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Trabalho Individual Avaliativo Direito Contratual Ana Beatriz Dos Santos Nogueira 20201101233 Larissa Macedo Monteiro 20181106928 Laura Jardim Barros de Oliveira 20181107073 Lwanna de Santana Almeida Alves 20191101159 Pablo Almeida Mello de Oliveira 20111100621 Rio de Janeiro – RJ 2022 PARECER SOBRE OS ARTS.6°, 7° E 9° DA LEI 14.010/2020. Direcionado ao Senador Pena Branca; DIREITO CIVIL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. LEI 14.010/02020. REGIME JÚRIDICO EMERGENCIAL E TRANSITÓRIO DAS RELAÇÕES JÚRIDICAS DE DIREITO PRIVADO NO PERÍODO DA PANDEMIA. ART.393 DO CODIGO CIVIL. PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR. PANDEMIA DE CORONAVIRUS. EFEITOS JÚRIDICOS RETROATIVOS. CONSTITUCIONALIDADE. PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOOA HUMANA. DISTRATO UNILATERAL. 1. Relatório Trata-se de consulta formulada pelo Senador Pena Branca, acerca da análise dos artigos 6°, 7° e 9° da Lei 14.010/2020 em meio ao regime jurídico emergencial e transitório das relações jurídicas de direito privado no período da pandemia, de acordo com o artigo 393° do Código Civil; visando a proteção ao consumidor em meio a pandemia e seus efeitos jurídicos. Para que seja analisado os seguintes aspectos; se há violação de normas cogentes e se obedece a pena da função social e da dignidade humana; e se existe a possibilidade da aplicabilidade da cláusula Rebus Sic Stantibus. É o relatório. Passo a opinar. 2. Fundamentação Ao interessado Senador as considerações à referida lei 14010/21, serão analisados os seguintes artigos: Art. 6º As consequências decorrentes da pandemia do coronavírus (Covid-19) nas execuções dos contratos, incluídas as previstas no art. 393 do Código Civil, não terão efeitos jurídicos retroativos.” Art. 7º Não se consideram fatos imprevisíveis, para os fins exclusivos dos arts. 317, 478, 479 e 480 do Código Civil, o aumento da inflação, a variação cambial, a desvalorização ou a substituição do padrão monetário. § 1º As regras sobre revisão contratual previstas na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), e na Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, não se sujeitam ao disposto no caput deste artigo. § 2º Para os fins desta Lei, as normas de proteção ao consumidor não se aplicam às relações contratuais subordinadas ao Código Civil, incluindo aquelas estabelecidas exclusivamente entre empresas ou empresários." Art. 9º Não se concederá liminar para desocupação de imóvel urbano nas ações de despejo, a que se refere o art. 59, § 1º, incisos I, II, V, VII, VIII e IX, da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, até 30 de outubro de 2020. Tendo em vista o artigo 6º e 7º e 9º da referida lei, que versa sobre RESILIÇÃO, RESOLUÇÃO E REVISÃO DOS CONTRATOS, foi indagado se a mesma viola as normas cogentes, normas essa de ordem publica que protegem o consumidor, o princípio da dignidade humana, princípio da função social dos contratos e se os dispositivos modificariam os requisitos para a aplicação da cláusula “Rebus Sic Stantibus”. Em seu artigo 6º e 7º, a norma deixa claro que os transtornos causados pela pandemia nos contratos, ainda que possam ser caracterizados como caso fortuito ou força maior, não podem ser invocados para atingir situações jurídicas anteriores à própria pandemia. Importante ressaltar que o artigo 7º em seu inciso 1º mantém as restrições já pré-definidas pela lei 8078/90 e pela lei 8245/91, respeitando as normas cogentes e restringindo qualquer insegurança jurídica nas relações contratuais já regulamentadas por tal norma. A Pandemia traz a impossibilidade absoluta (fortuita) do cumprimento da obrigação, conduzindo à resolução contratual, desta forma a norma permite a dissolução contratual, sem imputação de responsabilidade civil (art. 393, caput, do CC). Doutrina caso fortuito: Diante impossibilidade do cumprimento da obrigação, parte impossibilitada não é responsabilizada pelo descumprimento e por se tratar de infurtuito externo há exoneração da responsabilidade. Protege o inquilino e o consumidor do ônus trazido pela pandemia ser em tese repassado ao sujeito mais indefeso na relação contratual. Outra questão trazida é o desequilíbrio da base contratual, com onerosidade para uma das partes, conduzindo à resolução ou à revisão contratual aplicação da teoria da imprevisão – artigos 317, 478 e 480 CC. Art. 317 Quando, por motivos imprevisíveis, sobrevier desproporção manifesta entre o valor da prestação devida e o do momento de sua execução, poderá o juiz corrigi-lo, a pedido da parte, de modo que assegure, quanto possível, o valor real da prestação. Art. 478 Nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente onerosa, com extrema vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, poderá o devedor pedir a resolução do contrato. Os efeitos da sentença que a decretar retroagirão à data da citação. Art. 480 e no contrato as obrigações couberem a apenas uma das partes, poderá ela pleitear que a sua prestação seja reduzida, ou alterada o modo de executá-la, a fim de evitar a onerosidade excessiva. Ou a aplicação da teoria da onerosidade excessiva – art. 6º, V, do CDC “a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos”. Pode-se perceber que a pandemia é fato superveniente que pode ocasionar a revisão do contrato, dado o impacto na sua base econômica objetiva, desta forma o credor terá como se resguardar dos danos causados ao seu patrimônio em face às consequências da pandemia; A exceção de inseguridade (art. 477 do CC). “Se, depois de concluído o contrato, sobrevier a uma das partes contratantes diminuição em seu patrimônio capaz de comprometer ou tornar duvidosa a prestação pela qual se obrigou, pode a outra recusar-se à prestação que lhe incumbe, até que aquela satisfaça a que lhe compete ou dê garantia bastante de satisfazê-la”. Doutrina quanto à onerosidade excessiva: Diante da extrema dificuldade para o cumprimento do contrato, primeiramente, tenta-se a revisão contratual (com a possibilidade de o réu modificar equitativamente as condições do contrato) e, caso não seja possível à revisão, há a rescisão do contrato. Doutrina teoria da imprevisão: Diante da extrema dificuldade para o cumprimento do contrato, permite-se a revisão do valor das prestações contratuais. Estamos diante da teoria da quebra da base objetiva do contrato, que permite a revisão contratual quando presente a onerosidade excessiva decorrente de fato superveniente. Tal normal define que o que já esta regulamentada no artigo 393 do CC, será cumprida, o consumidor não será responsabilizado por força maior ou caso fortuitos, a mesma protege o consumidor, defendendo – o das consequências trazidas pela pandemia, deste modo cumpre seu papel respeitando a norma cogente, além de não violar o principio da dignidade humana, tendo em vista que mantém o que já esta prevista no Código Civil e no Código de Defesa do consumidor, amparando desta forma as relações contratuais abaladas pelas consequências da referida Pandemia. Mais do que prestigiar a doutrina e a jurisprudência, o art.7º transmite à sociedade e ao mercado: caso ocorram os fenômenos nele descritos, que hoje não estão presentes na Economia, mas poderão ocorrer, as partes iguais e paritárias não poderão alegar que esses fatos eram imprevisíveis. A outra mensagem é a de que, para consumidores e locatários, parte vulnerável não será exigida esse requisito, o que protege como maior eficiência esse segmento da sociedade. Outra indagação seria quanto ao artigo 9º da referida norma, se a mesma viola as normas cogentes e o princípio da dignidade humana, tal norma regulamenta a proibiçãodo despejo no cenário desta Pandemia, importante ressaltar que não se trata de uma solução simples, pois também há um grande número de locadores que necessita da renda do seu único imóvel locado para sobreviver. Desta forma, o art. 9º preferiu ser mais contido, proibindo a tutela liminar em situação específica: o despejo concedido no início da ação sem citação prévia da outra parte (inaudita altera pars) e com caução de três aluguéis, em algumas hipóteses listadas no § 1º do art. 59 da Lei de Inquilinato. As situações do § 1º do art. 59 da Lei do Inquilinato que não mais autorizam a liminar, até 30 de outubro de 2020, nos termos do dispositivo ora analisado, são as seguintes: • Por inadimplemento de aluguéis, desde que haja uma destas situações: a) o locador não dispor de nenhuma garantia, como uma fiança (art. 59, § 1º, IX, Lei do Inquilinato) ou b) acordo escrito com duas testemunhas, no qual tenha sido ajustado o prazo mínimo de seis meses para desocupação, contado da assinatura do instrumento (art. 59, § 1º, I); • Por extinção do contrato de trabalho do inquilino, nos casos de locação profissional, ou seja, de locação vinculada ao emprego do inquilino (59, § 1º, II); • Por haver sublocatário no imóvel após a extinção do contrato de locação (art. 59, § 1º, V,); • Pelo término do prazo notificatório previsto no parágrafo único do art. 40, sem apresentação de nova garantia apta a manter a segurança inaugural do contrato (art.59, VII); • Pelo fim do prazo do contrato de locação comercial, com ação proposta nos trinta dias seguintes ao fim desse prazo ou de notificação resilitória (art. 59, VIII). • IX - A falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento, estando o contrato desprovido de qualquer das garantias previstas no art. 37, por não ter sido contratada ou em caso de extinção ou pedido de exoneração dela, independentemente de motivo. (Incluído pela Lei nº 12.112, de 2009) • Art. 59, §2º Qualquer que seja o fundamento da ação dar-se-á ciência do pedido aos sublocatários, que poderão intervir no processo como assistentes. De fato, pelo que se extrai do processo legislativo, o legislador preferiu ser contido em matéria de despejo, porque, embora o inquilino esteja em situação sensível nesse período excepcional da pandemia, também muitos locadores estão combalidos financeiramente, especialmente aqueles que dependem do aluguel como sua única fonte de sobrevivência. O legislador buscou equilibrar, na balança da Justiça, os infortúnios das duas partes. Diante de tais fatos narrados no parecer, pode-se verificar que o legislador buscou respeitar as normas cogentes e o princípio da dignidade humana, apesar de todas as incertezas e dificuldades trazidas pela Pandemia, tentando minimizar de fato os danos causados aos particulares em suas relações contratuais vigentes neste período. Quando o legislador trouxe a baila, o Princípio da função social dos contratos, ele quis alterar as premissas postadas no Código Civil de 2002, com uma forte influência da análise econômica do Direito, tudo em prol de “eficiência econômica", onde quis afastar o art. 421 do CC como fundamento para revisão e ou intervenção heterônoma. Ao invés disso, ele tenta restringir a possibilidade dos poderes no âmbito de uma relação contratual com fundamento na função social dos contratos. Assim, com a aprovação da referida Lei, os prazos prescricionais a contar da sua vigência ficaram suspensos ou impedidos de serem executados. Diante disso, a presente Lei veio para atender aos anseios de uma sociedade abalada com a presente crise. No entanto, deve-se pensar que tal medida ficou injusta para com o Poder Público, haja vista que, o diploma legal é taxativo quando se refere ao regime jurídico das relações privadas, o que se excluí as ações em face da Fazenda Pública. Nesse sentido, a Lei nº 13.979/20, que tratou das medidas de enfrentamento ao coronavírus previu apenas em seu art. 6, C e D, que não correriam os prazos prescricionais em desfavor da administração, como os prazos contra os acusados e entes privados, processados pela administração enquanto perdurar o estado de calamidade, não esquecendo que até os prazos prescricionais nas sanções administrativas previstas no regime jurídico dos servidores civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, direta ou indireta, suspendendo até mesmo o transcurso dos prazos prescricionais para a aplicação de sanções administrativas previstas na lei de: Licitação, Pregão e na Lei do Regime De Contratação Diferenciada. Diante o exposto, observa-se que o legislador não teve a mesma atenção para com os particulares, uma vez que, a prescrição nas relações entre particulares e administração não fere o princípio da isonomia, visto que, a prescrição não admite interpretação analógica ou extensiva. Dessa forma, a impossibilidade da aplicação dos dispositivos do art. 3 da Lei nº 14.010/20 nas relações entre particulares e o Estado, concluindo que a inexistência de regra em relação ao tema elencado, fere o princípio da isonomia. Isto, porque trata os particulares de forma desigual, perante a quem ele vai entrar com a ação. Art. 3º Os prazos prescricionais consideram-se impedidos ou suspensos, conforme o caso, a partir da entrada em vigor desta Lei até 30 de outubro de 2020. § 1º Este artigo não se aplica enquanto perdurarem as hipóteses específicas de impedimento, suspensão e interrupção dos prazos prescricionais previstas no ordenamento jurídico nacional. § 2º Este artigo aplica-se à decadência, conforme ressalva prevista no art. 207 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil). Outro tema que deve ser discutido ao longo do tempo é a aplicação da cláusula “Rebus Sic Stantibus”. Haja vista que, ela já vem desde os primórdios e atualmente ela está sendo empregada em vários contratos em decorrência da pandemia. Mais antes disso, trago um breve resumo sobre tal princípio. A teoria da imprevisão é um conceito antigo, onde um evento natural devastador desobriga o devedor do pagamento daquela obrigação, onde a obrigatoriedade dos contratos deve ser filtrada pelas circunstâncias que envolvem o momento da execução, desobrigando a relação ao momento da mudança imprevista nas circunstâncias em torno da execução do contrato. Para que não cause um desequilíbrio entre as partes, de modo que, um não venha ter mais vantagem do que o outro. No Brasil, o conceito da cláusula rebus sic stantibus, vem desde o código comercial, entretanto, com a atualização de nossa legislação, a cláusula está escrita nos dispositivos do Código de Defesa do Consumidor e no Código Civil. Art. 6º São direitos básicos do consumidor: (...) V- A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem onerosas.” Diante disso, mesmo sendo pessoa jurídica, a empresa pode ser considerada, pessoa física na modalidade consumidor por equiparação, tal como, previsto no art 29 do CDC. E não esquecendo também do art. 51, § 1º, III, do CDC. Art. 29 Para os fins deste Capítulo e do seguinte, equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determináveis ou não, expostas às práticas nele previstas. O consumidor moderno é alvo de milhares de estímulos ligados à publicidade diariamente, contratando inclusive por celular produtos e serviços que qualquer tipo Art. 59 São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: § 1º Presume-se exagerada, entre outros casos, a vantagem que: III - se mostra excessivamente onerosa para o consumidor, considerando-se a natureza e conteúdo do contrato, o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso. Nestalinha, e em face da vulnerabilidade objetiva, a pessoa jurídica também pode ser consumidora, como amplamente fixado nas seguintes jurisprudências: I. TJSC, 0003517-49.2010.8.24.0024, rel Des Osmar Nunes Júnior, j. 5.12.2019. II. TJSC, 2015.050761-0, rel Des Guilherme Nunes Born, j. 10.12.2015. STJ, Resp 1195642, rel Min Nancy Andrighi, j. 13.11.2012 Já pelo código civil, aplica-se os artigos: 317; 478; 479 e 480 do CC Ao invocar a teoria da imprevisão em relação aos contratos, para que nenhuma das partes não venham aferir maior vantagem sobre a outra, e ao mesmo tempo, aplicar-se-á o equilíbrio aos contratos vigentes decorrentes ao Estado de Calamidade Pública em decorrência do coronavírus. Pelo fato de ser um fato atípico, onde nenhuma das partes esperava por tal atrocidade. 3. Conclusão Diante dos apontamentos apresentados, conclui-se que os artigos 6, 7 e 9 da Lei nº 14.010/2020 respeitam os dispositivos de norma cogente e não violam o princípio da dignidade humana, além disso os dispositivos não modificaram os requisitos para a aplicação da cláusula “rebus sic stantibus”. Entretanto, não atendem ao princípio da função social do contrato. Opino pela manutenção. É o parecer. Rio de Janeiro, 08 de abril de 2022. Ruy Barbosa OAB/RJ 01 Referência Bibliográfica: BRASIL. 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