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AP2 _ Prova On-line-legislacao tributaria

Prova on-line (revisão) de Direito Tributário: questões sobre competências tributárias — IPTU no Distrito Federal, instituição do IGF (lei complementar vs medida provisória) e cobrança de IPVA sobre veículo municipal; respostas corretas indicadas.

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Carol Alves

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Nico acabou de mudar-se para uma cidade-satélite situada no Distrito Federal. Nessa cidade, Nico adquiriu a propriedade de um imóvel urbano. João, em visita ao amigo Nico, indagou-o acerca da questão tributária do imóvel, isso porque o Distrito Federal não é dividido em municípios. Surgiu, então, a dúvida acerca da possibilidade de Nico ser ou não contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, de competência dos municípios.
Diante do caso hipotético apresentado e com base nas espécies de competências estudadas, assinale a opção correta.
a. Nico será contribuinte do IPTU.
b. Nico não será contribuinte do IPTU, pois esse imposto não existe no DF.
c. Nico será contribuinte de imposto similar implantado no DF, o Imposto Predial e Territorial Citadino - IPTC.
d. O Distrito Federal somente pode instituir impostos de competência dos estados.
e. O Distrito Federal detém competência para legislar apenas sobre taxas.

João foi eleito nas eleições presidenciais de 20xx com ampla maioria dos votos para governar o Brasil pelos quatro anos seguintes. Durante a campanha, defendeu acabar com a enorme desigualdade existente entre ricos e pobres no Brasil. A principal proposta era uma ampla distribuição de renda. Com o firme propósito de cumprir sua promessa de campanha, e ciente de que a Constituição Federal prevê em seu texto a possibilidade de criação de um Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), João, no primeiro mês de mandato, editou Medida Provisória instituindo o tributo.
Diante do caso hipotético apresentado e partindo do que foi estudado no texto-base sobre a edição de Medida Provisória, analise as afirmativas a seguir.
I. Medida Provisória é uma fonte primária do Direito Tributário, prevista no artigo 59 da Constituição Federal, logo, o imposto criado por João encontra amparo constitucional.
II. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois deveria ter sido criado por Lei Ordinária emanada do Congresso Nacional.
III. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois padece de vício formal, visto que a Constituição dispõe, em seu artigo 153, inciso VII, que tal imposto será instituído pela União, nos termos de lei complementar.
IV. A União, por força do artigo 153 da Constituição Federal, é competente para a criação do Imposto. Porém, João deveria ter apresentado o projeto de lei ao Congresso Nacional, que, pelo quórum qualificado, aprovaria a respectiva lei complementar que instituiria o imposto.
a. I, II, III e IV.
b. I, II e IV.
c. II, III e IV.
d. III e IV.
e. II e III.

Suponha que o município de Mato Verde adquiriu cinco veículos para serem utilizados na realização de suas atividades cotidianas municipais. Contudo, na última semana, o município foi surpreendido com a cobrança do Imposto sobre Veículo Automotor (IPVA), pelo estado de Mato Fino do Norte, ao qual pertence o município de Mato Verde. O prefeito do município de Mato Verde procura você, operador do Direito Tributário, e pede uma orientação.
Analisando o caso hipotético apresentado e considerando os estudos do tema sobre tal cobrança, qual resposta você deverá fornecer?
a. A cobrança é inconstitucional, pois se trata de imunidade recíproca, constante do artigo 150, VI, da Constituição Federal.
b. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de não incidência, cuja competência é estadual.
c. A cobrança é constitucional, pois a Constituição de 1988 confere competência aos estados para instituir imposto sobre propriedade de veículo automotor (IPVA).
d. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de tributação recíproca, constante do artigo 150, VI, da Constituição Federal.
e. A cobrança do IPVA é constitucional, pois o estado Mato Fino do Norte é competente para realizar o lançamento desse tributo.

Determinado estado da federação resolve construir uma avenida na cidade de Oliveira Verde, em um bairro da periferia da cidade. Essa avenida será um importante ponto de ligação, pelo lado leste da cidade, com outros municípios vizinhos. João possui um imóvel que será beneficiado pela obra do governo do estado, pois seu imóvel fica na rua que se tornará avenida, e já recebeu diversas propostas de compra do imóvel, por valores até três vezes maiores do que valeria antes do anúncio da obra. Ciente da valorização que a obra trará para a região, o estado resolve instituir contribuição de melhoria para o custeio da obra.
Analisando o caso apresentado à luz do que foi estudado no tema sobre a instituição da contribuição de melhoria, assinale a opção correta.
a. A instituição deveria ser conjunta, entre o município e o estado, sob pena de vício de competência na instituição da respectiva contribuição.
b. Não há que se falar em instituição de contribuição de melhoria no caso apresentado, pois o Estado não pode cobrar a parte de seus cidadãos, afinal, estes já pagam muitos impostos.
c. Na situação apresentada, há vício de competência, pois é evidente que o estado invade a competência legislativa do município.
d. João deve pagar a contribuição de melhoria, pois essa espécie de tributo possui competência comum, cabendo a sua instituição ao ente que realizar a obra.
e. João pode recorrer do pagamento da contribuição de melhoria, pois esta é de competência privativa do município, e não do estado.

Partindo do excerto lido em conformidade com os estudos do tema sobre o Direito Tributário, analise as afirmativas a seguir.
Está correto o que se afirma em:
I. O Direito Tributário contempla importantes comandos constitucionais e infraconstitucionais que garantem superioridade da vontade coletiva, em detrimento dos interesses privados.
II. O Direito Tributário tem status de norma jurídica de Direito Privado, pois implica princípios e regras norteadores da vontade coletiva, resultando na obrigação “ex voluntate” (consensual).
III. O Direito Tributário brasileiro é disciplina autônoma e metodologicamente estruturada do Direito Público, pois o Estado está sempre presente em um dos polos da relação jurídica.
IV. O Direito Tributário, como ramo do Direito Público, disciplina a relação jurídica cidadão-Estado, limitando o poder de tributar para garantir o respeito aos direitos fundamentais do contribuinte.
a. II e III.
b. I, III e IV.
c. I, II e III.
d. II, III e IV.
e. I, II e IV.

Sabendo disso, supondo que uma lei foi publicada no dia 15/06/2019 e tomando por base o princípio da anterioridade anual, quando essa lei passará a produzir os seus efeitos?
Escolha uma opção:
a. Em 01/09/2019.
b. Em 01/03/2020.
c. Em 01/01/2020.
d. Em 31/12/2020.
e. Em 15/09/2019.

Suponha que o menino Carlos, o qual tem dez anos de idade, ganhou de seu avô, o Sr. Adamastor, a propriedade de um bem imóvel que está localizado no centro da cidade de Porto dos Pássaros. Suponha também que Pedro, o pai de Carlos, e Jane, a mãe da criança, ficarão responsáveis pela tutela do bem até que Carlos atinja a maioridade.
Pensando no fenômeno tributário, nos estudos do tema e em como se dará a relação jurídico-tributária nessa situação hipotética, analise as afirmativas a seguir.
I. Carlos não poderá figurar como sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária, por ser menor, absolutamente incapaz, segundo a legislação civil pátria (art. 3º, Código Civil Brasileiro).
II. Carlos será o sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária relativa aos tributos inerentes ao bem citado, uma vez que a capacidade tributária passiva independe da capacidade civil das pessoas (art. 126, I, CTN).
III. Carlos figurará como contribuinte da obrigação tributária inerente à propriedade do imóvel, pelo princípio da interpretação objetiva do fato gerador, que nada mais é do que a “cláusula non olet”.
IV. Pedro e Jane, pais e responsáveis legais de Carlos, figurarão como sujeitos passivos da relação jurídico-tributária. Carlos só será sujeito passivo (contribuinte) ao atingir a maioridade civil, ao completar 18 anos (art. 5º do Código Civil Brasileiro).
a. II, III e IV.
b. I, II, III e IV.
c. III e IV.
d. I, II e IV.
e. II e III.

A partir do que foi lido no trecho, suponha que uma lei foi criada no município X, em 10/06/2019, com cláusula de vigência e produção de efeitos imediatos, visando majorar o ISS. Sobre esse caso hipotético, assinale a opção correta.
Escolha uma opção:
a. Não é permitido à União, aos Estados, ao DF e aos Municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.
b. É vedado apenas ao DF cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.
c. Não é permitido, somente aos estados e aos municípios, cobrar tributos no mesmo exercício financeiro, sendo que o exercício financeiro, para esses entes tributantes, corresponde a 180 dias úteis.
d. É garantido à União, aos estados, ao DF e aos municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, desde que expresso na lei que o instituir.
e. É proibido somente à União cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu, porém, nos casos de aumentos, não se aplica essa regra.

Com base no trecho lido e nos estudos do texto-base sobre a atuação do Estado no Direito Tributário, assinale a opção correta.
a. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se, estritamente, a definir o que é imune ao pagamento de tributos.
b. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se à obtenção de receitas que correspondam ao conceito de tributos.
c. A atuação do Estado no Direito Tributário diz respeito à criação de lei complementar na cobrança de taxas.
d. A atuação do Estado no Direito Tributário refere-se à obtenção de verbas advindas de pessoas jurídicas, somente.
e. A atuação do Estado no Direito Tributário consiste em estabelecer o poder de polícia.

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Questões resolvidas

Nico acabou de mudar-se para uma cidade-satélite situada no Distrito Federal. Nessa cidade, Nico adquiriu a propriedade de um imóvel urbano. João, em visita ao amigo Nico, indagou-o acerca da questão tributária do imóvel, isso porque o Distrito Federal não é dividido em municípios. Surgiu, então, a dúvida acerca da possibilidade de Nico ser ou não contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, de competência dos municípios.
Diante do caso hipotético apresentado e com base nas espécies de competências estudadas, assinale a opção correta.
a. Nico será contribuinte do IPTU.
b. Nico não será contribuinte do IPTU, pois esse imposto não existe no DF.
c. Nico será contribuinte de imposto similar implantado no DF, o Imposto Predial e Territorial Citadino - IPTC.
d. O Distrito Federal somente pode instituir impostos de competência dos estados.
e. O Distrito Federal detém competência para legislar apenas sobre taxas.

João foi eleito nas eleições presidenciais de 20xx com ampla maioria dos votos para governar o Brasil pelos quatro anos seguintes. Durante a campanha, defendeu acabar com a enorme desigualdade existente entre ricos e pobres no Brasil. A principal proposta era uma ampla distribuição de renda. Com o firme propósito de cumprir sua promessa de campanha, e ciente de que a Constituição Federal prevê em seu texto a possibilidade de criação de um Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), João, no primeiro mês de mandato, editou Medida Provisória instituindo o tributo.
Diante do caso hipotético apresentado e partindo do que foi estudado no texto-base sobre a edição de Medida Provisória, analise as afirmativas a seguir.
I. Medida Provisória é uma fonte primária do Direito Tributário, prevista no artigo 59 da Constituição Federal, logo, o imposto criado por João encontra amparo constitucional.
II. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois deveria ter sido criado por Lei Ordinária emanada do Congresso Nacional.
III. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois padece de vício formal, visto que a Constituição dispõe, em seu artigo 153, inciso VII, que tal imposto será instituído pela União, nos termos de lei complementar.
IV. A União, por força do artigo 153 da Constituição Federal, é competente para a criação do Imposto. Porém, João deveria ter apresentado o projeto de lei ao Congresso Nacional, que, pelo quórum qualificado, aprovaria a respectiva lei complementar que instituiria o imposto.
a. I, II, III e IV.
b. I, II e IV.
c. II, III e IV.
d. III e IV.
e. II e III.

Suponha que o município de Mato Verde adquiriu cinco veículos para serem utilizados na realização de suas atividades cotidianas municipais. Contudo, na última semana, o município foi surpreendido com a cobrança do Imposto sobre Veículo Automotor (IPVA), pelo estado de Mato Fino do Norte, ao qual pertence o município de Mato Verde. O prefeito do município de Mato Verde procura você, operador do Direito Tributário, e pede uma orientação.
Analisando o caso hipotético apresentado e considerando os estudos do tema sobre tal cobrança, qual resposta você deverá fornecer?
a. A cobrança é inconstitucional, pois se trata de imunidade recíproca, constante do artigo 150, VI, da Constituição Federal.
b. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de não incidência, cuja competência é estadual.
c. A cobrança é constitucional, pois a Constituição de 1988 confere competência aos estados para instituir imposto sobre propriedade de veículo automotor (IPVA).
d. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de tributação recíproca, constante do artigo 150, VI, da Constituição Federal.
e. A cobrança do IPVA é constitucional, pois o estado Mato Fino do Norte é competente para realizar o lançamento desse tributo.

Determinado estado da federação resolve construir uma avenida na cidade de Oliveira Verde, em um bairro da periferia da cidade. Essa avenida será um importante ponto de ligação, pelo lado leste da cidade, com outros municípios vizinhos. João possui um imóvel que será beneficiado pela obra do governo do estado, pois seu imóvel fica na rua que se tornará avenida, e já recebeu diversas propostas de compra do imóvel, por valores até três vezes maiores do que valeria antes do anúncio da obra. Ciente da valorização que a obra trará para a região, o estado resolve instituir contribuição de melhoria para o custeio da obra.
Analisando o caso apresentado à luz do que foi estudado no tema sobre a instituição da contribuição de melhoria, assinale a opção correta.
a. A instituição deveria ser conjunta, entre o município e o estado, sob pena de vício de competência na instituição da respectiva contribuição.
b. Não há que se falar em instituição de contribuição de melhoria no caso apresentado, pois o Estado não pode cobrar a parte de seus cidadãos, afinal, estes já pagam muitos impostos.
c. Na situação apresentada, há vício de competência, pois é evidente que o estado invade a competência legislativa do município.
d. João deve pagar a contribuição de melhoria, pois essa espécie de tributo possui competência comum, cabendo a sua instituição ao ente que realizar a obra.
e. João pode recorrer do pagamento da contribuição de melhoria, pois esta é de competência privativa do município, e não do estado.

Partindo do excerto lido em conformidade com os estudos do tema sobre o Direito Tributário, analise as afirmativas a seguir.
Está correto o que se afirma em:
I. O Direito Tributário contempla importantes comandos constitucionais e infraconstitucionais que garantem superioridade da vontade coletiva, em detrimento dos interesses privados.
II. O Direito Tributário tem status de norma jurídica de Direito Privado, pois implica princípios e regras norteadores da vontade coletiva, resultando na obrigação “ex voluntate” (consensual).
III. O Direito Tributário brasileiro é disciplina autônoma e metodologicamente estruturada do Direito Público, pois o Estado está sempre presente em um dos polos da relação jurídica.
IV. O Direito Tributário, como ramo do Direito Público, disciplina a relação jurídica cidadão-Estado, limitando o poder de tributar para garantir o respeito aos direitos fundamentais do contribuinte.
a. II e III.
b. I, III e IV.
c. I, II e III.
d. II, III e IV.
e. I, II e IV.

Sabendo disso, supondo que uma lei foi publicada no dia 15/06/2019 e tomando por base o princípio da anterioridade anual, quando essa lei passará a produzir os seus efeitos?
Escolha uma opção:
a. Em 01/09/2019.
b. Em 01/03/2020.
c. Em 01/01/2020.
d. Em 31/12/2020.
e. Em 15/09/2019.

Suponha que o menino Carlos, o qual tem dez anos de idade, ganhou de seu avô, o Sr. Adamastor, a propriedade de um bem imóvel que está localizado no centro da cidade de Porto dos Pássaros. Suponha também que Pedro, o pai de Carlos, e Jane, a mãe da criança, ficarão responsáveis pela tutela do bem até que Carlos atinja a maioridade.
Pensando no fenômeno tributário, nos estudos do tema e em como se dará a relação jurídico-tributária nessa situação hipotética, analise as afirmativas a seguir.
I. Carlos não poderá figurar como sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária, por ser menor, absolutamente incapaz, segundo a legislação civil pátria (art. 3º, Código Civil Brasileiro).
II. Carlos será o sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária relativa aos tributos inerentes ao bem citado, uma vez que a capacidade tributária passiva independe da capacidade civil das pessoas (art. 126, I, CTN).
III. Carlos figurará como contribuinte da obrigação tributária inerente à propriedade do imóvel, pelo princípio da interpretação objetiva do fato gerador, que nada mais é do que a “cláusula non olet”.
IV. Pedro e Jane, pais e responsáveis legais de Carlos, figurarão como sujeitos passivos da relação jurídico-tributária. Carlos só será sujeito passivo (contribuinte) ao atingir a maioridade civil, ao completar 18 anos (art. 5º do Código Civil Brasileiro).
a. II, III e IV.
b. I, II, III e IV.
c. III e IV.
d. I, II e IV.
e. II e III.

A partir do que foi lido no trecho, suponha que uma lei foi criada no município X, em 10/06/2019, com cláusula de vigência e produção de efeitos imediatos, visando majorar o ISS. Sobre esse caso hipotético, assinale a opção correta.
Escolha uma opção:
a. Não é permitido à União, aos Estados, ao DF e aos Municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.
b. É vedado apenas ao DF cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.
c. Não é permitido, somente aos estados e aos municípios, cobrar tributos no mesmo exercício financeiro, sendo que o exercício financeiro, para esses entes tributantes, corresponde a 180 dias úteis.
d. É garantido à União, aos estados, ao DF e aos municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, desde que expresso na lei que o instituir.
e. É proibido somente à União cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu, porém, nos casos de aumentos, não se aplica essa regra.

Com base no trecho lido e nos estudos do texto-base sobre a atuação do Estado no Direito Tributário, assinale a opção correta.
a. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se, estritamente, a definir o que é imune ao pagamento de tributos.
b. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se à obtenção de receitas que correspondam ao conceito de tributos.
c. A atuação do Estado no Direito Tributário diz respeito à criação de lei complementar na cobrança de taxas.
d. A atuação do Estado no Direito Tributário refere-se à obtenção de verbas advindas de pessoas jurídicas, somente.
e. A atuação do Estado no Direito Tributário consiste em estabelecer o poder de polícia.

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05/04/22, 16:04 AP2 | Prova On-line: Revisão da tentativa
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/mod/quiz/review.php?attempt=1553109&cmid=226189 1/8
Página inicial / Meus cursos / EAD221083-71373 / Avaliações / AP2 | Prova On-line
Questão 1
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
Iniciado em quinta, 31 Mar 2022, 23:41
Estado Finalizada
Concluída em quinta, 31 Mar 2022, 23:57
Tempo
empregado
15 minutos 35 segundos
Avaliar 6,00 de um máximo de 6,00(100%)
Nico acabou de mudar-se para uma cidade-satélite situada no Distrito Federal. Nessa cidade, Nico adquiriu a
propriedade de um imóvel urbano. João, em visita ao amigo Nico, indagou-o acerca da questão tributária do imóvel,
isso porque o Distrito Federal não é dividido em municípios. Surgiu, então, a dúvida acerca da possibilidade de Nico
ser ou não contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, de competência dos municípios. 
 
Diante do caso hipotético apresentado e com base nas espécies de competências estudadas, assinale a opção
correta.
Escolha uma opção:
a. Nico será contribuinte de imposto similar implantado no DF, o Imposto Predial e Territorial Citadino - IPTC. 
b. Nico não será contribuinte do IPTU, pois esse imposto não existe no DF. 
c. O Distrito Federal detém competência para legislar apenas sobre taxas. 
d. O Distrito Federal somente pode instituir impostos de competência dos estados. 
e. Nico será contribuinte do IPTU. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Nico será contribuinte do IPTU. 
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/course/view.php?id=2106
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/course/view.php?id=2106&sectionid=53764#section-4
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/mod/quiz/view.php?id=226189
05/04/22, 16:04 AP2 | Prova On-line: Revisão da tentativa
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/mod/quiz/review.php?attempt=1553109&cmid=226189 2/8
Questão 2
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
João foi eleito nas eleições presidenciais de 20xx com ampla maioria dos votos para governar o Brasil pelos quatro
anos seguintes. Durante a campanha, defendeu acabar com a enorme desigualdade existente entre ricos e pobres
no Brasil. A principal proposta era uma ampla distribuição de renda. Com o firme propósito de cumprir sua
promessa de campanha, e ciente de que a Constituição Federal prevê em seu texto a possibilidade de criação de
um Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), João, no primeiro mês de mandato, editou Medida Provisória instituindo
o tributo. 
 
Diante do caso hipotético apresentado e partindo do que foi estudado no texto-base sobre a edição de Medida
Provisória, analise as afirmativas a seguir. 
 
I. Medida Provisória é uma fonte primária do Direito Tributário, prevista no artigo 59 da Constituição Federal, logo, o
imposto criado por João encontra amparo constitucional. 
II. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois deveria ter sido
criado por Lei Ordinária emanada do Congresso Nacional. 
III. O Imposto sobre Grande Fortunas (IGF), criado pelo presidente João, é inconstitucional, pois padece de vício
formal, visto que a Constituição dispõe, em seu artigo 153, inciso VII, que tal imposto será instituído pela União, nos
termos de lei complementar. 
IV. A União, por força do artigo 153 da Constituição Federal, é competente para a criação do Imposto. Porém, João
deveria ter apresentado o projeto de lei ao Congresso Nacional, que, pelo quórum qualificado, aprovaria a
respectiva lei complementar que instituiria o imposto. 
 
Está correto o que se afirma em: 
 
Escolha uma opção:
a. I, II e IV. 
b. II e III. 
c. II, III e IV. 
d. I, II, III e IV. 
e. III e IV. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: III e IV. 
05/04/22, 16:04 AP2 | Prova On-line: Revisão da tentativa
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/mod/quiz/review.php?attempt=1553109&cmid=226189 3/8
Questão 3
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
Questão 4
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
Suponha que o município de Mato Verde adquiriu cinco veículos para serem utilizados na realização de suas
atividades cotidianas municipais. Contudo, na última semana, o município foi surpreendido com a cobrança do
Imposto sobre Veículo Automotor (IPVA), pelo estado de Mato Fino do Norte, ao qual pertence o município de Mato
Verde. O prefeito do município de Mato Verde procura você, operador do Direito Tributário, e pede uma orientação. 
 
Analisando o caso hipotético apresentado e considerando os estudos do tema sobre tal cobrança, qual resposta
você deverá fornecer? 
 
Escolha uma opção:
a. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de não incidência, cuja competência é estadual. 
b. A cobrança é inconstitucional, pois se trata de imunidade recíproca, constante do artigo 150, VI, da
Constituição Federal. 
c. A cobrança é constitucional, pois a Constituição de 1988 confere competência aos estados para instituir
imposto sobre propriedade de veículo automotor (IPVA). 
d. A cobrança do IPVA é constitucional, pois o estado Mato Fino do Norte é competente para realizar o
lançamento desse tributo. 
e. A cobrança é infraconstitucional, pois se trata de tributação recíproca, constante do artigo 150, VI, da
Constituição Federal. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: A cobrança é inconstitucional, pois se trata de imunidade recíproca, constante do artigo 150,
VI, da Constituição Federal. 
Determinado estado da federação resolve construir uma avenida na cidade de Oliveira Verde, em um bairro da
periferia da cidade. Essa avenida será um importante ponto de ligação, pelo lado leste da cidade, com outros
municípios vizinhos. João possui um imóvel que será beneficiado pela obra do governo do estado, pois seu imóvel
fica na rua que se tornará avenida, e já recebeu diversas propostas de compra do imóvel, por valores até três vezes
maiores do que valeria antes do anúncio da obra. Ciente da valorização que a obra trará para a região, o estado
resolve instituir contribuição de melhoria para o custeio da obra. 
 
Analisando o caso apresentado à luz do que foi estudado no tema sobre a instituição da contribuição de melhoria,
assinale a opção correta. 
 
Escolha uma opção:
a. A instituição deveria ser conjunta, entre o município e o estado, sob pena de vício de competência na
instituição da respectiva contribuição. 
b. Não há que se falar em instituição de contribuição de melhoria no caso apresentado, pois o Estado não pode
cobrar a parte de seus cidadão, afinal, estes já pagam muitos impostos. 
c. Na situação apresentada, há vício de competência, pois é evidente que o estado invade a competência
legislativa do município. 
d. João deve pagar a contribuição de melhoria, pois essa espécie de tributo possui competência comum,
cabendo a sua instituição ao ente que realizar a obra. 
e. João pode recorrer do pagamento da contribuição de melhoria, pois esta é de competência privativa do
município, e não do estado. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: João deve pagar a contribuição de melhoria, pois essa espécie de tributo possui competência
comum, cabendo a sua instituição ao ente que realizar a obra.
05/04/22, 16:04 AP2 | Prova On-line: Revisão da tentativa
https://ava.unicarioca.edu.br/ead/mod/quiz/review.php?attempt=1553109&cmid=226189 4/8
Questão 5
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
“A legislação tributária utiliza diversos institutos, conceitos e formas do Direito Civil. Quando, por exemplo, o
legislador define como hipótese de incidência do IPTU “ser proprietário de imóvel predial e territorial urbano”, os
conceitos de “proprietário” e “imóvel” são conceitos provenientes do Direito Civil, que foram importados pela
legislação tributária”. 
Fonte: MAZZA, A. Manual de direito tributário. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2017, p. 55. 
 
Com base no trecho lido e nos estudos do tema sobre a relação do Direito Tributário com os demais remos dessa
ciência, analise as afirmativas a seguir. 
 
I.O Direito Tributário é um “ramo de sobreposição” porque utilizaconceitos e institutos próprios de outros ramos. 
II. No ordenamento jurídico nacional, identifica-se o Direito Tributário positivo como ramo complementar ao Direito
Civil porque disciplina a previsão legal das hipóteses de cobrança compulsória de obrigação pecuniária. 
III. Em decorrência da sua natura eminentemente oriunda do Direito Público, é errôneo afirmar que o Direito
Tributário guarda relação com o Direito Civil, sabidamente reconhecido e consolidado como ramo do Direito
Privado. 
IV. O Direito Tributário tem, no ordenamento jurídico brasileiro, plena independência em relação aos outros ramos
do Direito. 
 
Está correto o que se afirma em: 
 
Escolha uma opção:
a. I, III e IV. 
b. I, apenas. 
c. I, II, III e IV. 
d. I e II 
e. I e IV; 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: I, apenas. 
05/04/22, 16:04 AP2 | Prova On-line: Revisão da tentativa
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Questão 6
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
Questão 7
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
“Devemos considerar que a relação tributária contém em si um latente estado de conflito entre a Fazenda Pública e
o cidadão, circunstância potencializada pelo fato de que a tributação é, inequivocamente, uma exceção ao princípio
da propriedade privada, sendo o tributo, hoje, a principal fonte de receitas públicas. [...] a norma tributária é uma
norma de rejeição social, e sem a sanção, dificilmente seriam adimplidas as obrigações inseridas nos comandos
existentes”. 
Fonte: ABRAHAM, M. Curso de direito tributário brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2018, p. 43. 
 
Partindo do excerto lido em conformidade com os estudos do tema sobre o Direito Tributário, analise as afirmativas
a seguir. 
 
I. O Direito Tributário contempla importantes comandos constitucionais e infraconstitucionais que
garantem superioridade da vontade coletiva, em detrimento dos interesses privados. 
II. O Direito Tributário tem status de norma jurídica de Direito Privado, pois implica princípios e
regras norteadores da vontade coletiva, resultando na obrigação “ex voluntate” (consensual). 
III. O Direito Tributário brasileiro é disciplina autônoma e metodologicamente estruturada do Direito Público, pois o
Estado está sempre presente em um dos polos da relação jurídica. 
IV. O Direito Tributário, como ramo do Direito Público, disciplina a relação jurídica cidadão-Estado, limitando o
poder de tributar para garantir o respeito aos direitos fundamentais do contribuinte. 
 
Está correto o que se afirma em: 
 
Escolha uma opção:
a. II e III. 
b. I, III e IV. 
c. I, II e III. 
d. II, III e IV. 
e. I, II e IV. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: I, III e IV. 
“O Princípio da Anterioridade Anual determina que os entes tributantes (União, Estados, Municípios e Distrito
Federal) não podem cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei majoradora ou
instituidora do tributo. A expressão exercício financeiro deve ser assimilada como ano fiscal, que, no Brasil,
coincidentemente, representa o ano civil (período entre 1º de janeiro e 31 de dezembro)”. Fonte: SABBAG, E.
Manual de direito tributário. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017, p. 114. Sabendo disso, supondo que uma lei foi
publicada no dia 15/06/2019 e tomando por base o princípio da anterioridade anual, quando essa lei passará a
produzir os seus efeitos?
Escolha uma opção:
a. Em 01/09/2019. 
b. Em 01/03/2020. 
c. Em 01/01/2020. 
d. Em 31/12/2020. 
e. Em 15/09/2019. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Em 01/01/2020. 
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Questão 8
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
Suponha que o menino Carlos, o qual tem dez anos de idade, ganhou de seu avô, o Sr. Adamastor, a propriedade
de um bem imóvel que está localizado no centro da cidade de Porto dos Pássaros. Suponha também
que Pedro, o pai de Carlos, e Jane, a mãe da criança, ficarão responsáveis pela tutela do bem
até que Carlos atinja a maioridade. 
 
Pensando no fenômeno tributário, nos estudos do tema e em como se dará a relação jurídico-tributária nessa
situação hipotética, analise as afirmativas a seguir. 
 
I. Carlos não poderá figurar como sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária, por ser menor,
absolutamente incapaz, segundo a legislação civil pátria (art. 3º, Código Civil Brasileiro). 
II. Carlos será o sujeito passivo (contribuinte) da relação jurídico-tributária relativa aos tributos inerentes ao bem
citado, uma vez que a capacidade tributária passiva independe da capacidade civil das pessoas (art. 126, I, CTN). 
III. Carlos figurará como contribuinte da obrigação tributária inerente à propriedade do imóvel, pelo princípio da
interpretação objetiva do fato gerador, que nada mais é do que a “cláusula non olet”. 
IV. Pedro e Jane, pais e responsáveis legais de Carlos, figurarão como sujeitos passivos da relação jurídico-
tributária. Carlos só será sujeito passivo (contribuinte) ao atingir a maioridade civil, ao completar 18 anos (art. 5º do
Código Civil Brasileiro). 
 
Está correto o que se afirma em: 
 
Escolha uma opção:
a. II e III. 
b. III e IV. 
c. II, III e IV. 
d. I, II e IV. 
e. I, II, III e IV. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: II e III. 
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Questão 9
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
“O Princípio da Anterioridade Anual determina que os entes tributantes [...] não podem cobrar tributos no mesmo
exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei majoradora ou instituidora do tributo. A expressão exercício
financeiro deve ser assimilada como ano fiscal, que, no Brasil, coincidentemente, representa o ano civil (período
entre 1º de janeiro e 31 de dezembro).” 
Fonte: SABBAG, E. de M. Manual de Direito Tributário. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017, p. 114. 
 
A partir do que foi lido no trecho, suponha que uma lei foi criada no município X, em 10/06/2019, com cláusula de
vigência e produção de efeitos imediatos, visando majorar o ISS. Sobre esse caso hipotético, assinale
a opção correta.
 
Escolha uma opção:
a. Não é permitido à União, aos Estados, ao DF e aos Municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro
em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 
b. É vedado apenas ao DF cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que
os instituiu ou aumentou. 
c. Não é permitido, somente aos estados e aos municípios, cobrar tributos no mesmo exercício
financeiro, sendo que o exercício financeiro, para esses entes tributantes, corresponde a 180 dias úteis. 
d. É garantido à União, aos estados, ao DF e aos municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em
que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, desde que expresso na lei que o instituir. 
e. É proibido somente à União cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei
que os instituiu, porém, nos casos de aumentos, não se aplica essa regra. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Não é permitido à União, aos Estados, ao DF e aos Municípios cobrar tributos no mesmo
exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 
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Questão 10
Correto
Atingiu 0,60 de
0,60
“Para compreender o Direito Tributário, precisamos partir de uma noção mais ampla: a atividade financeira do
Estado, que tem o dever de desenvolver uma série de atividades para satisfazer as necessidades existenciais da
sociedade. 
Pense, apenas para exemplificar, no fornecimento de educação nas escolas públicas e na manutenção de uma
rede de saúdepara atendimento, sobretudo, dos mais necessitados. Pense, ainda, na remuneração dos servidores
públicos. 
Essas e tantas outras atividades do Estado dependem de que ele tenha o que chamamos de receita pública, ou
seja, recursos para fazer frente às despesas que tem de arcar.” 
Fonte: RODRIGUES, L. A. B. Direito e legislação tributária. 3. ed. rev. atual. Florianópolis: Departamento de
Ciências da Administração/UFSC, 2015, p. 13. 
 
Com base no trecho lido e nos estudos do texto-base sobre a atuação do Estado no Direito Tributário, assinale a
opção correta. 
 
Escolha uma opção:
a. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se, estritamente, a definir o que é imune ao pagamento
de tributos. 
b. A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se à obtenção de receitas que correspondam ao conceito
de tributos. 
c. A atuação do Estado no Direito Tributário diz respeito à criação de lei complementar na cobrança de taxas. 
d. A atuação do Estado no Direito Tributário refere-se à obtenção de verbas advindas de pessoas jurídicas,
somente. 
e. A atuação do Estado no Direito Tributário consiste em estabelecer o poder de polícia. 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: A atuação do Estado no Direito Tributário relaciona-se à obtenção de receitas que
correspondam ao conceito de tributos. 
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