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A dentição mista se inicia com a erupção 
do 1º molar permanente por volta dos 6 
anos de idade. Por isso, ele é o dente 
mais importante para que se tenha um 
cuidado criterioso, porque ele é o dente 
que fica por mais tempo na cavidade 
bucal. 
Essa fase é importantíssima, pois sofre 
uma série de alterações fisiológicas. 
 
Por isso, é necessário informar aos pais, 
professores e as crianças que essa fase 
de alteração estética é completamente 
normal e passageira se tiver uma 
higiene bucal adequada. 
O 1º molar inicia a sua formação desde 
na gestação. Quando a criança nasce, 
começa a mineralização, o deposito de 
cálcio, a hidroxiapatita no nascimento 
da criança. 
 
Ordem cronológica dos rompimentos 
dos dentes na cavidade bucal 
 
 
O 6 – 1º molar permanente, 1 – incisivo 
central, 2 – incisivo lateral, 4 – 1º pré-
molar, 3 – canino, 5 – 2º pré-molar e o 7 
– 2º molar permanente. 
O ideal é que o canino se rompa entre 
ou antes dos pré-molares. 
 
A raiz do molar permanente é triadicular, 
ou seja, são raízes maiores. A 
velocidade de rompimento do 1º molar é 
mais lento devido a sua própria 
anatomia. O primeiro que rompe é o 1º 
molar, porém, devido a sua lentidão, o 
incisivo inferior acaba ultrapassando 
ele, pois é mais veloz no rompimento. 
 
A primeira intercuspidação, o primeiro 
contato de cúspide com cúspide na 
dentição humana se dar na dentição 
decídua com os primeiros molares 
decíduos. 
 
 
 
 
 
Dentição Mista 
 
 
A chave de oclusão é o que se espere 
de ideal. Quando conseguimos manter a 
cronologia fisiológica, conseguimos 
evitar que haja espaços. Ela é obtida 
com o antagonismo do 1º molar 
permanente superior com o inferior. 
A importância da dentição decídua 
 
Características anatômicas da 
dentição decídua 
 
Os espaços primatas ocorre na mesial 
canino superior e na distal de canino 
inferior. São diastemas fisiológicos 
normais, pois são mecanismo de 
compensação de espaço para a 
dentição permanente se acomodar na 
cavidade bucal. 
O espaço primata inferior é importante 
porque favorece para que a chave de 
oclusão ocorra. Se não haver, pode 
ocorrer uma má oclusão. 
 
Quando a dentição permanente rompe, 
ela vem com dimensões maiores do que 
as estruturas para acomoda-las, por 
isso há alguns mecanismos para 
compensa-las. Existe 4 mecanismo de 
compensação de espaço, entre eles, o 
espaço livre de Nance. 
 
O 1º e 2º pré-molar permanente vão 
assumir a posição do 1º e 2º molar 
decíduo. O espaço de Nance é a 
diferença de largura mesio-distal dos 
dentes decíduos pré-molares 
permanentes dos molares decíduos. Ou 
seja, os decíduos são mais largos, 
quando os pré-molares rompem ficam 
espaços e esses espaços são 
chamados de espaço livre de Nance. É 
o 2 mecanismo de compensação de 
espaço. 
 
O 1 mecanismo de compensação de 
espaço são os espaços primatas, o 2 é 
o espaço livre de Nance, o 3 é a 
distância intercanina (com o fechamento 
da sínfise mentoniana e da sutura 
palatina). 
O 4 mecanismo de compensação de 
espaço é a inclinação vestibular. 
A dentição superior quando rompe no 
inicio os dentes vão para frente, para 
anterior. Isso é chamado de Overjet, a 
criança dentuça, fase do patinho feio. É 
uma fase temporária, fase de mudanças 
fisiológicas. Quando se rompe, se 
rompe para anterior e de acordo com a 
idade eles vão se verticalizando. 
 
 
 
 
 
 
 
Diastemas é o tipo 1 de Baume.