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Campus Estácio Nova Iguaçu - Disciplina: Teoria da Pena Professora: Danielle Motta Data: 16/11/2021 Aluno: Maria Eduarda Vaz Chambarelli Matrícula: 202010041051 AV2. 1- C 2- D 3- B 4- A 5- B 6- B 7- É indiscutível que, o Princípio da Dignidade Humana é a origem dos direitos humanos, ou seja, tal princípio reflete em todos os ramos do direito, mas pode-se dizer que de um modo especial está atrelado ao direito penal. A pena, no entendimento geral, surgiu como instrumento de punição para os indivíduos que não cumpriam regras e obrigações, nesse sentido, sanções eram aplicadas. Ocorre que, as penas eram executadas sem nenhuma proporção, já que atingia tanto a pessoa considerada culpada quanto aqueles que tinham algum vínculo com ela, o que caracterizava sua desproporcionalidade. Além disso, levando em consideração a narração de Michel Foucault, podemos afirmar que não havia limites para as penalidades, contrariando totalmente a garantia de vida digna, prevista no artigo 1 da Constituição Federal. Por conseguinte, a Pena veio como resposta estatal na vedação ou restrição de um bem jurídico à determinado indivíduo, jamais sendo necessário a morte do mesmo. No Brasil, a sanção penal tem tríplice finalidade: retributiva, preventiva geral e especial e reeducativa ou ressocializadora. A finalidade preventiva geral ocorre no momento da cominação da pena em abstrato pelo legislador e visa a sociedade, no entanto, em sentença, o juiz aplica a pena buscando a finalidade retributiva e a preventiva especial (esta acontece depois do crime visando evitar a reincidência do delinquente). Conforme dispõe o artigo 1º da Lei de Execução Penal: Art. 1º, Lei 7210/84, a execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado. 8- A Teoria monista, também chamada de teoria unitária, rejeita a distinção entre autor e partícipe. Para tal teoria, todos que concorrem para a prática de conduta criminosa incidem nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade. No que concerne à Teoria Pluralista, cada concorrente realiza um injusto próprio, punindo-se, portanto, de forma diferenciada, ou seja, para cada autor ou partícipe haveria uma infração penal distinta. Registre-se, de imediato, que esta teoria não foi aceita como regra pela generalidade das legislações, onde Código Penal, excepcionalmente, a adota para os crimes tipificados, tais como o de aborto, estupro de vulnerável, indução de menor à ato libidinoso a outrem, bigamia, corrupção passiva e ativa, transporte de mercadoria ilícita, dentre outros. A teoria adotada no ordenamento jurídico pátrio penal é teoria monista, no entanto, vem sendo muito debatida, uma vez que o próprio Código abre possibilidades de agravantes e atenuantes para arbitragem da pena de determinados crimes.