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1 Classifique as orações subordinadas adverbiais em destaque. a) Meu filho tem estudado como um intelectual [estuda]. Oração subordinada adverbial comparativa. b) Cheguei um pouco mais cedo, a fim de que pudesse conseguir um bom lugar. Oração subordinada adverbial final. c) Todos chegaram à festa às 18 horas, como eu havia previsto. Oração subordinada adverbial conformativa. d) Neymar Jr. correu tanto que foi poupado na partida seguinte. Oração subordinada adverbial consecutiva. 2 Reescreva os períodos completando-os a fim de construir o tipo de oração indicado entre parênteses. a) (oração subordinada adverbial conformativa) a Cons- tituição de 1988, todo cidadão tem direito à saúde. Segundo a Constituição de 1988, todo cidadão tem direto à saúde. b) O senado age (oração subordinada adverbial com- parativa) uma criança. O senado age como uma criança [age]. c) Chorei tanto (oração subordinada adverbial con- secutiva) me faltam lágrimas agora. Chorei tanto que me faltam lágrimas agora. d) (oração subordinada adverbial final) encontrasse minha mãe mais rápido, anunciei no microfone do mercado. Para que encontrasse minha mãe mais rápido, anunciei no microfone do mercado. SITUAÇÃO-PROBLEMA Veja, no Manual do Professor, o gabarito comentado das questões sinalizadas com asterisco. ● Analise os dois períodos a seguir classificando as orações em destaque, que, embora contenham palavras iguais, têm valores distintos. I. Como afirmou Émile Durkheim, a sociedade é um corpo biológico. II. Como o Congresso atuou, não precisamos fazer nada. Em I, a oração é subordinada adverbial conformativa; em II, a oração é subordinada adverbial causal. PARA CONCLUIR Infere-se, portanto, que as orações subordinadas adverbiais são aquelas que indicam a circuns- tância do processo verbal presente na oração principal. É válido resgatar que elas, sintaticamente, são adjuntos adverbiais em forma de oração. As orações subordinadas adverbiais observadas neste módulo foram: ● Oração subordinada adverbial comparativa: estabelece uma relação de comparação entre ele- mentos de orações distintas. ● Oração subordinada adverbial consecutiva: estabelece uma relação de efeito do processo pre- sente na oração principal. ● Oração subordinada adverbial conformativa: sinaliza a maneira como o ocorre ou se executa o processo verbal da oração principal. ● Oração subordinada adverbial final: implica apresentar o objetivo do processo verbal indicado na oração principal. PRATICANDO O APRENDIZADO 48 L ÍN G U A P O R T U G U E S A M Ó D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 48 1/23/20 11:11 3 Observe a tira. a) No primeiro quadrinho da tira, é possível identificar uma oração subordinada. Transcreva-a. “como castelos de areia”. b) Classifique a oração identificada no item anterior. Oração subordinada adverbial comparativa. c) A tira provoca uma quebra da expectativa do leitor, o que causa o humor da história. Como isso acontece? O fato de o menino descer do escorregador e destruir o castelo transmite uma ideia menos poética do que a idealizada pelo rato. 4 Observe o anúncio publicitário fictício a seguir. a) Pode-se notar, nesse anúncio, a presença de uma oração subordinada. Destaque-a e indique como sua classificação se relaciona ao contexto da propaganda. “quanto roubar um carro”. A oração comparativa exalta a facilidade de adquirir o seguro, da mesma forma que é fácil roubar um carro. b) Imagine que o anúncio divulga um produto ofertado por uma seguradora. Um de seus elementos principais é o período “Fazer um seguro é tão fácil quanto roubar um carro”. Reescreva esse período, acrescentando uma oração que explicite que essa ideia parte da seguradora. Segundo a seguradora, fazer um seguro é tão fácil quanto roubar um carro. c) Classifique a oração que introduz o período reescrito no item anterior. Oração subordinada adverbial conformativa. © F e rn a n d o G o n s a le s /A c e rv o d o c a rt u n is ta FAZER UM SEGURO É TÃO FÁCIL QUANTO ROUBAR UM CARRO. D a n ie l J e d zu ra /S h u tt e rs to ck /F o to m o n ta g e m : F e rn a n d a C re v in 49 L ÍN G U A P O R T U G U E S A M Ó D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 49 1/23/20 11:11 Para responder às questões 1 a 6, leia o texto a seguir. Ele discorre sobre a inclusão de pessoas com deficiência auditiva na educação brasileira. O lugar social das pessoas com surdez na escola Desde a época do meu ensino fundamental tive ex- periências com pessoas com surdez. Nossa comunicação nunca foi uma barreira, pois sempre houve boa vontade e interesse das partes em se expressarem. Aprendi Língua brasileira de sinais (Libras) como idioma alternativo de forma leve e amistosa, a partir do contato com a língua. Já a criança com surdez era incentivada, nessa época, a procu- rar espaços em que pudesse se relacionar com seus pares linguísticos, criando uma cultura surda, porém segregando o sujeito e negando-lhe o mundo de sons em que vive. A partir dessa experiência, percebo como o processo de inclusão dos estudantes surdos poderia ser mais eficaz se, além da formação adequada do professor e da presença do intérprete de Libras em sala de aula, eles fossem valorizados enquanto sujeitos leitores por um currículo que contemplas- se suas diversidades. Conforme destaca Nilma Lino Gomes, em “Indagações sobre currículo”, não basta apenas a inclu- são física desses alunos. “Há também a necessidade de uma mudança de lógica, da postura pedagógica, da organização da escola (seus tempos e espaços) e do currículo escolar para que a educação inclusiva cumpra o seu objetivo educativo.” Atualmente, fomenta-se a inclusão da criança surda desde os primeiros anos de sua infância com uma proposta bilíngue, na qual o português escrito e a língua de sinais não se opõem, mas coexistem. Mas vemos a Libras ainda inacessível a muitos educadores e espaços escolares. Essa falta de comunicação se agrava em casos em que a pessoa com surdez, oriunda de família ouvinte, desconhece uma maneira eficaz de interagir e trocar não só na escola, mas em casa e na sociedade. [...] ALVOROÇADO, Doug. O lugar social das pessoas com surdez na escola. Diversa, 22 set. 2017. Disponível em: <www.diversa.org.br/artigos/o-lugar-social-das-pessoas-com-surdez-na- escola>. Acesso em: 11 nov. 2019. 1 Nesse texto, o autor ressalta o problema da inclusão de surdos no sistema educacional. Qual é o primeiro ponto problemático evidenciado por ele? O autor diz que as crianças surdas eram incentivadas a se relacionar somente com outras pessoas surdas. 2 Releia um fragmento do segundo parágrafo. Conforme destaca Nilma Lino Gomes, em “Indagações sobre currículo”, não basta apenas a inclusão física desses alunos. “Há também a necessidade de uma mudança de lógica, da postura pedagógica, da organização da escola (seus tempos e espaços) e do currículo escolar para que a educação inclusiva cumpra o seu objetivo educativo.” a) Classifique a oração introduzida pela conjunção destacada. Oração subordinada adverbial conformativa. b) Muitas vezes, um texto pode se valer de mecanis- mos linguísticos para promover a concisão textual. Reescreva a oração classificada no item anterior de modo a tornar o texto mais conciso e, em seguida, nomeie esse recurso. Conforme Nilma Lino Gomes. Trata-se de uma elipse verbal. 3 No fim do texto, o autor evidencia um problema ainda mais grave relacionado às pessoas com surdez. Trans- creva a passagem em que tal entrave fica evidente. “Essa falta de comunicação se agrava em casos em que a pessoa com surdez, oriunda de família ouvinte, desconhece uma maneira eficaz de interagir e trocar não só na escola, mas em casa e na sociedade.” 4 Para você, como a escola pode melhorar a comunicação entre crianças surdas e não surdas? Resposta pessoal.Sugestão: Promovendo o ensino de Libras para não surdos. 5 Releia outro fragmento do segundo parágrafo. A partir dessa experiência, percebo como o processo de inclusão dos estudantes surdos poderia ser mais eficaz se, além da formação adequada do professor e da presença do intérprete de Libras em sala de aula, eles fossem valo- rizados enquanto sujeitos leitores por um currículo que contemplasse suas diversidades. a) Indique o valor semântico da conjunção destacada. Condicional. b) A conjunção destacada introduz uma oração que pode ser interpretada como um fator negativo na batalha pela inclusão. Como se explica esse fato? Como a conjunção introduz uma condição, entende-se que a valorização do surdo ainda não foi estabelecida. c) Apresente o referente do pronome em destaque. Estudantes surdos. APLICANDO O CONHECIMENTO 50 L ÍN G U A P O R T U G U E S A M Ó D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 50 1/23/20 11:11 6 No período “Nossa comunicação nunca foi uma bar- reira, pois sempre houve boa vontade e interesse das partes em se expressarem”, a conjunção pois exerce papel fundamental na articulação do texto. a) Classifique a oração introduzida por essa conjunção. Oração subordinada adverbial causal. b) Como essa oração se relaciona semanticamente com a informação anterior a ela? Ela introduz o motivo pelo qual a comunicação entre o autor do texto e os surdos não foi um problema. Leia o fragmento inicial de um artigo de opinião para responder às questões 7 a 10. A globalização na ciência e tecnologia O processo de globalização, que se expandiu extraordina- riamente desde o fim da 2 a Guerra Mundial, em 1945, é usual- mente associado exclusivamente à abertura dos mercados O processo de globalização, que se expandiu extraor- dinariamente desde o fim da 2a Guerra Mundial, em 1945, é usualmente associado exclusivamente à abertura dos mercados. Blocos econômicos como o Mercosul e a União Europeia levaram a uma enorme expansão dos negócios – antes restrito ao mercado interno – para outros países, e economias emergentes. A expansão dos mercados veio também acompanhada de integração cultural e de esportes. O melhor testemunho disso é o futebol, em que os padrões técnicos são elevados e aproximadamente iguais em todos os países como se viu na Copa do Mundo na Rússia. Outra área em que isso ocorreu é a do tráfego aéreo, em que aeroportos e procedimentos técnicos sãos universais. Houve, contudo, outros períodos da História em que globalização econômica era vista com grande desconfiança e a emergência de nacionalismos exacerbados levou às duas guerras mundiais do século 20. Antes disso, no século 19, a globalização significava impérios coloniais, como o britânico, que dominou metade do mundo. A área científica, contudo, tem se mantido praticamen- te imune a esses problemas. O conhecimento científico é universal por natureza e adquiri-lo não depende de fron- teiras, de acordos comerciais ou de proteção de paten- tes. As leis da física são as mesmas para todos os países. O conhecimento científico dificilmente pode ser controla- do e em geral circula livremente, mesmo em períodos em que as tendências antiglobalização são fortes. Todavia há exceções: o antissemitismo de Hitler era tão extremado que [...] em 1933, decidiu expulsar os cientistas judeus das universidades alemãs. Foi-lhe ponderado que isso poderia atrasar o desenvolvimento da ciência alemã, ao que Hitler retrucou que preferia que a ciência na Alemanha se atrasasse alguns anos por essas perdas a aceitar a “ciência judaica”, de que Einstein era o principal expoente, e que os cientistas alemães recupera- riam o atraso após alguns anos. Não foi isso que aconteceu. O esforço de guerra dos Aliados, que se opunham à Alemanha, beneficiou extraordinariamente cientistas judeus asilados, como o próprio Einstein e muitos outros, o que permitiu o desenvolvimento até das armas nucleares antes que os alemães o fizessem. Houve áreas em que isso não se verificou, como a de foguetes, em que os alemães mantiveram a liderança. Mas na de energia nuclear foi o contrário, apesar de contar com cientistas excepcionais, como Heisenberg. [...] GOLDEMBERG, José. A globalização na ciência e tecnologia. O Estado de S. Paulo, 16 jul. 2018. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-globalizacao-na-ciencia-e- tecnologia,70002403178>. Acesso em: 11 nov. 2019. 7 Nos dois primeiros parágrafos do texto, o autor comenta duas visões diferentes sobre a globalização. Explique que visões são essas. A primeira visão está associada à abertura dos mercados, que levou a uma expansão de negócios para as economias emergentes, acompanhada da integração cultural e dos esportes. A segunda visão está associada à desconfiança e à emergência de nacionalismos exacerbados, o que levou às duas guerras mundiais do século XX. 8 Por que o autor considera que a área científica pode ser considerada imune aos problemas causados por tendências antiglobalização? Porque se trata de um conhecimento universal, que dificilmente pode ser controlado e circula livremente. 51 L ÕN G U A P O R T U G U E S A M ” D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 51 1/23/20 11:11 Leia os textos I e II para responder às questões 1 e 2. Texto I A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo es- pecialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esfor- ços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia. A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até paí- ses com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7 804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news. (http://infograficos.estadao.com.br. Adaptado) Texto II “Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é ge- ralmente entediante”, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá. Em sua apresentação, a ativista engajada no combate a notícias falsas – cofundadora do site StopFake – disse que as chamadas fake news são “uma ameaça à democracia e à sociedade”. Prossegue: “As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso”. Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia. Desde então, o grupo evoluiu até se transformar em uma sofisticada organização de compro- vação de fatos em 11 idiomas. Com esse trabalho, a organização revelou, até agora, mais de mil histórias mentirosas na Ucrânia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma notícia é falsa. (http://www.bbc.com. Adaptado) 1 (Insper-SP) A informação comum aos dois textos diz respeito à: a) inabilidade de expressiva parcela de pessoas para a identificação de fake news. b) atividade engajada de profissionais do jornalismo para combater as fake news. c) alfabetização virtual das pessoas como forma de enfrentamento das fake news. d) indiferença da grande maioria da população com as chamadas fake news. e) falta de ações conjuntas nas comunidades para que se entendam as fake news. 9 Releia o trecho destacado no quarto parágrafo do texto. a) Aponte, no esquema abaixo, a causa e a consequên- cia expressas nesse trecho. o antissemitismo de Hitler era tão extremado – que [...] em 1933, decidiu expulsar os cientistasjudeus das universidades alemãs. causa consequ•ncia b) Reescreva o trecho em destaque empregando um conectivo que expresse causa. Faça as alterações necessárias, mantendo o sentido do texto. Como/Uma vez que/Visto que o antissemitismo de Hitler era tão extremado, em 1933, ele decidiu expulsar os cientistas judeus das universidades alemãs. c) Reescreva o trecho em destaque empregando um conectivo que expresse consequência. Faça as alte- rações necessárias, mantendo o sentido do texto. O antissemitismo de Hitler era extremado a ponto de, em 1933, ele decidir expulsar os cientistas judeus das universidades alemãs. 10 Que argumento o autor usa para refutar o posiciona- mento de Hitler? O autor menciona que cientistas judeus asilados, como Einstein, foram beneficiados pelos opositores da Alemanha, o que permitiu, por exemplo, o desenvolvimento de armas nucleares antes que os alemães o fizessem. DESENVOLVENDO HABILIDADES 52 L ÍN G U A P O R T U G U E S A M Ó D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 52 1/23/20 11:11 2 (Insper-SP) A leitura comparativa dos textos permite concluir que: a) a circulação de falsas notícias nos meios digitais tem um impacto positivo, pois os adeptos das redes so- ciais tornam-se mais críticos. b) a criação e a disseminação de falsas notícias não são uma criação do mundo digital, razão pela qual pouca importância deve ser dada a elas. c) o aumento e a disseminação de falsas notícias pelo mundo começam a se delinear como um problema preocupante no cotidiano social. d) as falsas notícias estão em processo de disseminação nos noticiários, mas ainda têm um impacto pouco relevante na rotina dos cidadãos. e) o leitor contemporâneo encontra dois tipos de in- formações – as verdadeiras e as falsas –, sendo que a identificação dessas últimas é uma tarefa simples. Leia o fragmento a seguir, extraído de um texto sobre a importância da vacinação, para responder às questões 3 e 4. A hesitação à vacinação foi considerada pela OMS como uma das dez ameaças à saúde global em 2019, diante de um cenário de 30% do aumento dos casos de sarampo no mundo. O Ministério da Saúde e a Organização Pan- -Americana da Saúde (Opas) estimam que quase 40 milhões de pessoas não tenham se vacinado contra o sarampo no Brasil. Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, o país já registrou 6 640 casos da doença neste ano, sendo que 5 652 (85,1%) foram confirmados por critério la- boratorial e 988 (14,9%), por critério clínico epidemiológico. A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo teve início em 7 de outubro e vai até dia 25. O público-alvo são crianças de 6 meses a menores de 5 anos. O Dia D – dia de mobilização nacional – vai ser em 19 de outubro. Em uma segunda etapa, de 18 a 30 de novembro, o foco será a população de 20 a 29 anos, com Dia D em 30 de no- vembro. Manter as taxas de imunização elevadas também para os jovens adultos é importante porque, apesar de ter menos chances de complicações, o grupo ajuda a espalhar a doença, fazendo com que chegue a crianças não vacinadas. A mobilização da sociedade é indispensável para que o Brasil volte a erradicar o sarampo, destacou a coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações, Franciele Fantinato. LISBOA, Vinicius. Vacinação. EBC/Agência Brasil. Disponível em: <www.ebc.com.br/ especiais/vacinacao>. Acesso em: 11 nov. 2019. 3 No contexto do fragmento, a palavra segundo (primeiro parágrafo) expressa sentido de: a) comparação. b) finalidade. c) proporção. d) conformidade. e) consequência. 4 No contexto do fragmento, a locução para que (segun- do parágrafo) expressa sentido de: a) comparação. b) finalidade. c) proporção. d) conformidade. e) consequência. ANOTAÇÕES 53 L ÕN G U A P O R T U G U E S A M ” D U LO 1 0 P4_PH_EF2_9ANO_LP_040a053_CAD2_MOD10_CA.indd 53 1/23/20 11:11