Logo Passei Direto
Buscar

Prova de Direito do Consumidor (CHRISFAPI) contendo instruções e regras de aplicação, questões objetivas e dissertativas, análise de casos práticos sobre o CDC e jurisprudência do STJ, valores de pontos e orientações sobre provas e uso de consultas.

Ferramentas de estudo

Passei Direto Aniversário

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

Antônio ajuizou ação pelo procedimento ordinário com pedido de danos materiais e morais contra a Associação de Beneficência e Filantropia AJUDA, entidade sem fins lucrativos que presta serviços odontológicos mediante pagamento de valor moderado por parte de seus usuários. O autor alegou que, em razão de falha no diagnóstico de exame clínico odontológico, teve de submeter-se a procedimento cirúrgico desnecessário.
A respeito dessa situação hipotética, de acordo com o CDC e a jurisprudência do STJ, a responsabilidade da AJUDA é de natureza subjetiva e, portanto, o autor da ação deve demonstrar a existência de culpa da associação ré para que seja indenizado pelos danos sofridos na situação narrada. A AFIRMATIVA ESTÁ CERTA OU ERRADA? JUSTIFIQUE.

Consideram-se consumidores equiparados às vítimas do evento danoso — de um acidente de consumo —, independentemente da efetiva aquisição de um produto ou da contratação de um serviço.
Esta afirmativa é falsa ou verdadeira? Explique.

De acordo com o Direito do Consumidor, não é direito básico do consumidor:
a) a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral. b) a dilação dos prazos quando do acesso aos órgãos judiciários e administrativos. c) a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos. d) a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova. e) a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais.

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, a Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:
A. contraditório, ampla defesa e proteção; B. socialidade, equidade e boa-fé; C. equidade, racionalização e melhoria dos serviços públicos; D. educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo e eficácia da prestação de serviços públicos em geral; E. reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo e estudo constante das modificações do mercado de consumo.

A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios, EXCETO:
A. Ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor. B. Reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo. C. Educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo. D. Harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e não compatibilização da proteção do consumidor com o desenvolvimento econômico e tecnológico. E. Racionalização e melhoria dos serviços públicos.

Entre os Princípios que regem a Política Nacional das Relações de Consumo, dispostos no artigo 4º do Código Nacional de Defesa do Consumidor, EXCETO:
A. o Princípio da Proteção da Confiança do Consumidor. B. o Princípio da Segurança. C. o Princípio da Transparência. D. o Princípio da Inocência. E. o Princípio da Vulnerabilidade.

EMENTA: PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO – AÇÃO INDENIZATÓRIA - LEGITIMIDADE DA PESSOA JURÍDICA FIGURAR NO PÓLO ATIVO DA DEMANDA - NECESSIDADE DE ALARGAMENTO DO CONCEITO DE CONSUMIDOR - POSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, À ESPÉCIE - CULPA EXCLUSIVA DE TERCEIRO NÃO COMPROVADA PELO FORNECEDOR - AGRAVO IMPROVIDO.
Explique em que teoria consumerista se aplica esse tipo de consumidor.

O item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada com base nas normas previstas no CDC e no entendimento do STJ acerca de integrantes e objetos da relação de consumo, cláusulas abusivas, decadência e responsabilidade pelo fato do produto.
Determinada concessionária de veículos contratou seguro empresarial visando proteger o seu patrimônio, incluindo os automóveis ainda não vendidos, porém sem prever cobertura de risco aos clientes da concessionária. O contrato estabelecia que não haveria cobertura de danos no caso de furto qualificado praticado por terceiros, mas não continha nenhuma especificação jurídica do termo “qualificado”. Na vigência desse contrato, a empresa foi vítima de furto simples e, após a negativa da seguradora em arcar com a indenização, ingressou em juízo contra esta. Nessa situação, de acordo com a teoria subjetiva ou finalista, a concessionária não poderia ser considerada consumidora e, ademais, foi correta a negativa da seguradora, pois era obrigação da contratante conhecer as cláusulas restritivas previstas no contrato. Assinale o certo ou o errado e depois justifique.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Antônio ajuizou ação pelo procedimento ordinário com pedido de danos materiais e morais contra a Associação de Beneficência e Filantropia AJUDA, entidade sem fins lucrativos que presta serviços odontológicos mediante pagamento de valor moderado por parte de seus usuários. O autor alegou que, em razão de falha no diagnóstico de exame clínico odontológico, teve de submeter-se a procedimento cirúrgico desnecessário.
A respeito dessa situação hipotética, de acordo com o CDC e a jurisprudência do STJ, a responsabilidade da AJUDA é de natureza subjetiva e, portanto, o autor da ação deve demonstrar a existência de culpa da associação ré para que seja indenizado pelos danos sofridos na situação narrada. A AFIRMATIVA ESTÁ CERTA OU ERRADA? JUSTIFIQUE.

Consideram-se consumidores equiparados às vítimas do evento danoso — de um acidente de consumo —, independentemente da efetiva aquisição de um produto ou da contratação de um serviço.
Esta afirmativa é falsa ou verdadeira? Explique.

De acordo com o Direito do Consumidor, não é direito básico do consumidor:
a) a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral. b) a dilação dos prazos quando do acesso aos órgãos judiciários e administrativos. c) a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos. d) a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova. e) a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais.

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, a Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:
A. contraditório, ampla defesa e proteção; B. socialidade, equidade e boa-fé; C. equidade, racionalização e melhoria dos serviços públicos; D. educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo e eficácia da prestação de serviços públicos em geral; E. reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo e estudo constante das modificações do mercado de consumo.

A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios, EXCETO:
A. Ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor. B. Reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo. C. Educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo. D. Harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e não compatibilização da proteção do consumidor com o desenvolvimento econômico e tecnológico. E. Racionalização e melhoria dos serviços públicos.

Entre os Princípios que regem a Política Nacional das Relações de Consumo, dispostos no artigo 4º do Código Nacional de Defesa do Consumidor, EXCETO:
A. o Princípio da Proteção da Confiança do Consumidor. B. o Princípio da Segurança. C. o Princípio da Transparência. D. o Princípio da Inocência. E. o Princípio da Vulnerabilidade.

EMENTA: PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO – AÇÃO INDENIZATÓRIA - LEGITIMIDADE DA PESSOA JURÍDICA FIGURAR NO PÓLO ATIVO DA DEMANDA - NECESSIDADE DE ALARGAMENTO DO CONCEITO DE CONSUMIDOR - POSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, À ESPÉCIE - CULPA EXCLUSIVA DE TERCEIRO NÃO COMPROVADA PELO FORNECEDOR - AGRAVO IMPROVIDO.
Explique em que teoria consumerista se aplica esse tipo de consumidor.

O item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada com base nas normas previstas no CDC e no entendimento do STJ acerca de integrantes e objetos da relação de consumo, cláusulas abusivas, decadência e responsabilidade pelo fato do produto.
Determinada concessionária de veículos contratou seguro empresarial visando proteger o seu patrimônio, incluindo os automóveis ainda não vendidos, porém sem prever cobertura de risco aos clientes da concessionária. O contrato estabelecia que não haveria cobertura de danos no caso de furto qualificado praticado por terceiros, mas não continha nenhuma especificação jurídica do termo “qualificado”. Na vigência desse contrato, a empresa foi vítima de furto simples e, após a negativa da seguradora em arcar com a indenização, ingressou em juízo contra esta. Nessa situação, de acordo com a teoria subjetiva ou finalista, a concessionária não poderia ser considerada consumidora e, ademais, foi correta a negativa da seguradora, pois era obrigação da contratante conhecer as cláusulas restritivas previstas no contrato. Assinale o certo ou o errado e depois justifique.

Prévia do material em texto

CHRISFAPI – CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ Página 1 
 
 CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ – CHRISFAPI 
 NOME: Gustavo Cardoso Oliveira Costa 
 DISCIPLINA: DIREITO DO CONSUMIDOR 
 PERÍODO/BLOCO: IX CURSO: DIREITO 
 PROFESSOR (A): LUCÉLIA KEILA BITENCOURT GOMES 
 PIRIPIRI (PI), 13 de setembro de 2021. 
 AVALIAÇÃO 
VALOR: 7,0 
 
 
 
NOTA: 
__________ 
LEIA ATENTAMENTE AS REGRAS ANTES DE RESPONDER À PROVA: 
✓ Verifique se este material está completo e preencha corretamente o cabeçalho. Caso contrário, notifique 
ao aplicador. 
✓ Esta prova é individual. São vedadas quaisquer comunicações e troca de material entre os mesmos. 
✓ Para questões objetivas, apresente apenas uma resposta para cada item. 
✓ Durante a aplicação da avaliação, a câmera do aluno deverá se manter ativada. 
✓ Atribui-se nota zero ao aluno que se utilizar de meio fraudulento para responder às questões dessa 
avaliação ou for surpreendido utilizando aparelho celular. 
✓ Quando terminar, envie pelo sistema do aluno. 
✓ Pode utilizar consultas a materiais didáticos sem restrições apenas com autorização do professor. 
✓ A interpretação das questões desse instrumento avaliativo faz parte da avaliação do aluno. 
✓ As questões que envolvem cálculo, só serão corrigidas com atribuição de nota, caso venham 
acompanhadas dos respectivos cálculos que levaram à resolução da referida questão. 
✓ Alunos que apresentem respostas subjetivas com redação IDÊNTICA, pontuarão nota zero nessas 
questões. 
✓ As respostas subjetivas devem ser elaboradas pelo aluno, sem “copia e cola”, de forma assertiva e 
pontual. 
 
BOAS ATIVIDADES! 
 
01. Analise o caso abaixo:1,0 
Antônio ajuizou ação pelo procedimento ordinário com pedido de danos materiais e 
morais contra a Associação de Beneficência e Filantropia AJUDA, entidade sem fins 
lucrativos que presta serviços odontológicos mediante pagamento de valor moderado 
por parte de seus usuários. O autor alegou que, em razão de falha no diagnóstico de 
exame clínico odontológico, teve de submeter-se a procedimento cirúrgico 
desnecessário. A respeito dessa situação hipotética, de acordo com o CDC e a 
jurisprudência do STJ, a responsabilidade da AJUDA é de natureza subjetiva e, portanto, 
o autor da ação deve demonstrar a existência de culpa da associação ré para que seja 
indenizado pelos danos sofridos na situação narrada. 
A AFIRMATIVA ESTÁ CERTA OU ERRADA? JUSTIFIQUE 
 
ERRADA, pois de acordo com o CDC (art. 88) e a jurisprudência do STJ o eventual 
requerimento da associação ré para denunciar à lide o dentista responsável pelo diagnóstico 
deverá ser rejeitado, haja vista o fornecedor ser proibido de exercer direito de regresso na 
ação, por levantar controvérsia que não interessa ao consumidor. 
 
02. Consideram-se consumidores equiparados às vítimas do evento danoso — de um 
acidente de consumo —, independentemente da efetiva aquisição de um produto ou 
da contratação de um serviço. Assim, pouco importa saber qual foi a pessoa que 
adquiriu o produto ou o serviço no mercado de consumo. Existindo vítima do evento 
danoso, esta será equiparada a consumidor e far-se-á necessária a incidência do 
CDC. Esta afirmativa é falsa ou verdadeira? Explique.1,0 
 Verdadeira, pois de acordo com o art.2º do CDC consumidor é toda pessoa física ou 
jurídica que adquire ou utiliza o produto ou serviço como destinatário final. 
 
CHRISFAPI – CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ Página 2 
 
03. A ordem econômica estabelecida na Constituição Federal, e que elege, entre os 
princípios a serem observados, a defesa do consumidor é fundada:0,5 
a) na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa. Alternativa correta 
b) na valorização do trabalho humano e na abolição da livre concorrência. 
c) no tratamento igualitário para as empresas de pequeno e grande porte, quando 
constituídas sob as leis brasileiras e desde que tenham sede e domicílio no país. 
d) na livre concorrência e tratamento privilegiado do trabalho intelectual ou técnico. 
e) apenas na função social da propriedade. 
 
04. De acordo com o Direito do Consumidor, não é direito básico do consumidor:0,5 
a) a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral. 
b) a dilação dos prazos quando do acesso aos órgãos judiciários e administrativos. 
Alternativa correta 
c) a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e 
difusos. 
d) a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova. 
e) a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais. 
 
05. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, a Política Nacional das Relações de 
Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à 
sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da 
sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, 
atendidos os seguintes princípios: 0,5 
A. contraditório, ampla defesa e proteção; 
B. socialidade, equidade e boa-fé; 
C. equidade, racionalização e melhoria dos serviços públicos; 
D. educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e 
deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo e eficácia da prestação de serviços 
públicos em geral; 
E. reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo e estudo 
constante das modificações do mercado de consumo. Alternativa correta 
 
06 A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das 
necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção 
de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a 
transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios, 
EXCETO: 0,5 
A. Ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor. 
B. Reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo. 
C. Educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e 
deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo. 
D. Harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e não 
compatibilização da proteção do consumidor com o desenvolvimento econômico e 
tecnológico. Alternativa correta 
E. Racionalização e melhoria dos serviços públicos. 
 
07. Entre os Princípios que regem a Política Nacional das Relações de Consumo, dispostos 
no artigo 4º do Código Nacional de Defesa do Consumidor, EXCETO: 0,5 
A. o Princípio da Proteção da Confiança do Consumidor. 
CHRISFAPI – CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ Página 3 
B. o Princípio da Segurança. 
C. o Princípio da Transparência. 
D. o Princípio da Inocência. Alternativa correta 
E. o Princípio da Vulnerabilidade 
 
08. 
EMENTA: PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO – AÇÃO 
INDENIZATÓRIA - LEGITIMIDADE DA PESSOA JURÍDICA FIGURAR NO PÓLO 
ATIVO DA DEMANDA - NECESSIDADE DE 
ALARGAMENTO DO CONCEITO DE CONSUMIDOR - POSSIBILIDADE DE 
APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, À ESPÉCIE - 
CULPA EXCLUSIVA DE TERCEIRO NÃO COMPROVADA PELO 
FORNECEDOR - AGRAVO IMPROVIDO.[...] Irretocável o entendimento 
firmado pelo Tribunal Estadual, em apelação, ao equiparar o comerciante, vítima de 
acidente de consumo, ao consumidor (fl. 74), conquanto é nesse sentido que vem se 
inclinando a jurisprudência desta Corte. A propósito o REsp 476428/SC, de relatoria 
da Ministra Nancy Andrighi, DJ de 09.05.2005: "mesmo nas relações entre pessoas 
jurídicas, se da análise da hipótese concreta decorrer inegável vulnerabilidade entre 
a pessoa-jurídica consumidora e a fornecedora, deve-se aplicaro CDC na busca do 
equilíbrio entre as partes. Ao consagrar o critério finalista para interpretação do 
conceito de consumidor, a jurisprudência deste STJ também reconhece a 
necessidade de, em situações específicas, abrandar o rigor do critério subjetivo do 
conceito de consumidor, para admitir a aplicabilidade do CDC nas relações entre 
fornecedores e consumidores-empresários em que fique evidenciada a relação de 
consumo" (AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 726.680 - RS (2005/0202117-8)). 
Explique em que teoria consumerista se aplica esse tipo de consumidor.1,0 
Este tipo de consumidor se aplica a teoria da responsabilidade objetiva, pois segundo o 
art.14 do CDC o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de 
culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à 
prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua 
fruição e riscos. 
 
09. O princípio da boa-fé objetiva descrito no art. 4º, III, é visto não só como defesa do 
vulnerável, mas também atua como critério auxiliar na viabilização dos ditames 
constitucionais sobre a ordem econômica. CARVALHO, Diógenes Faria de. Do princípio 
da boa-fé objetiva nos contratos de consumo. Goiânia: Ed. da PUCGO, 2011, p.91 
Entre os princípios que orientam o Código de Defesa do Consumidor, está a boa-fé objetiva, 
que: 0,5 
A. restringe sua aplicação aos contratos de consumo. 
B. garante a igualdade formal-material aos sujeitos da relação jurídica de consumo. 
C. implementa equilíbrio nas relações de consumo, tendo em vista a presunção 
absoluta de hipossuficiência do consumidor. 
D. cria deveres no momento da celebração do contrato, como o dever da informação, 
ou seja, aquele em que há a necessidade de se realizar a oferta de forma clara e sem 
equívocos. Alternativa correta 
E. protege a segurança que o consumidor depositou na segurança do produto ou objeto 
colocado no mercado e por ele adquirido. 
CHRISFAPI – CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ Página 4 
 
10. O item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser 
julgada com base nas normas previstas no CDC e no entendimento do STJ acerca de 
integrantes e objetos da relação de consumo, cláusulas abusivas, decadência e 
responsabilidade pelo fato do produto. 
Determinada concessionária de veículos contratou seguro empresarial visando proteger o 
seu patrimônio, incluindo os automóveis ainda não vendidos, porém sem prever cobertura 
de risco aos clientes da concessionária. O contrato estabelecia que não haveria cobertura de 
danos no caso de furto qualificado praticado por terceiros, mas não continha nenhuma 
especificação jurídica do termo “qualificado”. Na vigência desse contrato, a empresa foi 
vítima de furto simples e, após a negativa da seguradora em arcar com a indenização, 
ingressou em juízo contra esta. Nessa situação, de acordo com a teoria subjetiva ou finalista, 
a concessionária não poderia ser considerada consumidora e, ademais, foi correta a negativa 
da seguradora, pois era obrigação da contratante conhecer as cláusulas restritivas previstas 
no contrato. 
Assinale o certo ou o errado e depois justifique. 1,0 
( ) CERTO (X) ERRADO 
 
ERRADA, pois de acordo com a teoria finalista, consumidor será o destinatário fático e 
econômico do produto ou serviço, utilizando-o para a satisfação das suas necessidades e 
sem inseri-lo em sua cadeia de produção ou colocá-lo para revenda no mercado de 
consumo. Ainda, segundo a teoria finalista mitigada, é possível enquadrar a pessoa jurídica 
no regime jurídico deferido ao consumidor, desde que faça prova da sua vulnerabilidade. 
 
 
 
MISSÃO 
“Gerar, sistematizar e socializar o conhecimento e o saber, por meio da oferta de 
serviços educacionais de qualidade, comprometendo-se com a sociedade, o meio 
ambiente e a cidadania”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CHRISFAPI – CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ Página 5 
.

Mais conteúdos dessa disciplina