângulos e/ou triângulos, utilizando a equivalência 
entre áreas. 
Medida do comprimento da circunferência (EF07MA33) Estabelecer o número como a razão entre a medida de uma circunferência e seu 
diâmetro, para compreender e resolver problemas, inclusive os de natureza histórica.
310
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Probabilidade	e	estatística Experimentos aleatórios: espaço amostral 
e estimativa de probabilidade por meio de 
frequência de ocorrências
(EF07MA34) Planejar e realizar experimentos aleatórios ou simulações que envolvem cálculo de 
probabilidades ou estimativas por meio de frequência de ocorrências. 
Estatística: média e amplitude de um conjunto de 
dados
(EF07MA35) Compreender, em contextos significativos, o significado de média estatística como 
indicador da tendência de uma pesquisa, calcular seu valor e relacioná-lo, intuitivamente, com a 
amplitude do conjunto de dados.
Pesquisa amostral e pesquisa censitária
Planejamento de pesquisa, coleta e organização 
dos dados, construção de tabelas e gráficos e 
interpretação das informações
(EF07MA36) Planejar e realizar pesquisa envolvendo tema da realidade social, identificando a 
necessidade de ser censitária ou de usar amostra, e interpretar os dados para comunicá-los por 
meio de relatório escrito, tabelas e gráficos, com o apoio de planilhas eletrônicas.
Gráficos de setores: interpretação, pertinência e 
construção para representar conjunto de dados
(EF07MA37) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores divulgados pela 
mídia e compreender quando é possível ou conveniente sua utilização.
MATEMÁTICA – 7º ANO (Continuação)
311
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Probabilidade	e	estatística Experimentos aleatórios: espaço amostral 
e estimativa de probabilidade por meio de 
frequência de ocorrências
(EF07MA34) Planejar e realizar experimentos aleatórios ou simulações que envolvem cálculo de 
probabilidades ou estimativas por meio de frequência de ocorrências. 
Estatística: média e amplitude de um conjunto de 
dados
(EF07MA35) Compreender, em contextos significativos, o significado de média estatística como 
indicador da tendência de uma pesquisa, calcular seu valor e relacioná-lo, intuitivamente, com a 
amplitude do conjunto de dados.
Pesquisa amostral e pesquisa censitária
Planejamento de pesquisa, coleta e organização 
dos dados, construção de tabelas e gráficos e 
interpretação das informações
(EF07MA36) Planejar e realizarpesquisa envolvendo tema da realidade social, identificando a 
necessidade de ser censitária ou de usar amostra, e interpretar os dados para comunicá-los por 
meio de relatório escrito, tabelas e gráficos, com o apoio de planilhas eletrônicas.
Gráficos de setores: interpretação, pertinência e 
construção para representar conjunto de dados
(EF07MA37) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores divulgados pela 
mídia e compreender quando é possível ou conveniente sua utilização.
312
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 8º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Notação científica (EF08MA01) Efetuar cálculos com potências de expoentes inteiros e aplicar esse conhecimento 
na representação de números em notação científica.
Potenciação e radiciação (EF08MA02) Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radiciação, 
para representar uma raiz como potência de expoente fracionário.
O princípio multiplicativo da contagem (EF08MA03) Resolver e elaborar problemas de contagem cuja resolução envolva a aplicação 
do princípio multiplicativo.
Porcentagens (EF08MA04) Resolver e elaborar problemas, envolvendo cálculo de porcentagens, incluindo o 
uso de tecnologias digitais.
Dízimas periódicas: fração geratriz (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimentos para a obtenção de uma fração geratriz 
para uma dízima periódica.
Álgebra Valor numérico de expressões algébricas (EF08MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculo do valor numérico de 
expressões algébricas, utilizando as propriedades das operações.
Associação de uma equação linear de 1º grau a 
uma reta no plano cartesiano
(EF08MA07) Associar uma equação linear de 1º grau com duas incógnitas a uma reta no plano 
cartesiano.
Sistema de equações polinomiais de 1º grau: 
resolução algébrica e representação no plano 
cartesiano
(EF08MA08) Resolver e elaborar problemas relacionados ao seu contexto próximo, que 
possam ser representados por sistemas de equações de 1º grau com duas incógnitas e 
interpretá-los, utilizando, inclusive, o plano cartesiano como recurso. 
Equação polinomial de 2º grau do tipo ax2 = b (EF08MA09) Resolver e elaborar, com e sem uso de tecnologias, problemas que possam ser 
representados por equações polinomiais de 2º grau do tipo ax2 = b.
Sequências recursivas e não recursivas (EF08MA10) Identificar a regularidade de uma sequência numérica ou figural não recursiva 
e construir um algoritmo por meio de um fluxograma que permita indicar os números ou as 
figuras seguintes.
(EF08MA11) Identificar a regularidade de uma sequência numérica recursiva e construir um 
algoritmo por meio de um fluxograma que permita indicar os números seguintes.
Variação de grandezas: diretamente 
proporcionais, inversamente proporcionais ou 
não proporcionais
(EF08MA12) Identificar a natureza da variação de duas grandezas, diretamente, inversamente 
proporcionais ou não proporcionais, expressando a relação existente por meio de sentença 
algébrica e representá-la no plano cartesiano.
(EF08MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou 
inversamente proporcionais, por meio de estratégias variadas.
313
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 8º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Notação científica (EF08MA01) Efetuar cálculos com potências de expoentes inteiros e aplicar esse conhecimento 
na representação de números em notação científica.
Potenciação e radiciação (EF08MA02) Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radiciação, 
para representar uma raiz como potência de expoente fracionário.
O princípio multiplicativo da contagem (EF08MA03) Resolver e elaborar problemas de contagem cuja resolução envolva a aplicação 
do princípio multiplicativo.
Porcentagens (EF08MA04) Resolver e elaborar problemas, envolvendo cálculo de porcentagens, incluindo o 
uso de tecnologias digitais.
Dízimas periódicas: fração geratriz (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimentos para a obtenção de uma fração geratriz 
para uma dízima periódica.
Álgebra Valor numérico de expressões algébricas (EF08MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculo do valor numérico de 
expressões algébricas, utilizando as propriedades das operações.
Associação de uma equação linear de 1º grau a 
uma reta no plano cartesiano
(EF08MA07) Associar uma equação linear de 1º grau com duas incógnitas a uma reta no plano 
cartesiano.
Sistema de equações polinomiais de 1º grau: 
resolução algébrica e representação no plano 
cartesiano
(EF08MA08) Resolver e elaborar problemas relacionados ao seu contexto próximo, que 
possam ser representados por sistemas de equações de 1º grau com duas incógnitas e 
interpretá-los, utilizando, inclusive, o plano cartesiano como recurso. 
Equação polinomial de 2º grau do tipo ax2 = b (EF08MA09) Resolver e elaborar, com e sem uso de tecnologias, problemas que possam ser 
representados por equações polinomiais de 2º grau do tipo ax2 = b.
Sequências recursivas e não recursivas (EF08MA10) Identificar a regularidade de uma sequência numérica ou figural não recursiva 
e construir um algoritmo por meio de um fluxograma que permita indicar os números ou as 
figuras seguintes.
(EF08MA11) Identificar a regularidade de uma sequência numérica recursiva e construir um 
algoritmo por meio de um fluxograma que permita indicar os números seguintes.
Variação de grandezas: diretamente 
proporcionais, inversamente proporcionais ou 
não proporcionais
(EF08MA12) Identificar a natureza da variação de duas grandezas, diretamente, inversamente 
proporcionais ou não proporcionais, expressando a relação existente por meio de sentença 
algébrica e representá-la no plano cartesiano.
(EF08MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou 
inversamente proporcionais, por meio de estratégias variadas.
314
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 8º ANO (Continuação)
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Congruência de triângulos e demonstrações de 
propriedades de quadriláteros
(EF08MA14) Demonstrar propriedades de quadriláteros por meio da identificação da 
congruência de triângulos.
Construções geométricas: ângulos de 90°, 60°, 
45° e 30° e polígonos regulares
(EF08MA15) Construir, utilizando instrumentos de desenho ou softwares de geometria 
dinâmica, mediatriz, bissetriz, ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares.
(EF08MA16) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um hexágono regular de qualquer área, a partir da medida do ângulo central e 
da utilização de esquadros e compasso.
Mediatriz e bissetriz como lugares geométricos: 
construção e problemas
(EF08MA17) Aplicar os conceitos de mediatriz e bissetriz como lugares geométricos na 
resolução de problemas.
Transformações geométricas: simetrias de 
translação, reflexão e rotação
(EF08MA18) Reconhecer e construir figuras obtidas por composições de transformações 
geométricas (translação, reflexão e rotação), com o uso de instrumentos de desenho ou de 
softwares de geometria dinâmica.
Grandezas	e	medidas Área de figuras planas
Área do círculo e comprimento de sua 
circunferência
(EF08MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de área de figuras 
geométricas, utilizando expressões de cálculo de área (quadriláteros, triângulos e círculos), em 
situações como determinar medida de terrenos. 
Volume de bloco retangular
Medidas de capacidade
(EF08MA20) Reconhecer a relação entre um litro e um decímetro cúbico e a relação entre litro 
e metro cúbico, para resolver problemas de cálculo de capacidade de recipientes.
(EF08MA21) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo do volume de recipiente 
cujo formato é o de um bloco retangular.
Probabilidade	e	estatística	 Princípio multiplicativo da contagem
Soma das probabilidades de todos os elementos 
de um espaço amostral
(EF08MA22) Calculara probabilidade de eventos, com base na construção do espaço amostral, 
utilizando o princípio multiplicativo, e reconhecer que a soma das probabilidades de todos os 
elementos do espaço amostral é igual a 1.
Gráficos de barras, colunas, linhas ou setores e 
seus elementos constitutivos e adequação para 
determinado conjunto de dados
(EF08MA23) Avaliar a adequação de diferentes tipos de gráficos para representar um conjunto 
de dados de uma pesquisa. 
Organização dos dados de uma variável 
contínua em classes
(EF08MA24) Classificar as frequências de uma variável contínua de uma pesquisa em classes, 
de modo que resumam os dados de maneira adequada para a tomada de decisões.
Medidas de tendência central e de dispersão (EF08MA25) Obter os valores de medidas de tendência central de uma pesquisa estatística 
(média, moda e mediana) com a compreensão de seus significados e relacioná-los com a 
dispersão de dados, indicada pela amplitude. 
Pesquisas censitária ou amostral
Planejamento e execução de pesquisa amostral
(EF08MA26) Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que 
justificam a realização de pesquisas amostrais e não censitárias, e reconhecer que a seleção 
da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, sistemática e 
estratificada). 
(EF08MA27) Planejar e executar pesquisa amostral, selecionando uma técnica de amostragem 
adequada, e escrever relatório que contenha os gráficos apropriados para representar os 
conjuntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central, a amplitude 
e as conclusões.
315
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Congruência de triângulos e demonstrações de 
propriedades de quadriláteros
(EF08MA14) Demonstrar propriedades de quadriláteros por meio da identificação da 
congruência de triângulos.
Construções geométricas: ângulos de 90°, 60°, 
45° e 30° e polígonos regulares
(EF08MA15) Construir, utilizando instrumentos de desenho ou softwares de geometria 
dinâmica, mediatriz, bissetriz, ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares.
(EF08MA16) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um hexágono regular de qualquer área, a partir da medida do ângulo central e 
da utilização de esquadros e compasso.
Mediatriz e bissetriz como lugares geométricos: 
construção e problemas
(EF08MA17) Aplicar os conceitos de mediatriz e bissetriz como lugares geométricos na 
resolução de problemas.
Transformações geométricas: simetrias de 
translação, reflexão e rotação
(EF08MA18) Reconhecer e construir figuras obtidas por composições de transformações 
geométricas (translação, reflexão e rotação), com o uso de instrumentos de desenho ou de 
softwares de geometria dinâmica.
Grandezas	e	medidas Área de figuras planas
Área do círculo e comprimento de sua 
circunferência
(EF08MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de área de figuras 
geométricas, utilizando expressões de cálculo de área (quadriláteros, triângulos e círculos), em 
situações como determinar medida de terrenos. 
Volume de bloco retangular
Medidas de capacidade
(EF08MA20) Reconhecer a relação entre um litro e um decímetro cúbico e a relação entre litro 
e metro cúbico, para resolver problemas de cálculo de capacidade de recipientes.
(EF08MA21) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo do volume de recipiente 
cujo formato é o de um bloco retangular.
Probabilidade	e	estatística	 Princípio multiplicativo da contagem
Soma das probabilidades de todos os elementos 
de um espaço amostral
(EF08MA22) Calcular a probabilidade de eventos, com base na construção do espaço amostral, 
utilizando o princípio multiplicativo, e reconhecer que a soma das probabilidades de todos os 
elementos do espaço amostral é igual a 1.
Gráficos de barras, colunas, linhas ou setores e 
seus elementos constitutivos e adequação para 
determinado conjunto de dados
(EF08MA23) Avaliar a adequação de diferentes tipos de gráficos para representar um conjunto 
de dados de uma pesquisa. 
Organização dos dados de uma variável 
contínua em classes
(EF08MA24) Classificar as frequências de uma variável contínua de uma pesquisa em classes, 
de modo que resumam os dados de maneira adequada para a tomada de decisões.
Medidas de tendência central e de dispersão (EF08MA25) Obter os valores de medidas de tendência central de uma pesquisa estatística 
(média, moda e mediana) com a compreensão de seus significados e relacioná-los com a 
dispersão de dados, indicada pela amplitude. 
Pesquisas censitária ou amostral
Planejamento e execução de pesquisa amostral
(EF08MA26) Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que 
justificam a realização de pesquisas amostrais e não censitárias, e reconhecer que a seleção 
da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, sistemática e 
estratificada). 
(EF08MA27) Planejar e executar pesquisa amostral, selecionando uma técnica de amostragem 
adequada, e escrever relatório que contenha os gráficos apropriados para representar os 
conjuntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central, a amplitude 
e as conclusões.
316
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
MATEMÁTICA – 9º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Necessidade dos números reais para medir 
qualquer segmento de reta
Números irracionais: reconhecimento e 
localização de alguns na reta numérica
(EF09MA01) Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem 
segmentos de reta cujo comprimento não é expresso por número racional (como as medidas 
de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida de cada lado 
como unidade).
(EF09MA02) Reconhecer um número irracional como um número real cuja representação 
decimal é infinita e não periódica, e estimar a localização de alguns deles na reta numérica. 
Potências com expoentes negativos e 
fracionários
(EF09MA03) Efetuar cálculos com números reais, inclusive potências com expoentes 
fracionários.
Números reais: notação científica e problemas (EF09MA04) Resolver e elaborar problemas com números reais, inclusive em notação 
científica, envolvendo diferentes operações.
Porcentagens: problemas que envolvem cálculo 
de percentuais sucessivos
(EF09MA05) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com a ideia de 
aplicação de percentuais sucessivos e a determinação das taxas percentuais, preferencialmente 
com o uso de tecnologias digitais, no contexto da educação financeira.
Álgebra Funções: representações numérica, algébrica e 
gráfica
(EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas 
variáveis e suas representações numérica, algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para 
analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.
Razão entre grandezas de espécies diferentes (EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies 
diferentes, como velocidade e densidade demográfica.
Grandezas diretamente proporcionais e 
grandezas inversamente proporcionais
(EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade 
direta e inversa entre duas ou mais grandezas, inclusive escalas, divisão em partes 
proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.
Expressões algébricas: fatoração e produtos 
notáveis
Resolução de equações polinomiais do 2º grau 
por meio de fatorações
(EF09MA09) Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em 
suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que possam ser 
representados por equações polinomiais do 2º grau.
Geometria Demonstrações de relações entre os ângulos 
formados por retas paralelas intersectadas por 
uma transversal
(EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formadospor retas paralelas 
cortadas por uma transversal.
Relações entre arcos e ângulos na circunferência 
de um círculo
(EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, 
ângulos centrais e ângulos inscritos na circunferência, fazendo uso, inclusive, de softwares de 
geometria dinâmica.
Semelhança de triângulos (EF09MA12) Reconhecer as condições necessárias e suficientes para que dois triângulos 
sejam semelhantes.
317
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA – 9º ANO
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Números Necessidade dos números reais para medir 
qualquer segmento de reta
Números irracionais: reconhecimento e 
localização de alguns na reta numérica
(EF09MA01) Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem 
segmentos de reta cujo comprimento não é expresso por número racional (como as medidas 
de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida de cada lado 
como unidade).
(EF09MA02) Reconhecer um número irracional como um número real cuja representação 
decimal é infinita e não periódica, e estimar a localização de alguns deles na reta numérica. 
Potências com expoentes negativos e 
fracionários
(EF09MA03) Efetuar cálculos com números reais, inclusive potências com expoentes 
fracionários.
Números reais: notação científica e problemas (EF09MA04) Resolver e elaborar problemas com números reais, inclusive em notação 
científica, envolvendo diferentes operações.
Porcentagens: problemas que envolvem cálculo 
de percentuais sucessivos
(EF09MA05) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com a ideia de 
aplicação de percentuais sucessivos e a determinação das taxas percentuais, preferencialmente 
com o uso de tecnologias digitais, no contexto da educação financeira.
Álgebra Funções: representações numérica, algébrica e 
gráfica
(EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas 
variáveis e suas representações numérica, algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para 
analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.
Razão entre grandezas de espécies diferentes (EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies 
diferentes, como velocidade e densidade demográfica.
Grandezas diretamente proporcionais e 
grandezas inversamente proporcionais
(EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade 
direta e inversa entre duas ou mais grandezas, inclusive escalas, divisão em partes 
proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.
Expressões algébricas: fatoração e produtos 
notáveis
Resolução de equações polinomiais do 2º grau 
por meio de fatorações
(EF09MA09) Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em 
suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que possam ser 
representados por equações polinomiais do 2º grau.
Geometria Demonstrações de relações entre os ângulos 
formados por retas paralelas intersectadas por 
uma transversal
(EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formados por retas paralelas 
cortadas por uma transversal.
Relações entre arcos e ângulos na circunferência 
de um círculo
(EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, 
ângulos centrais e ângulos inscritos na circunferência, fazendo uso, inclusive, de softwares de 
geometria dinâmica.
Semelhança de triângulos (EF09MA12) Reconhecer as condições necessárias e suficientes para que dois triângulos 
sejam semelhantes.
318
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Relações métricas no triângulo retângulo 
Teorema de Pitágoras: verificações 
experimentais e demonstração
Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas 
de proporcionalidade e verificações experimentais
(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de 
Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos.
(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das 
relações de proporcionalidade envolvendo retas paralelas cortadas por secantes.
Polígonos regulares (EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um polígono regular cuja medida do lado é conhecida, utilizando régua e 
compasso, como também softwares.
Distância entre pontos no plano cartesiano (EF09MA16) Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos 
quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e 
utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras 
planas construídas no plano.
Vistas ortogonais de figuras espaciais (EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento 
para desenhar objetos em perspectiva.
Grandezas	e	medidas Unidades de medida para medir distâncias muito 
grandes e muito pequenas
Unidades de medida utilizadas na informática
(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes 
ou muito pequenas, tais como distância entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou 
de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.
Volume de prismas e cilindros (EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e 
de cilindros retos, inclusive com uso de expressões de cálculo, em situações cotidianas.
Probabilidade	e	estatística	 Análise de probabilidade de eventos aleatórios: 
eventos dependentes e independentes
(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes 
e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos.
Análise de gráficos divulgados pela mídia: 
elementos que podem induzir a erros de leitura 
ou de interpretação
(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que 
podem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, 
legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e 
datas), entre outros. 
Leitura, interpretação e representação de dados 
de pesquisa expressos em tabelas de dupla 
entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, 
gráficos de barras e de setores e gráficos 
pictóricos
(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com 
ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apresentar um determinado conjunto de dados, 
destacando aspectos como as medidas de tendência central.
Planejamento e execução de pesquisa amostral e 
apresentação de relatório
(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e 
comunicar os resultados por meio de relatório contendo avaliação de medidas de tendência central 
e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de planilhas eletrônicas.
MATEMÁTICA – 9º ANO (Continuação)
319
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL
UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES 
Geometria Relações métricas no triângulo retângulo 
Teorema de Pitágoras: verificações 
experimentais e demonstração
Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas 
de proporcionalidade e verificações experimentais
(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de 
Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos.
(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das 
relações de proporcionalidade envolvendo retas paralelas cortadas por secantes.
Polígonos regulares (EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 
construção de um polígono regular cuja medida do lado é conhecida, utilizando régua e 
compasso, como também softwares.
Distância entre pontos no plano cartesiano (EF09MA16)Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos 
quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e 
utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras 
planas construídas no plano.
Vistas ortogonais de figuras espaciais (EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento 
para desenhar objetos em perspectiva.
Grandezas	e	medidas Unidades de medida para medir distâncias muito 
grandes e muito pequenas
Unidades de medida utilizadas na informática
(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes 
ou muito pequenas, tais como distância entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou 
de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.
Volume de prismas e cilindros (EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e 
de cilindros retos, inclusive com uso de expressões de cálculo, em situações cotidianas.
Probabilidade	e	estatística	 Análise de probabilidade de eventos aleatórios: 
eventos dependentes e independentes
(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes 
e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos.
Análise de gráficos divulgados pela mídia: 
elementos que podem induzir a erros de leitura 
ou de interpretação
(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que 
podem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, 
legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e 
datas), entre outros. 
Leitura, interpretação e representação de dados 
de pesquisa expressos em tabelas de dupla 
entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, 
gráficos de barras e de setores e gráficos 
pictóricos
(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com 
ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apresentar um determinado conjunto de dados, 
destacando aspectos como as medidas de tendência central.
Planejamento e execução de pesquisa amostral e 
apresentação de relatório
(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e 
comunicar os resultados por meio de relatório contendo avaliação de medidas de tendência central 
e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de planilhas eletrônicas.

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