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Odontopediatria 1 1 Universidade do Oeste Paulista – Giovanna Sofia Harder da Silva Dentística → Manejo pediátrico: • O desenvolvimento da criança se divide em estágios, até a maturação completa do SNC. - Com 3 anos a criança tem a maior capacidade de aprendizagem - 8 anos quase completo (caráter e personalidade estão completos) - Puberdade – completa → Fases: - 2 anos: Eles têm a manutenção de uma rotina estabelecida. Possuem medos de coisas fantasiosas, medos de pessoas estranhas e ruídos. No ambiente odontológico elas não sabem ser racionais, o normal é que a criança chore no atendimento. - 3 anos: Já conseguem conversar com o dentista, pois estão em um desenvolvimento gradual da fala e linguagem. Possuem também um perfil mais colaborativo no consultório. - 4 anos: é uma fase que já compreendem melhor o mundo a sua volta, e são susceptíveis a ordens verbais, porém testam frequentemente os limites que lhe são impostos. - 5 anos: É de fácil separação dos pais, e possuem poucos medos. São gentis e cooperativos no atendimento. - 6 anos: Já estão na escola, as suas responsabilidades aumentam. Começam a ter variações de humor, para formarem suas personalidades. E já conseguem esconder seus medos. - 7 – 8 anos: São crianças sensíveis e racionais, conseguindo conviver em grupo. Sendo as mais colaborativas no ambiente odontológico. - 9 anos: Já são muito responsáveis, e exigem respeitos perante aos outros. Já se sentem “adultos.” → Criança no ambiente familiar: - A família exerce uma grande influência sobre a criança. - O grau de ansiedade materna ou paterna é que determina maior ou menor ansiedade da criança, afetando, significativamente seu comportamento. - Os desajustes familiares: brigas, pais separados, pais ocupados, muitos irmãos, perda de pessoas da família. Tudo afeta diretamente a formação dessa criança. → Tipos de emoção: - MEDO: Podem ser diretos ou indiretos 2 - SUBJETIVO: medo do desconhecido - Ansiedade: não sabem falar, mas demonstram em suas atitudes físicas. → Criança sobre atitudes dos pais: - Superproteção e indugêntes: são crianças mimadas, sendo dominadoras e indisciplinadas. E no consultório odontológico são resistentes ao tratamento, reagindo com agressividade e arrogância. - Superproteção com dominação: Cresce uma criança muito tímida, de modo que a criança não consegue ter confiança em si mesmo. - Mães ansiosas: Criam crianças medrosas, tímidas e fóbicas... com medo de tudo. - Crianças rejeitadas: São crianças agressivas pois tentam chamar atenção dos pais, são desobedientes e resistentes. Ou também podem ser submissas, fazendo tudo que querem para chamar a atenção. - Crianças abandonadas: São crianças agressivas ou submissas, quando os pais se mostram indiferentes com relação ao atendimento das necessidades da criança. - Superautoridade: São crianças ultradiciplinadas, com pais muitos exigentes de forma excessiva, e são sempre obedientes e educados. → Tipos de crianças: - 75% de crianças são cooperativas que conversam com o dentista, compreendem os procedimentos e seguem instruções polidamente. - Falta de habilidade de cooperação: são aquelas com problemas no crescimento e desenvolvimento físico e/ou mental, uma vez que estes frequentemente limitam sua capacidade comunicação. → Tipos de choros: -Assustado: expressa medo real. abundância de lágrimas. conversar firme atraindo a atenção da criança. -Obstinado: forma de capricho. criança berra, mas não tem lágrimas, pois está acostumada a ter seus caprichos satisfeitos. fazer repressão moderada e firme para obter consentimento para executar e manter diálogo. -Compensatório: esse comportamento não interfere com o bom tratamento a ser realizado. conversar gentilmente com a criança reduzirá o problema. -Dor: usualmente choroso, sem gritos e associado à dor. deve ser controlado com complemento anestésico → Relação profissional e paciente: - Criança-vítima - Profissional-perseguidor 3 - Pais-salvadores → Atendimento da criança: - Adequação do ambiente: Consultório precisa ser harmonioso, pois é a primeira impressão que essa criança vai ter do dentista. - Conhecer a criança: durante a anamnese, realizar perguntas para a própria criança. Para que ela participe da conversa e se sinta incluída. → Métodos: ❤ Imagens positivas ❤ Dizer/mostrar/fazer ❤ Distração ❤ Ask tell ask – Pergunte – diga -pergunte ❤ Dessensibilização ❤ Controle de voz ❤ Modelagem / observação direta ❤ Reforço Positivo ❤ Comunicação não verbal ❤ Relaxamento ❤ Contato físico ❤ Reestruturação da memória - Negativas: - Contenção física - Contenção verbal - Mão sobre a boca - Mão sobre a boca com restrição da respiração nasal → Contraindicação: - Mão sobre a boca - Não usar palavras: agulha, dor, sangue, injeção - Usar adjetivos como magrinho ou gordinho → Dentística em pediatria ❤ Em crianças sempre serão realizados procedimentos de mínima intervenção. → Cárie oculta: Lesões visualizadas em dentina através de radiografias interproximais, onde clinicamente o esmalte oclusal se apresenta sadio ou minimamente desmineralizado. - Materiais: • Cariostático: paralisa a lesão cariosa 4 • Selantes •Cimento de ionômero de vidro restaurador fotopolimerizável ou químico • Resina Flow • Resina Bulk Fill • Papacárie: em 45 segundos amolece o tecido carioso, facilitando sua remoção parcial, com as espátulas de dentística. • Cimento hidróxido de cálcio, como protetor - Diferenças na dentição decídua: • Os dentes decíduos são mais largos, que altos; • Esmalte e dentina são menos calcificados, ou seja, muito finos; • Na raiz ocorre bifurcação no colo • Áreas de contato proximal Pontos importantes → O padrão de mineralização: no dente decíduo é 3 vezes menor em relação ao permanente. • A coroa do dente decíduo leva de 6 a 14 meses. → Canalículos dentinários: do dente decíduo não sofrem obliteração total devido ao seu tempo de permanência em boca ser reduzido (média 8,3 anos). → Camada aprismática: os dentes decíduos não apresentam prismas de esmalte. • Portanto agem como uma barreira mecânica, para condicionamentos ácidos efetivos, o que leva a dificuldade de as restaurações permanecerem. - Condicionamento ácido: → Esmalte: 15 segundos • Aumenta a área para adesão • Produz microporosidades • Ácido Fosfórico A 35% ou 37% → Dentina: 10 segundos Por ser menos mineralizada, a dentina do dente decíduo perde maior quantidade de mineral em relação ao dente permanente, por isso o tempo de condicionamento deve ser menor. Passo à passo: - Profilaxia + isolamento relativo e remoção do tecido cariado - Condicionamento ácido - Inserção do civ com a espátula, removendo excessos, e realizar a técnica da pressão digital. 5 → Morfologia dos dentes decíduos: → Iniciação: 6ª semana |U • Calcificação e Aposição: 4º e 5º mês |U • Criptas do 1º Molar Permanente: 8º mês IU → Início da erupção: por volta de 4 meses, inicia a erupção dental decídua. - Seguem a ordem: Incisivos inferiores, incisivos superiores, laterais inferiores, laterais superiores, molares e caninos. → Com 2 anos termina a erupção = 20 dentes → Com 4 anos acontece a erupção dos primeiros molares permanentes → Vida útil: é curta, pois sofre rizoles, iniciando a esfoliação, pois o saco pericoronário se forma. → Anomalias da erupção: - Dente natal: quando nasce com a criança - Dente neonatal: nasce em até 30 dias após o nascimento da criança OBS: - Precisa avaliar se o dente é supranumerário para indicar a extração do dente. - Caso seja do arco, é preciso preservar arredondando os ângulos diédricos.Importância: → Os dentes decíduos são precursores de espaço para o crescimento do arco dental → Servem como mantenedores de espaço para o permanente nascer corretamente no arco → Preparação de alimentos → Movimentos fonéticos e estéticos Diferenças da dentição: - Número de dentes: 20 decíduos + 4 permanentes - Grupo dentário: 4 pré-molares, 4 molares - Comprimento desigual dos arcos (espaço) - Descontinuidade dos arcos Características anatômicas: - Menores que os permanentes 6 - Esmalte com coloração mais clara - Esmalte mais permeável - Camada de esmalte mais fina - Esmalte termina com borda definida - Prismas cervicais orientados oclusalmente - Cúspides com pontas mais definidas - Superfícies V e L mais planas nos molares - Superfícies V e L convergentes para a oclusal - Raízes menores, mais delgadas e mais claras - Raízes dos anteriores maiores em proporção às coroas e achatadas no sentido M.D - Raízes dos posteriores são divergentes entre si - alojamento dos germes dos permanentes → Câmara pulpar de dentes decíduos: Câmera pulpar mais ampla, cornos pulpares mais pronunciados e canal radicular delgado → Raízes: As raízes são menores, mais delgadas e curvadas para conter o dente sucessor. • Raízes anteriores: são estreitas e longas. • Raízes posteriores: são relativamente mais longas e afiladas do que os permanentes, além de ter uma maior distância entre as raízes decíduas no sentido mesio distal, e é nesse espaço que será desenvolvimento das coroas dos pré-molares. OBS: Nos caninos à raiz se dilacera para a vestibular para aprisionar o germe do canino permanente. → Rizoles: → É o processo normal de reabsorção radicular em dentes decíduos. A Reabsorção ocorre por atividade das células do tipo clasto. → Selantes de fóssulas e fissuras: ❤ É realizado quando temos fissuras hígidas ou com lesão em esmalte. Em Pacientes nos quais os fatores etiológicos e determinantes da doença não forem passíveis de controle. - Fatores ligados ao dente: • Macromorfologia oclusal • Estágio de erupção - Fatores ligados ao paciente: • Risco de cárie • Estado motivacional 7 → Indicação de uso: Materiais seladores: -Selantes Resinosos: Fotopolimizados adesão por meio de tags.... Barreira física que isola a superfície oclusal -Materiais Ionoméricos: Propriedades preventivas e terapêuticas pela liberação de Flúor -Civ modificados por resina: maior capacidade de adesão e menor capacidade de liberar Flúor Selantes resinosos: → FluroShield: - Fotopolimerizável. - Possui 50% em peso de cargas inorgânicas. - Maior durabilidade, uso nas técnicas tradicionais e na técnica invasiva. - Libera flúor. - Duas versões: Branco Opaco e Matizado. -Facilitando a observação pelo paciente ou tornando-se altamente estético Técnica de aplicação: Selante resinoso: - Exame RX (possibilidade de Cárie Oculta) - Profilaxia com pedra pomes - Isolamento de preferência o absoluto ou relativo bem executado - Condicionamento com ácido fosfórico por 20 a 30 seg - Lavar e não deixar contaminar com saliva(sugar) - Substituir os roletes de algodão se estiver com isolamento reativo - Secar muito bem - Aplicar o selante em camada fina nas fossas e fissuras - Esperar aproximadamente 10 seg ( p/ escoar para dentro das fissuras) - Vibrar a sonda no selante para que o selante escoe dentro do sulco - Proceder a polimerização - Passar uma bolinha de algodão p/ remover camada não polimerizável - Checar a oclusão - Controle de 6 em 6 meses - Se contaminar com saliva refazer o isolamento e o ataque ácido. 8 Selante Ionômero de vidro: - Exame RX só com suspeita de Cárie Oculta - Profilaxia com pedra pomes - Isolamento relativo do campo operatório - Secar o dente - Aplicação do ácido poliacrilico por 20 seg - Lavar e secar - Manipular material - CIV - Aplicação do material (com vibração) - Compressão com luva de borracha e vaselina Remoção dos excessos - Teste de olusão - Aplicação de vaselina sólida Selante riva self cure: - Profilaxia com pedra pomes - Isolamento - Condicionamento c/ ácido por 30 seg - Lavar, secar não deixar contaminar com saliva - Aplicar o material de acordo com as orientações do fabricante - Pouca liberação de F, somente nos primeiros tempos → Cariologia: ❤ A carie é uma doença multifatorial, onde é determinada pelo consumo de açúcar. Por conta do processo de desmineralização dental. - Cárie na primeira infância: • Idade entre 1 a 3 anos • 1ª Janela de infectividade → etiologia: • hábito de sucção durante o sono (redução do fluxo salivar) • sucção prolongada: no peito, na mamadeira ou da chupeta adoçada • dieta rica em sacarose em alta frequência • medicamentos que provoquem xerostomia → padrão de evolução: • rápido (ativo ou agudo) 9 • simétrico • na sequência de erupção dos dentes (com exceção dos incisivos inferiores) → evolução: • Mancha branca ativa: nas cervicais dos dentes anteriores superiores, seguindo a sequências de erupção exceto incisivos inferiores • Atinge a dentina • Forma um “colar” na cervical → fratura patológica da coroa. Pode se estender para a dentição mista se não for controlada. Ordem de acometimento: - Face vestibular dos incisivos superiores, posteriormente as faces palatinas e proximais - 1º Molares superiores depois e 1º Molares inferiores (Oclusal) - Caninos superiores depois e Caninos inferiores - 2º Molares superiores e depois 2º Molares inferiores (Oclusal) - Incisivos inferiores só são atingidos em casos severos. → Ortodontia pediátrica: - Tipos de faces: - Dolicefalico: possuem face longa, não tendo selamento labial. Sendo na maioria dos casos respiradores bucais. - Mesocefálico: Harmonia e equilíbrio - Braquicefálico: Crescimento horizontal da face - Tipos de classificação: → Dentário: tem a preocupação apenas com a relação entre os dentes. - Oclusão e posicionamento → Esquelético: Usa o Sistema de Simon, que é um sistema de diagnóstico que orienta os dentes e arcos dentários em relação ao esqueleto craniofacial através de três planos anatômicos. Ao contrário da classificação de Angle (focada na relação entre molares), o sistema de Simon oferece uma visão tridimensional da má oclusão. • Plano Horizontal: Avalia as anomalias no sentido vertical. - Atração: Quando o arco ou dente está mais próximo do plano (intrusão). 10 - Abstração: Quando está mais afastado (extrusão). • Plano Sagital Médio: Avalia as anomalias no sentido transversal. - Contração: Arco dentário mais estreito ou dentes mais próximos da linha média. - Distração: Arco mais largo ou dentes mais afastados da linha média. • Plano Orbitário (Coronal): Avalia as anomalias no sentido anteroposterior. - Protração: Quando o dente ou arco está posicionado à frente de sua posição normal em relação ao plano orbitário. - Retração: Quando o dente ou arco está posicionado para trás. → Classificação de Angle: → Classe I: Harmonia dos dentes, no sentido antero posterior. Levando em consideração a chave de oclusão: • Molar: a cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior oclui no sulco mésio-vestibular do primeiro molar inferior. • Canino: O vértice da cúspide do canino superior oclui no espaço entre o canino e o primeiro pré- molar inferior. • Incisivos: Os incisivos inferiores deverão ocluir no 1/3 incisal da face palatina dos incisivos superiores e apresentar o mínimo de sobresaliência (over-jet) - Variações da classe I: -RETRUSÃO SUPERIOR E INFERIOR: falta desenvolvimento em ambas as arcadas apinhamento de dentes anteriores quase sempre caninos - RETRUSÃO SUPERIOR: falta de crescimento do maxilarsuperior, mandíbula normal, mordida cruzada anterior falsa classe III. - PROTRUSÃO SUPERIOR: Incisivos com vestibulo-v. e protrusão: pelo aspecto facial caracteriza-se uma falsa classe II. -BIOPROTRUSÃO: Os incisivos superiores e inferiores apresentam-se em biprotrusão evidenciando também um perfil bi-protruso, normalmente apenas na arcada negra. 11 → Classe II: Quando a mandíbula é menor. O sulco mesio-vestibular do primeiro molar inferior permanente, oclui distalmente cúspide mesio- vestibular do primeiro molar superior. - Bases ósseas em desarmonia perfil convexo → DIVISÃO I: - relação molar distal - relação canino também distal - paciente com protrusão acentuada (over-jet) - Incisivos superiores em vestibulo versão - o arco superior e estreito tranversalmente e alongado no sentido antero-posterior - Abobada palatina profunda - Respiradores bucais (quase sempre) - Lábios separados (geralmente partidos) - Lábio inferior entre os incisivos superior e inferior - Sobremordida profunda (over-bite) - Curva do spee acentuada - Arco inferior bem alinhado - Perfil convexo → DIVISÃO II: - Relação molar distal - Dimensão vertical baixa - incisivos centrais e línguo-versão - Vestíbulo-versão dos incisivos laterais superiores - Sobremordida profunda (over-bite) -Sulco lábio-nasal e lábio mentoniana pronunciados - Arco dentário inferior normal ou apinhamento - Paciente com crescimento horizontal - Musculaturas verticais potentes - tipos: A - quando o espaço disponível é positivo os quatro incisivos superiores apresentam-se alinhados. B - quando o espaço disponivel é limitado os centrais apresentam-se verticalizados, e os laterais em vestibulo versão. C -quando o espaço é negativo, acarretando esfoliação precoce dos caninos, pelos incisivos laterais. os quatro incisivos apresentam-se alinhados, os caninos ectópicos. obs: a característica diferencial da classe II/1 para classe II/2 é a posição do estomio (linha interlabial) em relação ao incisivo central. → Classe III: quando a mandíbula é maior. O sulco mésio-vestibular do 1º molar inferior oclui mesialmente a cúspide mésio vestibular do 1º molar superior permanente. 12 - Mesio oclusão - Prognatismo mandibular - Estímulo de crescimento da mandíbula - Língua rebaixada - Língua com tonicidade alterada (macroglossia) - pressão atípica dos lábios - Mordida cruzada ant. func. - Ausência de oclusão entre os incisivos - Atresia da maxila. → Classificação de Linch: - Esta classificação tem foco no posicionamento individual dos dentes, indicando má formação alveolar sem deformar a face ou os maxilares. • Giroversão: dente girado no próprio eixo; • Linguoversão: dente inferior inclinado para a região lingual; • Palatoversão: dente superior inclinado para o palato; • Vestibuloversão: dente posterior inclinado para o vestíbulo oral; • Labioversão: dente anterior inclinado para a região labial; • Supraversão: dente que está acima da linha de oclusão; • Infraversão: dente que se encontra abaixo da linha de oclusão; • Distoversão: dente inclinado para o lado distal, tendo a linha média como referência; • Mesioversão: dente inclinado para o lado mesial, tendo a linha média como referência; • Axiversão: alteração da inclinação ao longo do eixo dental; • Perversão: impactação do dente por falta de espaço no arco dentário; • Transposição: dente que está na posição de outro dente. → Variações da mordida cruzada: - Anterior: Classe II, todas os pacientes que são prognatas, dental ou esqueléticos. – Hereditário - Posterior: - Bucal: Quando as cúspides dos dentes permanentes superiores ocluem vestibularmente com os vértices inferiores. - Os superiores cobrem os inferiores, totalmente - Lingual: Quando as cúspides superiores ficam dentro da mandíbula, podendo ser bi ou unilateral. - Lingual completa: Quando as cúspides ocluem nas vertentes, quando os dentes estão topo a topo. Ou todas as vezes que o superior está menor que o inferior. - 2Por conta da chupeta, dedos, e respiradores bucais. 13 → Terapia Pulpar: → Anestesia em odontologia pediátrica: → Erupção dentaria: REFERÊNCIAS Referências bibliográficas: LEMBREM DA MINHA ORDEM: “SEJA FORTE E CORAJOSO! NÃO FIQUE DESANIMADO, NEM TENHA MEDO, PORQUE EU, O SENHOR, SEU DEUS, ESTAREI COM VOCÊ EM QUALQUER LUGAR PARA ONDE FOR!” – JOSÚE 1:9