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Doença inflamatoria intestinal

Apresentação sobre Doença Inflamatória Intestinal (DII) com introdução e caso clínico de doença de Crohn; aborda fisiopatologia, manifestações clínicas, achados diagnósticos, complicações e tratamento citado (mesalazina, azatioprina, prednisona).

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PARTICIPANTES: ANA CAROLINA DUARTE, BRUNA, CARLA, GISLENE, MELISSA, RAFAEL E RAFAELLA.
DOENÇA INFLAMATORIA INTESTINAL
 Índice
 INTRODUÇAO
CASO CLINICO
DOENÇA DE CROHN
TRATAMENTO
01
02
05
04
PROCESSO DE ENFERMAGEM
COLITE ULCERATIVA
03
04
06
Introdução 
‹#›
Distúrbios crônicos: doença de Crohn e colite ulcerativa;
Incidência nos EUA;
Influência de agentes externos como: agentes do meio ambiente como pesticida, aditivos de alimentos, tabaco e radiação.
CASO CLINICO 
‹#›
Paciente masculino, 19 anos, relata dor em QID e diarreia persistente há 7 dias, associado a hematoquezia durante treinamento militar. O quadro se intensificou em um mês, com surgimento de dor anal que persistia após a evacuação.
Um ano depois, recebeu o diagnóstico de duas fissuras anais e foi tratado com AINES, analgésicos e pomada anestésica. Com a falha do tratamento e perda ponderal de 22 kg, foi submetido a uma fissurectomia após 3 meses.
Não houve melhora do quadro, e cursando com dor abdominal em cólica de forte intensidade, seguida de diarreia sanguinolenta, inapetência e aftas orais.
Nos exames de admissão o mostraram leucocitose e PCR elevada, HB e HT diminuídos e níveis de albumina diminuídos (albumina <3,0) 
Suspeitou-se de DII e a colonoscopia apresentou padrão macroscópico compatível com DII, com anatomopatológico inconclusivo. Após revisões das lâminas, foram observados granulomas e o diagnóstico foi concluído.
O tratamento com mesalazina, azatioprina e prednisona se iniciou, com importante melhora do quadro.
Doença de crohn (enterite regional)
 Doença inflamatória crônica , caracterizada por períodos de remissão e exacerbação (agravamento).
 Inflamação subaguda e crônica da parede do sistema digestório, que se estende e Compromete todas as camadas da parede intestinal. 
 Afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), embora possam ocorrer em qualquer lugar do sistema digestório. 
Já possui descrições e relatos, porém não se sabe a causa definitiva desta doença.
Não possui um seguimento 
Autoimune, não possui um fator desencadeador. 
‹#›
Fisiopatologia
DOENÇA DE CROHN 
Processo Inflamatório
Abscessos e inflamação das criptas.
Evoluem para pequenas úlceras focais.
Lesoes Iniciais
Mais profundas.
Forma ulcerações longitudinais e transversas.
Separadas por placas edemaciada (calçada de paralelepipedos).
Fistulas (conexão anormal).
Granulomas podem ocorrer nos linfonodos.
Comprometimento
São bem delimitados pelas áreas contíguas.
São denominadas lesões salteadas e daí provém o termo enterite regional.
A parede intestinal se espessa e torna-se fibrótica/estreitamento do lúmen.
Estenose intestinal.
 ( estreitamento)
‹#›
Partes Afetadas
Boca
Esofago
Intestinos
Reto
Causa de dor
‹#›
Manifestações clínicas
Por segmento
Ileocolite
 - Dor em QID e diarreia - defecação alivia a dor
- Febre e abcessos intraabdominais
- Comum perda de peso
- Obstrução por edema / espasmo - estreitamento fibroestenotico
Jejunocolite
 - Perda da superfície digestiva e absortiva - má absorção
Colite
- Pode ter hematoquezia 
‹#›
Manifestações clínicas
Quadro clinico variavel
Diarreia persistente como queixa mais comum, com varias evacuaçoes, anemia mal estar e fraqueza
Pode haver constipação por estreitamento do lúmen
Dor abdominal: queixa mais importante
Em QID, persistente e em colica
Faz distensão abdominal
‹#›
Avaliação e achados clínicos
Diagnostico: endoscopia 
‹#›
A TC pode ressaltar o espessamento da parede intestinal e o edema mesentérico, bem como obstruções, abscessos e fístulas. Portanto, a TC é considerada mais sensível no diagnóstico da doença de Crohn; 
A RM é extremamente sensível e específica em termos de identificação de fístulas e abscessos perianais e pélvicos;
 É realizado um hemograma completo para avaliar os níveis de:
- hematócrito e de hemoglobina (que podem estar diminuídos)
- contagem de leucócitos (pode estar elevada)
- velocidade de hemossedimentação (VHS) normalmente é elevada 
- níveis de albumina e proteínas podem estar diminuídos, indicando desnutrição (Ghazi, 2016).
Avaliação e achados clínicos
‹#›
As complicações da doença de Crohn incluem obstrução intestinal ou formação de estruturas, doença perianal, desequilíbrios hidroeletrolíticos, desnutrição decorrente da má absorção e formação de fístulas e abscessos; 
 O tipo mais comum de fístula do intestino delgado causada pela doença de Crohn é a fístula enterocutânea (i. e., uma abertura anormal entre o intestino delgado e a pele);
Os abscessos podem ser o resultado de uma fístula interna, que resulta em acúmulo de líquidos e infecção. Pacientes com doença de Crohn também correm maior risco de câncer de cólon.
 Complicações
‹#›
‹#›
 Doença de Crohn
Colite Ulcerativa
‹#›
A colite ulcerativa é uma doença inflamatória e ulcerativa crônica das camadas mucosa e submucosa do cólon e do reto; 
Se caracteriza por períodos imprevisíveis de remissão e exacerbação com episódios de cólicas abdominais e diarreia sanguinolenta ou purulenta;
As alterações inflamatórias começam, tipicamente, no reto e evoluem proximalmente pelo cólon.
Fisiopatologia 
‹#›
Fisiopatologia
COLITE ULCERATIVA 
- Inflamação cronica da mucosa 
- Ulcerações, inflamações difusas e descamação ou desfolhamento do epitélio colônico
-Sangramento como resultado das ulcerações
- Lesões contíguas e ocorrem uma após a outra
-O intestino se estreita, encurta e espessa em virtude da hipertrofia muscular e dos depósitos de gordura. 
- Como o processo inflamatório não é transmural
-abscessos, fístulas, obstrução e fissuras são incomuns na colite ulcerativa
‹#›
Manifestações Clínicas 
Diarreia, passagem de muco, pus, ou sangue, dor abdominal no quadrante inferior esquerdo e tenesmo intermitente; 
Sangramento pode ser leve ou grave, e resulta em palidez, anemia e fadiga;
O paciente pode apresentar anorexia, perda de peso, febre, vômito e desidratação, bem como cólica, tenesmo e seis ou mais episódios de eliminação de fezes líquidas ao dia;
É classificada como leve, grave ou fulminante, dependendo da gravidade dos sintomas.
‹#›
Avaliação e Achados diagnósticos 
Exames radiográficos abdominais: determina a cauda dos sintomas;
Colonoscopia: exame de rastreamento definitivo capaz de diferenciar a colite ulcerativa de outras doenças do cólon;
Biopsias: que determina as características histológicas;
Ultrassonografia: identificar abscessos e envolvimento perirretal
Exames laboratoriais: identifica presença de sangue nas fezes, e alterações hematócrito e hemoglobina, leucócitos, níveis de albumina, e desequilíbrio eletrolítico. 
‹#›
Complicações 
Perfuração e sangramento;
Ingurgitação vascular e tecido de granulação altamente vascular;
megacólon tóxico, quando ocorre um processo inflamatório que estende-se para a mucosa muscular.
‹#›
Tratamento 
Tratamento Nutricional:
Os líquidos orais e uma dieta pobre em resíduos e rica em proteína e calorias;
Os desequilíbrios hidroeletrolíticos da desidratação causada pela diarreia são corrigidos pela terapia endovenosa;
Qualquer alimentos que exacerbam a diarreia são evitados.
‹#›
Tratamento 
Tratamento Farmacológico:
Os medicamentos sedativos, antidiarreicos e antiperistálticos são usados para reduzir a peristalse;
São mantidos até que as fezes do paciente pareçam normais em frequência e consistência;
Os antibióticos são usados para infecções secundárias;
O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH),e os corticosteróides parenterais são eficazes no tratamento 
 quando a dose dos corticosteróides é reduzida ou interrompida;
Os corticosteróides permanecem, sequelas adversas, como a Hipertensão.
Diagnósticos de enfermagem 
Ansiedade
Conhecimento deficiente
Diarreia
Dor aguda
Enfrentamento ineficaz 
Nutrição desequilibrada
Risco de comprometimento da integridade cutânea
Volume de líquido deficiente
‹#›Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Ansiedade	
	Resultados esperados: Reduzir a ansiedade	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Manter contato com o paciente, demonstrando atenção, calma e inspirando confiança. Multi Profissionais.	Sempre
	Estuda atenta e explicação concisa. Multi Profissionais.	Sempre
	Encaminhar para psicóloga. Enfermeira e médico.	Se necessário
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Conhecimento deficiente	
	Resultados esperados: Conhecimento em saúde 	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Educação em saúde 	Sempre
	Aconselhamento 	Sempre
	Identificação de risco 	Sempre
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Diarréia	
	Resultados esperados: Manter os padrões normais de eliminação 	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Avaliação das fezes: caráter, consistência, quantidade e frequência. Registrar. Enfermeira 	Sempre após evacuação
	Administrar medicamentos antidiarréicos conforme prescrição. Registrar. Técnicos de enfermagem.	8/8 h
	Manter acesso fácil ao banheiro ou comadre, limpo e sem odor. Equipe de limpeza e de enfermagem. 	24 h
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Dor aguda	
	Resultados esperados: Aliviar a dor 	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Administração de anticolinérgico e/ou analgésico. Técnico de enfermagem.	8/8 h
	Hábitos para aliviar a dor: Posição, aplicação de calor na região e prevenção de fadiga. Equipe de enfermagem.	Sempre que necessário
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Enfrentamento ineficaz 	
	Resultados esperados: Enfrentamento 	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Apoio emocional 	Sempre que necessário
	Redução da ansiedade 	Sempre que necessário
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Nutrição desequilibrada	
	Resultados esperados: Nutrição ótima	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Caso de nutrição parenteral total: 
Registro apurado da ingesta e da eliminação dos líquidos. Enfermeira.
Avaliar peso. Nutricionista.
Monitorar glicemia, uma vez que, a NPT é rica em glicose. Equipe de enfermagem.	Sempre 
1x ao dia
6/6 h
	Caso de alimento orais:
Introduzir refeições pequenas e frequentes. Equipe de enfermagem.	2/2 h
‹#›
Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Risco de perda da integridade da pele	
	Resultados esperados: Prevenir a integridade da pele	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Examinar a integridade da pele. Enfermeira.	6/6 h
	Usar protetores na pele. Equipe de enfermagem.	24 h
	Intervenção em caso de áreas avermelhadas ou irritadas, e consultar médico, se necessário. Enfermeira	Se necessário
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Prescrição de enfermagem 
	Dia: 29 de outubro de 2021 Hora: 14:40	
	De: Volume de líquidos deficiente	
	Resultados esperados: Manter a ingesta hídrica 	
	Prescrição de enfermagem: 	Horário
	Registrar quantidade de volume oral e endovenoso consumido e eliminado. Equipe de enfermagem 	24 h 
	Encorajar ingesta de líquidos. Multiprofissionais	Sempre
	Avaliar sinais de déficit de volume hídrico, como peso, pele, temperatura, mucosa, oligúria, dentre outros. Enfermeira.	6/6 h
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Referências 
‹#›
SMELTZER S. C., BARE; B. G.; HINKLE, J. L.; CHEEVER, K. H. Brunner & Suddart. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13ª ed. Guanabara Koogan, 2015. 2 volumes.
Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2009-2011/ NANDA International; tradução Regina Machado Garcez. - Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bulechek GM, Butcher HK, Dochterman J, Wagner CM. Classificação das Intervenções de Enfermagem - NIC. 6. ed. São Paulo: Elsevier, 2016.
Johnson M, Moorhead S, Maas ML, Swanson E. Classificação dos Resultados de Enfermagem - NOC .5. ed. São Paulo: Elsevier, 2016.
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