Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
NOME: CAREN ANDRESSA LIMA SILVEIRA 
CURSO:MEDICINA-2020.1 
SEMESTRE: TERCEIRO 
PROFESSOR(A): EDIANE 
Musculo estriado esquelético 
O tecido muscular esquelético é formado por feixes de células muito longas (até 30 cm), 
cilíndricas, multinucleadas e que contêm muitos filamentos, as miofibrilas. Nas fibras musculares 
esqueléticas os numerosos núcleos se localizam na periferia das fibras, nas proximidades do 
sarcolema. Essa localização nuclear característica ajuda a distinguir o músculo esquelético do 
músculo cardíaco, ambos com estriaçôes transversais, uma vez que, no músculo cardíaco, os 
núcleos são centrais. 
Em um músculo, como o bíceps ou o deltoide, por exemplo, as fibras musculares estão 
organizadas em grupos de feixes, sendo o conjunto de feixes envolvidos por uma camada de 
tecido conjuntivo chamada epimísio , que recobre o músculo inteiro. Do epimísio partem finos 
septos de tecido conjuntivo que se dirigem para o interior do músculo, separando os feixes. Esses 
septos constituem o perimísio. Assim, o perimísio envolve os feixes de fibras. Cada fibra 
muscular, individualmente, é envolvida pelo endomísio), que é formado pela lâmina basal da 
fibra muscular, associada a fibras reticulares. O endomísio apresenta escassa população celular 
constituída por algumas células do conjuntivo,principalmente fibroblastos. 
As fibras musculares ainda possuem faixas que as dividem, faixa escura é anisotrópica e, por 
isso, recebe o nome de banda A, enquanto a faixa clara, ou banda I, é isotrópica. No centro de 
cada banda I nota-se uma linha transversal escura- a linha Z. A estriação da miofibrila se deve à 
repetição de unidades iguais, chamadas sarcômeros. Cada sarcômero, que mede cerca de 2,5 
µ.m, é formado pela parte da miofibrila que fica entre duas linhas Z sucessivas e contém uma 
banda A separando duas semibandas I. A banda A apresenta uma zona mais clara no seu centro, 
a banda H. A disposição dos sarcômeros coincide nas várias míofibrilas da fibra muscular, e as 
bandas formam um sistema de estriações transversais, paralelas, que é característico das fibras 
musculares estriadas. 
 
Imagem de um Corte 
transversal de músculo 
estriado esquelético, 
que mostra o epimísio, 
o perimísio(setas) e o 
endomísio(pontos 
)deseta). 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tecido muscular estriado esquelético em secção 
longitudinal. Suas células são longas fibras de espessura 
variável. Suas principais características são: os núcleos se 
situam na periferia de cada fibra; por esta razão são 
vistos organizados em fileiras entre as células (setas) 
juntamente com os núcleos das células do endomísio. 
 
 
; 
 
Tecido muscular estriado esquelético em 
secção longitudinal. Algumas colorações 
favorecem a observação dos detalhes da 
estriação transversal das fibras musculares 
estriadas esqueléticas, possibilitando 
identificar as faixas A e I e, em menor grau, as 
linhas Z. (Hematoxilina fosfotúngstica. Médio 
aumento. Detalhe. Grande aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tecido muscular estriado esquelético. A maioria das fibras da 
imagem está seccionada transversalmente. Nesse tipo de secção, 
fica bem evidente que os seus núcleos ocupam sempre posição 
periférica na célula (setas). O aspecto granuloso do citoplasma se 
deve ao fato de que são vistas em cada célula centenas de 
miofibrilas, também seccionadas transversalmente. Estão 
presentes algumas fibras musculares seccionadas 
longitudinalmente (pontas de seta), que evidenciam a 
característica estriação transversal, a qual somente pode ser 
observada em cortes longitudinais. (HE. Médio aumento.) 
As placas motoras são locais ao longo 
de cada fibra em que terminações 
nervosas motoras fazem sinapse com a 
superfície da fibra. A imagem é de um 
preparado total, isto é, são fibras 
musculares inteiras que foram 
retiradas de um músculo e colocadas 
sobre uma lâmina histológica. São 
vistas três fibras, uma das quais exibe 
uma placa motora (ponta de seta) 
formada por inúmeras pequenas 
manchas, que são os locais de sinapse. 
(Tricloreto de ouro. Pequeno 
aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
TECIDO OSSEO 
 
O tecido ósseo é o componente principal do esqueleto, serve de suporte para os tecidos moles e 
protege órgãos vitais, como os contidos nas caixas craniana e torácica, bem como no canal 
raquidiano. Aloja e protege a medula óssea,formadora das células do sangue, proporciona apoio 
aos músculos esqueléticos, transformando suas contrações em movimentos úteis, e constitui um 
sistema de alavancas que amplia as forças geradas na contração muscular. 
Além dessas funções, os ossos funcionam como depósito de cálcio, fosfato e outros lons, 
armazenando-os ou liberando-os de maneira controlada, para manter constante a concentração 
desses importantes íons nos líquidos corporais. São capazes ainda de absorver toxinas e metais 
pesados, minimizando assim seus efeitos adversos em outros tecidos. 
O tecido ósseo é um tipo especializado de tecido conjuntivo formado por células e material 
extracelular calcificado, a matriz óssea. As células são: os osteócitos, que se situam em cavidades 
ou lacunas no interior da matriz ; os osteoblastos, que sintetizam a parte orgânica da matriz e 
localizam-se na sua periferia; e os osteoclastos, células gigantes, móveis e multínucleadas que 
reabsorvem o tecido ósseo, participando dos processos de remodelação dos ossos. 
Como não existe difusão de substâncias através da matriz calcificada do osso, a nutrição dos 
osteócitos depende de canaliculos que existem na matriz. Esses canaliculos possibilitam as trocas 
de moléculas e lons entre os capilares sanguíneos e os osteócitos. Todos os ossos são revestidos 
em suas superficies externas e internas por membranas conjuntivas que contêm células 
osteogênicas, o periósteo e o endósteo, respectivamente. 
 
Uma secção longitudinal de parte de um 
osso longo mostra alguns de seus 
principais componentes. (HE. Pequeno 
aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As células do tecido ósseo estão intimamente 
associadas à matriz óssea, que é acidófila, ao 
contrário da matriz cartilaginosa, que tende a 
ser basófila. Os osteoblastos (setas) sempre se 
situam na superfície do tecido ósseo, enquanto 
os osteócitos (pontas de seta) se localizam no 
interior de lacunas da matriz. A forma e a 
coloração dos osteoblastos variam com a sua 
atividade funcional. Observe que nesta imagem 
há osteoblastos tanto cuboides, muito ativos, 
como achatados, pouco ativos. Um osteoclasto 
está apoiado na superfície do osso na imagem 
superior. A distribuição desordenada dos 
osteócitos e a coloração irregular da matriz, 
vista com colorações variadas e com manchas 
irregulares, são indicativas de que os tecidos 
ósseos da imagem são do tipo tecido ósseo 
imaturo, primário ou não lamelar. (HE. Médio 
aumento.) 
Os osteoclastos são células do 
tecido ósseo de tamanho muito 
grande, multinucleadas, com 
citoplasma acidófilo e apoiadas na 
superfície do tecido (seta). As 
pontas de seta indicam osteócitos. 
(HE. Médio aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Osso em crescimento formado por 
osso imaturo (primário ou não 
lamelar) com matriz óssea acidófila 
(setas), na qual há osteócitos 
dispostos sem organização 
definida; a matriz não é 
homogênea. Os espaços claros 
estão preenchidos por tecido 
conjuntivo frouxo contendo células 
mesenquimais e vasos sanguíneos. 
(HE. Médio aumento.) 
A diáfise madura é constituída quase inteiramente 
por osso do tipo lamelar, também denominado 
secundário ou maduro. A imagem é de um corte 
transversal do trecho de uma diáfise. O tecido 
ósseo é formado por conjuntos de delgadas lamelas 
ósseas, que, conformesua localização e disposição, 
são chamadas de: lamelas circunferenciais 
externas, na periferia da diáfise; lamelas 
circunferenciais internas, formando a parede 
interna da diáfise; lamelas intermediárias (LI), 
constituindo pequenos trechos de tecido ósseo na 
porção intermediária da parede da diáfise; e 
sistemas de Havers, pequenos cilindros formados 
por lamelas concêntricas de tecido ósseo. Cada 
cilindro tem um canal central. Os sistemas de 
Havers se dispõem longitudinalmente à diáfise; 
portanto, nesta imagem, estão sendo observados 
em secções transversais. Há túneis no interior do 
tecido ósseo denominados canais de Volkmann 
(pontas de seta), que contêm vasos sanguíneos que 
comunicam a superfície externa ou interna e o 
centro da diáfise. (Schmorl. Pequeno aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OSSIFICAÇAO INTRAMEMBRANOSA 
Sistema de Havers em secção 
transversal. Pode-se observar que 
esse sistema é formado por três 
lamelas ósseas numeradas de 1 a 3. 
Os osteócitos situam-se nos limites 
entre lamelas adjacentes. É possível 
observar (em marrom-escuro) 
inúmeros canalículos ósseos, 
pequenos túneis que, no osso vivo, 
são preenchidos por 
prolongamentos dos osteócitos e 
por plasma. 
Diáfise madura em corte longitudinal. Neste 
pequeno trecho da parede, uma diáfise pode 
ser observada externamente à camada de 
periósteo (em parte descolada da superfície 
óssea devido a artefato de técnica). Em torno 
do periósteo há músculo esquelético (ME). 
Internamente na diáfise, revestindo o canal 
medular, situa-se o endósteo, uma camada 
de osteoblastos que é muito mais delgada 
que o periósteo. MH: medula óssea 
hematogênica. (HE. Médio aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
No primeiro estágio da ossificação 
intramembranosa (vista em uma 
cabeça de feto de roedor), há uma 
condensação de células 
mesenquimais que confluem para 
um pequeno centro de ossificação 
(delimitado por pontas de seta). 
(HE. Médio aumento.) 
Durante um estágio mais avançado 
da ossificação intramembranosa, 
algumas células mesenquimais se 
transformam em osteoblastos 
(pontas de seta), os quais secretam 
matriz óssea (setas). Todo esse 
conjunto é envolvido por células 
mesenquimais. (HE. Médio 
aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com o acúmulo progressivo de 
matriz óssea durante a ossificação 
intramembranosa, alguns 
osteoblastos que se situavam na 
superfície da peça óssea tornam-se 
incorporados na matriz óssea e 
passam a ser chamados de 
osteócitos (pontas de seta). Muitos 
osteoblastos (setas) estão 
presentes na superfície da peça 
óssea. (HE. Médio aumento.) 
Em estágios avançados da 
ossificação intramembranosa 
aparecem porções maiores de 
tecido ósseo com sua matriz 
acidófila e com osteócitos no seu 
interior (pontas de seta). Existe 
mesênquima no interior e na 
periferia do osso (Mes). 
Paralelamente à formação do 
tecido ósseo ocorre sua reabsorção 
por meio de osteoclastos (setas) 
situados junto à superfície do osso. 
(HE. Médio aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
OSSIFICAÇAO ENDOCONDRAL 
 
 
 
O crescimento longitudinal de um 
osso longo ocorre por ossificação 
endocondral no nível da cartilagem 
de conjugação ou cartilagem 
epifisária, situada entre a epífise e a 
diáfise. Essa cartilagem é formada 
por várias zonas, dispostas a partir 
da epífise em direção à diáfise: zona 
de cartilagem em repouso, zona de 
cartilagem seriada, zona de 
cartilagem hipertrófica, zona de 
cartilagem calcificada e zona de 
ossificação. Seus limites 
aproximados estão indicados na 
figura. (HE. Pequeno aumento.) 
Cartilagem epifisária. Detalhes da 
zona de cartilagem em repouso e 
da zona de cartilagem seriada. Esta 
última é constituída por 
condrócitos empilhados como 
pilhas de moedas. Na epífise existe 
tecido ósseo com sua matriz corada 
em vermelho. (HE. Médio 
aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
A 
 
 
Cartilagem epifisária. Detalhes da 
zona de cartilagem seriada, zona de 
cartilagem hipertrófica e zona de 
cartilagem calcificada. Na 
cartilagem hipertrófica, os 
condrócitos estão aumentados de 
tamanho, e, na zona de cartilagem 
calcificada, os condrócitos estão 
mortos e as lacunas onde estavam 
ficam vazias, restando delgados 
tabiques de matriz cartilaginosa. A 
delimitação precisa da zona de 
cartilagem calcificada é difícil 
quando são usadas colorações 
rotineiras. (HE. Médio aumento.) 
Cartilagem epifisária. Em secções 
tratadas para demonstrar íons 
cálcio, a matriz cartilaginosa da 
zona de cartilagem calcificada 
mostra um intenso precipitado 
preto (setas) indicativo da 
existência de cálcio. Na zona de 
ossificação, situada imediatamente 
em seguida, há também cálcio na 
matriz óssea recém-formada 
(pontas de seta). (HE. Médio 
aumento.) 
Modulo de locomoção e preensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cartilagem epifisária. Na zona de 
ossificação há inúmeras trabéculas 
ou espículas cujo interior mostra a 
matriz cartilaginosa basófila 
(setas), sobre a qual foi depositado 
tecido ósseo com sua matriz 
acidófila (pontas de seta). (HE. 
Médio aumento.)

Mais conteúdos dessa disciplina