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Ciclo Celular e Controle VISÃO GERAL As divisões celulares são processos cujo objetivo está na produção de células filhas geneticamente idênticas à células progenitora (mitose). Entre processos de divisão celular está a interfase, que representa um intervalo que ocorre antes/depois de cada divisão. A interfase é ainda subdividida em 3 estágios: G1, S e G2. Esses intervalos representam o tempo em que as células recém formadas adquirem condições de iniciar uma nova divisão. A duplicação dos cromossomos, por exemplo, ocorre na fase S da interfase. A mitose, por sua vez, também conta com “subfases”, sendo elas a prófase, a prometáfase, a metáfase, a anáfase e a telófase, além, claro, da citocinese, que representa o momento em que a célula efetivamente se torna 2. É importante dizer também que existem, ao longo do ciclo celular, pontos de checagem em que a célula, através de mecanismos específicos verifica as condições extrínsecas e intrínsecas no intuito de continuar (ou não) a divisão. Se a célula tiver um tamanho adequado, tiver seu DNA duplicado corretamente, entre outros atributos, ela dá procedência à divisão. Caso contrário haverá uma tentativa de reparo do erro, ou mesmo “cancelamento” da divisão celular (G1 -> G0). Esses pontos de checagem estão localizados entre G1 e S, em G2 e entre a metáfase e anáfase. Existem sinais extrínseco e intrínsecos que estimularão as células a se dividirem ou não, podendo esses sinais assumirem diferentes naturezas, como química e física. Como exemplo de sinais extrínsecos pode-se citar como químico a presença de fatores de crescimento, como os PDGF liberados pelas plaquetas, que estimularão fibroblastos na cicatrização, e como físico a inibição por contato. Isto é, estruturas nas membranas das células, como o glicocálix, conseguem ativar uma rota molécula intracelular mediante o contato com a membrana de outras células. Isso faz com que a divisão seja estimulada apenas quando necessária. Como exemplo de sinal intrínseco, pode-se falar dos complexos cinase-ciclina, que ativarão várias rotas na célula e que, em última instância, gerará divisão. CONTROLE DO CICLO E INTERFASE Os componentes centrais do sistema de controle do ciclo celular são membros de uma família de cinases conhecidas como cinases dependentes de ciclinas (CDKs). As atividades dessas cinases aumentam e diminuem à medida que a célula avança no ciclo, levando a mudanças cíclicas na fosforilação de proteínas intracelulares que iniciam ou regulam os principais eventos do ciclo celular. Apesar de suas atividades cíclicas, essas proteínas mantém seu nível ao longo do ciclo, sendo elas apenas ativadas ou desativadas. Essas mudanças são geradas por reguladores proteicos chamados de ciclinas. Essas sim sofrem um ciclo de síntese e degradação a cada ciclo celular. Existem quatro classes de ciclinas, cada uma sendo definida de acordo com o estágio do ciclo em que elas agem. G1-ciclinas: Essas ciclinas ajudam a regular as atividades das G1/S-ciclinas, as quais controlam, no final da fase G1, a progressão ao Início. G1/S-ciclinas: essas ativam CDKs no final da G1 e, com isso, ajudam a desencadear a progressão ao Início, resultando no comprometimento à entrada no ciclo celular (ponto de controle em G1). Seus níveis diminuem na fase S. S-ciclinas: se ligam a CDKs logo após a progressão ao Início e ajudam a estimular a duplicação dos cromossomos. Os níveis das S-ciclinas permanecem elevados até a mitose, e essas ciclinas também contribuem para o controle de alguns eventos mitóticos iniciais. M-ciclinas: ativam CDKs que estimulam a entrada na mitose na transição G2/M. Os níveis de M-ciclinas diminuem na metade da mitose com a atuação da APC (complexo promotor de anáfase). *cada complexo de ciclina-CDK fosforila um conjunto diferente de proteínas-substrato. (Quando as condições para a proliferação celular são adequadas, vários sinais externos e internos estimulam a ativação de G1-CDKs (isto é, G1-ciclinas + CDK), que por sua vez estimula a expressão de genes que codificam G1/S-ciclinas e S-ciclinas.) Na ausência de ciclinas o sítio ativo na proteína CDK é parcialmente obstruído por uma alça proteica. A ciclina ligada faz a alça se mover do sítio ativo, resultando em uma ativação parcial da enzima CDK. A ativação total do complexo de ciclina-CDK ocorre, então, quando uma outra cinase, a cinase ativadora de CDK (CAK), fosforila um aminoácido próximo à entrada do sítio ativo da CDK. Foi dito que o aumento e a diminuição dos níveis de ciclinas são os determinantes primordiais da atividade das CDKs durante o ciclo celular. No entanto, mecanismos adicionais também fazem parte da regulação das cinases. Um grupo específico de proteínas inibidoras de CDK (CKIs), por exemplo, representado pela cinase Wee 1 inibe a atividade das CDKs por meio da fosforilação de um par de aminoácidos na cavidade do sítio ativo. De forma contrária, a desfosforilação desses sítos por uma fosfatase conhecida como CDC25 aumentará a atividade das CDks. Essas CKIs são usadas na regulação das atividade de G1/S-CDKs (isto é, o complexo G1/S- ciclina + CDK) e S-CDKs (isto é, o complexo S-ciclina + CDK) no início do ciclo celular. -Ponto de controle em G1: As CDKs são proteínas que dependem de ciclinas para sua ativação, razão pela qual se chamam cinases (ou quinases) dependentes de ciclina. Para que a célula percorra o caminho até finalmente se dividir, ela precisa receber sinais, sejam eles intrínsecos ou extrínsecos que, a priori ativarão o gene de ciclinas específicas. É importante reafirmar que os níveis/ concentração de CDKs se mantém constante, diferentemente das ciclinas, que são ativadas e degradadas ao longo do ciclo. Dito isso, com a ativação inicial de ciclinas específicas (nesse caso, ciclinas G1/S) essas podem se associar à CDKs e, com isso, gerar o complexo ativado CDK + ciclina. Uma vez ativadas, as CDKs têm como principal função fosforilar estruturas. No caso da etapa G1, a fosforilação da proteína de retinoblastoma (PRB), especificamente, levará à liberação do fator de transcrição E2F. Esse, por sua vez, ativa os genes responsáveis pelas enzimas de replicação, que serão úteis na replicação do DNA na fase seguinte (S). No entanto, foi dito que está em G1 o primeiro ponto de checagem da célula. Esse ponto de checagem também pode ser chamado de fator de restrição, já que uma vez que “a célula decreta que está tudo nos conformes” ela se compromete com a divisão celular subsequente. No ponto de checagem em G1, é verificado se o DNA está íntegro e se o ambiente é favorável. Em caso negativo, duas proteínas censoras associadas à dupla hélice irão ativar o gene supressor tumoral p53. Uma vez ativado, esse gene levará a ativação da proteína p21, que se ligará a ciclinas G1/S-CDK e S-CDK, impedindo assim que essas sejam associadas à CDKs. Assim a célula dá um stop no progresso de suas fases, permanecendo em G1. No entanto, caso haja ambiente favorável e DNA íntegro, a proteína Mdm2 inibirá o p53. Assim, o complexo ciclina + cdk é mantido e a célula pode prosseguir para a fase S da interfase. -Ponto de Controle em G2 e em metáfase-anáfase: Uma vez que a célula tem seu material genético duplicado na fase S, ela seguirá pelo G2, onde passará pelo segundo ponto de controle. Com a ativação das ciclina M, essa se associará com sua CDK, ativando- a. Com a CDK ativa, haverá a fosforilação de diversas estruturas que serão importantes na mitose, como histonas e condensinas (condensação cromossômica), proteínas tubulinas (organização do fuso mitótico), lâmina nuclear (desmontagem da carioteca). No entanto, caso o DNA não tenha sido duplicado corretamente, uma cinase inibidora de ciclina, a wee 1, inibirá o complexo ciclina + cdk, já quefosforila sítios inibidores das CDKs, impedindo que a célula prossiga pela divisão celular. De onde surge essa M-CDK? As CDKs estão presentes ao longo de todo ciclo, sendo as ciclinas as responsáveis pela sua ativação. Dessa forma, a síntese de M-ciclinas aumenta durante as fase G2 e M, devido principalmente ao aumento da transcrição do gene M-ciclina, levando ao seu acúmulo na medida em que a célula se aproxima da mitose. Embora o contato com a M-ciclina e com cinase ativadora de CDK (CAKs) devesse ativar as CDKs, elas permanecem inativadas por meio de uma fosforilação inibitória causada pela cinase inibidora de CDK chamada de Wee1. Para a efetiva ativação do complexo M-ciclina/CDK será crucial a ativação da proteína fosfatase Cdc25, que removerá o fosfato inibidor que restringe o complexo M- CDK, causando, portanto, a ativação desse complexo. Ao mesmo tempo, a atividade inibidora da cinase Wee1 é suprimida, assegurando ainda mais que a atividade da M-CDK aumente. *Os mecanismos que desencadeiam a Cdc25 no início da mitose não são bem entendidos, embora uma possibilidade seja a de que as S-Cdks que estão ativas em G2 e no início da prófase estimulem a Cdc25. Além disso, a Cdc25 também pode ser ativada pela M- CDK, isto é o próprio alvo da Cdc25 estaria ativando ela. A M-CDK também pode inibir a cinase inibidora Wee 1. Ou seja, a M-CDK, pelo menos em parte, ativa seu próprio ativador (Cdc25) e inibe seu próprio inibidor (Wee1). De acordo com esse modelo, a ativação parcial da Cdc25 (talvez pela S-CDK) leva à ativação parcial de uma subpopulação de complexos de M-CDK, que, então, fosforilam mais moléculas de CDC25 e Wee1. No caso do ponto de controle situado entre metáfase e anáfase, caso esteja tudo okay com o alinhamento cromossômico, a CDC 20, estimulada pela M-CDK, ativará a APC, que é o complexo ativador de anáfase. Esse complexo degrada através da ubiquitinação uma proteína chamada securina, que liberará a separase. A separase, por sua vez, é uma enzima que degradará as coezinas, que estão unindo as cromátides. Dessa forma, sem as coezinas, a anáfase pode prosseguir com a separação das cromátides. Além de degradar separases, o complexo APC também irá degradar S-ciclinas e M-ciclinas. No entanto, com o alinhamento cromossômico incorreto, a ativação da proteína MAD irá inativar a CDC20, impedindo a ativação da APC, e consequentemente, o avanço no ciclo. *Note que enquanto a ativação de complexos específicos ciclina-CDK gerencia os pontos de controle situados em G1 e G2, o ponto de controle em metáfase-anáfase é regulado não pela fosforilação proteica, mas pela degradação proteica pelo complexo promotor de anáfase (APC). Trata- se de um membro da família enzimática de ubiquitina-ligase. Elas poliubiquitinam proteínas alvo específicas, resultando em sua degradação em proteossomos. Os dois principais alvos da APC é a securina, cuja degradação irá causar a separação das cromátides e ciclinas como a S e a M. A inativação dessas ciclinas, como mostrado na imagem anterior, fará com que o complexo M-CDK e S-CDK sejam inativados. O resultado é que muitas proteínas fosforiladas por CDKs da fase S, ao início da mitose, serão desfosforiladas por várias fosfatases. *Essa desfosforilação de alvos das CDKs é necessária para a conclusão da fase M. ** APC permanece ativa depois da mitose, em G1, fornecendo um período estável de CDK inativa. Quando G1/S-CDK é ativada ao decorrer da fase G1, o APC é inativado, permitindo o acúmulo de ciclina no próximo ciclo celular. FASE S Os cromossomos lineares de células eucarióticas são estruturas imensas e dinâmicas de DNA e proteína, sendo sua duplicação uma etapa complexa e importante do ciclo. A replicação do DNA inicia nas origens de replicação, que estão espalhadas por numerosos locais no cromossomo. O primeiro passo ocorre no fim da mitose e durante G1, quando um par de helicases de DNA inativas se ligam à origem de replicação, formando um complexo chamado de complexo pré- replicativo ou pré- RC. A iniciação da síntese de DNA ocorre somente em origens de replicação que contém um pré-RC. O grande complexo multiproteico de reconhecimento de origem (ORC), associados às proteínas Cdc6 e Cdt1, se ligam às origens de replicação no decorrer do ciclo e ligam as helicases inativas ao DNA. O segundo passo ocorre na fase S propriamente dita, quando helicases de DNA são ativadas, resultando no desenrolamento do DNA e no início da sua síntese. Essa ativação ocorre por meio do S-CDK (isto é, o complexo CDK + S-ciclina), que além de em última instância ativar as helicases, também recruta a maquinaria para a síntese de DNA. *Ao mesmo tempo que S-CDK inicia a replicação do DNA, também previne a ligação de novas pré-RC, fazendo com que a replicação ocorra apenas uma vez por ciclo. A S- CDK faz isso fosforilando e dessa forma, inibindo, proteínas ORC e Cdc6. MITOSE A mitose é tradicionalmente dividida em prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase. De um ponto de vista regulador, a mitose pode ser dividida em duas partes principais, cada uma influenciada por componentes distintos. Primeiro, um aumento abrupto na atividade de M-Cdk na transição entre a fase G2 da interfase e a mitose (prófase, prometáfase e metáfase) e, segundo, durante a transição metáfase/anáfase, quando o APC provoca a degradação da securina, liberando uma protease que clivará as coesinas, separando as cromátides. Como já mencionado, o APC também promove a degradação de ciclinas, levando à inativação das CDKs e à desfosforilação de alvos das CDKs A ação de fosforilação por parte das M-CDKs responde pelos principais eventos da prófase, como a condensação dos cromossomos (condensinas e histonas), desintegração do envelope nuclear, formação do fuso mitótico (tubulinas). Na prófase, os cromossomos estão replicados e formados por duas cromátides irmãs. Há o início de formação do fuso mitótico entre os dois centrossomos. Na prometáfase é iniciado o processo abrupto de fragmentação do envelope nuclear, devido à fosforilação dos complexos dos seus poros, de componentes da lâmina nuclear e de várias proteínas internas do envelope nuclear, permitindo a ligação de cromossomos às extremidades + do fuso, através de seus cinetocoros. Na metáfase, os cromossomos são alinhados na placa equatorial do fuso, entre os polos do fuso, sendo esse o melhor momento para visualização dos cromossomos. A função do fuso mitótico depende de um grande número de proteínas motoras dependentes de microtúbulos. Essas proteínas (Cinesina, que se movem em direção à extremidade +, e dineínas, que se movem em direção à extremidade -) Os cromossomos tem a capacidade de estabilizar e organizar microtúbulos, permitindo que as células formem fusos bipolares mesmo na ausência de centrossomos. Após a formação de um arranjo bipolar de microtúbulos, a segunda etapa importante na formação do fuso é a sua ligação ao pares de cromátide-irmãs. Os microtúbulos do eixo se ligam a cada cromátide em seu cinetocoro, estrutura proteica alojada na região centromérica das cromátides. Essa fixação microtúbulos-cinetocoro depende de um outro complexo proteico chamado de Ndc80. A bio-orientação dos cromossomos é feita através de tentativa e erro, já que posicionamentos incorretos entre cromossomo e microtúbulos geram ligações instáveis O mecanismo pelo qual a alta tensão gerada nos cinetocoros leva a uma ligação estável é especulativo. Com uma baixa tensão gerada por um posicionamento incorreto do cromossomo com relação ao fuso, o cinetocoro é submetido à fosforilação causada por proteínas chamadas de cinase aurora-B. Essa fosforilação dos cinetocoros irá dificultar a ligação deles às extremidades + do microtúbulo, gerando assimum quadro de instabilidade. Em uma situação de alta tensão, propiciada quando o cromossomo está idealmente posicionado no fuso, os cinetocoros perdem o contato com a fosforilação de seus sítios pela cinase aurora-B, resultando em uma maior interação com os microtúbulos e, portanto, mais estabiliade. Na anáfase, as cromátides-irmãs são separadas de forma sincronizada, por meio de dois processos: redução no comprimento do fuso e afastamento entre os polos das células, além da degradação proteica das coezinas por meio das separases. O APC inicia o processo ao marcar a proteína inibidora securina para a degradação. Como discutido, antes da anáfase, a securina inibe a atividade de uma protease chamada de separase, que clivará as coezinas. A ativação da APC requer a ligação com a proteína CDC20. A síntese de CDC20 aumenta à medida que a célula se aproxima da mitose, devido a um aumento da transcrição de seu gene. Além disso, a fosforilação de APC (promovida pela M-CDK) auxilia a CDC20 a se ligar ao APC, ajudando a criar um complexo ativo. Dessa forma, perceba, então, que a habilidade de M-CDK promover a atividade de CDC20-APC cria uma retroalimentação negativa, já que, uma vez ativado, esse complexo degradará ciclinas e, portanto, inativará a M- CDK. *A fosforilação proveniente das CDKs também inibe a separase. Assim, a inativação das CDKs na anáfase (resultante da degradação de ciclinas por APC) também promove a ativação da separase e, consequentemente, conclusão da anáfase. Como já foi explicado, entre metáfase a anáfase ocorre o último ponto de controle do ciclo celular da célula. Essa verificação analisa se os cromossomos estão corretamente posicionados, já que, uma vez fora do lugar, o cinetocoro do cromossomo errante envia um sinal negativo que se difunde e impede a ativação de CDC20/APC. Esse sinal negativo depende de várias proteínas, incluindo a Mad2, que são recrutadas pelo cinetocoro não ligado corretamente aos microtúbulos. Assim, a célula para sua divisão e não prossegue para a separação das cromátides, até que o cinetocoro não ligante seja, enfim, posicionado corretamente no fuso. Na telófase os dois conjuntos de cromossomos-filhos chegam aos polos do fuso e descondensam. Um novo envelope nuclear se forma ao redor de cada conjunto. Além disso, a divisão do citoplasma é iniciada com a contração do anel contrátil. O primeiro evento principal da telófase é a despolimerização do fuso mitótico, seguida da formação do envelope nuclear. Costuma- se relacionar a telófase com a prófase, afirmando- se que o que acontece em uma “desacontece” na outra. Assim, se os eventos causados pela prófase são majoritariamente causados pela fosforilação de várias prodeínas por M-CDKs, a inativação desse complexo na anáfase é um motivo para que haja desfosforilações das estruturas, levando aos eventos da telófase. Além da inativação de CDKs, algumas células também vão depender de fosfatases. Durante a citocinese o citoplasma é dividido em dois pelo anel contrátil de actina e filamentos de miosina. Esse anel se forma durante a anáfase, logo abaixo da membrana plasmática. Quando as cromátides-irmãs se separam na anáfase, a actina e a miosina II começam a se acumular no anel contrátil, que se forma rapidamente. O anel contrátil é formado pela polimerização local de novos filamentos de actina. Ele é inteiramente desfeito quando a clivagem celular é encerrada, uma vez que a membrana plasmática do sulco de clivagem se estreita para formar o corpo mediano. (VÍDEO AULA BÁSICA DO ASSUNTO) https://youtu.be/03Xh9s2862I